segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Download: Processo e pronuncia contra Lampião em Dores/SE


Atenção senhores pesquisadores eis aí o link para o Tribunal de justiça de Sergipe que em alusão aos 25 anos do seu arquivo judiciário digitalizou documentos que ajudam a contar a história do menor estado da federação. Dentre estes eles disponibilizaram para download ou apreciação o processo movido pela comarca de Capela contra o Rei do cangaço por ter assassinado o jovem Elpídio na cidade de N. Senhora das Dores. É uma peça de 60 páginas em PDF que tem início 17/10/1931 e concluido em 10/01/1932. além da Pronuncia com duas páginas. Entenda-se por concluida a elaboração, pois prisão mesmo... nunca foi possível.

É a reprodução digital de um rico material da época que agradecemos e louvamos a atitude dos servidores do órgão e fazemos questão de compartilhar com nossos "rastejadores".

Obs. geralmente demora um pouco para abrir, mesmo com boa conexão. Ah e preparem-se para queimar as pestanas pois a caligrafia do escrivão é clássica. 

 PROCESSO: http://www.tjse.jus.br/arquivojudiciario/images/stories/file/Processo-Lampião.pdf
 PRONUNCIA: http://www.tjse.jus.br/arquivojudiciario/images/stories/file/Pronúncia-Lampião.pdf
 
Conheçam demais conteúdos do Tribunal: http://www.tjse.jus.br/arquivojudiciario/index.php?option=com_content&task=view&id=21&Itemid=34 

Abraços, Kiko Monteiro

Começa Hoje: Evento que vai discutir Cânion e Cangaço em Paulo Afonso


Por Antônio Galdino
Folha Sertaneja



Este ano, alguns eventos importantes para a retomada do crescimento da região a partir do turismo, aconteceram em Paulo Afonso e na região.

Em março, em seminário promovido pela Bahiatursa foi revista o zoneamento turístico do estado e criada a Zona Turística Lagos e Cânions do São Francisco, sediada em Paulo Afonso, reunindo os municípios de Paulo Afonso, Glória, Abaré, Rodelas e Santa Brígida, que deixaram a ZT Lagos do São Francisco, sediada em Juazeiro.

A nova Zona Turística Lagos e Cânions do São Francisco foi aprovada pelo Forum de Turismo da Bahia na reunião de 18 de março de 2009.

Entre 1º e 3 de outubro, estiveram na região um diretor e assessores do Ministério do Turismo, da área de investimentos públicos e privados e se reuniram em Jatobá-PE, num primeiro momento, com prefeitos e representantes do turismo da região. Ali estiveram os prefeitos de Paulo Afonso, Glória e Jatobá e representantes de Piranhas e Poço Redondo. Segundo o diretor Hermano, assessorado por José Rocha e Bruno, "esse encontro preliminar terá desdobramentos e o MTur estará bem mais presente na região".

Entre 16 e 19 de outubro aconteceu a Expedição D. Pedro II, a Rota do Imperador, um projeto de iniciativa privada que contou com o apoio e participação de prefeituras alagoanas(7), sergipanas(1), baianas(1) e pernambucana(1). O projeto refaz a viagem do Imperador D. Pedro II, feita em outubro de 1859, até a Cachoeira de Paulo Afonso.

Agora, Bahia, Alagoas e Sergipe, numa parceria da Bahiatursa e Prefeitura de Paulo Afonso, organizadores do evento, estarão reunidos em Paulo Afonso para discutir roteiros turísticos integrados para a região.

Os debates estarão focados para dois grandes temas, comuns à maioria dos municípios no entorno de Paulo Afonso: O cânion do São Francisco e o cangaço. 

Paulo Afonso possui o maior canion natural navegável do mundo, com paredões de mais de cem metros de altura e o cangaço está presente nos livros de João de Souza Lima e Luiz Ruben, nas muitas andanças de Lampião pelo Riacho, Malhada da Caiçara, onde está o Museu Casa de Maria Bonita, Baixa do Boi, onde, na Lagoa do Mel, morreu Ezequiel o irmão mais novo de Lampião.

E no Raso da Catarina, em Água Branca, em Glória, em Canindé do São Francisco e dezenas de lugares na região. Mesmo sem nunca ter entrado vivo em Piranhas, ali foram expostas as cabeças de Lampião, Maria Bonita e sete cangaceiros, emboscados pela polícia na Grota de Angico, que está em Poço Redondo mas a sua visitação é feita pelo rio e trilha de 700 metros, por Canindé do São Francisco. 

Seminários como o do Centenário de Maria Bonita, realizado em março deste ano em Paulo Afonso e muitos outros que acontecem na região têm sempre uma grande participação popular para um tema que já rendeu centenas de livros, filmes, seriadas de televisão, teses de mestrado e doutourado no Brasil e no exterior.

Para se ter uma idéia da importância ou da preferência pelo tema, os sites de consulta na internet revelam números fantásticos. A palavra cangaço, no Google, por exemplo, tem..... páginas, Lampião.... e o nome Maria Bonita tem quase 4 milhões de páginas nesse site. 

Agora, no período de 9 a 12 de novembro, a Prefeitura de Paulo Afonso, a Secretaria do Turismo do Estado da Bahia, a Bahiatursa (Empresa de Turismo da Bahia) e os parceiros do Programa de Regionalização do Turismo – Roteiros do Brasil estarão realizando no auditório do Memorial Chesf, de 09 a 12 de novembro, o Seminário e Oficina de Roteirização Lagos e Cânions do São Francisco.

Representantes dos órgãos governamentais municipais, estaduais e federais, empresários e profissionais da cadeia produtiva do turismo, sociedade civil de diferentes segmentos sociais, como organizações locais, associações comunitárias, instituições de ensino, organizações não governamentais (ONGs), associações comerciais, entre outros, estarão reunidos para discutir a elaboração de novos roteiros turísticos integrados nos Cânions, explorando a história do cangaço, abrangendo os estados da Bahia, Alagoas e Sergipe. Assim como, avaliar os roteiros já existentes visando à sua qualificação.

A expectativa de todos os que atuam ou lutam para o desenvolvimento regional a partir da incrementação de projetos na área do turismo e de incentivos e apoios mais marcantes dos governos, em todas a esferas, assim como maiores investimentos também na oferta de um turismo da melhor qualidade é que este Seminário e Oficina de Roteirização do turismo na região, de forma integrada, conduzido pela Bahiatursa com todos esses parceiros, seja, realmente, o início de uma nova era nesse setor e não apenas mais uma "oficina de turismo" como dezenas de outras que já aconteram por aqui sem nenhum resultado, a não ser o de cumprir uma agenda dos governos estadual e federal.

Estamos acreditando que "dias melhores virão" a partir deste encontro regional.

PROGRAMAÇÃO: 
 

1º DIA – 09.11.09 - Segunda-feira
18h às 21h – Auditório Memorial da CHESF 
 

18h - Abertura Oficial do Evento: 
· Boas Vindas – Prefeito de Paulo Afonso, Anilton Bastos;
· Pronunciamento das Autoridades Presentes.

19h30 – Exibição de Vídeo Institucional sobre o Turismo na Bahia e em Paulo Afonso;

20h – Apresentação de Coral Chesf Paulo Afonso e Grupo de Teatro APDP. Coquetel.

 2º DIA – 10.11.09 Terça-feira 
 8h30 às 12h30 – Auditório Edson Teixeira 

 Palestras:

 8h30 às 10h: - Políticas Estaduais de Turismo:

· 9h - BAHIA - Políticas públicas para o turismo do Estado;

· 9h20 - ALAGOAS - Políticas públicas para o turismo do Estado na região Cânions do São Francisco;

· 9h40 - SERGIPE – Políticas Públicas para o Turismo do Estado (Cânions do São Francisco);

. 10h - Coffe break

Mesa Redonda: 

· 10h15 - O Potencial Turístico Região Turística Lagos e Cânions do São Francisco: Antônio Galdino da Silva - DEMTUR/Paulo Afonso;

· 10h35 - Turismo Histórico e Cultural - Palestrantes: Jairo Luiz;

· 10h55 - Turismo de Aventura – Palestrante: Jannyne Barbosa, Diretora de Articulação, Negócios e Investimentos, Secretaria do Turismo de Alagoas;

· 11h15 - Perspectiva da Roteirização pela apropriação do Cangaço - Silvia Oliveira - Secretária de Turismo de Canindé do São Francisco- Se;

· 11h35 – Roteiro do Cangaço – Vera Ferreira – OSCIP – Sociedade do Cangaço;

· 11h55 - Revitalização do Rio São Francisco – MMA

· 12h15 - Abertura para perguntas – Mediação de Meraldo Rocha – APL Turismo Caminhos do São Francisco.

. 12h30 às 14h: Almoço

14h às 18h - Hotel Belvedere

· Oficina de Roteirização e Segmentação

 3º DIA - 11/11/09 QUARTA-FEIRA                                                                                                         

8h às 12h30 - Hotel Belvedere 

· Oficina de Roteirização e Segmentação

12h30 às 14h: Almoço

14h às 18h – Hotel Belvedere

· Oficina de Roteirização e Segmentação

19h – Pérgula da Piscina do Clube Paulo Afonso
Palestra: Piscicultura – SEBRAE/Ba
Confraternização de Encerramento;
Degustação da Tilápia;

4º - Dia – 12.11.09 -
Visita técnica ao roteiro elaborado.
  

domingo, 8 de novembro de 2009

Uso da historia oral!

Por José Eliton de Lima Dantas


O uso da História Oral como metodologia na pesquisa sobre o cangaço, ainda é uma constante. Em sala de aula tivemos a oportunidade de conhecer a obra do professor e pesquisador Gisafran Nazareno Mota Jucá, “A ORALIDADE DOS VELHOS NA POLIFONIA URBANA” que veio a ligar de forma ampliadora as nossas convicções a cerca da atitude na utilização da História Oral. Para a nossa pesquisa, autores como: Gustavo Dodt Barroso, Leonardo Mota e Vera Ferreira, sendo que os dois primeiros escrevem em épocas que nem fazíamos a noção do que seria hoje a História Oral (metodologia), entrevistaram e conviveram com suas fontes orais, para poder nos deixar uma série de informações que, não estão nas paginas de documentos oficiais.

Para entendermos como o uso da memória é importante nas pesquisas acadêmicas, o professor Gisafran Mota, fala e argumenta de forma incisiva que: “a maioria dos documentos expressava uma versão oficial, ou seja, as abordagens de autoridades políticas ou mesmo a opinião de uma elite acerca da realidade” não depreciando a importância da documentação oficial ele diz: “mesmo reiterando o valor da documentação consultada, percebemos os limites presentes em tais fontes, o que nos motivou a buscar uma alternativa de melhor entender a realidade” assim autores que aproveitam a memória dos agentes que viveram os acontecimentos, podem expandir suas linhas que limitam a pesquisa.

Partindo das idéias do uso da oralidade autores que se empreitaram na busca de informações verdadeiras, foram basicamente corajosos publicando entrevistas em épocas em que não se tinha um respaldo seguro para tal feito. Leonardo Mota no decênio de 1920 a 1930 publicou obras essencialmente orais de uso da memória, onde dedicou boa parte do seu tempo caindo em campo à procura de pessoas que estivessem dispostas a lhe falar de suas lembranças ou participações em diferentes episódios.
Seu livro, “No Tempo de Lampião”, onde o titulo já nos dá uma noção de como o autor fez uso da oralidade, buscando divulgar, que seus leitores iriam acha informações atuais acerca de um personagem que estava presente aos acontecimentos do hoje, do agora, e o que as pessoas que conviveram com Virgulino Ferreira o famoso capitão Lampião, diziam a respeito do afamado cangaceiro. Leonardo mota viajou incansavelmente a procura de informações que desvendassem mitos e lendas sobre Lampião, em uma de suas visitas a Penitenciária Municipal do Estado de Pernambuco na cidade do Recife no ano de 1914, o mês era novembro, ele entrevista um cangaceiro chamado Antonio Silvino, que vivera a fazer suas andanças no mundo do crime antes mesmo de Lampião, e pergunta a ele:

- Silvino o que é que você diz de lampião?
- Ah, seu Dr., Lampião é um prinspe!
- Príncipe por quê?
- Veio depois de mim. Os tempo são outro. As armas estão mais aprefeiçoada. Não falta quem lhe dê de tudo. Caixeiro viajante não é besta pra se esquecer de levar presente de bala pra ele, a policia quer só se encher de dinheiro no sertão. O mundo todo virou revoltoso, os governo deixam de mão os cangaceiros porque não tem tempo nem de cuidar dos revoltosos, não tenha duvida, Lampião é um prispe!


Inquieto em saber mais sobre Lampião ele corre a traz de colher mais informações, e ainda na casa de correção da capital Pernambucana diz que conversa a vontade com vários comparsas de Lampião, homens que estiveram ligados diretamente com o facínora, segundo Leonardo mota ali se encontrava, já felizmente presos e caídos nas malhas da justiça os cangaceiros: Serra Umã, Brauna, Passaro Preto, Zabelê (Foto acima), Canção e Guará. Ele faz uma indagação a todos pra ver se algum deles se manifestava ou até mesmo podíamos dizer que usou a pergunta como forma de quebrar a tensão inicial da conversa que teria pela frente, e pergunta:

-Lampião é corajoso? Zabelê atendeu a pergunta e começou a falar:
- É, e tem uma coisa, pra prender ele ainda nasceu home. Pode nascer ou já nasceu pra juntar os pedaços dele, porque ele se esbagaça, mas não vai preso. Virgulino é home pra se acabar nas mãos doutro home, a qualquer hora do dia ou da noite, o cabra que se cair na besteira de se botar a ele segure o pulo porque se errar o salto ele o lambisca dipressinha, tão certo como dois e dois são quatro. Tem uma coisa, brigar a toa só pra esperdiçar munição ele não briga não.




Leonardo Mota (à esquerda) envolvido com o uso da oralidade, naquele momento teve a feliz idéia de perguntar a eles se lembravam de algum caso engraçado, que envolvesse matuto medroso, a se ver as voltas com Virgulino e diz:
Riram os bandidos como se o caso recordado fosse jocoso e não atestasse acima de tudo a perversidade de Virgulino. Mas para aquelas almas, embotadas pela torpeza de delitos inenarráveis, a brutalidade do gesto infame se afigurava de irresistível comicidade, Zabelê cochichou qualquer coisa aos ouvidos de Canção e este num riso de mostro, a mostrar a fileira de dentes pontiagudos, cerrados como caninos, desembuchou, desembaraçado, aquilo que Zabelê se acanhava de refirir.

Percebemos ai a memória induzida pelo entrevistador, os cangaceiros submergidos em resgatar suas façanhas entram num êxtase emocional coletivo, pois tal feito perecia ter sido presenciado por todos eles e como uma espécie de porta voz do pequeno grupo relata o episódio:
A coisa mais engraçada que eu tive de assistir passou-se numa fazenda do município de Princesa, na Paraíba. O velho dono da casa tremia que era ver uma vara verde, Lampião botou ele debaixo de confissão, riscando o punhal nas costelas e ele acabou descobrindo o rumo da volante do tenente Mané binisso. Virgulino queria dar uma surra de relho, mas era tento choro de muié e menino, que o jeito foi se perdoar. Mais com pouca, Lampião tirou do bolso um maço de cigarro e ofereceu:
 
-Pita?
O velho ficou calado, fez que não tinha ouvido e Lampião tornou a perguntar, desta vez gritando no pé do ouvido dele:
-Pitaaaaaaaaaa? Ai todo tremendo, o velho disse:
-Pito, mas vamincê querendo eu largo o viço.

Vimos ai à importância do uso da oralidade empregada por Leonardo Mota, a memória usada como um ciclo capaz de fornecer ricas informações, talvez não como escolha de metodologia para sua obra, pois como já dissemos antes ainda não se falava de Historia Oral como forma de metodologia.
Assim como Gizafran Mota usa a oralidade dos velhos, para justificar a ampliação do conhecimento sobre fortaleza em épocas passadas, dizendo:
Por isso, as informações prestadas por eles trazem subsídios valiosos à compreensão do passado, uma vez que elas são apresentadas de uma maneira mais espontânea, deixando fluir o conteúdo restaurador do passado.

Leonardo Mota usa a oralidade dos contemporâneos de lampião e de outros cangaceiros igualmente famosos para justificar as ações dos bandidos que tanto se ouvia falar, mas, nada tinha escrito sobre eles. E até mesmo sem conhecer a possível metodologia que estava aplicando ele segue umas regras que servem de exemplo para quem quer se aventurar na arte da Historia Oral, diz:  
- O velho tabaréu a quem perguntei se o Lucas era valente deu um moxoxo e contestou:
-O que ele era, era um grandessíssimo desalmado. Era perverso, era levado do não sei de que diga, mas era frouxo, mijou-se todo na hora da morte.
- Não lhe quis obtemperar que a micção é natural nas mortes por enforcamento. Preferi deixá-lo desatar a língua a seu modo
- Lucas foi o diabo em figura de cristão, Deus o perdoe, aquilo não era gente, uma vez ele agarrou um negro beiçudo na estrada e sabe que é que fez com ele? Prendeu com prego caibral o beiço do infeliz numa arvore, quando acabou, disse ou suplicante que ia não sei aonde e mais tarde voltaria para capá-lo.

Observamos que ele deixa o entrevistado à vontade para falar aquilo que achar conveniente, fazendo assim uma relação de confiança entre ele e sua fonte.
Gisafran Mota acha essencial a memória dos velhos, para a captação dos dados que irão ampliar os limites da historia e diz:
O papel dos velhos, expresso através das opiniões coletadas, pode ser fundamental a compreensão do que havia sido esquecido, dependendo de uma decisão do pesquisador de incluí-lo no contexto estudado.
Tanto Gisafran Mota como Leonardo Mota usam a memória dos agentes da historia, para assim vincular os acontecimentos relativos à suas pesquisas, onde essas recordações trariam uma nova probabilidade de aprendizado sobre o devido tema. Para exemplificar bem vejamos o que Gisafran Mota diz:
A memória remete a algo mais do que a um mundo pessoal, deixando transparecer a relação entre o individuo e o seu meio social, que torna mais abrangente o perfil da realidade estudada.

Considerações Finais
Os dois autores apresentados nesse artigo nos mostram a realidade de pessoas que estiveram presentes e atuantes, como agentes construtores do momento histórico. A narração na fala dos protagonistas não retrata o caso ocorrido de maneira singular, uma vez que cada sujeito divulga o experimento especial que viveu, sentiu ou captou em profundidade, tornando o fala muito mais opulenta do que a simples nota informativa ou referencia ao fato, fica certo a seriedade da oralidade para divulgar as memórias, contribuindo para a construção de uma história mais rica.

Fonte
http://cafehistoria.ning.com/group/cafehistoriahistoriaoral/forum/topics/uso-da-historia-oral

sábado, 7 de novembro de 2009

Aniversário de ex cangaceiro


Com um atraso de 7 dias, mas com a mesma satisfação gostariamos de registrar aos amigos que no ultimo dia o ex cangaceiro Moreno completou um século de vida, com merecida festa que contou com a presença de vários pesquisadores e amigos da família em sua residencia na capital Mineira.

Parabéns Sr. Moreno 
e abraçando nossa amiga Neli

Kiko Monteiro 

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Cabras de Lampião "de Site novo"


Acessem e conheçam o novo portal da Fundação Cabras de Lampião dos amigos Anildomá Willans e Cleonice Maria. www.cabrasdelampiao.com.br

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

João, cangaceiro e poeta



O nosso confrade João de Sousa Lima faz uma breve pausa na pesquisa cangaceira e se prepara para mais um "parto espontaneo"  sem dor... há não ser áquela que habita a alma de todo poeta. Trata-se do lançamento de seu mais novo filho "NO SILENCIO DO OCASO" A noite de autógrafos acontece dia 14 de Novembro no Clube CPA, em Paulo Afonso/BA , durante o CONINFA, evento organizado pela FASETE - Universidade Sete de Setembro, apartir às 19:00 hs.  

Cliquem na imagem para ampliar e conheçam a biografia do autor.

Prestigiem!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Hilário Lucetti: Doutor do cangaço

Os amigos devem lembrar a recente entrevista com Ângelo Osmiro presidente da SBEC. E sua resposta para definir o melhor momento do Cariri cangaço?. Eis aqui o vídeo para uma merecida homenagem da Sociedade brasileira de estudos do cangaço ao saudoso escritor cearense. A minha emoção se repetiu.