Mostrando postagens com marcador Lucas da Feira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lucas da Feira. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Lucas da Feira, História de Resistência.

Para o amigo Matheus, que nos comunicou a necessidade de maiores informações sobre este ilustre desconhecido da história Feirense nas escolas.

Reportagem sobre Lucas, produzida pela TV Olhos D`Agua, da Universidade Estadual de Feira de Santana.



Pescado no açude de Edson Borges: Farinha do Saco

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Lucas da Feira

Rejeitado projeto que homenagearia cangaceiro com nome de rua 

A notícia não é recente, foi veiculada dia 10/08/2010, mas somente na imprensa local. Talvez interesse aos cangaceirólogos centrados nesta personagem.

Depois de uma polêmica sessão, na última quarta-feira (04/08/2010), a Câmara de Vereadores de Feira de Santana reprovou por maioria dos votos o projeto de lei que propõe homenagem ao cangaceiro Lucas da Feira.

A proposta, de autoria do vereador Marialvo Barreto (PT), foto abaixo, sugeria o nome de Lucas da Feira a uma travessa no bairro Pedra do Descanso, na cidade.  

“Há uma grande parte da comunidade que deseja ver um logradouro público com o nome de Lucas; não há esse preconceito que se imagina contra ele. O cordel sobre ele é o mais vendido na cidade”, afirmou o petista.

Marialvo ressaltou que Lucas foi perseguido e punido pelas elites locais de sua época. “Ele lutou para fugir da chibata, por não tolerar a escravidão”. Conforme dados levantados por historiadores, disse Marialvo, vários crimes foram imputados a Lucas, como estupros e assassinatos, que na verdade foram cometidos por outras pessoas.

“Lucas tem sua parte bandida; não posso dizer que ele não cometeu crimes, mas tem parte da resistência contra a escravidão. É o que a comunidade da Pedra do Descanso quer homenagear”, declarou ele, ao defender a aprovação da matéria. Para tentar sensibilizar os colegas, lembrou que a Câmara criou um dia dedicado ao perdão. “Creio que seria justo, portanto, perdoar Lucas por seus crimes e lhe conceder esta homenagem”.

O vereador Carlos Alberto Costa Rocha salientou que o nome de Lucas da Feira foi usado negativamente, por muitos anos, para denegri-lo. “Mas se for colocar na balança, muitos negros tiveram que fazer o que Lucas fez para sobreviver”, disse, ao apoiar a aprovação do projeto.

Outro que se mostrou favorável foi o Frei Cal, (Foto a esquerda) vereador e conhecido militante dos movimentos de defesa dos direitos dos negros, alegando que muitos estudantes estão pesquisando, para evitar que a história não seja contada de modo a denegrir a imagem de Lucas. “A exemplo de Zumbi dos Palmares, Lucas teve sua trajetória contada negativamente por muitos anos. Hoje, Zumbi é personalidade respeitada em todo o mundo”.

Contrários

O vereador Roberto Tourinho disse que historiadores relatam que Lucas seria marginal e salteador, enquanto outros o consideram um Robin Hood, que tirava dos ricos para dar aos pobres. “Historiadores como Franklin Maxado, Monsenhor Renato Galvão e Hugo Navarro relatam uma vida criminosa atribuída a Lucas”, disse, justificando que votaria contrário à homenagem. Quanto à comparação com Zumbi dos Palmares, Tourinho observou que esse antigo escravo tem uma história de luta diferente.

 Vereador Roberto Tourinho

O vereador Ailton Araújo também declarou que os relatos sobre Lucas da Feira, que o consideram herói e bandido, são “muito contraditórios”, razão pela qual iria abster-se da votação.

José Sebastião disse que também iria abster-se da votação ao projeto. Lembrou que a discussão foi importante, para que a trajetória de Lucas da Feira fosse contada pelos que conhecem a história da cidade.


Pescado em: Interior da Bahia.com.br

Créditos: 
Foto de Marialvo Barreto: Site Feira Revista
Foto do Frei Cal: Site Dilson Barbosa
Foto de Roberto Tourinho: Blog águia Feirense

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O escravo que aterrorizou a Bahia

Lucas de Feira foi um insólito personagem de sua época

Fugitivo negro, cometeu crimes atrozes durante o Brasil Colônia e entrou para o folclore da região sertaneja 

Por Luiz Muricy Cardoso

Feira de Santana é a cidade mais populosa da Bahia, depois da capital, Salvador. Chamada carinhosamente de Princesa do Sertão, boa parte de sua economia está baseada na criação de gado. Por volta do século XIX, as culturas do fumo e do algodão eram, além da pecuária, suas principais atividades econômicas. Ao contrário do Recôncavo – assim chamado por rodear a Baía de Todos os Santos – cujo solo de massapê se prestava à cultura da cana-de-açúcar, tão estreitamente vinculada à atividade escravocrata, a cidade está numa região de transição entre o litoral e o sertão (agreste). Foi nesse cenário um tanto inóspito, caracterizado pela vegetação de caatinga entremeada de trechos úmidos – os brejos – que nasceu Lucas Evangelista dos Santos, em 1807.

Ele se tornaria famoso entre os escravos que se revoltaram contra sua condição e que fugiram dos engenhos da região (a rebeldia escrava na forma de contestação de massa foi uma constante no Brasil Colônia). Diferentemente de Zumbi e outros que a história reverencia como heróis, Lucas Evangelista – chamado de Lucas de Feira (ou da feira) – não é tão conhecido pela historiografi a, muito menos tratado como personagem heróico. Isso pelo fato de que Lucas, violento, foi um bandido que espalhou terror pelas plagas sertanejas atacando homens de negócio, fazendeiros, caixeiros viajantes e vaqueiros.

UM HOMEM PERTINAZ


Carpinteiro de formação, Lucas de Feira reuniu um bando de oito criminosos, assaltando também feiras livres, matando e seviciando. A história tem se omitido sistematicamente a respeito dele. Porém, recentemente, a Universidade Estadual de Feira de Santana realizou um seminário para trazer informações sobre esse personagem. A professora Zélia Lima de Jesus escreveu a obra . A médica Nina Rodrigues, refletindo o preconceito dominante da época, credita o fato de Lucas ter sido mestiço a sua “superior inteligência”. Outras informações dão conta de que ele veio de uma linhagem nobre e, se tivesse nascido na África seria considerado rei. “Como hoje é uma figura muito badalada por causa dos movimentos reivindicatórios afrodescendentes, é possível que estejam comparando Lucas a Zumbi. Esse sim tinha antecedentes reais”, comenta Franklin Machado, da Universidade Estadual de Feira de Santana.

BANDIDO CRUEL

Lucas nasceu escravo – de propriedade do padre José Alves Franco – em Belém, perto de Cachoeira, contígua a São Félix, na fazenda Saco do Limão. Segundo as descrições da época era “alto, espadaúdo, tinha rosto comprido, barba e olhos grandes”. O historiador Melo Moraes Filho creditava a ele as qualidades da gratidão e da caridade, porém, que ninguém se engane com esse perfil. Lucas de Feira era um homem que muitas vezes tratava suas vítimas com requintes de perversidade. Chegou a pregar o lábio de um capturado a uma árvore, prometendo se vingar caso ainda o encontrasse ali em seu retorno. Numa ocasião, atacou uma família, ferindo o filho, matando o pai, seviciando a filha. Chegou a crucificar num pé de manda caru uma virgem que se recusou a submeter-se ao estupro.



Há quem diga que Lucas formou um bando de até 30 homens, mas o mais comum é encontrar referências de 3 a 8 componentes em sua quadrilha. O escravo começou sua atividade criminosa com cerca de 20 anos, e nela permaneceu até 1848, quando foi preso. Seu final de vida foi sofrido. Durante o cerco que resultou em sua prisão, foi ferido no braço esquerdo e teve que amputá-lo. “Ele foi traído por um coiteiro chamado Cazumbá, que revelou seus principais esconderijos”, diz Franklin. Conta-se que um escravo, tendo enfiado diversos espinhos no braço amputado, saiu às ruas exibindo-o como troféu sobre o bandido “que causou mal a tanta gente”.

Entre homicídios e tentativas, roubos e estupros, alguns calculam – não sem contestação – cerca de 150 os crimes de Lucas de Feira, que foi enforcado em 25 de setembro de 1849 e morreu pedindo perdão pelos seus crimes. Sua vida foi cantada nos versos do poema ABC de Lucas, do oficial de justiça Souza Velho, que narra a vida do escravo sob o ponto de vista dos senhores.

Certamente Lucas não foi um revolucionário ou herói dos escravos – na sua sanha bandida não fazia distinção se atacava ricos, pobres, negros ou brancos, escravos ou libertos. “É um personagem bem pouco conhecido de nossa historiografia, até mesmo entre os baianos. É possível ainda que muitos dos crimes atribuídos a Lucas tenham sido praticados por outros escravos que se passavam por ele. Existem algumas obras que ajudam a desvendar o mito. Entre elas, Lucas, o salteador, de Alberto Silva; Lucas, o demônio negro, romance de Sabino de Campos; A Flor dos Romances Trágicos, de Câmara Cascudo; A Verdadeira História de Lucas de Feira e o espetáculo músicoteatral Escravo Lucas, o Cristo Exu da Bahia, ambos de minha autoria”, afirma o professor Franklin Machado.



Publicado originalmente na Revista Raça Brasil, Edição 148 - 2010 confira a Edição Online

Matéria indicada pelo confrade cap. Alfredo Bonessi 

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Cangaço em quadrinhos

Una-se ao bando de Lucas da Feira

Lugar aonde nasci
Eu vou prêso pra Bahia
Levo saudades de ti,
Sabendo que vou morrer,
Talvês eu não volte aqui!

Trecho do "ABC de Lucas"


O Projeto Lucas da Feira em Quadrinhos está em sua reta final!

O bando responsável pela quadrinização de uma das figuras negras mais importantes da Bahia – e por consequência do Brasil – o convida para acompanhar o final dessa aventura de perto. Para isso, siga o Twitter do projeto: @olucasdafeira e também junte-se a : Comunidade do Orkut . Assim, você acompanhará os passos derradeiros de Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira para saber sobre as datas de lançamento, promoções e vendas da HQ.

Se ainda não conhece o projeto, para matar sua curiosidade seguem a sinopse, biografia dos autores e os comentários dos primeiros (e prestigiados) leitores da obra que é patrocinada pelo Banco do Nordeste/Ministério da Cultura através do Edital de Microprojetos Culturais. O álbum terá pré-lançamento em Feira de Santana no dia 17/09, durante o Aberto 2010 do CUCA e coquetel oficial de lançamento dia 24/09, no MAC – Feira de Santana, juntamente com o lançamento da Revista Área 71, contando com show do Bando Farinha de Guerra. Fiquem atentos!

Sinopse
Quem foi Lucas da Feira? Até hoje não existem dados precisos que detalhem quem foi o negro que se rebelou contra a sociedade escravocrata em que viveu. Sabe-se que atuou nos arredores da atual cidade de Feira de Santana, nos começos do século XIX, atacando tropeiros que iam ou vinham da Feira do Gado. Alguns dizem que fazia isso para depois repartir com outros negros e pobres, outros afirmam que nunca passou de um psicopata desumano. Longe de responder a essas questões, a obra Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira busca dialogar com diversas fontes, oficiais ou não, para mostrar uma história possível da personagem, suas motivações e assim reapresentar esse mito histórico brasileiro para os leitores do século XXI.

Breves críticas
“…nesta obra nos é apresentado um ilustre “desconhecido” da História do Brasil, e não por isso menos importante” José Salles, Professor de História, roteirista de quadrinhos e editor da Júpiter II
“É com orgulho que se aprecia uma HQ onde, a cada quadro, se percebe o prazer com que se quis contar a história de Lucas da Feira, através de narrativa ágil e detalhada, junto a uma arte bela e envolvente” Gustavo Machado, desenhista de quadrinhos.
“Adorei ‘Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira’(…), bela celebração à escrita e delicioso antídoto contra essa memória amnésica de que grande parte de nós é feita.” Júlio Emílio Braz, escritor de literatura infanto-juvenil e roteirista de quadrinhos.
“ …é uma criativa obra que resgata parte da memória do nosso País e que agrada, não só pelo belo visual artístico, como também pelo seu conteúdo histórico!” Elmano Silva (Mano), quadrinhista, artista plástico, teatrólogo e poeta.
” …cavalheiros da novíssima geração de quadrinhistas brasileiros com o estufo ideal para narrar parte da intensa aventura que foi a vida de Lucas da Feira.” Sebastião Seabra, Mestre do Quadrinho Nacional
“Além de prestar homenagem aos mitos e artes populares, o cordel, as trovas e aboios, os autores manejam bem a arte dos quadrinhos, (…) compondo na mente do leitor um filme ilustrado, com ares de épico”. Spacca, quadrinhista.
” …narrativa comovente da vida de um homem destemido e sensível que decidiu fugir da atávica escravidão para viver sua liberdade, mesmo que turbulenta, por longos vinte anos”. Júlio Shimamoto, Mestre do Quadrinho Nacional.
“A polêmica trajetória do lendário escravo Lucas de Feira, misto de herói e salteador, ressurge em pleno século XXI, no traço vigoroso de Hélcio Rogério, e no roteiro denso e embasado”. Carlos Ribeiro, escritor e professor da UFRB.
Autores

Hélcio Rogério (ilustração) – Nasceu em 1973, na cidade de Feira de Santana, Bahia. Trabalha como ilustrador e arte-finalista para revistas, jornais e agências publicitárias. Autodidata, iniciou sua carreira como ilustrador de quadrinhos em 1998, participando da revista independente Brazuca Comics, publicada pelo Museu de Arte Contemporânea de Feira de Santana. Desde então tem colaborado em jornais locais e diversas revista

nacionais a exemplo da Impacto, Lorde Kramus, Billy the Kid, Tianinha e Área 71. Dono de um traço forte e dinâmico, possui como principais influências os desenhistas Mozart Couto, Rodval Matias, Julio Shimamoto, John Buscema e Frank Miller. helciorogerio@gmail.com

Marcos Franco (pesquisa e roteiro) – Nasceu em Feira de Santana, em 1975, e atualmente reside em Cachoeira, onde estuda Museologia na Universidade Federal do Recôncavo Baiano. Atua como roteirista de Quadrinhos desde 1994, tendo trabalhos publicados em revistas como Turma do Xaxado, Impacto, Boca do Inferno, Projeto Continium, Tempestade Cerebral e Área 71. Também participou de diversos fanzines brasileiros, da Expofanzines – Mostra Internacional de Fanzines de Ourense, na Espanha – e foi vencedor do 2° Concurso Nacional de Roteiros, promovido pelo HQ Festival Sergipe de Quadrinhos. Sempre foi amante de quadrinhos nacionais e cultura popular nordestina, tendo como influências os roteiristas brasileiros Rubens Francisco Lucchetti, Júlio Emílio Braz, Elmano Silva, Ataíde Braz e Gian Danton. marcosfranco@ymail.com

Marcelo Lima (pesquisa e roteiro) – Nascido a 1989 na cidade de Sant’Anna. Conclui a graduação em jornalismo e pesquisa histórias em quadrinhos jornalísticas pelo Instituto de Letras da UFBa. Foi um dos vencedores da 10ª Feira HQ do Piauí, na categoria Roteiro, e premiado no Intercom Nordeste do Piauí pela HQ “Marcha da Maconha em Quadrinhos”. É roteirista da HQ “Kuei e a Senhora de Sárvar”, em parceria com Joel Santos, e editor da revista baiana “Área 71”. Ainda não sabe quais influências têm, mas ama a ideia de misturar quadrinhos e cultura nordestina, suas duas grandes paixões. Gosta do interior e adora a capital, vivendo em um eterno trânsito de corpo e espírito.

Por: Marcelo Caterpillar
marcelocaterpillar@gmail.com

Pesquei aqui visse: Roteirizando HQ

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

HQ cangaceira

História de Lucas da Feira em quadrinhos aprovada no Edital de Apoio a Microprojetos Culturais

Informa Marcelo Lima

O projeto Lucas da Feira em Quadrinhos, meu e de Marcos Franco, foi aprovado no Edital de Apoio a Microprojetos Culturais. O projeto tem como objetivo a publicação de um álbum em quadrinhos sobre Lucas da Feira, personagem histórico emblemático e polêmico da cidade de Feira de Santana, além de ações educativas em escolas da cidade.

Fruto de mais de dez anos pesquisa do roteirista Marcos Franco e de entrevistas, realizadas em conjunto comigo, com pesquisadores e líderes de associações de bairro feirenses, o álbum em quadrinhos resgatará a história do escravo rebelde Lucas da Feira. Lucas da feira é uma incógnita na história feirense. Sabemos por algumas pessoas que ele foi ladrão, outras dizem que não era um verdadeiro criminoso, pois roubava dos ricos para dar aos pobres. Outros só conhecem o seu nome. Outros, nem mesmo possuem informação alguma sobre sua existência.

Os feirenses evocam o nome de Lucas de quando em quando, mesmo que conheçam tão pouco sobre quem estão falando. Isso decorre do fato de Lucas ter se formado mito mais do que personagem histórico. Há inúmeras versões orais sobre a trajetória de vida de Lucas, cada uma com suas próprias datas e personagens, além de uma gama de cordéis, da qual podemos destacar o ABC de Lucas. Dos documentos oficiais, se destaca a transcrição do interrogatório de Lucas, quando este foi preso.

Baseado em fontes oficiais, literatura de cordel e registros orais, a HQ se situará no meio-termo que tem alimentado as discussões sobre Lucas da Feira, que podem ser resumidas à pergunta: era Lucas da Feira herói ou bandido? Longe de dar uma resposta clara, eu e Marcos dissecamos as duas alternativas de resposta e construímos uma história sobre as relações sociais e políticas da época do Brasil Império, sem esquecer toda mitificação sobre a personagem. Desenhada por Hélcio Rogério, a HQ está em produção e deverá ser lançada em junho de 2010.

O edital para APOIO A MICROPROJETOS CULTURAIS é uma ação inédita do Ministério da Cultura (MinC) e que beneficia o Semiárido de onze estados brasileiros. O edital destinará recurso na ordem de R$ 3.061.742,28 (três milhões, sessenta e um mil, setecentos e quarenta e dois reais e vinte e oito centavos) a 281 projetos de municípios baianos, com o valor mínimo de R$ 465,00 (quatrocentos e sessenta e cinco reais) e máximo de R$ 13.950,00 (treze mil, novecentos e cinqüenta reais). Trata-se de uma iniciativa voltada exclusivamente para o interior do Estado e que vai contar com a participação de órgãos de cultura municipais.

Açude:  Roteirizando HQ