Estoril recebe exposição que lembra os 80 anos da morte de Lampião
A Prefeitura de Fortaleza, por meio das Secretarias Municipais do Turismo (Setfor) e da Cultura (Secultfor), em parceria com o Sesc apresentam a exposição No Rastro do Cangaço no Estoril. Do artista cearense Vlamir de Sousa, a mostra de arte lembra os 80 anos da morte do lampião, Virgulino Ferreira da Silva.
A exposição conta com mais de 20 obras que retratam a vida dos cangaceiros em pinturas a óleo, desenhos e aquarelas. A exposição conta com mais de 20 obras que retratam a vida dos cangaceiros em pinturas a óleo, desenhos e aquarelas.
Com caráter regional a exposição, que faz parte da série “Visões do Cangaço”, conta com mais de 20 obras que retratam a vida dos cangaceiros em pinturas a óleo, desenhos e aquarelas. A mostra ficará exposta até o dia 14 de setembro.
Homenageando Lampião, os trabalhos de Vlamir de Sousa abordam o dia a dia do grupo que marcou a cultura popular nordestina e retratam uma imagem diferente de Virgulino em suas obras, deixando de lado a violência e focando no ponto de vista da vivência do grupo.
Vlamir trabalha a mais de 20 anos em temas voltados para o cangaço. Com mais de 100 trabalhos, o pintor aborda diversas técnicas, trazendo consigo uma densa carga de conhecimento histórico e artístico.
Lampião ficou conhecido por ter atuado no nordeste brasileiro e por sua integração como o melhor líder cangaceiro da história, intitulado como o Rei do Cangaço.
Serviço
Exposição No Rastro do Cangaço
Local: Galeria Mário Baratta – Estoril (Rua dos Tabajaras, 397 – Praia de Iracema, Fortaleza)
Visitação: segunda a sexta-feira, 8h às 17h, sábado 9h às 15h
Acesso gratuito
Pesquei no Sebo Vermelho
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quarta-feira, 8 de agosto de 2018
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Exposição internacional

Virgulino Lampião em Nova York
Por: Sérgio Azol
A Saphira & Ventura Gallery, de Nova York; galeria norte americana que tem como uma de suas missões promover artistas brasileiros nos EUA e no mundo, estará promovendo neste mês de abril a Feira Internacional Art Expo, quando estará expondo para o público nova-iorquino o talento de artista brasileiros, dentre eles: Sérgio Oliveira do Atelie S-Azol.
O artista plástico potiguar, Sérgio Oliveira ; radicado em São Paulo há 20 anos; estará mostrando suas obras, telas da coleção Virgulino, na Feira Internacional Art Expo em Nova York na galeria Saphira & Ventura Gallery. O artista revela: "O foco do meu trabalho nos últimos 4 anos tem sido Lampião, o cangaço e a cultura popular do nordeste"; com uma arte contemporânea; pintura acrílica sobre tela, colagem e escultura, Sérgio espera mostrar a beleza das cores do sertão para o mundo.
"Essa parceria do meu ateliê com eles tem a finalidade de introduzir o meu trabalho da coleção Virgulino nos EUA, com a minha participação em 4 exposições, da galeria, e a participação em algumas feiras nos EUA e em outros países onde eles mantém parcerias com galerias locais. Será uma excelente oportunidade para divulgar, através de meus quadros, a nossa cultura, o nosso povo e seus costumes mundo a fora. Estou muito feliz por isso, é uma conquista que sonhava a tempo." Ressalta Sérgio Oliveira.

Voltando dos Estados Unidos Sérgio Oliveira revela, "chegou a hora de sair do cômodo do lar e cair em campo para fazer algumas visitas pelo nordeste, será ainda mais enriquecedor. Desejo sentir a presença de Virgulino, pisar a terra que ele andou, ouvir histórias, ver objetos, quero dá mais autenticidade ao que estou produzindo".
Sérgio Azol é mais um convidado especial da Quinta Edição do Cariri Cangaço, quando setembro chegar, no Cariri do Ceará !
Você viu aqui, mas a matéria foi postada originalmente no Sítio do Coroné Severo
sábado, 7 de julho de 2012
Bonita Maria do Capitão
É hoje! Abertura oficial no Museu da gente sergipana as 18h
Despertar o interesse sobre a história do Cangaço pela perspectiva da biografia de Maria Bonita. Este é o objetivo principal da exposição “Bonita Maria do Capitão”, que será inaugurada às 18 horas da próxima terça-feira, 10, no Museu da Gente Sergipana, fechando as comemorações ao centenário de Maria Bonita, a companheira de Lampião.
Painéis em lona de 4x2 metros, objetos que pertenceram a Maria Bonita, Bonecas, réplica da vestimenta e projeção em multimídia irão compor o acervo da exposição, que ficará no Museu da Gente Sergipana até o dia cinco de agosto, segundo informou Vera Ferreira, neta de Maria Bonita e curadora da mostra.
“Em 2009, a Sociedade do Cangaço inaugurou uma série de ações comemorativas ao centenário de nascimento de Maria Bonita, com a finalidade de romper com um histórico silencioso sobre a importância da mulher para o movimento do Cangaço, e enfatizar temáticas que discutem gênero, como também expandir o papel social da mulher na estrutura política do movimento. No ano passado lançamos o livro “Bonita Maria do Capitão” e nesta próxima terça-feira estaremos abrindo a exposição que leva o mesmo nome da publicação”, explicou Vera Ferreira.
A partir do livro e da exposição, que foi idealizada e elaborada para entrar para a história literária de Sergipe, a Sociedade do Cangaço pretende também enriquecer a discussão sobre gênero e o movimento no imaginário popular, considerando o apelo da mídia nesse processo; valorizar as artes que tratam das representações de Maria Bonita; e esclarecer acontecimentos históricos, através de depoimentos que possibilitem a distinção entre mitos e lendas sobre Maria Bonita.
Vera Ferreira destacou que a exposição está voltada para a toda a sociedade, em particular para docentes, discentes, pesquisadores, escritores, turistas, profissionais da Imprensa e outros formadores de opinião, artistas, artesãos e entidades culturais. Ela enfatizou a importância do patrocínio do BNB Cultural e do Instituto Banese na realização do evento.
Açude: Infonet
De 10 de Julho à 05 de agosto, em Aracaju.
Despertar o interesse sobre a história do Cangaço pela perspectiva da biografia de Maria Bonita. Este é o objetivo principal da exposição “Bonita Maria do Capitão”, que será inaugurada às 18 horas da próxima terça-feira, 10, no Museu da Gente Sergipana, fechando as comemorações ao centenário de Maria Bonita, a companheira de Lampião.
Painéis em lona de 4x2 metros, objetos que pertenceram a Maria Bonita, Bonecas, réplica da vestimenta e projeção em multimídia irão compor o acervo da exposição, que ficará no Museu da Gente Sergipana até o dia cinco de agosto, segundo informou Vera Ferreira, neta de Maria Bonita e curadora da mostra.
“Em 2009, a Sociedade do Cangaço inaugurou uma série de ações comemorativas ao centenário de nascimento de Maria Bonita, com a finalidade de romper com um histórico silencioso sobre a importância da mulher para o movimento do Cangaço, e enfatizar temáticas que discutem gênero, como também expandir o papel social da mulher na estrutura política do movimento. No ano passado lançamos o livro “Bonita Maria do Capitão” e nesta próxima terça-feira estaremos abrindo a exposição que leva o mesmo nome da publicação”, explicou Vera Ferreira.
A partir do livro e da exposição, que foi idealizada e elaborada para entrar para a história literária de Sergipe, a Sociedade do Cangaço pretende também enriquecer a discussão sobre gênero e o movimento no imaginário popular, considerando o apelo da mídia nesse processo; valorizar as artes que tratam das representações de Maria Bonita; e esclarecer acontecimentos históricos, através de depoimentos que possibilitem a distinção entre mitos e lendas sobre Maria Bonita.
Vera Ferreira destacou que a exposição está voltada para a toda a sociedade, em particular para docentes, discentes, pesquisadores, escritores, turistas, profissionais da Imprensa e outros formadores de opinião, artistas, artesãos e entidades culturais. Ela enfatizou a importância do patrocínio do BNB Cultural e do Instituto Banese na realização do evento.
Açude: Infonet
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Na ponta do pincel
Jô Fernandes expõe em Fortaleza "O Cangaço, sua Influência e Estética"
Indumentárias, acessórios e o legado do bando de Lampião na literatura e no cinema são alguns dos elementos explorados pelo artista na exposição
O artista plástico paranaense radicado no Ceará, Jô Fernandes, realiza a partir de hoje a exposição "O Cangaço, sua Influência e Estética". A mostra acontece na galeria BenficArte, no shopping Benfica, e fica aberta à visitação até 26 de junho.
A coleção faz um passeio pelo mundo do cangaço a partir de elementos que simbolizam o movimento e que interferiram nele: indumentárias, personagens, tradições, costumes e a herança deixada pelos cangaceiros compõem as cenas dos 16 quadros, pintados em tinta acrílica sobre tela.
"A intenção foi representar além de elementos como os trajes e utensílios dos dia a dia, o legado deixado pelos personagens do cangaço, como a influência no cinema, na literatura, na música, nas tradições e no imaginário popular", explica Jô Fernandes.
Origens
"Paranaense nordestinado", como ele se considera, Fernandes diz que o apreço pelo cangaço vem desde pequeno, quando se dedicava a assistir filmes e ter contato com livros sobre o bando de Lampião.
"Não faço apologia à violência, o que me encanta nos cangaceiros é a liberdade que tinham, que era também a causa pela qual lutavam", argumenta. A decisão de vir para o Nordeste aumentou ainda mais o vínculo do artista com o tema. "Morei muito anos na Bahia, mudei bastante de estado por causa da publicidade. Fui diretor de arte por 33 anos. Já havia morado no Ceará antes, em 1978, quando nasceu meu filho. Então, depois que deixei as agências, resolvi me mudar para Fortaleza", esclarece o artista.
A série começou a ser pesquisada em dezembro de 2010 e finalizada em setembro de 2011, mas esteve inédita até agora. Segundo Fernandes, o material está cotado para seguir para a França depois desta passagem por Fortaleza.
Estilo
Um dos destaques da obra de Jô Fernandes é o traço angular, limpo, quase vetorizado, que o artista consegue reproduzir sobre a tela, como se contasse com a ajuda de recursos digitais.
"Um amigo publicitário viu meus desenhos, dia desses, e comentou sobre isso. Ele disse: ´Jô, seu traço parece Corel Draw!´. Eu ri e até me chateei depois, mas hoje eu acho legal. Não é uma tarefa fácil reproduzir esse traço, então me orgulho disso!", comenta.
De fato, Fernandes leva de três semanas a um mês para finalizar cada quadro e desconfia que seu estilo tenha sido "a sequela boa que a publicidade deixou!", brinca.
A exposição "O Cangaço, sua Influência e Estética" tem curadoria do arquiteto João Jorge Melo. A abertura acontece hoje, às 19 horas e a visitação é gratuita.
Mais informações:
Abertura da exposição "O Cangaço, sua Influência e Estética", hoje, às 19h, na Galeria BenficArte, no Shopping Benfica (Av. Carapinima, 2200). Gratuito. Em cartaz até 26 de junho. Contato: (85) 3243.1000
Quem soprou foi o coroné Osmiro daí pesquei no: Diário do Nordeste no Meu Ceará e no Blog do Jô
Indumentárias, acessórios e o legado do bando de Lampião na literatura e no cinema são alguns dos elementos explorados pelo artista na exposição
O artista plástico paranaense radicado no Ceará, Jô Fernandes, realiza a partir de hoje a exposição "O Cangaço, sua Influência e Estética". A mostra acontece na galeria BenficArte, no shopping Benfica, e fica aberta à visitação até 26 de junho.
A coleção faz um passeio pelo mundo do cangaço a partir de elementos que simbolizam o movimento e que interferiram nele: indumentárias, personagens, tradições, costumes e a herança deixada pelos cangaceiros compõem as cenas dos 16 quadros, pintados em tinta acrílica sobre tela.
"A intenção foi representar além de elementos como os trajes e utensílios dos dia a dia, o legado deixado pelos personagens do cangaço, como a influência no cinema, na literatura, na música, nas tradições e no imaginário popular", explica Jô Fernandes.
Origens
"Paranaense nordestinado", como ele se considera, Fernandes diz que o apreço pelo cangaço vem desde pequeno, quando se dedicava a assistir filmes e ter contato com livros sobre o bando de Lampião.
"Não faço apologia à violência, o que me encanta nos cangaceiros é a liberdade que tinham, que era também a causa pela qual lutavam", argumenta. A decisão de vir para o Nordeste aumentou ainda mais o vínculo do artista com o tema. "Morei muito anos na Bahia, mudei bastante de estado por causa da publicidade. Fui diretor de arte por 33 anos. Já havia morado no Ceará antes, em 1978, quando nasceu meu filho. Então, depois que deixei as agências, resolvi me mudar para Fortaleza", esclarece o artista.
A série começou a ser pesquisada em dezembro de 2010 e finalizada em setembro de 2011, mas esteve inédita até agora. Segundo Fernandes, o material está cotado para seguir para a França depois desta passagem por Fortaleza.
Estilo
Um dos destaques da obra de Jô Fernandes é o traço angular, limpo, quase vetorizado, que o artista consegue reproduzir sobre a tela, como se contasse com a ajuda de recursos digitais.
"Um amigo publicitário viu meus desenhos, dia desses, e comentou sobre isso. Ele disse: ´Jô, seu traço parece Corel Draw!´. Eu ri e até me chateei depois, mas hoje eu acho legal. Não é uma tarefa fácil reproduzir esse traço, então me orgulho disso!", comenta.
De fato, Fernandes leva de três semanas a um mês para finalizar cada quadro e desconfia que seu estilo tenha sido "a sequela boa que a publicidade deixou!", brinca.
A exposição "O Cangaço, sua Influência e Estética" tem curadoria do arquiteto João Jorge Melo. A abertura acontece hoje, às 19 horas e a visitação é gratuita.
Mais informações:
Abertura da exposição "O Cangaço, sua Influência e Estética", hoje, às 19h, na Galeria BenficArte, no Shopping Benfica (Av. Carapinima, 2200). Gratuito. Em cartaz até 26 de junho. Contato: (85) 3243.1000
Quem soprou foi o coroné Osmiro daí pesquei no: Diário do Nordeste no Meu Ceará e no Blog do Jô
domingo, 18 de março de 2012
Últimos dias
Avía macho!
Até 22 de Março no Palácio Rio Branco, antiga sede do Governo da Bahia,
Praça Thomé de Sousa (Salvador/BA).
Curadora: Vera Ferreira
quarta-feira, 28 de julho de 2010
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