Como vai você, Luiz Ruben?
Aderbal Nogueira visita ao acervo do pesquisador pernambucano Luiz Ruben, uma referência no estudo do cangaço no Brasil.
Parte 2
Pescado no pioneiro, canal de Seu Aderbal
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sexta-feira, 3 de agosto de 2018
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Documentário
Feminino Cangaço
O Centro de Estudos Euclydes da Cunha apresenta o documentário “FEMININO CANGAÇO” dirigido por Lucas Viana e Manoel Neto, propõe uma reflexão crítica sobre a entrada das mulheres no cangaço, suas motivações, as superstições em torno delas, seus papeis dentro dos bandos, seus costumes, crenças e dramas pessoais.
Trata-se de melhor compreender a importância das mulheres na construção do que hoje entendemos como o fenômeno do cangaço e as destacar como sujeitos ativos desta história, mulheres que transgrediram os valores sociais de sua época e cuja força surpreende ainda nos dias atuais.
O Centro de Estudos Euclydes da Cunha apresenta o documentário “FEMININO CANGAÇO” dirigido por Lucas Viana e Manoel Neto, propõe uma reflexão crítica sobre a entrada das mulheres no cangaço, suas motivações, as superstições em torno delas, seus papeis dentro dos bandos, seus costumes, crenças e dramas pessoais.
Trata-se de melhor compreender a importância das mulheres na construção do que hoje entendemos como o fenômeno do cangaço e as destacar como sujeitos ativos desta história, mulheres que transgrediram os valores sociais de sua época e cuja força surpreende ainda nos dias atuais.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Novidades do Cariri Cangaço Piranhas
Luiz Ruben lançou: "Lampeão antes de ser capitão"
Apresento neste trabalho, o meu 10º sobre o tema cangaço, matérias dos jornais publicadas no período de 1920 a 1926, não faço intervenções, apenas atualizo os nomes das cidades que ao longo do tempo tiveram seus nomes trocados. A iconografia deste livro abrange a década de 1920 e início dos anos 30.
Foram consultados os seguintes: A Imprensa - Sobral CE; A Gazeta - São Paulo SP; A Lanceta – Maceió AL; A Noite - Rio de Janeiro RJ; A Província - Recife PE; A Rua - Recife PE; Correio da Pedra - Água Branca AL; Diário de Pernambuco - Recife PE; Diário da Noite - Recife PE; Estado das Alagoas; Gazeta de Notícias - Rio de Janeiro RJ; Jornal do Comércio - Recife PE; Jornal do Recife PE; Jornal Pequeno - Recife PE; O Globo - Rio de Janeiro RJ; O Jornal - Rio de Janeiro RJ; O Paiz - Rio de Janeiro RJ; Pacotilha - São Luiz MA; Revista da Cidade - Recife PE.
Os jornais tomam posição de críticas ao governo utilizando a situação provocada pelo cangaço, principalmente no território pernambucano. Os números divulgados pela imprensa com relação à quantidade de cangaceiros combatidos pela polícia eram sempre exagerados. Algumas vezes foi noticiada, erradamente, a morte de Sinhô Pereira e de Lampeão, mas eram também, às vezes, retificadas essas notícias. Ao vasculhar esse período tive algumas surpresas que tenho certeza os leitores pesquisadores perceberão. Alguns fatos publicados na época, nunca foram mostrados posteriormente em livros.
A imprensa publica muitos nomes de cangaceiros que ainda não foram catalogados por pesquisadores e que ainda pode ser motivo de estudo e pesquisa mais apurada. Encontrei coisas curiosas, inusitadas, até mesmo grandes equívocos, como a informação da morte de Luiz Padre, quando na realidade foi Antonio Padre.
O caso dos pobres roceiros que tinham seus chapéus de couro tomados nas feiras, pela polícia, por serem ‘trajes de cangaceiro’.
Em outubro de 1920 se publica a união do cangaceiro Sinhô Pereira com o grupo de Antonio Matilde, ou seja, incluindo Lampeão ou Virgulino e seus irmãos, Livino e Antonio Ferreira. Este último, o Antonio Ferreira, é citado como cangaceiro, em dezembro de 1920. A presença de Luiz Padre ainda é noticiada em 1921.
Em janeiro de 1921, Sinhô Pereira é chamado pela imprensa do sul de Átila do Pajeú. O capitão Theophanes também é chamado de Átila, conforme notícias da imprensa.
Em maio do mesmo ano se noticia a presença do grupo de cangaceiros chamado de ‘os três Antônios’ e em setembro a morte do cangaceiro Pedro Porcino.
Em dezembro de 1921 foram mortos três bandoleiros de nomes: Emygdio Ferreira, José de tal, vulgo Papudo e José Veríssimo Machado, vulgo Zezé, o grupo tinha como chefe Alfredo Guimarães, vulgo Caboclo.
Em 1922 os jornais fazem a cobertura sobre a morte do coronel Luiz Gonzaga, em Belmonte PE.
Em junho de 1923, a polícia de Pernambuco começa a recrutar praças no sertão para combater Lampeão.
A imprensa publica em 1923 uma carta esclarecedora da amizade de Luiz Padre com José Inácio, do Barro, que fora assinada em 1921; Publica uma matéria de como Sinhô Pereira entrou para o cangaço, assinada por João do Norte, um colunista do jornal; Também veremos a divulgação de um bilhete de extorsão assinado por Sinhô Pereira;
Uma publicação sobre a tática de guerra de Sinhô Pereira denominando-o ‘terror dos sertões’;
Ainda uma pequena cobertura jornalística sobre a invasão da cidade de Souza na Paraíba, pelos cangaceiros, identificando apenas o grupo de Francisco Pereira, embora saibamos da participação dos irmãos de Lampeão no acontecimento;
Apresento na íntegra a primeira vez que o nome de Lampeão é citado na imprensa, no Jornal Correio da Pedra, pertencente a Cia Fabril.
O Jornal, do Rio de Janeiro noticia uma estória fantástica sobre a transformação de Virgulino em Lampeão.
Uma das curiosidades apresentadas, que também não vi registrado em livros é o Decreto instituído por Lampeão, para alistamento de cangaceiros nas fileiras do banditismo.
O jornal A Província, publica em setembro de 1923 a ação criminosa do coronel João Nunes contra indefesos e pacatos sertanejos.
Em 1924 é noticiado falsamente a morte de Lampeão e seu irmão Livino. O jornal pernambucano, A Rua, publica pela primeira vez sobre um desertor da força pública de Pernambuco que teria se incorporado ao grupo de Lampeão, um tal de Ansilon Ribeiro;
Mostro o registro que antes de receber a patente de capitão do Batalhão Patriótico do Juazeiro, a imprensa já tratava Lampeão de “coronel” e de “capitão”;
A imprensa pernambucana, através do jornal A Rua, tenta pela primeira vez traçar uma biografia de Lampeão; Em fevereiro de 1926, o Jornal do Recife traz uma sensacional entrevista, dizendo que Lampião quer juntar mil homens para declarar guerra oficial aos estados da Paraíba e Pernambuco.
Apresento esse vasto material na intenção de contribuir na montagem de um gigantesco quebra cabeças que é o estudo do cangaço. Que não fique esquecido no passado o que foi conhecido pela sociedade, na época dos acontecimentos. Que ao juntarmos os retalhos, fazendo a cronologia, descobrindo detalhes, cruzando e descartando informações, descobrindo pessoas e lugares, possamos continuar estudando e assim, entender melhor esse processo que é parte de nossa história.
Boa leitura
Luiz Ruben F. de A. Bonfim
Serviço
Livro "Lampeão antes de ser capitão" edição do autor 371 páginas. Valor: R$ 60 (sessenta reais) com frete incluso. Para adquirir entre em contato com o autor pelo email luiz.ruben54@gmail.com
Apresento neste trabalho, o meu 10º sobre o tema cangaço, matérias dos jornais publicadas no período de 1920 a 1926, não faço intervenções, apenas atualizo os nomes das cidades que ao longo do tempo tiveram seus nomes trocados. A iconografia deste livro abrange a década de 1920 e início dos anos 30.
Foram consultados os seguintes: A Imprensa - Sobral CE; A Gazeta - São Paulo SP; A Lanceta – Maceió AL; A Noite - Rio de Janeiro RJ; A Província - Recife PE; A Rua - Recife PE; Correio da Pedra - Água Branca AL; Diário de Pernambuco - Recife PE; Diário da Noite - Recife PE; Estado das Alagoas; Gazeta de Notícias - Rio de Janeiro RJ; Jornal do Comércio - Recife PE; Jornal do Recife PE; Jornal Pequeno - Recife PE; O Globo - Rio de Janeiro RJ; O Jornal - Rio de Janeiro RJ; O Paiz - Rio de Janeiro RJ; Pacotilha - São Luiz MA; Revista da Cidade - Recife PE.
Os jornais tomam posição de críticas ao governo utilizando a situação provocada pelo cangaço, principalmente no território pernambucano. Os números divulgados pela imprensa com relação à quantidade de cangaceiros combatidos pela polícia eram sempre exagerados. Algumas vezes foi noticiada, erradamente, a morte de Sinhô Pereira e de Lampeão, mas eram também, às vezes, retificadas essas notícias. Ao vasculhar esse período tive algumas surpresas que tenho certeza os leitores pesquisadores perceberão. Alguns fatos publicados na época, nunca foram mostrados posteriormente em livros.
A imprensa publica muitos nomes de cangaceiros que ainda não foram catalogados por pesquisadores e que ainda pode ser motivo de estudo e pesquisa mais apurada. Encontrei coisas curiosas, inusitadas, até mesmo grandes equívocos, como a informação da morte de Luiz Padre, quando na realidade foi Antonio Padre.
O caso dos pobres roceiros que tinham seus chapéus de couro tomados nas feiras, pela polícia, por serem ‘trajes de cangaceiro’.
Em outubro de 1920 se publica a união do cangaceiro Sinhô Pereira com o grupo de Antonio Matilde, ou seja, incluindo Lampeão ou Virgulino e seus irmãos, Livino e Antonio Ferreira. Este último, o Antonio Ferreira, é citado como cangaceiro, em dezembro de 1920. A presença de Luiz Padre ainda é noticiada em 1921.
Em janeiro de 1921, Sinhô Pereira é chamado pela imprensa do sul de Átila do Pajeú. O capitão Theophanes também é chamado de Átila, conforme notícias da imprensa.
Em maio do mesmo ano se noticia a presença do grupo de cangaceiros chamado de ‘os três Antônios’ e em setembro a morte do cangaceiro Pedro Porcino.
Em dezembro de 1921 foram mortos três bandoleiros de nomes: Emygdio Ferreira, José de tal, vulgo Papudo e José Veríssimo Machado, vulgo Zezé, o grupo tinha como chefe Alfredo Guimarães, vulgo Caboclo.
Em 1922 os jornais fazem a cobertura sobre a morte do coronel Luiz Gonzaga, em Belmonte PE.
Em junho de 1923, a polícia de Pernambuco começa a recrutar praças no sertão para combater Lampeão.
A imprensa publica em 1923 uma carta esclarecedora da amizade de Luiz Padre com José Inácio, do Barro, que fora assinada em 1921; Publica uma matéria de como Sinhô Pereira entrou para o cangaço, assinada por João do Norte, um colunista do jornal; Também veremos a divulgação de um bilhete de extorsão assinado por Sinhô Pereira;
Uma publicação sobre a tática de guerra de Sinhô Pereira denominando-o ‘terror dos sertões’;
Ainda uma pequena cobertura jornalística sobre a invasão da cidade de Souza na Paraíba, pelos cangaceiros, identificando apenas o grupo de Francisco Pereira, embora saibamos da participação dos irmãos de Lampeão no acontecimento;
Apresento na íntegra a primeira vez que o nome de Lampeão é citado na imprensa, no Jornal Correio da Pedra, pertencente a Cia Fabril.
O Jornal, do Rio de Janeiro noticia uma estória fantástica sobre a transformação de Virgulino em Lampeão.
Uma das curiosidades apresentadas, que também não vi registrado em livros é o Decreto instituído por Lampeão, para alistamento de cangaceiros nas fileiras do banditismo.
O jornal A Província, publica em setembro de 1923 a ação criminosa do coronel João Nunes contra indefesos e pacatos sertanejos.
Em 1924 é noticiado falsamente a morte de Lampeão e seu irmão Livino. O jornal pernambucano, A Rua, publica pela primeira vez sobre um desertor da força pública de Pernambuco que teria se incorporado ao grupo de Lampeão, um tal de Ansilon Ribeiro;
Mostro o registro que antes de receber a patente de capitão do Batalhão Patriótico do Juazeiro, a imprensa já tratava Lampeão de “coronel” e de “capitão”;
A imprensa pernambucana, através do jornal A Rua, tenta pela primeira vez traçar uma biografia de Lampeão; Em fevereiro de 1926, o Jornal do Recife traz uma sensacional entrevista, dizendo que Lampião quer juntar mil homens para declarar guerra oficial aos estados da Paraíba e Pernambuco.
Apresento esse vasto material na intenção de contribuir na montagem de um gigantesco quebra cabeças que é o estudo do cangaço. Que não fique esquecido no passado o que foi conhecido pela sociedade, na época dos acontecimentos. Que ao juntarmos os retalhos, fazendo a cronologia, descobrindo detalhes, cruzando e descartando informações, descobrindo pessoas e lugares, possamos continuar estudando e assim, entender melhor esse processo que é parte de nossa história.
Boa leitura
Luiz Ruben F. de A. Bonfim
Serviço
Livro "Lampeão antes de ser capitão" edição do autor 371 páginas. Valor: R$ 60 (sessenta reais) com frete incluso. Para adquirir entre em contato com o autor pelo email luiz.ruben54@gmail.com
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
CONVITE
Exposição Coluna Prestes, 90 anos da travessia para a Bahia pelo Rio São Francisco
De 22/02 a 4/03 em Paulo Afonso, BA.
De 22/02 a 4/03 em Paulo Afonso, BA.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Novidade na praça
Charges com Lampeão é o lançamento de Luiz Ruben
Lendo e pesquisando tantos jornais e revistas da época em que Lampião atuava, isto é, anos 20 e 30 do século passado, não passou despercebido, de vez em quando aparecia caricaturas e charges de Lampião, mas, o que me chamou a atenção foi a utilização do personagem com a política e os políticos do poder naquele período.
Contextualizar cada charge ou caricatura seria por demais maçante, pois creio que elas não perderam o caráter atemporal.
As codificações visuais que os chargistas queriam passar ao retratar Lampião eram afetadas de acordo com a região do artista, o que determinava, até pela falta de conhecimento que tinham do caricaturado, a representação de formas tão dispares na fisionomia desenhada.
As charges com Lampião, nessa pesquisa, abrangem o período de 1926 a 1939, porém acrescentei duas de 1969, sendo a última apresentada, uma propaganda com alusão ao desenvolvimento industrial através de incentivos fiscais, citando Sudam-Sudene onde Lampeão é usado como referência de uma região. Ao todo o livro mostra 83 charges e caricaturas.
A charge tem como finalidade satirizar, descrever ou relatar fatos do momento por meio de caricaturas, com um ou mais personagens de destaque, nas áreas da política com maior frequência.
As apresentadas nesse livro abrangem personagens de prestígio nacional como o Padre Cícero, Antônio Carlos, governador de Minas, Capitão Chevalier, com a famosa tentativa de uma expedição contra Lampião no início dos anos 30, Getúlio Vargas como presidente do governo provisório após a revolução de 1930.
Após sua morte, cartazes foram utilizados como propaganda de filme da Warner, com James Cagney “substituindo o famoso cangaceiro nordestino”.
A propaganda comercial também utilizou com frequência o nome de Lampião. Como curiosidade inseri no trabalho as da Casa Mathias e O Mandarim, que apresentavam nos seus comerciais um conteúdo humorístico.
Até o conhecido compositor Noel Rosa, como Lampeão foi caricaturado. Como se fossem dois personagens ao mesmo tempo é mostrado características de identificação de Lampião com o rosto de Noel Rosa. Mesmo nas capas de famosas revistas, Careta em 1926 e 1931, O Cruzeiro em 1932, Lampeão é caricaturado.
Na contracapa desse livro, consta a foto original muito popular de Lampeão e seu irmão Antônio Ferreira, já nesta época, famigerado cangaceiro, perseguido em Pernambuco, Paraíba, Ceará e Alagoas. Foi tirada em Juazeiro do Norte, no estado do Ceará, onde Lampeão foi convocado pelo Padre Cícero a pedido do deputado federal Floro Bartolomeu, para combater os inimigos do governo de Artur Bernardes, a Coluna Prestes, em 1926. Na capa, usando a foto da contra capa, foram introduzidas as faces de Getúlio Vargas como Lampeão e Osvaldo Aranha como Antônio Ferreira.
Foi publicada pelo Estado de São Paulo em 24 de setembro de 1933, sendo Getúlio já vitorioso da revolta de 1932 em São Paulo.
O desenho era utilizado, isto é, a charge, como uma crítica político social onde as situações cotidianas são exploradas com humor e sátira. Lampião foi personagem principal dos chargistas, mas o objetivo era atacar os poderosos da época, geralmente vítima dos jornais da oposição.
Coloquei tudo numa ordem cronológica para facilitar a sequência histórica, pois, no futuro com a leitura das diversas obras publicadas sobre Lampião e o cangaço em geral, teremos uma visão não contextualizada das sátiras contra os personagens vítimas dos chargistas.
O livro tem 95 páginas, custa R$ 25 (Vinte e cinco reais) com frete incluso e você adquire diretamente com o autor pelo email luiz.ruben54@gmail.com
*Luiz Ruben F. de A. Bonfim. Economista e Turismólogo e Pesquisador do Cangaço e Ferrovias.
Lendo e pesquisando tantos jornais e revistas da época em que Lampião atuava, isto é, anos 20 e 30 do século passado, não passou despercebido, de vez em quando aparecia caricaturas e charges de Lampião, mas, o que me chamou a atenção foi a utilização do personagem com a política e os políticos do poder naquele período.
Contextualizar cada charge ou caricatura seria por demais maçante, pois creio que elas não perderam o caráter atemporal.
As codificações visuais que os chargistas queriam passar ao retratar Lampião eram afetadas de acordo com a região do artista, o que determinava, até pela falta de conhecimento que tinham do caricaturado, a representação de formas tão dispares na fisionomia desenhada.
As charges com Lampião, nessa pesquisa, abrangem o período de 1926 a 1939, porém acrescentei duas de 1969, sendo a última apresentada, uma propaganda com alusão ao desenvolvimento industrial através de incentivos fiscais, citando Sudam-Sudene onde Lampeão é usado como referência de uma região. Ao todo o livro mostra 83 charges e caricaturas.
A charge tem como finalidade satirizar, descrever ou relatar fatos do momento por meio de caricaturas, com um ou mais personagens de destaque, nas áreas da política com maior frequência.
As apresentadas nesse livro abrangem personagens de prestígio nacional como o Padre Cícero, Antônio Carlos, governador de Minas, Capitão Chevalier, com a famosa tentativa de uma expedição contra Lampião no início dos anos 30, Getúlio Vargas como presidente do governo provisório após a revolução de 1930.
Após sua morte, cartazes foram utilizados como propaganda de filme da Warner, com James Cagney “substituindo o famoso cangaceiro nordestino”.
A propaganda comercial também utilizou com frequência o nome de Lampião. Como curiosidade inseri no trabalho as da Casa Mathias e O Mandarim, que apresentavam nos seus comerciais um conteúdo humorístico.
Na contracapa desse livro, consta a foto original muito popular de Lampeão e seu irmão Antônio Ferreira, já nesta época, famigerado cangaceiro, perseguido em Pernambuco, Paraíba, Ceará e Alagoas. Foi tirada em Juazeiro do Norte, no estado do Ceará, onde Lampeão foi convocado pelo Padre Cícero a pedido do deputado federal Floro Bartolomeu, para combater os inimigos do governo de Artur Bernardes, a Coluna Prestes, em 1926. Na capa, usando a foto da contra capa, foram introduzidas as faces de Getúlio Vargas como Lampeão e Osvaldo Aranha como Antônio Ferreira.
Foi publicada pelo Estado de São Paulo em 24 de setembro de 1933, sendo Getúlio já vitorioso da revolta de 1932 em São Paulo.
O desenho era utilizado, isto é, a charge, como uma crítica político social onde as situações cotidianas são exploradas com humor e sátira. Lampião foi personagem principal dos chargistas, mas o objetivo era atacar os poderosos da época, geralmente vítima dos jornais da oposição.
Coloquei tudo numa ordem cronológica para facilitar a sequência histórica, pois, no futuro com a leitura das diversas obras publicadas sobre Lampião e o cangaço em geral, teremos uma visão não contextualizada das sátiras contra os personagens vítimas dos chargistas.
O livro tem 95 páginas, custa R$ 25 (Vinte e cinco reais) com frete incluso e você adquire diretamente com o autor pelo email luiz.ruben54@gmail.com
*Luiz Ruben F. de A. Bonfim. Economista e Turismólogo e Pesquisador do Cangaço e Ferrovias.
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Novidades na latada do Cariri Cangaço Piranhas (2015)
Cangaço - Ecos na literatura e cinema Nordestino, de Vera Figueiredo
A literatura presta uma imensurável contribuição ao estudo, pesquisa e divulgação da história e cultura nordestina, especialmente ao Cangaço, Coronelismo, Misticismo e temas afins.
No presente trabalho, a professora Vera Figueiredo Rocha faz uma análise séria, competente e esclarecedora das obras literárias: “Coiteiros”, de José Américo de Almeida; ”Cangaceiros” e “Pedra Bonita”, de José Lins do Rego; “O Cabeleira”, de Franklin Távora e “Sem Lei, nem Rei”, de Maximiano Campos; além dos roteiros dos Filmes: “O Cangaceiro”, de Lima Barreto; “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha; “Corisco e Dadá”, de Rosemberg Cariry e “Baile Perfumado” de Hilton Lacerda, Paulo Caldas e Lírio Ferreira.
A autora utiliza uma responsável e lúcida para extrair, dessas obras, os fatores condicionantes e características marcantes do fenômeno do Cangaço, como a seca, injustiças, ausência do Estado nos setores vitais da sociedade, a violência, vingança, crueldade, código de honra, sofrimento e traições.
É importante destacar que, a autora procurou ser fiel, nas suas análises na medida do possível, às construções e desenvolvimento dos textos e Roteiros das obras em epígrafe, mesmo que venha contrariar, em alguns momentos, seus próprios conceitos e de outros estudiosos do assunto. Como por exemplo, a afirmativa, nas obras analisadas, que Lampião praticou um cangaço de vingança, conceituação que não se coaduna com a convicção da grande maioria dos estudiosos deste fenômeno.
Numa leitura sistemática e criteriosa, podemos constatar que a autora procurou, com responsabilidade e competência, agregar ao seu trabalho, uma sólida fundamentação teórica, recorrendo a renomados escritores, como Gilberto Freyre, Roberto Damatta, S. Freud, Frederico Pernambucano, Gustavo Barroso, Antônio Amaury, E. J. Hobsbawan e Djacir Menezes, entre outros.
O Título da segunda parte “O Imaginário do Cangaço na Literatura do Nordeste”, sintetiza , com maestria, o núcleo desse extraordinário trabalho. Sua leitura contribui com o esclarecimento de muitos pontos complexos do fenômeno do cangaço.
Para finalizar as minhas observações e reflexões, chego à conclusão de que a literatura de cordel, a poesia dos poetas repentistas, os roteiros dos filmes e os romances, contribuíram para a formação do imaginário popular sobre a figura e as ações dos cangaceiros e a consequente construção do Herói e do mito, tratados na segunda e terceira parte desse trabalho, com muita lucidez.
Uma proveitosa leitura, a todos!
Francisco Pereira Lima (Prof. Pereira)
Valor: R$ 40 (com frete incluso) Para adquirir este livro envie email para franpelima@bol.com.br, ou o via telefone (83) 9911 - 8286.
Luiz Ruben lança Fim do Cangaço: As entregas
Este livro vem de uma longa pesquisa realizada nos jornais baianos, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, em Salvador, capital da Bahia, distante 470 km da minha atual residência, em Paulo Afonso, no nordeste baiano. Buscava saber tudo que foi publicado sobre o cangaço, especialmente sobre Lampião nos jornais daquela época. Daquele trabalho mais abrangente, fiz um recorte que apresento agora, tratando especificamente do fim do cangaço, através das entregas dos grupos cangaceiros, mostrando tudo que o jornal A Tarde, Diário de Notícias,Diário da Bahia, Estado da Bahia, O Imparcial, A Noite, Correio da Manhã, Diário da Noite, Jornal de Alagoas, Gazeta de Alagoas e O Globo, publicaram sobre o assunto.
Com o fim do rei do cangaço na grota de Angico em Sergipe, em 28 de julho de 1938, os cangaceiros remanescentes passaram por certo isolamento, pela falta de um líder como Lampião. Seria uma decorrência natural Corisco assumir a chefia dos bandos, mas, dois meses após a morte de Lampião, em outubro de 1938, iniciou-se o processo das rendições por parte do grupo de Zé Sereno. O fim do cangaço se aproximava.
Esse trabalho é dividido em quatro partes. A primeira mostra as entregas dos cangaceiros liderados por Zé Sereno, Ângelo Roque e o grupo do cangaceiro Pancada. Os primeiros se entregaram na Bahia, e o último em Poço Redondo estado de Sergipe, para as polícias alagoanas e sergipanas.
A outra parte deste trabalho foi realizada no Quartel dos Aflitos, atual QG da Polícia Militar, também em Salvador. São os documentos oficiais dos Boletins da Polícia Militar da Bahia sobre o combate ao banditismo, obtidos graças à gentileza do amigo, na época tenente Marins, que me deu total acesso aos arquivos da Polícia Militar da Bahia do período de 1928 a 1940.
Na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, localizada no bairro dos Barris em Salvador, fiz o levantamento dos jornais locais a partir da morte de Lampião em julho de 1938, mostrando o que a imprensa baiana publicou sobre as entregas dos cangaceiros à Polícia Militar da Bahia, com menor destaque ao grupo de Zé Sereno, ao contrário do grande destaque dado a rendição do grupo de Ângelo Roque, com fotografias e páginas inteiras sobre o fato.
As entregas à Polícia alagoana obtive o material da imprensa Caetés, como troca de documentos com o pesquisador David Bandeira e Marcos Edilson. Também de pesquisa feita por Ana Paula Arruda, por mim contratada para essa missão em Aracaju, onde foram pesquisados os jornais tanto sergipanos quanto alagoanos.
A morte de Corisco e a sua perseguição estão descritas de duas formas, a primeira pela imprensa baiana, através de enviados ao local da morte de Corisco e ferimento de Dadá. Outra parte é descrita nos boletins oficiais da Polícia Militar da Bahia, narrada pelos próprios protagonistas dos acontecimentos e de oficiais ligados ao comando da perseguição aos fugitivos, Dadá, Corisco, a menina Zefinha, e o cangaceiro Rio Branco com sua companheira.
Nas matérias publicadas pela imprensa, quando foi presa e depois operada para amputação da perna, Dadá revela uma versão para sua entrada no cangaço, conforme vemos nos jornais da época, que é diferente da versão dada tempos depois, de que foi raptada e seduzida à força por Corisco, publicada em livros, revistas e jornais.
Um fato curioso que apresento são os relatos das negociações de prazo com a Polícia Militar para sua entrega e agiotagem por parte de Corisco que vemos nos boletins oficiais da polícia. Outra curiosidade é quando ele joga dinheiro, quando da tentativa de fuga dele em 25 de maio de 1940 na fazenda Pacheco, publicado nos jornais.
Procurados pelos pesquisadores e repórteres na vida após o cangaço, os ex cangaceiros foram tirados do anonimato. Alguns ficaram à vontade com a exposição, a exemplo do cangaceiro Volta Seca, que não perdia oportunidade tanto na época em que ficou preso, como após sua libertação pelo indulto de Getúlio Vargas. Outros, contudo, se reservaram e só foram descobertos quase no fim de suas vidas.
Já Dadá era uma figura bastante procurada pela imprensa, não só por ter sido esposa de Corisco, mas também por ter sido uma hábil cangaceira, e uma excelente costureira, introduzindo uma nova estética na vestimenta dos cangaceiros pela sua arte nos bordados.
Apresento neste trabalho uma série de fotografias, entre outras, mostrando aspectos urbanísticos de algumas das cidades que tiveram alguns fatos ligados às visitas dos cangaceiros, na área de atuação dos grupos que andavam com Lampião no cangaço.
Quero deixar registradas minhas homenagens à imprensa alagoana e baiana pelos seus profissionais anônimos e os que estão identificados neste trabalho.
Confira na imagem as informções para aquisição.
Piranhas no tempo do Cangaço, novo livro de Gilmar Teixeira
Gilmar Teixeira leva para a latada seu segundo livro. Depois do instigante "Quem matou Delmiro Gouveia", ele passeia pelos fatos que envolveram Piranhas nas tramas do Cangaço. Aguardem maiores informações sobre aquisição deste trabalho.
Lampião - O cangaço e seus segredos é a novidade de Sabino Bassetti
Através do e-mail sabinobassetti@hotmail.com vocês poderão estar adquirindo o mais recente trabalho de José Sabino Bassetti intitulado "Lampião - O Cangaço e seus Segredos".
O Livro, como o próprio título já diz, trará em suas páginas alguns segredos e informações, sobre o cangaço e seu representante maior, até então desconhecidas da grande maioria dos simpatizantes e estudiosos do assunto.
Um trabalho que foi desenvolvido através de pesquisas sérias e comprometidas com a verdadeira história, baseado em depoimentos e declarações de testemunhas oculares dos acontecimentos.
O Livro custa apenas R$ 40,00 (Quarenta reais) com frente já incluído, e será enviado devidamente autografado pelo autor, para qualquer lugar do país.
Não perca tempo e adquira já o seu.
Texto: Geraldo Junior
Corisco – A sombra de Lampião, 4º livro de Sérgio Dantas
Estamos falando da obra “Corisco – A sombra de Lampião”, um trabalho que trás o resultado de onze anos de pesquisa pelos sertões da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba.
A ideia deste livro, segundo o autor, surgiu quando ele realizava entrevistas sobre as ações de Lampião e seu bando junto a antigos cangaceiros, policiais, ex-coiteiros e vítimas. Sérgio percebeu que a figura de Cristino Gomes da Silva Cleto, o verdadeiro nome de Corisco, era recorrente e muito presente. Logo veio a ideia de escrever sobre a vida do cangaceiro que, na opinião do autor, foi o mais destacado cangaceiro que andou com Lampião. Corisco também era conhecido como “Diabo Louro” e desde 1930 comandava um dos subgrupos de cangaceiros que atuavam junto ao “Rei do Cangaço”.
Para a conclusão de “Corisco – A sombra de Lampião”, Sérgio Dantas realizou cerca de 120 entrevistas, onde figuram oito ex-cangaceiros e cangaceiras. Mas igualmente o autor pesquisou em jornais antigos existentes em vários arquivos nordestinos, além de utilizar muito material proveniente de boletins e relatórios policiais. Em relação a estes últimos, o autor destaca o relatório do capitão Felipe de Castro, que organizou em maio de 1940 a perseguição que culminou na morte de Corisco.
Ainda sobre a morte deste famoso cangaceiro, Sérgio Dantas comenta que, entre vários relatos, o livro trás interessantes depoimentos de membros da família Pacheco, onde em sua propriedade ocorreu o combate final entre Corisco e a volante comandada pelo tenente Zé Rufino.
Não falta em “Corisco – A sombra de Lampião” o rigor de uma pesquisa histórica realizada com esmero e qualidade, onde os leitores vão desfrutar de muitas informações interessantes, em meio a uma narrativa dinâmica nas suas quase 350 páginas e uma iconografia composta por cerca de 70 fotografias.
A venda está sendo realizada com exclusividade pelo professor Pereira, pelo valor de R$ 50,00 (com frete incluso). Os pedidos poderão ser feitos através do email franpelima@bol.com.br, ou o telefone (83) 99911 8286.
A literatura presta uma imensurável contribuição ao estudo, pesquisa e divulgação da história e cultura nordestina, especialmente ao Cangaço, Coronelismo, Misticismo e temas afins.
No presente trabalho, a professora Vera Figueiredo Rocha faz uma análise séria, competente e esclarecedora das obras literárias: “Coiteiros”, de José Américo de Almeida; ”Cangaceiros” e “Pedra Bonita”, de José Lins do Rego; “O Cabeleira”, de Franklin Távora e “Sem Lei, nem Rei”, de Maximiano Campos; além dos roteiros dos Filmes: “O Cangaceiro”, de Lima Barreto; “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha; “Corisco e Dadá”, de Rosemberg Cariry e “Baile Perfumado” de Hilton Lacerda, Paulo Caldas e Lírio Ferreira.
A autora utiliza uma responsável e lúcida para extrair, dessas obras, os fatores condicionantes e características marcantes do fenômeno do Cangaço, como a seca, injustiças, ausência do Estado nos setores vitais da sociedade, a violência, vingança, crueldade, código de honra, sofrimento e traições.
É importante destacar que, a autora procurou ser fiel, nas suas análises na medida do possível, às construções e desenvolvimento dos textos e Roteiros das obras em epígrafe, mesmo que venha contrariar, em alguns momentos, seus próprios conceitos e de outros estudiosos do assunto. Como por exemplo, a afirmativa, nas obras analisadas, que Lampião praticou um cangaço de vingança, conceituação que não se coaduna com a convicção da grande maioria dos estudiosos deste fenômeno.
Numa leitura sistemática e criteriosa, podemos constatar que a autora procurou, com responsabilidade e competência, agregar ao seu trabalho, uma sólida fundamentação teórica, recorrendo a renomados escritores, como Gilberto Freyre, Roberto Damatta, S. Freud, Frederico Pernambucano, Gustavo Barroso, Antônio Amaury, E. J. Hobsbawan e Djacir Menezes, entre outros.
O Título da segunda parte “O Imaginário do Cangaço na Literatura do Nordeste”, sintetiza , com maestria, o núcleo desse extraordinário trabalho. Sua leitura contribui com o esclarecimento de muitos pontos complexos do fenômeno do cangaço.
Para finalizar as minhas observações e reflexões, chego à conclusão de que a literatura de cordel, a poesia dos poetas repentistas, os roteiros dos filmes e os romances, contribuíram para a formação do imaginário popular sobre a figura e as ações dos cangaceiros e a consequente construção do Herói e do mito, tratados na segunda e terceira parte desse trabalho, com muita lucidez.
Uma proveitosa leitura, a todos!
Francisco Pereira Lima (Prof. Pereira)
Valor: R$ 40 (com frete incluso) Para adquirir este livro envie email para franpelima@bol.com.br, ou o via telefone (83) 9911 - 8286.
Luiz Ruben lança Fim do Cangaço: As entregas
Este livro vem de uma longa pesquisa realizada nos jornais baianos, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, em Salvador, capital da Bahia, distante 470 km da minha atual residência, em Paulo Afonso, no nordeste baiano. Buscava saber tudo que foi publicado sobre o cangaço, especialmente sobre Lampião nos jornais daquela época. Daquele trabalho mais abrangente, fiz um recorte que apresento agora, tratando especificamente do fim do cangaço, através das entregas dos grupos cangaceiros, mostrando tudo que o jornal A Tarde, Diário de Notícias,Diário da Bahia, Estado da Bahia, O Imparcial, A Noite, Correio da Manhã, Diário da Noite, Jornal de Alagoas, Gazeta de Alagoas e O Globo, publicaram sobre o assunto.
Com o fim do rei do cangaço na grota de Angico em Sergipe, em 28 de julho de 1938, os cangaceiros remanescentes passaram por certo isolamento, pela falta de um líder como Lampião. Seria uma decorrência natural Corisco assumir a chefia dos bandos, mas, dois meses após a morte de Lampião, em outubro de 1938, iniciou-se o processo das rendições por parte do grupo de Zé Sereno. O fim do cangaço se aproximava.
Esse trabalho é dividido em quatro partes. A primeira mostra as entregas dos cangaceiros liderados por Zé Sereno, Ângelo Roque e o grupo do cangaceiro Pancada. Os primeiros se entregaram na Bahia, e o último em Poço Redondo estado de Sergipe, para as polícias alagoanas e sergipanas.
A outra parte deste trabalho foi realizada no Quartel dos Aflitos, atual QG da Polícia Militar, também em Salvador. São os documentos oficiais dos Boletins da Polícia Militar da Bahia sobre o combate ao banditismo, obtidos graças à gentileza do amigo, na época tenente Marins, que me deu total acesso aos arquivos da Polícia Militar da Bahia do período de 1928 a 1940.
Na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, localizada no bairro dos Barris em Salvador, fiz o levantamento dos jornais locais a partir da morte de Lampião em julho de 1938, mostrando o que a imprensa baiana publicou sobre as entregas dos cangaceiros à Polícia Militar da Bahia, com menor destaque ao grupo de Zé Sereno, ao contrário do grande destaque dado a rendição do grupo de Ângelo Roque, com fotografias e páginas inteiras sobre o fato.
As entregas à Polícia alagoana obtive o material da imprensa Caetés, como troca de documentos com o pesquisador David Bandeira e Marcos Edilson. Também de pesquisa feita por Ana Paula Arruda, por mim contratada para essa missão em Aracaju, onde foram pesquisados os jornais tanto sergipanos quanto alagoanos.
A morte de Corisco e a sua perseguição estão descritas de duas formas, a primeira pela imprensa baiana, através de enviados ao local da morte de Corisco e ferimento de Dadá. Outra parte é descrita nos boletins oficiais da Polícia Militar da Bahia, narrada pelos próprios protagonistas dos acontecimentos e de oficiais ligados ao comando da perseguição aos fugitivos, Dadá, Corisco, a menina Zefinha, e o cangaceiro Rio Branco com sua companheira.
Nas matérias publicadas pela imprensa, quando foi presa e depois operada para amputação da perna, Dadá revela uma versão para sua entrada no cangaço, conforme vemos nos jornais da época, que é diferente da versão dada tempos depois, de que foi raptada e seduzida à força por Corisco, publicada em livros, revistas e jornais.
Um fato curioso que apresento são os relatos das negociações de prazo com a Polícia Militar para sua entrega e agiotagem por parte de Corisco que vemos nos boletins oficiais da polícia. Outra curiosidade é quando ele joga dinheiro, quando da tentativa de fuga dele em 25 de maio de 1940 na fazenda Pacheco, publicado nos jornais.
Procurados pelos pesquisadores e repórteres na vida após o cangaço, os ex cangaceiros foram tirados do anonimato. Alguns ficaram à vontade com a exposição, a exemplo do cangaceiro Volta Seca, que não perdia oportunidade tanto na época em que ficou preso, como após sua libertação pelo indulto de Getúlio Vargas. Outros, contudo, se reservaram e só foram descobertos quase no fim de suas vidas.
Já Dadá era uma figura bastante procurada pela imprensa, não só por ter sido esposa de Corisco, mas também por ter sido uma hábil cangaceira, e uma excelente costureira, introduzindo uma nova estética na vestimenta dos cangaceiros pela sua arte nos bordados.
Apresento neste trabalho uma série de fotografias, entre outras, mostrando aspectos urbanísticos de algumas das cidades que tiveram alguns fatos ligados às visitas dos cangaceiros, na área de atuação dos grupos que andavam com Lampião no cangaço.
Quero deixar registradas minhas homenagens à imprensa alagoana e baiana pelos seus profissionais anônimos e os que estão identificados neste trabalho.
Confira na imagem as informções para aquisição.
Piranhas no tempo do Cangaço, novo livro de Gilmar Teixeira
Gilmar Teixeira leva para a latada seu segundo livro. Depois do instigante "Quem matou Delmiro Gouveia", ele passeia pelos fatos que envolveram Piranhas nas tramas do Cangaço. Aguardem maiores informações sobre aquisição deste trabalho.

Através do e-mail sabinobassetti@hotmail.com vocês poderão estar adquirindo o mais recente trabalho de José Sabino Bassetti intitulado "Lampião - O Cangaço e seus Segredos".
O Livro, como o próprio título já diz, trará em suas páginas alguns segredos e informações, sobre o cangaço e seu representante maior, até então desconhecidas da grande maioria dos simpatizantes e estudiosos do assunto.
Um trabalho que foi desenvolvido através de pesquisas sérias e comprometidas com a verdadeira história, baseado em depoimentos e declarações de testemunhas oculares dos acontecimentos.
O Livro custa apenas R$ 40,00 (Quarenta reais) com frente já incluído, e será enviado devidamente autografado pelo autor, para qualquer lugar do país.
Não perca tempo e adquira já o seu.
Texto: Geraldo Junior
Corisco – A sombra de Lampião, 4º livro de Sérgio Dantas

Estamos falando da obra “Corisco – A sombra de Lampião”, um trabalho que trás o resultado de onze anos de pesquisa pelos sertões da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba.
A ideia deste livro, segundo o autor, surgiu quando ele realizava entrevistas sobre as ações de Lampião e seu bando junto a antigos cangaceiros, policiais, ex-coiteiros e vítimas. Sérgio percebeu que a figura de Cristino Gomes da Silva Cleto, o verdadeiro nome de Corisco, era recorrente e muito presente. Logo veio a ideia de escrever sobre a vida do cangaceiro que, na opinião do autor, foi o mais destacado cangaceiro que andou com Lampião. Corisco também era conhecido como “Diabo Louro” e desde 1930 comandava um dos subgrupos de cangaceiros que atuavam junto ao “Rei do Cangaço”.
Para a conclusão de “Corisco – A sombra de Lampião”, Sérgio Dantas realizou cerca de 120 entrevistas, onde figuram oito ex-cangaceiros e cangaceiras. Mas igualmente o autor pesquisou em jornais antigos existentes em vários arquivos nordestinos, além de utilizar muito material proveniente de boletins e relatórios policiais. Em relação a estes últimos, o autor destaca o relatório do capitão Felipe de Castro, que organizou em maio de 1940 a perseguição que culminou na morte de Corisco.
Ainda sobre a morte deste famoso cangaceiro, Sérgio Dantas comenta que, entre vários relatos, o livro trás interessantes depoimentos de membros da família Pacheco, onde em sua propriedade ocorreu o combate final entre Corisco e a volante comandada pelo tenente Zé Rufino.
Não falta em “Corisco – A sombra de Lampião” o rigor de uma pesquisa histórica realizada com esmero e qualidade, onde os leitores vão desfrutar de muitas informações interessantes, em meio a uma narrativa dinâmica nas suas quase 350 páginas e uma iconografia composta por cerca de 70 fotografias.
A venda está sendo realizada com exclusividade pelo professor Pereira, pelo valor de R$ 50,00 (com frete incluso). Os pedidos poderão ser feitos através do email franpelima@bol.com.br, ou o telefone (83) 99911 8286.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Angico, 76 anos depois; Uma importante "revelação"
Quem era realmente o cangaceiro "Não conhecido"
Por Luiz Ruben (*)
A matéria a seguir chegou às minhas mãos através de uma troca de documentos feita com Marcos Edilson, Doutor em História e autor do livro: "Lampiões Acesos - O Cangaço na Memória Coletiva", atualmente residindo em Palmas Tocantins. Esse intercâmbio aconteceu em 2010 e só agora, em 2014, redescobri essa importante informação que estava em minhas mãos, publicada no Jornal de Alagoas em novembro de 1938.
Na identificação das cabeças cortadas, na famosa foto tirada nas escadarias da Prefeitura de Piranhas em 28 de julho de 1938, o cangaceiro que está entre Cajarana e Diferente, na última fileira, (de baixo para cima), tendo Enedina na outra extremidade, é citado como “não conhecido”. Na matéria do Jornal de Alagoas ele é identificado como sendo "Luiz de Thereza".
Segue a matéria na íntegra, apenas com a ortografia atualizada. Também a foto das cabeças na escadaria e o fac-símile do Jornal de Alagoas.
Espero que esse achado tenha eliminado de vez mais um dos “mistérios de Angico”.
Transcrição:
Jornal de Alagoas, 9 de novembro de 1938
Quem era o bandido que não foi identificado no sucesso de Angicos.
Quando a força policial sob o comando geral do capitão João Bezerra, no feliz reencontro de “Angicos”, fulminou o facínora “Lampeão” e os mais temíveis de seus asseclas, um dos cangaceiros não fora identificado.
Surgiram até, comentários em torno do bandido desconhecido, pensando algumas pessoas que se tratasse de um aventureiro que houvesse se incorporado ao grupo sanguinário do “Rei do Cangaço”.
Assim, por muito tempo ficou constituindo uma interrogação a identidade do mesmo. Entretanto, agora, chegam ao nosso conhecimento informações a respeito do famigerado desconhecido, enfim sua identificação.
Uma carta ao Cel. Camargo.
Ontem, lemos uma carta ao cel. Theodureto Camargo do Nascimento, comandante do Regimento Policial Militar, a qual lhe fora dirigida pelo senhor Sr. Mauricio Ettingen, residente no município “São Paulo”, no estado de Sergipe, de onde é filho o bandido desconhecido, assim, passamos a transcrever um trecho da referida carta, para ciência dos nossos leitores:
Algumas observações
- O município “São Paulo” no estado de Sergipe, citado na matéria, hoje se chama Frei Paulo.
- O cargo do Coronel Theodureto Camargo era de Comandante Geral do Regimento, mas ele era oficial do exército brasileiro.
- “Angicos”, refere-se a Fazenda Angico, local do combate no estado de Sergipe, onde Lampião morreu.
Paulo Afonso - BA, Maio de 2014
Luiz Ruben é Economista e Turismólogo Pesquisador do Cangaço e de Ferrovias.
_____________________________________________________________________________
Democratizando
Se o objeto da pesquisa em destaque é um jornal de época, por que o nome "Zé de Thereza" nunca apareceu antes na literatura cangaceira. Levo ao conhecimento de muitos de nosso seguidores que a identificação das vitimas de Angico não é de consenso geral.
O renomado pesquisador e escritor Antonio Amaury é um dos que contestam veemente a nomeação dos "quatro últimos" cabras que tombaram no 28 de julho de 1938. Segundo o livro "Cangaceiros de Lampião de A a Z" de autoria de Bismarck Martins, os cangaceiros "Alecrim 2" e "Moeda" eram os irmãos José Rosa e João Rosa naturais da Serra da Guia município de Poço Redondo.
"Colchete 2" irmão do também cangaceiro "Pau Ferro" era o vulgo de Euclides Rodrigues sem mais referencias quanto a sua naturalidade...
...Então fica a pergunta:
Por Luiz Ruben (*)
A matéria a seguir chegou às minhas mãos através de uma troca de documentos feita com Marcos Edilson, Doutor em História e autor do livro: "Lampiões Acesos - O Cangaço na Memória Coletiva", atualmente residindo em Palmas Tocantins. Esse intercâmbio aconteceu em 2010 e só agora, em 2014, redescobri essa importante informação que estava em minhas mãos, publicada no Jornal de Alagoas em novembro de 1938.
Na identificação das cabeças cortadas, na famosa foto tirada nas escadarias da Prefeitura de Piranhas em 28 de julho de 1938, o cangaceiro que está entre Cajarana e Diferente, na última fileira, (de baixo para cima), tendo Enedina na outra extremidade, é citado como “não conhecido”. Na matéria do Jornal de Alagoas ele é identificado como sendo "Luiz de Thereza".
Segue a matéria na íntegra, apenas com a ortografia atualizada. Também a foto das cabeças na escadaria e o fac-símile do Jornal de Alagoas.
Espero que esse achado tenha eliminado de vez mais um dos “mistérios de Angico”.
Jornal de Alagoas, 9 de novembro de 1938
Quem era o bandido que não foi identificado no sucesso de Angicos.
Quando a força policial sob o comando geral do capitão João Bezerra, no feliz reencontro de “Angicos”, fulminou o facínora “Lampeão” e os mais temíveis de seus asseclas, um dos cangaceiros não fora identificado.
Surgiram até, comentários em torno do bandido desconhecido, pensando algumas pessoas que se tratasse de um aventureiro que houvesse se incorporado ao grupo sanguinário do “Rei do Cangaço”.
Assim, por muito tempo ficou constituindo uma interrogação a identidade do mesmo. Entretanto, agora, chegam ao nosso conhecimento informações a respeito do famigerado desconhecido, enfim sua identificação.
Uma carta ao Cel. Camargo.
Ontem, lemos uma carta ao cel. Theodureto Camargo do Nascimento, comandante do Regimento Policial Militar, a qual lhe fora dirigida pelo senhor Sr. Mauricio Ettingen, residente no município “São Paulo”, no estado de Sergipe, de onde é filho o bandido desconhecido, assim, passamos a transcrever um trecho da referida carta, para ciência dos nossos leitores:
“Era meu desejo escrever-lhe, logo que me chegou às mãos a fotografia dos bandidos que foram mortos no feliz combate de “Angicos”, a fim de identificar o “cabra” desconhecido, o que faço no momento.Filho de "São Paulo" de Sergipe
O referido bandido era filho deste município, tendo nascido no lugar denominado “Pulgas”, próximo a Carira. Era casado e tinha vários filhos. Incorporou-se ao grupo de “José Sereno”, na noite do último São João, após uma animada dança de que fez parte. Não sei o seu nome por extenso, mas era conhecido aqui, de todos, por “Luiz de Thereza”.Indivíduo de má índole
“Sempre demonstrou ser um indivíduo de má índole, o que se verificava em suas atitudes habituais. Depois que se tornou assecla do grupo, muitas pessoas daqui, ficaram muito apreensivas, uma vez que o cabra conhecia bem o lugar, como também vários proprietários de quem fora empregado.”---------------------------------------------------------------------------------
Algumas observações
- O município “São Paulo” no estado de Sergipe, citado na matéria, hoje se chama Frei Paulo.
- O cargo do Coronel Theodureto Camargo era de Comandante Geral do Regimento, mas ele era oficial do exército brasileiro.
- “Angicos”, refere-se a Fazenda Angico, local do combate no estado de Sergipe, onde Lampião morreu.
Paulo Afonso - BA, Maio de 2014
Luiz Ruben é Economista e Turismólogo Pesquisador do Cangaço e de Ferrovias.
_____________________________________________________________________________
Democratizando
Se o objeto da pesquisa em destaque é um jornal de época, por que o nome "Zé de Thereza" nunca apareceu antes na literatura cangaceira. Levo ao conhecimento de muitos de nosso seguidores que a identificação das vitimas de Angico não é de consenso geral.
O renomado pesquisador e escritor Antonio Amaury é um dos que contestam veemente a nomeação dos "quatro últimos" cabras que tombaram no 28 de julho de 1938. Segundo o livro "Cangaceiros de Lampião de A a Z" de autoria de Bismarck Martins, os cangaceiros "Alecrim 2" e "Moeda" eram os irmãos José Rosa e João Rosa naturais da Serra da Guia município de Poço Redondo.
"Colchete 2" irmão do também cangaceiro "Pau Ferro" era o vulgo de Euclides Rodrigues sem mais referencias quanto a sua naturalidade...
...Então fica a pergunta:
Zé de Thereza seria nome e vulgo do cangaceiro desconhecido?
Se não, qual seria sua alcunha?
Ou foi o Zé, apelidado de "Macela" já que este não tem qualquer referencia quanto a sua real identidade nas biografias existentes.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Trouxe do Cariri
Lançamentos e relançamentos para sua estante
Assim morreu Lampião, em sua 4ª edição
Lampião foi envenenado? Esta pergunta tem sido feita com muita constância
pelos pesquisadores interessados na vida de Lampião. E a resposta foi dada pelo
médico Dr. Leandro Cardoso, durante apresentação dos resultados de seus
estudos a este respeito, através das análises feitas sobre os prováveis venenos
utilizáveis à época, e seus respectivos efeitos nas vitimas, contribuindo assim
para elucidar as questões levantadas a este respeito.
O mesmo trabalho encontra-se transcrito na integra no presente livro, e foi apresentado em primeira mão na 2ª edição do Cariri-Cangaço.
Alguém traiu Lampião? A entrevista feita com Joca Bernardo, traz a resposta
à esta pergunta, dada de viva voz pelo mesmo ao autor deste livro, reincidente
entre os estudiosos do assunto.
A nova edição conta com 317 páginas.
• Valor de lançamento : R$ 45 (Quarenta e cinco reais) Frete a consultar.
Os pedidos serão feitos diretamente ao autor:
Antônio Amaury Corrêa de Araújo
Rua Guajurus, 156 – Jardim São Paulo
São Paulo – SP
CEP: 02.045-070
E-mail: aamaurycangaceiro@gmail.com Tel.: (11) 2972 4824
"Dé Araújo" Um cangaceiro Afamado, um soldado célebre
Trata o presente trabalho, em especial, da biografia, resumida, de um cidadão sertanejo, que, achando-se injustiçado, resolveu pegar em armas para executar sua vingança. Na sua espetacular trajetória de vida, tornou-se cangaceiro – ao ingressar no grupo liderado pelo Sinhô Pereira -, incorporou-se a Força Pública de Pernambuco, virou desertor, reassumiu as fileiras do cangaço – mais uma vez sob o comando do Sinhô Pereira e, logo a seguir, ficou sob a chefia do temível Lampião -, até o momento que não mais compactou com os bandoleiros, e, finalmente, sendo convencido por familiares e amigos, a tentar a sorte no Sudeste brasileiro, se incorporou no Regimento de Cavalaria da Força Pública de São Paulo e tornou-se um militar exemplar.
• Nº de páginas: 328. Valor R$ 50 (Cinquenta Reais) Frete incluso. Envie pedido para o autor pelo email geraldoferraz@uol.com.br
Sitio dos Nunes de Flores, vive saga cangaceira
Sítio dos Nunes é um distrito pertencente a Flores, sertão do Pajeú Pernambucano surgida no século XIX por Portugueses. Lá, Virgulino Ferreira da Silva e seus sequazes praticaram crimes gerando assim processos jurídicos do qual este, está compilado na íntegra neste trabalho pioneiro documental, onde resgatamos com muita seriedade e compromisso histórico este fato ocorrido no sertão nordestino dando início uma nova fase de estudos: o Judiciário nas Caatingas, termo corretamente aqui utilizado em sua forma original e grafia da época.
Para aqueles estudiosos, pesquisadores e admiradores da temática do Cangaço, este livro Sítio dos Nunes de Flores Vive uma Saga Cangaceira nada mais é do que um instrumento indispensável e de fundamental relevância para os que buscam elucidar, mediante análise documental, o fato ocorrido e vivido neste sertão, onde Lampião reinou por quase vinte anos sendo mitificado e se tornado lenda pelas suas façanhas.
Apreciem a leitura, pois o livro é de caráter inédito buscando novas perspectivas elucidativas.
• Nº de páginas: 46. Valor de lançamento R$ 25,00 (Vinte e cinco reais) Com frete incluso. Para adquirir entre em contato com a coautora Ana Lucia Granja Souza annags.lucia@hotmail.com.
Como Capturar Lampião
Pesquisando os jornais da Bahia, começando do ano de 1928 até o final da década de 30, dentre eles, A Tarde, Diário da Bahia, Diário de Notícias, O imparcial, Nova Era, incluindo também jornais de outros estados, como, A República, de Alagoas, Diário Oficial do Poder Legislativo de Pernambuco, além dos Boletins da Polícia Militar da Bahia, para um trabalho onde parte dele publiquei em outros livros, observei que existia uma preocupação muito grande, não só do estado, mas, uma verdadeira fixação de grande parte da sociedade civil, com o extermínio do grupo de Lampião.
Foi publicado na época, além das estratégias do estado, ideias, algumas absurdas e fantasiosas de como fazer isso. Assim, resolvi extrair da minha pesquisa, a parte que encontrei sobre esse assunto e transcrevo as matérias ao longo do livro....
• Nº de páginas: 142. Valor: R$ 30,00 (Trinta e cinco reais) Com frete incluso. Pedidos para o autor através do email graf.tech@yahoo.com.br
Assim morreu Lampião, em sua 4ª edição
Lampião foi envenenado? Esta pergunta tem sido feita com muita constância
pelos pesquisadores interessados na vida de Lampião. E a resposta foi dada pelo
médico Dr. Leandro Cardoso, durante apresentação dos resultados de seus
estudos a este respeito, através das análises feitas sobre os prováveis venenos
utilizáveis à época, e seus respectivos efeitos nas vitimas, contribuindo assim
para elucidar as questões levantadas a este respeito.
O mesmo trabalho encontra-se transcrito na integra no presente livro, e foi apresentado em primeira mão na 2ª edição do Cariri-Cangaço.
Alguém traiu Lampião? A entrevista feita com Joca Bernardo, traz a resposta
à esta pergunta, dada de viva voz pelo mesmo ao autor deste livro, reincidente
entre os estudiosos do assunto.
A nova edição conta com 317 páginas.
• Valor de lançamento : R$ 45 (Quarenta e cinco reais) Frete a consultar.
Os pedidos serão feitos diretamente ao autor:
Antônio Amaury Corrêa de Araújo
Rua Guajurus, 156 – Jardim São Paulo
São Paulo – SP
CEP: 02.045-070
E-mail: aamaurycangaceiro@gmail.com Tel.: (11) 2972 4824
"Dé Araújo" Um cangaceiro Afamado, um soldado célebre
• Nº de páginas: 328. Valor R$ 50 (Cinquenta Reais) Frete incluso. Envie pedido para o autor pelo email geraldoferraz@uol.com.br
Sitio dos Nunes de Flores, vive saga cangaceira
Para aqueles estudiosos, pesquisadores e admiradores da temática do Cangaço, este livro Sítio dos Nunes de Flores Vive uma Saga Cangaceira nada mais é do que um instrumento indispensável e de fundamental relevância para os que buscam elucidar, mediante análise documental, o fato ocorrido e vivido neste sertão, onde Lampião reinou por quase vinte anos sendo mitificado e se tornado lenda pelas suas façanhas.
Apreciem a leitura, pois o livro é de caráter inédito buscando novas perspectivas elucidativas.
• Nº de páginas: 46. Valor de lançamento R$ 25,00 (Vinte e cinco reais) Com frete incluso. Para adquirir entre em contato com a coautora Ana Lucia Granja Souza annags.lucia@hotmail.com.
Como Capturar Lampião
Foi publicado na época, além das estratégias do estado, ideias, algumas absurdas e fantasiosas de como fazer isso. Assim, resolvi extrair da minha pesquisa, a parte que encontrei sobre esse assunto e transcrevo as matérias ao longo do livro....
• Nº de páginas: 142. Valor: R$ 30,00 (Trinta e cinco reais) Com frete incluso. Pedidos para o autor através do email graf.tech@yahoo.com.br
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Cariri Cangaço 2013
Alguns dos lançamentos já confirmados para o grande evento
Luiz Ruben reuniu todos os planos de..."Como Capturar Lampião"
Pesquisando os jornais da Bahia, começando do ano de 1928 até o final da década de 30, dentre eles, A Tarde, Diário da Bahia, Diário de Notícias, O imparcial, Nova Era, incluindo também jornais de outros estados, como, A República, de Alagoas, Diário Oficial do Poder Legislativo de Pernambuco, além dos Boletins da Polícia Militar da Bahia, para um trabalho onde parte dele publiquei em outros livros, observei que existia uma preocupação muito grande, não só do estado, mas, uma verdadeira fixação de grande parte da sociedade civil, com o extermínio do grupo de Lampião.
Foi publicado na época, além das estratégias do estado, ideias, algumas absurdas e fantasiosas de como fazer isso. Assim, resolvi extrair da minha pesquisa, a parte que encontrei sobre esse assunto e transcrevo as matérias ao longo do livro....
Preço: R$ 30,00 Livro (142 páginas)
Paulo Gastão nos diz "Quem é Quem no Cangaço"
Luiz Ruben reuniu todos os planos de..."Como Capturar Lampião"
Foi publicado na época, além das estratégias do estado, ideias, algumas absurdas e fantasiosas de como fazer isso. Assim, resolvi extrair da minha pesquisa, a parte que encontrei sobre esse assunto e transcrevo as matérias ao longo do livro....
Preço: R$ 30,00 Livro (142 páginas)
Paulo Gastão nos diz "Quem é Quem no Cangaço"
Novo trabalho do pernambucano Paulo Medeiros Gastão, 74, trata-se de uma obra referência que funciona como ponto de partida para quem quer conhecer a ‘literatura cangaceira’.
O livro, originalmente publicado em 2012, traz uma vasta lista com nomes de autores de todo o Brasil que abordaram o tema em várias épocas – os potiguares Lauro da Escóssia, Juvenal Lamartine, Câmara Cascudo e Iaperi Araújo são alguns dos citados na obra.
Valor: R$ 30,00
Fonte: Tribuna do Norte www.tribunadonorte.com.br
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Tem reedição na praça
Antônio Amaury e Luiz Ruben relançam "Lampião e a Maria Fumaça"
Este trabalho tenta mostrar que a saga cangaceira não estava restrita aos lugares menos civilizados do nordeste e sim, lado a lado da tecnologia de transporte mais avançada na primeira metade do século XX.
Do Rio Grande do Norte até a Bahia, Lampião e seus seguidores cruzaram os trilhos de empresas ferroviárias como é o caso da Great Western of Brazil Railway Ltda., Leste Brasileiro, a Estrada de Ferro do Estado de Sergipe e a Estrada de Ferro Paulo Afonso, que estava localizada nos Estados de Alagoas e Pernambuco e fazia a ligação entre Piranhas em Alagoas e Jatobá em Pernambuco, vencendo a parte não navegável do Rio São Francisco e pertencia, no período de Lampião, à Great Western.
No período do cangaço, as ferrovias dos Estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, estavam sob concessão da Great Western.
Lampião e seu grupo nunca se atemorizaram com o progresso da máquina a vapor, pois, como almocreve, andou pelo nordeste afora encontrando trilhos em todos os centros onde o seu pai fazia comércio.
Os relatos são bibliográficos, pois esse tema Lampião e a Maria Fumaça, pela primeira vez são compilados em único livro. Os acontecimentos nas Estações de Mossoró, Capela, Barrinha, Itumirim, Queimadas, etc, mostram que Lampião e seus subgrupos não mediam esforços para continuar ampliando o seu domínio pelas regiões onde, Capitão Virgolino se auto denominou “governadô do sertão”.
Serviço
O que? Livro Lampião e a Maria Fumaça (2ª edição)
Editora Graftech.
Autores: Antônio Amaury Corrêa de Araújo e Luiz Ruben F. A. Bonfim.
Número de págs. ´84
Quanto? R$ 30,00 (Trinta reais) Com frete já incluso.
Onde comprar? Pelo e-mail graf.tech@yahoo.com.br
Este trabalho tenta mostrar que a saga cangaceira não estava restrita aos lugares menos civilizados do nordeste e sim, lado a lado da tecnologia de transporte mais avançada na primeira metade do século XX.
Do Rio Grande do Norte até a Bahia, Lampião e seus seguidores cruzaram os trilhos de empresas ferroviárias como é o caso da Great Western of Brazil Railway Ltda., Leste Brasileiro, a Estrada de Ferro do Estado de Sergipe e a Estrada de Ferro Paulo Afonso, que estava localizada nos Estados de Alagoas e Pernambuco e fazia a ligação entre Piranhas em Alagoas e Jatobá em Pernambuco, vencendo a parte não navegável do Rio São Francisco e pertencia, no período de Lampião, à Great Western.
No período do cangaço, as ferrovias dos Estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, estavam sob concessão da Great Western.
Lampião e seu grupo nunca se atemorizaram com o progresso da máquina a vapor, pois, como almocreve, andou pelo nordeste afora encontrando trilhos em todos os centros onde o seu pai fazia comércio.
Os relatos são bibliográficos, pois esse tema Lampião e a Maria Fumaça, pela primeira vez são compilados em único livro. Os acontecimentos nas Estações de Mossoró, Capela, Barrinha, Itumirim, Queimadas, etc, mostram que Lampião e seus subgrupos não mediam esforços para continuar ampliando o seu domínio pelas regiões onde, Capitão Virgolino se auto denominou “governadô do sertão”.
ServiçoO que? Livro Lampião e a Maria Fumaça (2ª edição)
Editora Graftech.
Autores: Antônio Amaury Corrêa de Araújo e Luiz Ruben F. A. Bonfim.
Número de págs. ´84
Quanto? R$ 30,00 (Trinta reais) Com frete já incluso.
Onde comprar? Pelo e-mail graf.tech@yahoo.com.br
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Vale a pena ver de novo
Retrospectiva de lançamentos e relançamentos de 2011.
Janeiro
Abril
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
É isso! Obrigado aos autores e colaboradores que acreditam na nossa parceria. Que 2012 traga muitas outras novidades para nossas páginas e estantes.
Que cada Estado nordestino, sulista, enfim, de qualquer parte do planeta possa instituir um grupo de pesquisa. À exemplo do GECC que acaba de nascer na terra da Iracema e inspirando os irmãos potiguares, paraibanos e outros que serão acolhidos pela SBEC e pelo Cariri Cangaço, (se nossa sugestão for acatada o coroné deverá butá mais água no feijão este ano). Bem vindos à nossa"Grande Familia cangaceiróloga" uma confraria que se amplia diariamente tanto no mundo real quanto no virtual.
Desejando muita sorte, sucesso e saúde aos que nos incentivam através de suas visitas e comentários. Por falar nisso: Continuo rogando pelo bom senso e principalmente complacência aos "ilustres anônimos". Se apenas a depreciação lhes bastam... Atirem a vontade, estamos na trincheira.
Nossa política ainda prima pela amizade. Se houve indiferença foi pela manutenção da verdade e harmonia. Verdade no cangaço é algo tão intuitivo não é mesmo? Eu continuo discípulo de mestres de uma confraria que sabem como preservá-la, dinstingui-la, lapidá-la e apresentá-la sem ferir a honra e nem subestimar a inteligencia de ninguém.
Que haja mais cuidado com a Ciência Lampiônica.
Feliz Ano novo!
Abraço fraterno
Kiko Monteiro
Janeiro
Abril
[Ficção, Espiritualismo]
MaioJunho
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| Documentário |
Julho
Agosto
Outubro
Novembro
Dezembro
É isso! Obrigado aos autores e colaboradores que acreditam na nossa parceria. Que 2012 traga muitas outras novidades para nossas páginas e estantes.
Que cada Estado nordestino, sulista, enfim, de qualquer parte do planeta possa instituir um grupo de pesquisa. À exemplo do GECC que acaba de nascer na terra da Iracema e inspirando os irmãos potiguares, paraibanos e outros que serão acolhidos pela SBEC e pelo Cariri Cangaço, (se nossa sugestão for acatada o coroné deverá butá mais água no feijão este ano). Bem vindos à nossa"Grande Familia cangaceiróloga" uma confraria que se amplia diariamente tanto no mundo real quanto no virtual.
Desejando muita sorte, sucesso e saúde aos que nos incentivam através de suas visitas e comentários. Por falar nisso: Continuo rogando pelo bom senso e principalmente complacência aos "ilustres anônimos". Se apenas a depreciação lhes bastam... Atirem a vontade, estamos na trincheira.
Nossa política ainda prima pela amizade. Se houve indiferença foi pela manutenção da verdade e harmonia. Verdade no cangaço é algo tão intuitivo não é mesmo? Eu continuo discípulo de mestres de uma confraria que sabem como preservá-la, dinstingui-la, lapidá-la e apresentá-la sem ferir a honra e nem subestimar a inteligencia de ninguém.
Que haja mais cuidado com a Ciência Lampiônica.
Feliz Ano novo!
Abraço fraterno
Kiko Monteiro
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Flagrantes
As últimas novidades do ano são de Antonio Amaury
Com certo atraso registramos o evento ocorrido no ultimo dia 13 de Dezembro na Assembleia Legislativa da Bahia.
Foram lançados: "Maria Bonita" - Coleção Gente da Bahia - e uma nova e ampliada edição de "Gente de Lampião: Dadá e Corisco". Por se tratarem de edições especiais produzidos pela gráfica da Assembleia, os livros foram distribuídos "gratuitamente" entre os presentes. É óbvio que se esgotaram em fração de minutos.
As fotos são do pesquisador e escritor Luiz Ruben.
Com certo atraso registramos o evento ocorrido no ultimo dia 13 de Dezembro na Assembleia Legislativa da Bahia.
Foram lançados: "Maria Bonita" - Coleção Gente da Bahia - e uma nova e ampliada edição de "Gente de Lampião: Dadá e Corisco". Por se tratarem de edições especiais produzidos pela gráfica da Assembleia, os livros foram distribuídos "gratuitamente" entre os presentes. É óbvio que se esgotaram em fração de minutos.
As fotos são do pesquisador e escritor Luiz Ruben.
No centro Cap. Marins e a direita Eduardo Dorea
"Três filhos de Amaury". O maior é o Carlos Elydio
Luiz Ruben
Professor Manoel Neto
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