sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Finalmente!!!

José Umberto lança “Revoada” nesta sexta (26)


O filme “Revoada”, longa-metragem de José Umberto Dias, tem pré-estréia nesta sexta-feira, dia 26, às 19h, na sala Walter da Silveira (Barris) na Semana do Audiovisual Baiano Contemporâneo. O filme conta a história de vingança  dos cangaceiros após a morte do líder Lampião. No elenco, estão nomes como Jackson Costa, Analu Tavares, Aldri Anunciação, Gil Tavares e Nelito Reis. A entrada é franca.

O filme é resultado da pesquisa de mais de 20 anos realizada por Zé Umberto sobre o cangaço. O filme acompanha os dias subsequentes à emboscada que matou Lampião, quando o grupo, revoltado com o trágico acontecimento, decide partir para uma vingança alucinada. O dilema é se entregar ao governo ou lutar. Perseguido pela polícia, o grupo vive uma série de conflitos. A fuga, através das pedras, é caracterizada pela tensão, amizade, resistência, violência, sonhos, amor e medo da morte no período do crepúsculo do cangaço.


Foto: Alba Vasconcelos / Blog Caderno de cinema

O cineasta José Umberto Dias fez seu primeiro longa de ficção “O Anjo Negro”, em 1972. Ao longo dos anos 70 produziu filmes documentais em super-8. Entre 1976 e 1977 foi coordenador da Imagem e do Som da Fundação Cultural do Estado da Bahia. Nos anos 80 e 90 realizou vários vídeos documentais para a TVE-Bahia/Irdeb, dentre os quais “Monte Santo - O Caminho da Santa Cruza”, “Salvador em Película - Um Século de Memória”, “Memória em Película - A Bahia e o Estado Novo”, “A Capoeiragem na Bahia” e “O Povo do Carnaval”.

José Umberto Dias é também crítico de cinema, ensaísta, ator, roteirista, escritor, dramaturgo e poeta. Em 1984 escreveu e dirigiu o espetáculo teatral O Beijo Final. Em 2005 foi contemplado com o prêmio de estímulo à produção cinematográfica de baixo orçamento do Ministério da Cultura para a realização do longa “Revoada”.

Além do filme de José Umberto Dias, cerca de 100 filmes produzidos na Bahia neste século estão em cartaz na Semana do Audiovisual Baiano Contemporâneo, de 26 a 28  (sexta, sábado e  domingo). A entrada é gratuita para os filmes nas salas Walter da Silveira e Alexandre Robatto (Barris) e têm ingressos preços populares (R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia)  para os filmes nas salas do Circuito Saladearte: Cinema do Museu (Vitória) e Cine Vivo (Paseo/Itaigara), com exceção do filme “Quincas Berro D'Água, de Sérgio Machado, no domingo, dia 28, às 20h, no Cine Vivo (Paseo/Itaigara), que tem entrada gratuita.

A programação completa com os horários de cerca de 100 filmes que estão em cartaz na Semana do Audiovisual Baiano Contemporâneo está no site www.cultura.ba.gov.br e no blog semanadoaudiovisualbaiano.wordpress.com  Esta é mais uma realização das secretarias estaduais de Cultura e de Comunicação/IRDEB e Ministério da Cultura, com apoio de várias instituições parceiras.

SERVIÇO:
O QUÊ: lançamento do longa metragem “Revoada”, de José Umberto Dias
QUANDO: dia 26/09 (sexta)
HORAS: 19h
ONDE: Sala Walter da Silveira

Informou Bahia Já

Para download... pago

HQ Mandacaru Vermelho

Descrição Rápida


Mandacaru Vermelho conta a história de Antônio um ex-tenente do exército brasileiro, reformado pela perda de parte da visão do olho direito e problemas no coração, ele fez parte da Coluna Prestes e foi responsável por caçar os cangaceiros no Nordeste Brasileiro. Dispensado do serviço militar, Antônio vai morar em um sítio, na fronteira de uma pequena cidade do sertão nordestino, com sua mulher e sua filhinha. No entanto, seu destino foi cruel. O Coronel Vitoriano se apaixona por sua mulher e lhe dá um ultimato: uma noite com ela ou a vida de toda a sua família.


Antônio não aceita e sofre com a ira do Coronel. O ex-tenente é encontrado, quase morto, por um famoso cangaceiro que se recusa a dar um fim a sua vida e o encoraja a terminar seus últimos momentos com honra. O ex-militar vestirá seu velho uniforme e partirá em uma caçada ao coronel. Em meio a tiroteios e perseguição, o velho soldado buscará vingança contra o demônio em forma de homem que destruiu sua vida.

Formato: 36 páginas, 1215 x 1630 pixels
Roteiro: Rafael Dantas
Arte: Rafael Dantas
Cores: Patrick Gama
Capa: Raulzito Peixoto

Acesse o site oficial da publicação CLICANDO AQUI

Imagens pescadas no BLOG Impulsso HQ

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Dulce

A Última Guerreira do Cangaço
Por: João de Sousa Lima

Dulce ao centro

Em 2003 imprimi a 1ª edição do livro Lampião em Paulo Afonso e fui convidado pelo escritor Antônio Amaury para lança-lo em São Paulo, em um evento que sempre acontecia na estação do Braz, com o título: O AUTOR NA PRAÇA.  Amaury aproveitou minha ida a Sampa e me apresentou aos irmãos “ManoVéio e Mano Novo”. Dois irmãos que têm um famoso programa de rádio destinado aos nordestinos. Lançamos com sucesso os livros na companhia de mais alguns escritores da região. No dia seguinte pedi pra Amaury me levar em uma feira de antiguidades e no domingo nos dirigimos ao MASP- Museu de Artes de São Paulo, onde acontece uma famosa feira de Antiguidades. Ao nos aproximarmos da feira, a primeira pessoa que Amaury avistou foi o senhor “Acir” e me disse:

 - João, esse rapaz, o Acir, é filho da cangaceira Dulce! Vamos lá falar com ele!

Amaury me apresentou o rapaz e conversamos por alguns minutos, depois o presenteei com um exemplar do meu livro e ele disse que só não me levaria pra conhecer a mãe dele porque ela residia em Campinas e estava doente no momento, deixando claro que a única coisa que eu conseguiria era apenas ser fotografado ao lado dela, pois ela não dava entrevistas e lembrou ainda que Amaury a conhecia há vários anos e mesmo tendo essa amizade e mantendo contatos com a cangaceira ela nunca cedeu entrevista a Amaury. Eu falei que entendia a postura e o direito dela manter o silêncio sobre seu passado.


 Ex-cangaceira Dulce

Passei mais alguns dias com Amaury e retornei a Paulo Afonso, pois as férias estavam acabando e precisava retornar ao trabalho. Na época eu trabalhava como gerente de abastecimentos de aeronaves no aeroporto local. Um dos vigilantes do aeroporto chamado Eraldo, sempre me dizia que sua avó tinha sido cangaceira e como ele era muito brincalhão eu fui levando a conversa sem dar muito crédito. Certo dia passando em uma rua tive a atenção despertada por Eraldo que acenou pra que eu parasse minha moto. Eraldo foi logo dizendo:

 - Venha conhecer minha avó que foi do cangaço!

Estacionei e fui ouvir essa história. Uma simpática senhora, já passando dos 90 anos de idade, saiu do seu quarto e veio falar comigo. Eu perguntei se era verdade que ela tinha sido cangaceira e ela respondeu:
 - Não meu filho, isso é conversa do Eraldo, minha irmã é que foi cangaceira mas ela morreu no cangaço!
 - E qual o nome de sua irmã?
 - Dulce!
 - Dulce? Dulce de Criança?
 - Essa mesmo!
 - Mais a Dulce tá viva!
- É mentira! Dulce morreu em Angico!
- Não! Quem morreu em Angico foi Maria Bonita e Enedina!

Nesse momento lembrei-me do Acir e contei a história que tinha conhecido o filho da Dulce e por mais que eu afirmasse as histórias sobre a cangaceira, dona Maria “Cícera” dizia não acreditar. Vasculhei em minha carteira o telefone do Acir e quando encontrei pedi pra utilizar o telefone dela pra comprovar o que estava dizendo. Liguei e fui atendido de imediato pelo Acir. Quando falei quer era o escritor de João de Sousa Lima, o Acir foi muito receptivo e alegremente comentou dizendo que tinha lido meu livro e que tinha gostado muito das histórias. Eu o ouvi atentamente esperando a oportunidade de falar sobre o real motivo de minha ligação. Quando enfim ele perguntou por que eu estava ligando eu disse que estava na casa de uma senhora que afirmava ser irmã de sua mãe Dulce. Houve um breve silêncio e depois Acir comentou:

- Pelo amor de Deus João, minha mãe procura uma irmã a mais de 60 anos, me deixa falar com ela pra ver se é ela mesma!

Passei o telefone pra Maria Cícera e fiquei na expectativa sobre a conclusão da conversa. De repente Cícera chorou, desligou o telefone, sentou e com um grande sorriso de contentamento falou:

- Minha irmã tá viva!

João de Sousa Lima e a família de Dulce

Ficamos alguns minutos observando a felicidade daquela senhora, participando de sua alegria. Dias depois recebo uma ligação. Dulce estava em Paulo Afonso e queria me conhecer. Ela e o filho Acir vieram no vôo da BRA, que fazia São Paulo/ Paulo Afonso duas vezes por semana. Dia seguinte, dentro do horário marcado, segui até a casa de Cícera, que morava com sua filha Dil. Quando cheguei vi várias pessoas na sala e me aproximei. Apresentei-me à Dulce, conversamos muitos minutos e pude observar sua capacidade intelectual, mulher inteligente, com um misto de dureza na face e ao mesmo tempo de doçura na alma. Tempos depois ela  falou:

- Eu tenho uma grande dívida com você. Você me proporcionou o momento mais feliz de minha vida, tendo encontrado essa minha irmã. Meu filho aqui presente sabe que não dou entrevista pra homem nenhum, mas vou abrir uma exceção pra você, pois fiquei sabendo que você escreve livros sobre o cangaço e precisa saber um pouco de minha passagem por esse momento que não gosto de falar!
Você quer fazer como?
- Quero filmar!
- Quanto tempo?
- Três horas!
- Três horas não, serão duas horas!
- Certo!
- Venha amanhã dez horas da manhã e conversaremos. Só que você não poderá me fazer duas perguntas que eu sei que você sabe sobre minha vida, pois se fizer eu encerro a entrevista.
- uma das coisas eu sei e não te perguntarei. O outro assunto eu não sei do que se trata e se por acaso eu te fizer alguma pergunta sobre isso a senhora não responde!
- Combinado! Aguardo você amanhã!

Edson, Dulce, João de Sousa Lima e Dona Cícera

Dia seguinte, eu e o pesquisador e cinegrafista Petrúcio nos dirigimos ao encontro marcado. Dulce nos recebeu sorridente, conversamos um pouco e fomos até o muro, lugar onde uma frondosa árvore dava sombra e reinava um silêncio propício para não atrapalhar a filmagem.

Petrúcio colocou a filmadora em um tripé, eu me acomodei entre as duas irmãs, Cícera e Dulce, a entrevista começou. Durante duas horas as mulheres foram falando do sofrimento. Da dor de Dulce ter deixado a casa de seus pais, a força, levada por seu cunhado, pra ser trocada por ouro. O tempo passou rápido. Finalizamos a entrevista e antes de sairmos, Dulce me agradeceu por aquele momento e disse:

- Você só poderá lançar essa entrevista depois que eu morrer! Posso confiar?
- Pode!

Dia seguinte, eu com minha família e o amigo-irmão Edson Barreto fomos visitar Dulce. De lá fomos todos almoçar em um restaurante no centro da cidade. Conversamos por muito tempo e ali eu pude entender o porquê do silêncio daquela misteriosa e ao mesmo tempo tão doce mulher. Suas dores  tão profundas de ter enfrentado um mundo tão hostil, sendo ainda tão criança. Pude compreender sua fé inabalável no Cristo que rege seus passos. Conheci os caminhos que a fizeram sábia. Entendi que suas feridas cicatrizaram na compreensão do silêncio que outros não entenderam. Dulce é tão pura, bela e sábia que é difícil não se emocionar mesmo ela permanecendo em seu silêncio.

Quando hoje só resta Dulce nos registros dos ex-cangaceiros, sendo a última pessoa a vergar sobre seu corpo as vestimentas do cangaço, eu afirmo que dentre muitas histórias que vivi nesse vasto mundo cangaceirístico, essa foi uma das histórias que mais marcas deixaram no íntimo de minha inquieta alma.

Fico feliz de tê-la conhecido e de em certo momento ter feito parte de sua alegria, mesmo ouvindo e compreendendo suas dores e tristezas de um passado ainda tão latente, tão presente nos sonhos de uma criança que correu caatinga à dentro, trocando seus mais puros desejos infantis pela dura concepção da realidade dura do aço e do ferro em brasa de armas que embalaram lutas ferrenhas no mais inóspito terreno do nordeste do meu Brasil.

João de Sousa Lima  é:
Historiador e Escritor
Conselheiro Cariri Cangaço
Membro da ALPA; Membro do GECC ; Membro da IGH
Membro da SBEC – Sociedade Brasileira de estudos do cangaço

Você achou aqui e eu achei no: Blog do Primo João

Adendo 
Dona Cícera, faleceu em 26 de janeiro de 2012, em Paulo Afonso, com 102 anos de idade.

sábado, 13 de setembro de 2014

Cangaceiros atrás das grades

Fim da ilusão


Cangaceiros na penitenciãria
Cangaceiros na penitenciária

Em 12 de dezembro de 1926, o advogado Estácio Coimbra assume o mais alto cargo no Poder Executivo de Pernambuco. Neste novo governo foi designado como Chefe de Polícia (cargo equivalente atualmente ao de Secretário de Segurança) o também advogado Eurico Souza Leão. Este nasceu em 1889, no Engenho Laranjeiras, interior pernambucano. Era filho de Manoel Arthur Souza Leão e Ernestina Freire Souza Leão, de tradicional família ligada à aristocracia da Zona da Mata Pernambucana.

Eurico estudou na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, colando grau no dia 23 de dezembro de 1921. Quando assumiu seu cargo em 1926, o jovem de 37 anos tinha pela frente uma tarefa muito difícil; nada menos do que comandar a estrutura estadual e os homens que iriam perseguir o mais importante chefe de cangaceiros do Brasil, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião.

1931-Eurico Souza Leao (1)

Eurico, com o apoio do governador Coimbra, logo marcou uma reunião para promover convênios com os estados vizinhos, visando uma ação contra o cangaço. Ele reformulou o serviço policial volante, compondo os grupos de combate com soldados oriundos do sertão, com hábitos e resistência física semelhante às dos próprios cangaceiros. Outra ação importante foi a abertura de processos judiciais e até mesmo prisões de pessoas que apoiavam e davam guarida aos bandidos, os chamados coiteiros. Muitos destes eram ligados ao próprio partido do governo estadual.

Logo a ação trouxe resultados de maneira extremamente positiva, ajudando a destruir o elo que unia os cangaceiros aos poderosos chefes do interior e enfraquecendo a ação dos bandidos.

Uma caricatura apresenta o medo do sertanejo em relação ao cangaço
A caricatura apresenta o medo do sertanejo

As medidas aplicadas foram avassaladoras e provocaram muitas baixas entre os cangaceiros, principalmente entre os membros do grupo de Lampião, conquistando também a opinião pública. Nesta empreitada o Chefe de Polícia Eurico Sousa Leão teve como um dos principais elementos ao seu lado o major Teófanes Ferraz Torres, que comandou as unidades policiais nas cidades e vilas do interior[1]

Resultados Imediatos 

Dos cangaceiros capturados pela ação do governo pernambucano, antes do episódio de Mossoró, sem dúvida que a maior “estrela” foi Arthur José Gomes da Silva, o conhecido Beija Flor. Ele havia sido capturado na região de Jatobá de Tacaratu pela volante do tenente Amadeu[2].

O cangaceiro Beija Flor
O cangaceiro Beija Flor

Chegou ao Recife em 13 de março fortemente escoltado por dez policiais, desembarcando em um trem da Great Western. Os jornais propalavam que ele falava desembaraçadamente e com tranquilidade, apesar de analfabeto. Jovem, tinha cabelos claros e foi pessoalmente interrogado por Eurico. Afirmou que era chefe de um bando de cangaceiros independentes, que ocasionalmente se reunia com Lampião para realizar assaltos, sendo considerado responsável por “mais de 30 mortes” e assaltos ao longo de sua vida como bandoleiro. Finalizou informando que desde janeiro não se encontrava com Lampião e sabia que este tinha ido “para o norte”[3].

Segundo os pesquisadores Frederico Bezerra Maciel e Bismarck Martins de Oliveira, o cangaceiro Arthur José Gomes da Silva, o Beija Flor, era pernambucano, filho do ex-praça da polícia pernambucana Arsênio José Gomes e de Maria Tereza da Conceição, além de ser irmão de Euclides José Gomes, o cangaceiro Cacheado. Ele teria acompanhado seu irmão e o bando de Lampião durante a ida deste a cidade cearense de Juazeiro, quando em 6 de março de 1926 houve o encontro de Lampião e Padre Cícero. Os autores apontam que os irmãos Gomes participaram da maior batalha da história do cangaço, a da Serra Grande, próximo a Vila Bela, em 26 de novembro de 1926.

Bando de Lampião em Juazeiro, 1926
Bando de Lampião em Juazeiro, 1926.

Beija Flor sempre andava com uma ostensiva medalha de Nossa Senhora das Graças no peito, tendo sido preso no dia 3 de fevereiro de 1927, aos 21 anos de idade. Devido à ação mais enérgica da polícia pernambucana, tencionava seguir para a região de Uauá, na Bahia.

Dias depois da sua chegada a capital de Pernambuco, os jornais locais divulgavam, até com certa surpresa, que Beija Flor havia constituído um advogado para ser libertado. Seu causídico logo requereu um habeas corpus junto ao Superior Tribunal de Justiça. Através do Desembargador Arthur da Silva Rêgo, solicitou ao Chefe de Polícia Eurico Sousa Leão maiores informações sobre aquele prisioneiro que tinha a alcunha de um pequeno pássaro e estava doido para “bater asas” de novo. A resposta de Eurico não utilizou palavras positivas. Informou que o cangaceiro era “perigoso”, sendo considerado “um problema seu livramento”.

Beija Flor havia cometido crimes em Água Branca, Alagoas, onde estava pronunciado nos artigos 294 e 356 (assassinato e roubo), do Código Penal de 1890, então vigente na época. Já no município pernambucano de Vila Bela, atual Serra Talhada, ele também estava pronunciado no mesmo artigo 294 e nos artigos 136 (incêndio a edificação) e 304 (lesão corporal). Para complicar a situação de Beija Flor, o Chefe de Polícia ainda aguardava novas comunicações do major Ferraz sobre outros crimes que ele havia cometido. Dias depois o pedido de habeas corpus foi negado[4].

Antiga Cadeia Pública de Recife - Fonte - ideiasembalsamadas.blogspot.com
Casa de detenção Fonte – ideiasembalsamadas.blogspot.com

Logo outros cangaceiros foram chegando para a grande Casa de Detenção do Recife[5]

Mais de 100 Cangaceiros Capturados ou Mortos 

Sempre com certo estardalhaço, quando novas prisões e mortes de cangaceiros ocorridas no sertão eram divulgadas em profusão na imprensa recifense.

Na noite de 11 de abril de 1927, uma segunda feira, um homem negro, alto, procurou o major Ferraz no quartel da polícia em Vila Bela. Disse que seu nome era Francisco Miguel, que era acusado de assassinato no município pernambucano de Floresta, havia andado como membro do grupo de Lampião, era conhecido como Pássaro Preto e deixou o bando a cerca de dois meses. Logo este cangaceiro, que também participou do grande combate de Serra Grande, veio para Recife[6].

Lampião e seu irmão Antônio em Juazeiro
Lampião e seu irmão Antônio em 
 Juazeiro

Em 19 de abril, no lugarejo São João do Barro Vermelho, perto de Vila Bela, foi morto o cangaceiro Cícero Nogueira em um tiroteio com as volantes dos tenentes Antônio Francisco e Alfredo Alexandre. Mesmo sem maiores detalhes, consta que os policiais passaram pelo lugar Poço Ferro e tiveram a notícia que este bandoleiro, também participante do combate de Serra Grande, estava próximo a São João do Barro Vermelho. 

Major Teófanes Ferraz Torres
Theóphanes Torres

Ali foi capturado pelo soldado Augusto Gouveia. Mesmo detido e cercado, em um dado momento este cangaceiro pediu para palestrar com seu captor, no que foi atendido. No meio da conversa Cícero Nogueira aproveitou um momento de distração do militar e bateu com seu chapéu de couro na cabeça de Gouveia. Na correria que se seguiu o cangaceiro foi alvejado e morto[7].

Quando completava seis meses a frente do cargo, no dia 11 de junho de 1927, através da imprensa pernambucana, Eurico Sousa Leão, junto com o major Ferraz, divulgaram uma lista com o nome, alcunha e fatos ligados a captura ou morte de 100 cangaceiros de diversos bandos que infestavam o sertão[8].
Esta lista impressionante foi publicada no mesmo dia que Lampião e seus homens se encontravam no Rio Grande do Norte, com o objetivo de realizar o ataque a Mossoró, o que ocorreria dois dias depois. O fato do “Rei do Cangaço” está em terras potiguares, buscando novas paragens para praticar suas rapinagens e crimes, é um quadro claro da feroz perseguição que sofria em solo pernambucano. 

Dias Maravilhosos Para os Policiais 

Ao longo do segundo semestre de 1927 outros cangaceiros foram sendo continuamente mortos e capturados pelas forças policiais de Pernambuco e de outros estados nordestinos. Dentre estes estavam alguns que estiveram no ataque dos cangaceiros ao Rio Grande do Norte.

Lampião e seu bando após a derrota em Mossoró
Lampião e seu bando após a derrota em Mossoró

Na sexta-feira, 22 de julho de 1927, o telégrafo estalou em Recife com a notícia da captura naquele mesmo dia do cangaceiro Serra do Umã, também alcunhado Mão Foveira. Ele se chamava Domingos dos Anjos de Oliveira, era negro, jovem, tido como valente e natural da grande Serra do Umã, uma elevação natural do sertão pernambucano cheia de histórias[9]

Região da Serra do Umã na atualidade - Foto - G. dos Anjos
Região da Serra do Umã na atualidade – Foto – G. dos Anjos

Já o bandoleiro Serra do Umã era irmão do cangaceiro alcunhado Azulão, morto no dia 10 de junho de 1927 pelo soldado da polícia potiguar José Monteiro de Matos, no lugar Caiçara, próximo a povoação de Vitória, durante a primeira resistência ocorrida contra Lampião e seus homens no Rio Grande do Norte[10].

Cangaceiro Serra do Umã preso em Recife
Serra do Umã preso em Recife

Além de Azulão, o pai e outro irmão do cangaceiro Serra do Umã  também já haviam andado com Lampião de arma na mão e chapéu de couro na cabeça. Estes dois, Raimundos dos Anjos (o pai) e Rufino (o irmão), foram presos nos primeiros dias de agosto pela volante do tenente Arlindo Rocha, na localidade Serrote, município de Floresta[11].

Cangaceiro Andorinha
Cangaceiro Andorinha

Ao observar os jornais antigos e livros sobre o tema cangaço, é inegável que aqueles dias de agosto de 1927 foram maravilhosos para a luta das forças de segurança do governo pernambucano contra os cangaceiros e outros bandidos que infestavam o sertão. Até o fim do mês foram presos 16 destes foras da lei, alguns capturados nos contrafortes da própria Serra do Umã. Entre estes figuravam cangaceiros como José Alves de Lima, o José Guida, e João Alves Mariano, o Andorinha, respectivamente com 52 e 30 anos de idade e que haviam acompanhado o mítico chefe cangaceiro Sinhô Pereira[12].
Também estavam detidos os antigos companheiros de Lampião como Antônio Quelé Alves Bezerra, ou Antônio Guilé, alcunhado Candeeiro, Camilo Domingos de Farias, o Pirulito, e seus parentes Fortunato Domingos de Farias, o Guará, e Benedito Domingos de Farias. Consta que Candeeiro e Benedito Domingos estiveram em Mossoró no dia 13 de junho de 1927[13].

Benedito Domingos de Farias preso. Ele também participou do ataque a Mossoró
Benedito Domingos de Farias

Nestas capturas o tenente Arlindo Rocha certamente usou de violência para alcançar os seus intentos, inclusive contra os coiteiros da Serra do Umã. Após capturar Pirulito (e depois de certamente apertá-lo) o tenente Arlindo esteve junto aos coiteiros conhecidos como David Dudu, Manoel Domingos e Manoel Lucindo, membros ou ligados a família Domingos. Com estes conseguiu encontrar três fuzis Mauser e um rifle Winchester. Mesmo discretamente, um jornal recifense afirma que o tenente Arlindo conseguiu este material bélico depois de colocar os coiteiros “debaixo de rigor”[14].

Em setembro, no dia 11, um domingo, quem se entregou na cadeia de Vila Bela foi outro cangaceiro que causou sensação na imprensa quando chegou à casa de Detenção do Recife. Era o famoso Zabelê.
Considerado de alta periculosidade pela polícia, seu nome verdadeiro era Isaias Vieira dos Santos e quem o recebeu foi o delegado A. Xavier. O cangaceiro declarou que havia tomado parte em vários tiroteios, estando envolvido em um crime na Serra Grande e que nos últimos 14 dias ele estava sem alimentação regular devido à perseguição policial, vivendo de plantas do mato. Aí não teve jeito e decidiu se entregar[15].

Zabelê
Zabelê

Na década de 1960, já velho, morando em um casebre em Serra Talhada, desassistido e muito pobre, Isaias Vieira dos Santos declarou a pesquisadora Aglae Lima de Oliveira que no passado havia sido um pequeno vendedor nas caatingas e seus melhores clientes eram os bandidos. A polícia soube quem era a sua clientela preferencial, o classificou como coiteiro, prometeu surrá-lo e prendê-lo. Isaias decidiu então seguir junto com Lampião. Nesta mesma entrevista, destinada a fornecer dados para o desenvolvimento do livro “Lampião, Cangaço e Nordeste”, o ex-cangaceiro Zabelê afirmou a Aglae de Lima que se entregou aos policiais porque soube que “-Tava garantido pelo coroné Corneio Luare”.

Ou houve um erro gráfico na impressão do livro. Ou a transcrição da fala tradicional do velho cangaceiro ficou muito a desejar. Ou a pesquisadora não quis colocar textualmente que a pessoa que supostamente garantia a entrega de Zabelê à polícia era o comerciante e político serra-talhadense Cornélio Soares[16]

Quem Podia Pagava. Quem não Podia Ficava… 

O ano de 1928 se iniciou e mais cangaceiros chegavam ao Recife.
Em 28 de março, vindo de Rio Branco (atual Arcoverde), chegava a Recife um trem com 15 cangaceiros e uma escolta de 30 policiais.

Camilo Domingos de Farias, o Pirulito
Camilo Domingos de Farias, o Pirulito

Na gare da estação desembarcaram Camilo Domingos de Farias, o Pirulito, Antônio Bernardo Silva, Adriel Ananias Pereira, Manoel Othon Alencar, o Seu Né, Benedito Domingos Farias, Manuel Torquato Amorim, Antônio Quelé Bezerra, o Candeeiro, Domingos dos Anjos de Oliveira, o Serra do Umã, Fortunato Domingos de Farias, o Guará, Rufino dos Anjos Oliveira, Manoel Cornélio de Alencar, o Sinhô Piano, José Bernardo da Silva, Antônio Serafim da Silva, o Antônio de Ernestina e Cícero Flor da Silva[17].

Para quem estava preso os dias passavam lentos, como se passa em todo local de detenção. Para evitar este problema, quem podia tratava de sair da cadeia pelos meios legais.
Este foi o caso do comerciante Emiliano Novaes. Membro de uma proeminente família da cidade de Floresta, tido como amigo e coiteiro de Lampião, consta que chegou a cavalgar de arma na mão ao lado de cangaceiros. No livro de Luiz Bernardo Pericás, “Os cangaceiros: ensaio de interpretação histórica” existe a reprodução de um telegrama policial enviado pelo tenente Sólon Jardim, de Vila Bela para Recife.

O Casca Grossa
O Casca Grossa

Informava o oficial que Emiliano Novaes estava chamando cangaceiros de várias partes para atacar a vila de Nazaré, onde viviam e se concentravam alguns dos maiores inimigos e mais tenazes perseguidores de Lampião.


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O grupo de Emiliano Ferraz era superior a 100 cangaceiros e entre suas ações consta que no dia 29 de julho de 1926, no lugar Ingazeira, eles mataram o Soldado Cândido de Souza Ferraz, de número 386, lotado na 1ª companhia, do 3º Batalhão de Vila Bela. Consta que o Soldado Ferraz estava com a saúde debilitada e seguia para o quartel quando foi covardemente assassinado.

Pelo crime Emiliano Novaes foi preso. Mas em agosto de 1928, através do renomado Dr. Caetano Galhardo, seu advogado, conseguiu o desaforamento de seu processo para o município do Cabo, próximo a capital pernambucana. Depois o Dr. Galhardo impetrou uma ordem de habeas corpus. Esta foi julgada em 21 de agosto, sendo o processo anulado “Ab initio” e concedendo a liberdade ao acusado, que foi imediatamente solto[18].

Já os cangaceiros sem recursos, nem advogados, pagavam seus crimes na cadeia. 

Um Intelectual Visita os Cangaceiros 

Na Casa de Detenção de Recife, os agora ex-cangaceiros trabalhavam principalmente na sapataria, alguns eram alfaiates e um era serralheiro. Eles eram muito respeitados pelos outros presos, mas raramente recebiam alguma visita de parentes. 

Cangaceiro Capão
Cangaceiro Capão

Entretanto entre as décadas de 1920 e 1930 era normal a visita de estudiosos e jornalistas ávidos para descobrir os aspectos ligados aos cangaceiros e ao cangaço. Mas a maioria só procurava conversar com o velho e respeitado Manoel Baptista de Morais, o famoso cangaceiro Antônio Silvino.

Fotos de cangaceiros presos na Casa de Detenção de Recife, estampada na primeira página de um jornal da capital pernambucana
 
Mas os antigos guerreiros de chapéu de couro não ficavam fora dos holofotes. O Chefe de Polícia Eurico Sousa Leão, não criava nenhum tipo de problema quando algum jornalista de Recife e de outras cidades queriam entrevistar e fotografar os cangaceiros. Era uma ótima propaganda da ação “saneadora” do governo pernambucano contra a violência no sertão.

Outra foto dos cangaceiro na reportagem de "O Malho" de dezembro de 1928
“O Malho” de dezembro de 1928

Uma grande reportagem, que trazia como principal fotografia que abre este artigo, foi realizada pela revista carioca “O Malho”, edição de 29 de dezembro de 1928, cujo autor foi o respeitado Ribeiro Couto. E este fez diferente, nem sequer falou com Antônio Silvino e foi direto conversar com os “cabras” de Lampião[19].
Aproveitando uma parada de quatro horas do vapor Bagé em Recife, Ribeiro Couto deu um jeito de ir à Casa de Detenção. Ali quem lhe apresentou o ambiente foi o delegado Maurício Pinheiro Guimaraes.
Aqueles antigos cangaceiros, sem suas impressionantes roupas e armas, envergando seus claros uniformes azuis de presidiários não causavam medo ao visitante.

Entre maravilhado e um tanto repugnado, o paulista de Santos primeiramente tentou contato com Beija Flor, mas soube que ele estava em uma audiência no interior do estado. Mas se impressionou com Serra do Umã, que para ele era “um cafuzo que os próprios companheiros temiam pelos instintos ferozes”.

Rui Esteves Ribeiro de Almeida Couto
Rui Esteves Ribeiro de Almeida Couto

Ribeiro Couto foi até a oficina da sapataria, onde cerca de 80 homens realizavam seus ofícios na maior tranquilidade, mas a maioria deles estava condenada a 30 anos de reclusão. Ali foi apresentado a Genésio Vaqueiro, um negro risonho, mas discreto. Era conhecido no cangaço como Mourão, disse ter andado com Lampião só por alguns “dias”, que era agricultor, se iludira com o cangaço e que não tinha nenhuma morte nas costas.
 
Baraúna, o cangaceiro que Couto considerou "um índio"
Baraúna, considerado “um índio”

Já em relação a Antônio Gregório da Silva, o Baraúna (ou Braúna), Couto o considerou sua aparência como a de um “índio” e soube que era um dos mais perigosos homens que andou com Lampião. Mas também um verdadeiro artista na “arte de engraxar botas”, seu ofício na Casa de Detenção.
Já de Ventania, que não tinha ainda vinte anos, cujo nome verdadeiro era José Pereira da Cunha, foi o único dos detentos que expressou uma opinião negativa sobre Lampião, por ele ter desrespeitado uma prima sua. Ribeiro Couto sugeriu então se não seria o caso de incorporá-lo nas volantes que no final de 1928 caçavam Lampião nos sertões da Bahia.

Para Ribeiro Couto aqueles rapazes, que um dia viveram apenas da agricultura, ao andarem com Lampião se tornaram “famosos”, mas que também aquilo havia sido a perdição de todos[20]

Anos Atrás das Grades 

O tempo ia passando, seguindo o ritmo da justiça.
No começo de dezembro de 1929, em seção presidida no Fórum de São Lourenço pelo juiz José Julião R. Pinto de Souza, sendo promotor o Dr. Nogueira Vilela, o ex-cangaceiro Serra do Umã foi pela segunda vez absolvido. Não sei dizer quando ocorreu seu primeiro júri, mas sabemos que o seu processo foi desaforado da Comarca de Floresta e que, mesmo com a segunda absolvição, o Dr. Vilela apelou novamente. Mas o antigo companheiro de Lampião não desistiu[21].

1930-Beija FRlor em Noronha

Não sabemos quando, mas temos a notícia que Beija Flor foi julgado e condenado a 30 anos de reclusão no presídio do então Território Federal de Fernando de Noronha. Em fevereiro deste mesmo ano ele chegava do temido arquipélago no vapor Corcovado, junto com mais 90 detidos, para ir depor em Salgueiro, no interior de Pernambuco. Foi notícia em todos os jornais recifenses[22].

O cangaceiro Guará
O cangaceiro Guará

Ao longo dos anos vários dos antigos bandoleiros participavam de seus julgamentos, alguns deles por vezes seguidas, com resultados que chamam atenção. No primeiro julgamento da 4ª Seção do Júri de Recife, presidido pelo Dr. João Tavares, no dia 25 de outubro de 1933 foram absolvidos Benedito Domingos de Farias (que havia feito parte do bando de Lampião durante o ataque de Mossoró), Fortunato Domingos de Farias, o Guará, e Domingos dos Anjos de Oliveira, o Serra do Umã. Para Domingos era terceira vez que pisava em um tribunal e pela terceira vez ocorria a sua absolvição. Mas tal como das outras vezes, pela terceira vez o promotor recorreu. A partir daí não sabemos o que aconteceu com ele e seus companheiros[23].

Passados 30, 40 anos depois, vamos ter algumas notícias destes antigos cangaceiros que andaram com Lampião no período anterior a 1928. Entretanto o destino de muitos requer pesquisa mais acentuada, mas com possibilidades de se conseguir poucas informações. E a causa é relativamente simples!

Em outra reportagem de "O Malho" vemos, da esq. para dir. os cangaceiros Cobra Verde, Cocada e Recruta em 1929
Cobra Verde, Cocada e Recruta em 1929

Estigmatizados, perseguidos e marcados, para muitos que sobreviveram ao cangaço e o cárcere, o melhor na vida pós-cadeia era a discrição. Evitar falar sobre este tema. Evitar falar sobre a sua vida no cangaço e na cadeia até com os familiares.

Muitos deles até estavam vivos e lúcidos quando vários setores culturais brasileiros nas décadas de 1950 e 1960 voltaram seus focos para o tema cangaço e a sociedade brasileira passou a conhecer Mais do tema. Mas o Nordeste dessa época ainda era bem atrasado no sentido de absorção de informações e poucos foram até eles com material condizente para gerar bons registros.

Cangaceiro Cancão
Cangaceiro Cancão

Na década de 1970 pesquisadores começaram a percorrer os sertões em Fords Rurais em busca dos que participaram do cangaço antes de 1928. Buscavam histórias da época anterior a Lampião cruzar o “Velho Chico”, quando os bandos podiam ter mais de 100 “cabras” e antes das mulheres participarem ativamente do cangaço. 


Antônio Quelé Alves Bezerra, ou Antônio Guilé, alcunhado Candeeiro
Antônio Quelé Alves Bezerra, ou Antônio Guilé, alcunhado Candeeiro

Chegaram aos rincões levando a tiracolo pesados gravadores de “Fitas K7” e máquinas fotográficas japonesas de ótima qualidade. Mas muitos dos que vivenciaram aquele momento do cangaço ou continuavam sem querer falar, ou já tinham morrido, ou estavam senis.

Mas com persistência e uma busca mais apurada alguns falaram e deram ótimos depoimentos sobre suas andanças de armas na mão.

Mas poucos falaram das experiências cadeia!
Dos que falaram temos o exemplo de Isaias Vieira dos Santos, o Zabelê.
No seu relato dado a pesquisadora Aglae Lima de Oliveira no final da década de 1960, comentou que quando andava com Lampião passava muito bem e vivia de “barriga cheia”. Mas aí veio o cárcere!

Sabemos que Zabelê passou 14 anos atrás das grades e que grande parte foi em Fernando de Noronha. Para ele este tempo de presídio lhe trazia muito arrependimento. Mas não pelos crimes cometidos, mas por ter se entregado as autoridades. Isaias reclamou que nunca achou “quem espiasse meus papé” para sair mais cedo da cadeia. 

José Alves de Lima, o José Guida, que teria sido cangaceiro de Sinhô Pereira
José Alves de Lima, teria sido cabra de Sinhô Pereira

Ele confirmou que entrou no cangaço “empurrado pula puliça” e que não era ”home de leva surra de outro home”. A pesquisadora Aglae Lima acentuou em seu livro que Isaias Vieira dos Santos, na época do seu relato “passava fome”[24].

Talvez para ele fosse melhor morrer lutando!

REFERÊNCIAS

[1] Sobre a biografia e o trabalho policial de Eurico de Sousa Leão ver – http://blogvivendoaguapreta.blogspot.com.br/p/noticias.html e http://pt.wikipedia.org/wiki/Eurico_de_Sousa_Le%C3%A3o

[2] O atual município pernambucano de Petrolândia está localizado na região do Médio São Francisco, na fronteira entre Pernambuco e Bahia e possui cerca de 25.000 habitantes.

[3] Beija Flor afirmou também que estava atuando com seu pequeno bando de cangaceiros na fronteira entre Pernambuco e a Bahia, quando caiu em uma cilada e foi capturado. Mais sobre Beija Flor ver o Jornal de Recife, Recife-PE, edição de 15 de março de 1927, pág. 2. Sobre a saída de Lampião de Pernambuco devido à atuação das forças volantes ver DANTAS, Sérgio A. de S. Lampião e o Rio Grande do Norte – A história da grande jornada. Natal-RN: Cartgraf, 2005, págs. 36 a 39 e TORRES FILHO, G. F. de S. Pernambuco no tempo do Cangaço : Antônio Silvino, Sinhô Pereira, Virgulino Ferreira “Lampião” : Theophanes Ferraz Torres, um bravo militar – Volume II (1926-1933): Recife-PE: Edições Bagaço, 2003, págs. 170 a 174.

[4] Ver Jornal de Recife, Recife-PE, edições de 8 de abril de 1927, pág. 2 e 28 de abril de 1927, pág. 5. Sobre a íntegra do Código Penal de 1890 ver http://legis.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=66049,
MACIEL, F. B. Lampião, seu tempo e seu reinado: A Guerra de Guerrilhas (fase de domínio): Petrópolis-RJ: Editora Vozes Ltda, 1986, págs. 171 e OLIVEIRA, B. M. O Cangaceirismo no Nordeste, 2ª Ed.: João Pessoa-PB, 2002, pág. 209.

[5] Em 6 de agosto de 1848, através da Lei provincial 213, foi autorizada a construção de uma cadeia pública em Recife. A construção se iniciou em 1850 e sua conclusão só ocorreu em 1867, apesar da sua inauguração oficial ter sido realizada 25 de abril de 1855. O prédio da Casa de Detenção do Recife, em estilo neoclássico, foi construído em forma de cruz, ficando as celas dispostas em alas que podiam ser vigiadas facilmente a partir de uma sala central. Em 1973, depois de 118, o presídio foi desativado e o local transformado na Casa de Cultura de Pernambuco, onde até hoje funciona um centro de artesanato, com lojas de pintura, bordado, joias, confecções etc. Ver www.casadaculturape.com.br/aCasa.php

[6] Ver o periódico Jornal Pequeno, Recife-PE, edição do dia 12 de abril de 1927, 1ª pág.

[7] Cícero Nogueira é apontado nos jornais como sendo tanto coiteiro que apoiava Lampião, quanto cangaceiro que andou com o grande chefe do cangaço e, aparentemente, formou um pequeno bando que perturbava a paz na região de São João do Barro Vermelho, atualmente denominada Tauapiranga e ainda hoje um distrito de Serra Talhada. Ver os periódicos Jornal Pequeno, Recife-PE, edição do dia 12 de abril de 1927, 1ª pág, A Província, Recife-PE, edição do dia 20 de abril de 1927, pág. 5 e o livro de TORRES FILHO, G. F. de S. Pernambuco no tempo do Cangaço : Antônio Silvino, Sinhô Pereira, Virgulino Ferreira “Lampião” : Theophanes Ferraz Torres, um bravo militar – Volume II (1926-1933): Recife-PE: Edições Bagaço, 2003, págs. 194 e 195.

[8] Ver jornal A Província, Recife-PE, edições dos dias 11 e 12 de junho de 1927, págs. 2 e 3 respectivamente.

[9] Com altitudes que chegam a quase 1.000 metros, está localizada entre as cidades pernambucanas de Floresta, Salgueiro e Serra Talhada, mas a cidade mais próxima é Carnaubeira da Penha, com quase 13.000 habitantes. Durante o período do Cangaço a Serra Umã foi um verdadeiro baluarte dos bandoleiros e considerada quase inexpugnável. Em 1920 o então capitão Teófanes Ferraz Torres subiu a serra atrás de bandidos, junto com uma volante e levou um tiro no rosto dos chamados “Caboclos da serra”. Estes eram os descendentes de indígenas e de antigos escravos fugitivos que buscaram refúgio naquela grande elevação. Já a presença dos indígenas na Serra do Umã data provavelmente do século XIX. Segundo documentos de 1801, esses índios, sob a denominação de Umãs juntamente com outras tribos, foram aldeados no local onde permaneceram até 1819, quando a aldeia foi abandonada após vários conflitos. Em 1824, houve a dispersão de diversos grupos indígenas pelo sertão de Pernambuco, tendo os Umã se dirigido para região da Serra Negra. As primeiras visitas de representantes do extinto SPI – Serviço de Proteção ao Índio àquele grupo ocorreram entre 1943 e 1945, conforme depoimento de índios Aticum, quando funcionários desse órgãoestiveram na área para assisti-los dançarem o “toré”. A realização do “toré” seria o Indicador de que os habitantes daquela serra do sertão pernambucano eram “índios”, o que Ihes  então  daria o direito de receberem assistência do SPI. Em 1949 foi criado o Posto Indígena Aticum, posteriormente denominado Padre Nelson, na aldeia Alto da Serra. A presença dos antigos escravos é caracterizada também pela adoção de elementos da religiosidade de matriz africana entre os índios Aticum. Sobre a prisão do cangaceiro Serra do Umã ver jornal A Província, Recife-PE, edição do dia 22 de julho de 1927, pág. 2. Sobre as populações indígenas que habitam a Serra do Umã ver  http://www.ufpe.br/nepe/povosindigenas/atikum.htm / http://www.ufpe.br/nepe/povosindigenas/atikum.htm. Sobre a fama da Serra doUmã ser um baluarte de cangaceiro ver TORRES FILHO, G. F. de S. Pernambuco no tempo do Cangaço : Antônio Silvino, Sinhô Pereira, Virgulino Ferreira “Lampião” : Theophanes Ferraz Torres, um bravo militar – Volume II (1926-1933): Recife-PE: Edições Bagaço, 2003, págs. 218 e 219.

[10] A antiga povoação de Vitória é o atual município potiguar de Marcelino Vieira. Sobre o combate da Caiçara ver http://tokdehistoria.com.br/tag/marcelino-vieira/http://tokdehistoria.com.br/tag/o-grande-fogo-da-caicara/

[11] Sobre a prisão do pai e do irmão do cangaceiro Serra do Umã, ver jornal O Paiz, Rio de Janeiro-RJ, edição do dia 13 de agosto de 1927, pág. 4.

[12] Mais sobre José de Guida e Andorinha, ver Jornal de Recife, Recife-PE, edição do dia 2º de maior de 1928, pág. 7.

[13] Segundo o pesquisador Bismarck Martins de Oliveira o cangaceiro Andorinha também havia estado com Lampião em Juazeiro, no dia 4 de março de 1926. Sobre Candeeiro este autor aponta que ele também acompanhou Lampião a Juazeiro, esteve no grande combate da Serra Grande e confirma que o mesmo esteve participando da invasão de Mossoró. Ver OLIVEIRA, B. M. O Cangaceirismo no Nordeste, 2ª Ed.: João Pessoa-PB, 2002, págs. 200 e 214.Ver também os jornais A Província, Recife-PE, edição do dia 19 de agosto de 1927, pág. 5. e Jornal de Recife, Recife-PE, edição do dia 23 de agosto de 1927, 1ª pág.

[14] Ver o Jornal de Recife, Recife-PE, edição do dia 23 de agosto de 1927, pág. 9.

[15] A Província, Recife-PE, edição do dia 14 de setembro de 1927, pág. 3.

[16] Sobre o depoimento de Isaias Vieira dos Santos, ver OLIVEIRA, A. L. Lampião, Cangaço e Nordeste, 2ª Ed.: Rio de janeiro-RJ, 1970, págs. 420 e 421. Já em relação a Cornélio Aurélio Soares Lima, era mais conhecido como coronel Cornélio Soares, nasceu no dia 14 de setembro de 1886 na cidade de Salgueiro, era filho de Tibúrcio Valeriano Gomes Lima e Dona Lucinda Soares Lima. Ainda jovem contrai matrimônio com Cecília Diniz com quem forma uma prole de sete filhos. Em 1925 fica viúvo, e no ano de 1926 casa-se com Úrsula de Carvalho Soares que lhe dá mais nove filhos. Desde cedo demonstrou grande vocação para política, tomando sempre parte decisiva em todos os acontecimentos políticos e sociais da época. Com o advento da revolução de 1930, assume o comando político da então Vila Bela, que tinha como líder na política estadual o Dr. Agamenon Sérgio de Godoy Magalhães. Foi prefeito de Serra Talhada no período de 1947 a 1951. Faleceu em 6 de agosto de 1955. Ver – http://www.fundacaocasadacultura.com.br/site/?p=materias_ver&id=268

[17] Ver o Jornal de Recife, Recife-PE, edição do dia 30 de março de 1928, pág. 5.

[18] Sobre o caso Emiliano Novaes ver PERICÁS, L. B. Os cangaceiros: ensaio de interpretação histórica: São Paulo-SP, 2010, Boitempo Editorial, págs. 214 e 215. Também o Jornal de Recife, Recife-PE, edição do dia 22 de agosto de 1928, pág. 3. Já “Ab initio” é uma expressão latina que significa desde o início, desde o começo.

[19] Rui Esteves Ribeiro de Almeida Couto (Santos, 12 de março de 1898 — Paris, 30 de maio de 1963), mais conhecido simplesmente como Ribeiro Couto, formou-se bacharel em Direito em 1919, no Rio de Janeiro RJ. Até 1922, colaborou nas revistas Brás Cubas e Careta, sob os pseudônimos de Antônio Simples e Zeca, e nos jornais Gazeta de Notícias, sob o pseudônimo de Eduardo Sancho, Diário do Rio de Janeiro, A Pátria e A Manhã. Em 1921 publicou O Jardim das Confidências, seu primeiro livro de poesia. Nas décadas seguintes foram publicados seus romances Cabocla e Prima Belinha e seus livros de contos Circo de Cavalinhos e O Crime do Estudante Batista, entre outros. Também produziu livros de ensaios, impressões de viagens e crônicas, além da peça de teatro Nossos Papás. Entre 1929 e 1955 serviu, com adido consular e embaixador, na França, em Portugal e na Iugoslávia. Em 1932 fundou a Editora Civilização Brasileira, com Gustavo Barroso e outro sócio. Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 1934. Sua obra poética inclui, entre outros, os livros Um Homem na Multidão (1926), Canções de Amor (1930), Noroeste e Outros Poemas do Brasil (1933), Cancioneiro do Ausente (1943) e Entre Mar e Rio (1952). A poesia de Ribeiro Couto pertence à segunda geração do Modernismo. De acordo com o crítico Rodrigo Octávio Filho – Ribeiro Couto opôs, aos temas nobres, os temas cotidianos, os temas da vida ao alcance do olhar de qualquer ‘homem da multidão’. E tudo isso em linguagem discreta e em meio tom.

[20] Ver Revista O Malho, Rio de Janeiro-RJ, ed. 29 de dezembro de 1928, págs. 23, 51 e 52.

[21] Sobre este caso, ver o jornal A Província, Recife-PE, edição do dia 4 de dezembro de 1929, pág. 2.

[22] Ver o periódico Jornal Pequeno, Recife-PE, edição do dia 2 de fevereiro de 1930, pág. 3.

[23] Ver o Jornal de Recife, Recife-PE, edição do dia 26 de outubro de 1933, pág. 2.

[24] Ver OLIVEIRA, A. L. Lampião, Cangaço e Nordeste, 2ª Ed.: Rio de janeiro-RJ, 1970, págs. 420 e 421.

Você achou aqui o que eu trouxe do  Tok de História

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

E se Os Vingadores tivessem vivido no Cangaço...

... Eles seriam Os Arretados da Mulesta da gota serena "Vingadores do Sertão"


Capitão América seria...

Capitão Sertão


 Thor ... 
Trovoada


 Homem de Ferro...

"Homi Alumino"


Viúva Negra se chamaria...


Maria Aranha de Zé Finado



Gavião Arqueiro se chamaria...


Carcará Sanguinolento

 E O Hulk (que vocês já viram Nesta galeria do mesmo artista, seria chamado)



Besta Fera



A Fonte desta irreverência é o blog do blog do Wagnerine


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

O nordeste brasileiro em livros?

Professor Pereira tem!!!
Consulte nosso sebo virtual atualizado para Setembro e Outubro.



Autor  - Título   -  valor  -  OBS.
  1. A. Otaviano Vieira Jr. Entre Paredes e Bacamartes, história da família do sertão (1780-1850)   2004 316 pág. 40,00 Ótimo estado
  2. Abdon Monteiro de Lima Memórias de Um Vaqueiro Cearense 1982 153 pág. 28,00 Bom estado/envelhecido
  3. Abelardo F. Montenegro Fanáticos e Cangaceiros 2011 – Clássico 2ª Ed. 420 pág. 70,00 Novo /
  4. Abelardo F. Montenegro Os Partidos Políticos do Ceará 1980 257 pág. 20,00 Bom estado
  5. Abelardo F. Montenegro Ceará e o Profeta da Chuva   2008 356 pág. 40,00 Novo
  6. Abelardo F. Montenegro Fanáticos e Cangaceiros 1ª Edição 1973  100,00 Bom estado/envelhecido
  7. Abilio Wolney Aires Neto O Diário de Abilio Wolney 2009 370 pág. 60,00 Novo
  8. Adalberto Barreto A Morte de Lampião 95 pág. 25,00 Bom estado/livro de bolso
  9. Adelaide Gonçalves Ceará socialista Anno 1919  (Ed. Fac-Similar) 120 pág. 30,00 Ótimo estado
  10. Afonso D’Escragnolle Taunay A Guerra dos Bárbaros  3ª Ed. 2010 452 pag. 60,00 Novo
  11. Agamenon Magalhães  O Nordeste Brasileiro (1970)  1992 100 pag. 18,00 Bom estado manchas
  12. Aglae Lima de Oliveira Lampião, Cangaço e Nordeste 1970 436 pág. 110,00 Livro sem capa, miolo perfeito p/ encadernar
  13. Agostinho Balmes Odísio Memórias sobre Juazeiro do Padre Cícero (1935) Memórias escrita a caneta e editada, livro raro. Edição fac-similar de 2006  40,00 Ótimo estado
  14. Aguinaldo Silva Padre Cícero: O Grande Sucesso da TV 1984 263 pág. 35,00 Bom estado
  15. Airton de Farias Delmiro Gouveia  101 pág. 15,00 Bom estado/livro de bolso.
  16. Alberto Farias O Padre Cícero e  a Invenção do Juazeiro 432 pág. 65,00 Ótimo estado
  17. Alberto Porfírio  Poetas Populares e Cantadores do Ceará 1978  35,00 Bom estado
  18. Alcino Alves Costa Lampião Além da Versão, Mentiras e Mistérios de Angicos – 2011 (3ª Ed.) 410 pág. 55,00 Novo
  19. Alcino Alves Costa Lampião Em Sergipe 2011 298 pág. 65,00 Novo
  20. Alcino Alves Costa Poço Redondo - A Saga de Um Povo 349 pág. 55,00 Novo
  21. Alcino Alves Costa Maria do Sertão. Romance que referencia a beleza, o sentimento e a coragem da mulher sertaneja 326 pág. 40,00 Novo
  22. Alcino Costa O Sertão de Lampião  55,00 Novo
  23. Aloysio Pereira Lima Cel. José Pereira Lima (Zé Pereira de Princesa) (Paraibanos do Século) 52 pág. 18,00 Bom estado
  24. Alvim Martins Horcades Descrição de Uma Viagem a Canudos 201 186 pág. 50,00 Novo
  25. Amália X. de Oliveira O Padre Cícero Que Eu Conheci  45,00   Novo
  26. Ana Cláudia Marques Intrigas e Questões: Vingança de família e tramas sociais no sertão de Pernambuco 2002 352 pág. 45,00 Ótimo estado
  27. Ana Cláudia Marques e outros Andarilhos e Cangaceiros 1999 233 pag. 45,00 Novo
  28. Ana Lúcia Granja e Paulo Gastão Sítio dos Nunes de Flores, vive a Saga Cangaceira: Processo crime contra Lampião, Sabino Gomes e outros. (transcrição) 46 pág. 18,00 Novo
  29. Ana Paula da Cruz Pereira de Moraes Em Busca da Liberdade, Os Escravos no Sertão do Rio Piranhas – PB  (1700-1750) 2011 158 pág. 30,00 Novo
  30. André Heráclio do Rego Família e Coronelismo no Brasil- Uma História de Poder  378 pag.  40,00 Ótimo estado
  31. Angela Barros Leal A História do Ceará passa por essa Rua 1993 143 pag. 25,00 Bom estado
  32. Angelo Osmiro Assim Era Lampião e Outras Histórias 236 pág. 40,00 Novo
  33. Anildomá Willans de Souza Lampião, O comandante das Caatingas 157 pág. 50,00 Ótimo estado
  34. Annette Dumoulin, Ana T. Guimarães e MCP Forti (Editores) Anais do III Simpósio Internacional Sobre Padre Cícero do Juazeiro: e...quem é ele? 2004 (ótimo livro) 285 pág. 50,00 Novo
  35. Antônio Amaury C. de Araújo Gente de Lampião – Sila e Zé Sereno  25,00 Ótimo estado
  36. Antônio Amaury C. de Araújo Lampião e as Cabeças Cortadas  60,00 Novo
  37. Antônio Amaury C. de Araújo Lampião, Segredos e Confidências do Tempo do Cangaço 3ª Ed. 2011 229 pág. 60,00 Novo
  38. Antônio Amaury C. de Araújo Maria Bonita, A Mulher de Lampião 2011 279 pág. 55,00 Novo
  39. Antônio Amaury C. de Araújo Lampião - As Mulheres e o Cangaço 2012 399 pág. 55,00 Novo
  40. Antônio Amaury C. de Araújo Gente de Lampião: Dadá e Corisco 2011 329 pág. 60,00 Novo 
  41. Antônio Amaury C. de Araújo Assim Morreu Lampião 1982 140 pág. 35,00 Bom estado
  42. Antônio Amaury C. de Araújo Assim Morreu Lampião – Nova Edição  2013 317 pág. 55,00 Novo
  43. Antônio Amaury e outro Lampião, Herói ou Bandido?  25,00 Novo
  44. Antônio Assis Costa - Tota Assis A(s) Cajazeiras Que Eu Vi e Onde Vivi  -  2013  3ª edição(Faz referência ao ataque de Sabino Gomes a Cajazeiras em 1926) 263 pág. 35,00 Novo
  45. Antonio Barroso pontes Reminiscências de Uma Caboclo Sertanejo 204 pag. 23,00 Bom estado
  46. Antônio Barroso Pontes O Mundo dos Coronéis   25,00 Bom estado/envelhecido
  47. Antônio Barroso Pontes Sertão Brabo – usos e costumas  1979 164 pág. 35,00 Bom estado
  48. Antônio Barroso Pontes Cangaceirirsmo do Nordeste 1973 187 pág. 40,00 Bom estado
  49. Antônio Bezerra Algumas Origens do Ceará 2009 265 pág. 40,00 Ótimo estado
  50. Antônio Corrêa Sobrinho O Fim de Lampião, O que Disseram os Jornais Sergipanos 2011 166 pág.  33,00 Novo
  51. Antônio da Silva Neves A Seca de 1919  88 pág. 18,00 Bom estado
  52. Antônio Eusébio Teixeira Rocha A Saga de Antônio de Piçarra: De Padre Cícero a Lampião 2001 202 pág. 100,00 Ótimo estado
  53. Antonio Nunes Malveira Notas Sobre as Secas  2001 84 pág. 30,00 Bom estado
  54. Antônio Nunes Malveira O Velho Sertão da Bica 1986 213 pág. 35,00 Bom estado c/carimbo
  55. Antônio Vilela de Souza O Incrível Mundo do Cangaço Vols. I e II  40,00cada  Novo
  56. Antônio Vilela de Souza A outra Face do Cangaço 2012 – Soldado Adrião 102 pág. 28,00 Novo
  57. Archimedes Marques Lampião Contra o Mata Sete 2012 552 pág. 50,00 Novo
  58. Ariano Suassuna Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-volta  2012 754 pág. 55,00 Ótimo estado
  59. Ariosvaldo Figueiredo História Política de Sergipe 1989  35,00 Bom estado
  60. Armando Souto maior Quebra-Quilos, Lutas Sociais no Outono do Império 213 pag.  20,00 Ótimo estado
  61. Aroldo Ferreira Leão Lampião: Um estudo de buscas e essências  2012  700 pág. 70,00 Novo
  62. Arquivo Público do Estado do Ceará. Coleção Manuscritos A Confederação do Equador no Ceará. São manuscritos. Cartas,  Ofícios, portarias da época do movimento  306 pág. 45,00 Ótimo estado
  63. Arthur Shaker Pelo Espaço do Cangaceiro, Jurubeba1979 173 pág. 35,00 Bom estado
  64. Assis Ângelo  Dicionário Gonzagueano de A a Z  28,00 Novo
  65. Balarmino de Souza Neto Dunga da Barra – Um Poeta do Pajeú 1994  45,00 Bom estado
  66. Banco Safra O Museu do Homem do Nordeste 351 pág. 60,00 Ótimo estado
  67. Benedito Silva Padre Ibiapina   101 pág. 20,00 Novo (Bolso)
  68. Benedito Vasconcelos Mendes Reflexões Sobre o Nordeste 95 pag.  15,00 Novo
  69. Bismarck Martins de Oliveira Histórias do Cangaço - O Saque de Souza – PB em 1924  30,00 Novo
  70. Bismarck Martins de Oliveira O Cangaceirismo no Nordeste 2002 329 pág. 40,00 Novo
  71. Bismarck Martins de Oliveira Cangaceiros de Lampião de A a Z   2012  35,00 Novo
  72. Bráulio Tavares Contando Histórias em Versos 2005  25,00 Ótimo estado
  73. Caio Porfírio Carneiro Uma Luz no Sertão 2007 125 pág. 28,00 Ótimo estado
  74. Caio Porfírio Carneiro Padre Cícero: O santo do agreste 77 pág. 20,00 Ótimo estado
  75. Camara cascudo Livro das Velhas Figuras vol. VII 2002 260 pag. 35,00 Ótimo estado
  76. Câmara Cascudo Contos Tradicionais do Brasil 2001 349 pag. 30,00 Bom estado
  77. Câmara Cascudo Livro das Velhas Figuras vol. X  195 pag. 35,00 Ótimo estado
  78. Câmara Cascudo Prelúdio da Cachaça 1986 82 pag. 20,00 Ótimo estado
  79. Câmara Cascudo Rede de Dormir 2003 231 pag. 35,00  Novo
  80. Câmara Cascudo Superstição no Brasil 2002 443 pag. 35,00 Ótimo estado
  81. Câmara Cascudo Vaqueiro e Cantadores  2005 327 pag. 35,00 Ótimo estado
  82. Câmara Cascudo Viajando o Sertão 1984 61 pág. 12,00 Bom estado
  83. Câmara Cascudo Jangada, Uma Pesquisa Etnográfica 2002 170 pág. 30,00 Ótimo estado
  84. Câmara Cascudo Notas e Documentos Para a História de Mossoró 299 pág. 45,00 Ótimo estado
  85. Câmara Cascudo Tradições Populares da Pecuária Nordestina 90 pág. 40,00 Bom estado
  86. Câmara Cascudo História dos Nossos Gestos 2003 277 pág. 35,00 Ótimo estado
  87. Câmara cascudo Folclore do Brasil 2012 230 pág. 35,00 Ótimo estado
  88. Câmara Cascudo Literatura Oral no Brasil 1984 35,00 Ótimo estado
  89. Câmara Cascudo Locuções Tradicionais no Brasil + Coisas Que o Povo Diz 1986 315 pág. 40,00 Bom estado
  90. Câmara Cascudo Antologia do Folclore Brasileiro 2001 323 pág. 40,00 Ótimo estado
  91. Câmara Cascudo Lendas Brasileiras  2001 168 pág. 30,00 Ótimo estado
  92. Câmara Cascudo O Livro das Velhas Figuras Vol. VIII 2002 133 pág. 35,00  Ótimo estado
  93. Câmara Cascudo Histórias de Vaqueiros e Cantadores – para jovens 128 pág. 30,00 Ótimo estado
  94. Câmara Cascudo Flor de Romances Trágicos 189 pág. 40,00 Bom estado
  95. Câmara Cascudo  Dicionário do Folclore Brasileiro 2000  40,00 Ótimo estado
  96. Câmara Cascudo Made In África  2001  25,00 Bom estado
  97. Câmara Cascudo Mouros, Franceses e Judeus – Três presenças no Brasil 2001 30,00 Ótimo estado
  98. Câmara Cascudo Geografia dos Mitos Brasileiros 1976 344 pág. 40,00 Bom estado/envelhecido
  99. Câmara Cascudo Antologia da Alimentação no Brasil  1977 254 pág. 60,00 Bom estado
  100. Cap. João Bezerra Como Dei Cabo de Lampião 4ª Ed. 2013 258 pág. 60,00 Novo
  101. Carlos Lyra Uma Câmara Vê Cascudo   2002 65 pág. 40,00 Novo
  102. Carlos Newton Júnior O Cangaço na Poesia Brasileira 2009 254 pág. 40,00 Ótimo estado
  103. Carlos Xavier Paes Barreto Primitivos Colonizadores Nordestinos 2010 396 pag. 65,00 Novo
  104. Catulo da Paixão Cearense Meu Sertão 205 pág. 30,00 Bom estado/envelhecido
  105. Catulo da Paixão Cearense Luar do Sertão e Outros Poemas escolhidos 1985 40,00 Ótimo estado
  106. Catulo da Paixão Cearense Sertão em Flor 1951 254 pág. 30,00 Envelhecido
  107. Celeste Cordeiro Antigo e Moderno no Ceará Provincial 1997 299 pag. 25,00 Ótimo estado
  108. Célia Magalhães Fatos e Curiosidades- Missão Velha  25,00 Novo
  109. Celso Mariz Apanhados Históricos da Paraíba 1980 201 pág. 40,00 Envelhecido
  110. César Barreira Trilhas e Atalhos do Poder, Conflitos Sociais no Sertão  1992 191 pág. 30,00 Bom estado
  111. Chagas Cristóvão Antônio Martins, Cidade da Boa Esperança 2003 228 pág. 35,00 Novo
  112. Cicinato Ferreira Neto A Misteriosa Vida de Lampião  35,00 Novo
  113. Cicinato Ferreira Neto A Tragédia dos Mil Dias - A Seca de 1877-79 no Ceará  2006 284 pág. 35,00 Novo
  114. Cláudio Aguiar   Caldeirão  40,00 Ótimo estado
  115. Clerisvaldo B. Chagas e Marcello Fausto Lampião em Alagoas 2012  467 pág. 60,00 Novo
  116. Clodomiro Pereira da Silva O Problema das Secas no Nordeste Brasileiro 281 pág. 28,00 Bom estado
  117. Coleção Mossoroense Livro das Secas: nºs. 03 – 05 – 11 – 14 – 16 – 17 – 18 – 20 – 19 – 21 (excelentes livros sobre a seca no Nordeste)   25,00 cada Bom estado
  118. Consuelo Novais Sampaio Canudos: Cartas para o Barão 1999 262 pág. 45,00 Ótimo estado
  119. Costa Porto O Pastoreio na Formação do Nordeste  66 pág. 30,00 Bom estado
  120. Daniel H. de Medeiros Padre Cícero- O Santo do Povo? 1989 48 pag. 15,00 Bom estado
  121. Daniel Lins Lampião – O Homem que Amava as Mulheres  30,00 Novo
  122. Daniel Piza Euclides da Cunha, Trechos de “Os Sertões) 200 pág. 25,00 Ótimo estado
  123. Daniel Walker (cood.) O Pensamento vivo de Padre Cícero  15,00 Bom estado
  124. Dari Medeiros Histórias do Sertão(PB e RN)   2007 189 pág. 40,00 Ótimo estado
  125. Davino Francisco dos Santos A Coluna Miguel Costa e Não Coluna Prestes  25,00 Bom estado
  126. Diana Rodrigues Lopes Padre-Mestre Ibiapina e a Casa de Caridade de Triumpho 2004 26262 pág. 40,00 Novo
  127. Dilson Pontes Chagas Raízes do Sertão 2010 173 pág. 25,00 Novo
  128. Dom José Adelino Dantas Homens e Fatos do Seridó Antigo 2008 165 pag. 65,00  Novo
  129. Dom José Adelino Dantas O coronel de Milícias Caetano Dantas Correia 78 pág. 30,00 Novo
  130. Domingos Sávio Cordeiro Um Beato Líder: Narrativas Memoráveis do Caldeirão – 2ª Edição – 2013 – ótimo livro 247 pág. 45,00 Novo
  131. Dominique Dreyfus Vida de Viajante: A Saga de Luiz Gonzaga 3ª Edição  2012 (segundo especialistas, uma das melhores biografias do Rei do Baião) 351 pág. 50,00 Novo
  132. Edmundo Moniz Canudos a Luta Pela Terra  15,00 Ótimo estado
  133. Edmundo Moniz A Guerra Social de Canudos  1978 282 pág. 40,00 Bom estado/envelhecido
  134. Eduardo Barbosa Lampião Rei do Cangaço 117 pág. 35,00 Bom estado
  135. Eduardo Campos Gustavo Barroso- Sol, Mar e Sertão  30,00 Bom estado
  136. Eduardo Campos Revelações da Condição de vida dos Cativos do Ceará 1984 147 pag. 25,00 Bom estado
  137. Eduardo Hoornaert Os Anjos de Canudos 1998 148 pag. 23,00 Bom estado
  138. Eduardo Hoornaert Crônicas das Casas de Caridades, Fundadas pelo Pe. Ibiapina 1981 – Com Mapas - raro 127 pág. 90,00 Bom estado
  139. Elane Marques e Paulo Gastão Acary e o Processo de Chico Pereira 2014 62 pág. 23,00 Novo
  140. Elder Canário Canudos: Sob as águas da ilusão (Açude Cocorobó) 99 pág. 40,00 Ótimo estado
  141. Élise Jasmin Cangaceiros  2006 149 pág. 150,00 Ótimo Estado. Autog. por Expedita e Vera Ferreira
  142. Eloy de Souza O Calvário das Secas 2009 210 pág. 25,00 Novo
  143. Emanuel de Morais Brasil Sertão 2008 341 pag. 35,00 Ótimo estado
  144. Epaminondas Câmara Municípios e Freguesias da Paraíba 1997 123 pág. 30,00 Bom estado
  145. Epitácio de Andrade Filho A Saga dos Limões, Negritude no Enfrentamento ao Cangaço de Jesuíno Brilhante 2011 92 pág. 35,00 Novo
  146. Epitácio Pessoa  As Obras do Nordeste 1990 97 pág. 15,00 Bom estado
  147. Eric Hobsbawm Bandidos  2010 254 pág. 55,00 Ótimo estado
  148. Erickson de Almeida Maió Canudos: A trama político-religiosa e os Militares 2009 100 pág. 30,00 Ótimo estado
  149. Érico de Almeida Lampião, Sua História 2013 Ed. Fac-similar 136 pág. 30,00 Novo
  150. Érico de Almeida Lampião, Sua História Ed. 1998  60,00 Bom estado
  151. Ernando Alves de Carvalho Pedra do Reino – A Tragédia que Virou Festa  35,00 Ótimo estado
  152. Ernando Alves de Carvalho Cavalgada a pedra Bonita 2005  30,00 Ótimo estado
  153. Ernando Alves de Carvalho História do Reino Encantado da Pedra Bonita Plaquete 15,00 Ótimo estado
  154. Euclides da Cunha Os sertões – Campanha de Canudos   30,00  Ótimo estado
  155. Euclides da Cunha Canudos e Outros Temas 2003 258 pág. 45,00 Ótimo estado
  156. Eugênio Leandro Cego Oliveira   2002 94 pág. 18,00 Novo/livro de Bolso
  157. Eul-Soo Pang Coronelismo e Oligarquias 1889-1943 Bahia 269 pág. 60,00 Bom estado
  158. F. Andrade Barroso Os Andrades: De Goiana a Maranguape, 8 gerações 1990 351 pág. 80,00 Bom estado
  159. F. Coutinho Filho  Violas e Repentes  50,00 Bom estado
  160. F. Magalhães Martins Delmiro Gouveia – Pioneiro e Nacionalista 1963   25,00 Bom estado
  161. F. Saturnino R. de Brito As Secas do Norte  161 pág. 18,00 Ótimo estado
  162. F. Silva Nobre 1001 Cearenses Notáveis 1996 398 pág. 35,00 Bom estado
  163. F. Silva Nobre Um Cearense Chamado Gonçalo 2002  30,00 Ótimo estado
  164. Felipe Guerra Ainda o Nordeste 1987 184 pág. 25,00 Bom estado
  165. Felipe Guerra/Theofilo Guerra Secas Contra a Seca  3ª Ed. 313 pag. 20,00 Bom estado
  166. Félix Lima Júnior Delmiro Gouveia: O Mauá do Sertão Alagoano 1983 321 pág. 60,00 Bom estado
  167. Fenelon Almeida As Vozes da Seca 1978 151 pág. 25,00 Bom estado/envelhecido
  168. Fernando Melo  João Pessoa, Uma Biografia 2003 326 pág. 30,00 Novo
  169. Fernando Melo João Dantas, Uma biografia 2002 198 pág. 30,00 Bom estado
  170. Fernando Melo Epitácio Pessoa, Uma biografia 208 pág. 30,00 Ótimo estado
  171. Fernando Moura Jackson do Pandeiro – Série Paraibanos do Século 64 pág. 20,00 Bom estado
  172. Fernando Mouro e Antônio Vicente Jackson do Pandeiro, O Rei do Rítmo 2001
  173. (um trabalho extraordinário) 412 pág. 58,00 Novo
  174. Flávio Paiva Mobilização Social no Ceará  2002 172 pág.  18,00 Novo
  175. Florival  Seraine Folclore Brasileiro – Ceará 1978 64 pag. 23,00 Bom estado
  176. Florival Seraine Antologia do Folclore Cearense 1983 356 pág. 35,00 Bom estado/falha na capa
  177. Floro Bartholomeu Juazeiro e o Pe. Cícero, Depoimento para a História 183 pag. 35,00 Novo
  178. Francisco Fernandes do Nascimento Milagre na Terra Violenta: Padre Cícero, O Santo Rebelde. 237 pág. 35,00 Bom estado
  179. Francisco Galvão  Do Coronelismo ao Caldeirão 2006 192 pág. 35,00 Novo
  180. Francisco Ivan Currais Novos: Imagem/ Tempo / Espaço 2005 110 pág. 35,00 Ótimo estado
  181. Francisco José de Souza Quintino Cunha  18,00 Novo(livro de bolso)
  182. Francisco Nóbrega Teixeira Nos Tempos do Padre Cícero 1994 127 pág. 30,00 Bom estado
  183. Francisco Nóbrega Teixeira Psicografia do Padre Cícero: Do amor a si mesmo ao amor pelo próximo 2004 176 pág. 50,00 Ótimo estado
  184. Francisco Nóbrega Teixeira Padre Cícero: Biografia Psicanalítica 2013 191 pág. 35,00 Ótimo estado
  185. Francisco Sales Cartaxo Rolim Política dos Currais 1979 229 pág. 30,00 Bom estado
  186. Francisco Venâncio Filho Euclides da Cunha e Seus amigos1938 (Correspondência entre amigos) 245 pág. 40,00 Capa dura/envelhecido
  187. Frederico de Castro Neves A Multidão e História: Saques e outras ações de massas no Ceará  2000 265 pág. 35,00 Ótimo estado
  188. Frederico Pernambucano de Mello Benjamin Abrahão, Entre Anjos e Cangaceiros 351 pág. 45,00 Novo.
  189. Frederico Pernambucano de Mello Guerreiros do Sol 5ª Ed.  2011 519 pág. 70,00 Novo
  190. Frederico Pernambucano de Mello Guerreiros do Sol 1985  1ª Edição 310 pág. 70,00 Bom estado
  191. Gastão Neves Romanceiro de Canudos  1991 171 pág. 30,00 Bom estado
  192. Geraldo A. Waring Suprimento D'Água no Nordeste do Brasil 142 pag.  20,00 Ótimo estado
  193. Geraldo Amâncio e Vanderley Pereira De Repente Cantoria, Uma coletânea de Versos e repentes dos maiores Cantadores do Brasil 2013 488 pág. 60,00 Novo
  194. Geraldo Amâncio(poeta) Assim Viveu e Morreu Lampião Rei do Cangaço 70 pág. 25,00 Novo.(181 Estrofes cordel)
  195. Geraldo Ananias Pinheiro Réstia do Tempo, Contos e Crônicas 2008 245 pág. 30,00 Ótimo estado
  196. Geraldo Ferraz Pernambuco no Tempo do Cangaço 2vol. 1.024 pag. 125,00 Novo
  197. Geraldo Ferraz Theophanes F. Torres, Um Herói Militar 2004 250 pag. 45,00 Novo
  198. Gil Soares A Oligarquia Maranhão 1999 56 pág. 15,00 Ótimo estado
  199. Gilbamar de Oliveira Bezerra A Derrota de Lampião(Mossoró) 2010 104 pag. 28,00 Novo
  200. Gilberto Freyre O Velho Felix e Suas “Memórias de Um Cavalcanti” 1989 141 pág. 45,00 Bom estado
  201. Gilberto Martins Cidadela de Deus a Saga de Canudos  1977 174 pag. 20,00 Bom estado
  202. Gilberto Vilar Frei Caneca: Gesta da Liberdade(1779-1825) 223 pág. 33,00 Novo
  203. Gildson Oliveira Luiz Gonzaga o Matuto que Conquistou o Mundo  40,00 Ótimo estado
  204. Gilmar Chaves (Org.) Ceará de Corpo e Alma: Olhar Contemporâneo de 53 Autores Sobre a Terra da Luz (ótimo livro) 381 pág. 30,00 Ótimo estado
  205. Gilmar de Carvalho Patativa Poeta Pássaro do Assaré 2002 187 pag. 30,00 Bom estado
  206. Gilmar de Carvalho Patativa do Assaré 2001 84 pág. 18,00 Novo
  207. Gilmar de Carvalho Patativa em Sol Maior 192 pág. 30,00 Novo
  208. Gilmar Teixeira Quem Matou Delmiro Gouveia? 2011 152 pág. 45,00 Novo
  209. Gonçalo Ferreira da Silva Lampião: A Força de um Líder 2005 268 pág. 45,00 Ótimo estado
  210. Gonzaga Rodrigues  Notas do Meu Lugar 1978 259 pág. 18,00 Bom estado
  211. Gouveia de Helias Dias Sem Compaixão 2010 178 pag. 25,00 Novo
  212. Gregg Narber Entre a Cruz e Espada: Violência e Misticismo no Brasil Rural 206 pag.  30,00 Ótimo estado
  213. Guilherme Gomes da S. D’Avila Lins Rodolpho Garcia - O Gigante do Ceará-mirim – Uma Contribuição Bibliográfica 2ª Ed. 2001 60 pag. 12,00 Novo
  214. Gustavo Barroso À Margem da História do Ceará  (  2 volumes )  70,00 Novo/
  215. Gustavo Barroso Colônia de Banqueiro  30,00 Bom estado
  216. Gustavo Barroso Consulado da China  30,00 Bom estado
  217. Gustavo Barroso Mississipi  50,00 Ótimo estado
  218. Gustavo Barroso Praias e Várzeas, Alma Sertaneja  35,00 Bom estado/envelhecido
  219. Gustavo Barroso Tamandaré  30,00 Capa dura
  220. Gustavo Barroso Terra de Sol  40,00 Novo
  221. Gustavo Barroso Heróis e bandidos,  Os cangaceiros do Nordeste  2012 197 pág. 50,00 Novo
  222. Gustavo Barroso Almas de lama e de aço, Lampião e outros cangaceiros 2ª Ed. 2012 117 pág. 45,00 Novo
  223. Gustavo Barroso História Secreta do Brasil 1990(ótima coleção) 6 volumes  300,00 Novo
  224. Gustavo Barroso Heróis e Bandidos  - Edição1931 70,00 Capa dura com forte  manchas  - bom estado de leitura
  225. Gutemberg Costa Breviário Profano do Povo 2003 132 pág. 25,00 Bom estado
  226. Gutemberg Costa Profetas do Nordeste 1994 127 pág. 35,00 Bom estado/com alguns riscos de caneta
  227. Gutemberg Costa A Influência do Cangaço na Música popular Brasileira 84 pág. 35,00 Bom estado
  228. Haroldo Felinto Contos Matutos  2009 170 pag. 20,00 Novo
  229. Haroldo Felinto Retrato do Sertão- Histórias—Contos – Escritos 2006 129 pag. 18,00 Novo
  230. Haroldo Felinto Curiosidades e Fatos Sobre Lampião 2012 207 pág. 30,00 Novo
  231. Henry Coster Viagem Ao Nordeste do Brasil  2 volumes. 70,00 Novo /
  232. Hesdras Souto e Paulo Medeiros Gastão Excerto de Areias do Pelo Sinal e Alagoa Nova (Manaíra) Processo contra Lampião 2014 44 pág. 23,00 Novo
  233. Hitoshi Nomura Vultos do Folclore brasileiro  2001 182 pág. 20,00 Ótimo estado
  234. Honório de Medeiros Massilon  55,00 Novo
  235. Horácio de Almeida Pedro Américo – Notícias Biográficas 93 pág. 23,00 Ótimo estado
  236. Iaperi Araújo No Rastro dos Cangaceiros 2009 152 pag. 40,00 Novo
  237. Iaperi Araújo Angico: 1938  1ª Ed. 2013 116 pág. 35,00 Novo
  238. Ilsa Fernandes Queiróz Mulheres no Cangaço, Amantes e Guerreiras 144 pág. 35,00 Novo/
  239. Inês Caminha L. Rodrigues  A Revolta de princesa 1981 81 pag. 15,00 Bom estado-Livro Bolso
  240. Inst.Hist. e Geog. Do RN Câmara Cascudo (Sua Vida Sua Obra)  23,00 Bom estado
  241.  Instituto  Histórico e Geog. do Rio G. do Norte Fanáticos da Serra do João do Vale (Câmara Cascudo) livro raro (vol. XXXV a XXXVII)1940  50,00 Novo
  242. Instituto Nacional do Livro Na História da Paraíba 2ª fase (1912-1935)  40,00 Envelhecido.
  243. Irani Medeiros Leandro Gomes de Barros(Antologia) Poesia  30,00 Ótimo estado
  244. Irani Medeiros Pinto de Monteiro, o Bardo do Cariri 2007 179 pág. 25,00 Novo
  245. Irineu Pinheiro O Cariri- Seu Descobrimento, Povoamento, Costumes –  2011. Ed. 1950 70,00 50,00 Ótimo estado
  246. Irineu Pinheiro Efemérides do Cariri – 2010 - Clássico 555 pág. 55,00 Novo
  247. Isabel Lustosa De Olho em Lampião 2011 109 pág. 25,00 Novo
  248. Isaura Amélia de S. R. Maia e outro Bom Dia Sertão (o sertão de Juvenal e Oswaldo Lamartine) 318 pag.   35,00 Ótimo estado
  249. Isaura de A. R. Maia e outro Bom Dia Pe. João Maria 196 pag. 35,00 Ótimo estado
  250. Ivan Cavalcanti Proença Ideologia do Cordel  1977 25,00 Bom estado
  251. Ivânia Campigotto Aquino Literatura e História em diálogo: um olhar sobre Canudos 2000 96 pág. 28,00 Ótimo estado
  252. Ivo Mascena Veras Lourival Batista Patriota 2004 439 pág. 60,00 Ótimo estado
  253. J. C. Alencar Araripe  A Glória de um Pioneiro – A Vida de Delmiro Gouveia 1965  50,00 Bom estado/envelhecido
  254. J. C. de Alencar Araripe Bárbara e a Saga da Heroína 2006 199 pág. 30,00 Novo
  255. J. Capistrano de Abreu Caminhos Antigos e Povoamento do Brasil  30,00 Novo
  256. J. Rabelo Almas Torturadas – Romance - Sertão de Itabaiana-Se (Lampião) 1967 288 pág. 60,00 Capa envelhecida, miolo bom
  257. Jáder de Carvalho Terra Bárbara 1998 116 pág. 25,00 Ótimo estado
  258. Jáder de Carvalho Antologia de João Brígido  1969 595 pág. 60,00 Bom estado/envelhecido
  259. Janduhi Dantas Viagem aos 80 anos da Revolta de Princesa (112 Estrofes de Cordel sobre a Guerra de Princesa.) 41 pág. 18,00 Ótimo estado
  260. Januário Feitosa Eméritos Cearenses Que Honraram a Nossa História 186 pág. 20,00 Bom estado Com manchas
  261. Januário Feitosa Do Sertão ao Parlamento  1978 194 pág. 50,00 Capa dura nova/ miolo bom/ c/ carimbo
  262. Januário Feitosa Sertão do Meu tempo 1988 170 pág. 50,00 Bom estado
  263. Jayme Griz Gente, Coisas e Contos do Nordeste 1954 44 pag. 15,00 Envelhecido
  264. Jeanne Barrance de Castro A Milícia Cidadã: A Guarda Nacional 1831-1850 260 pág. 30,00 Ótimo estado
  265. Jerdivan Nóbrega de Araújo A Saga da Cabocla Maringá 2011 194 pág. 30,00 Novo
  266. João Alfredo de S. Montenegro Ideologia e Conflito no Nordeste Rural  30,00 Bom estado
  267. João Batista Galvão Subsídios para a História da Abolição do Cativeiro no Rio Grande do Norte 1982 96 pág. 20,00 Bom estado
  268. João Bezerra da Nóbrega Lampião e o Cangaço na Paraíba 2011 345 pág. 55,00 Novo
  269. João de Lyra Tavares Apontamentos Para a História Territorial da Paraíba. Vol II (o vol. I não tenho) 35,00 Bom estado
  270. João de Sousa Lima A Trajetória Guerreira de Maria Bonita 1ªedição  30,00 Novo
  271. João de Sousa Lima Moreno e Durvinha  35,00 Novo
  272. João de Sousa Lima Lampião em Paulo Afonso 2ª Ed. 2013 182 pág. 40,00 Novo
  273. João de Sousa Lima e Juracy marques (Org.) Maria Bonita- Diferentes Contextos Que Envolveram a Vida da Rainha do Cangaço 172 pag. 35,00 Novo
  274. João Tavares Calixto Júnior Venda Grande d’Aurora (Dados Históricos Sobre Aurora-CE) 2012 299 pág. 50,00 Novo
  275. Joaquim Alves  História das Secas (se. XVII ao XIX)  242 pág. 28,00  Novo
  276. Joaquim Osterne Carneiro Uma Visão Histórica das Secas do Nordeste 2001 76 pag. 12,00 Novo-Livro de Bolso
  277. Joaryvar Macedo  Ensaios e Perfis 2001 275 pag.  30,00 Ótimo estado
  278. Joaryvar Macedo e Rejane M. Augusto Gonçalves Os Augustos  2ª Ed. 2009  627 pág. 65,00 Novo
  279. Jorge Mattar Villela Política e Eleições no Sertão Pernambucano 2008 249 pag. 20,00 Novo
  280. Jorge Mattar Villela O Povo em Armas: Violência e Política no Sertão de Pernambuco 2004 292 pág. 35,00 Ótimo estado
  281. José  Condé Terra de Caruarú 1987 232 pag. 20,00 Bom estado-envelhecido
  282. José Alípio Goulart O Ciclo do Couro no Nordeste 1966 73 pág. 35,00 Envelhecido/miolo bom
  283. José Alves  Sobrinho Lampião, Antônio Ferreira e Levino – A Parceria e o Cangaço  2012 235 pág. 55,00 Novo
  284. José Alves Sobrinho Lampião e Zé Saturnino, 16 anos de lutas  40,00 Novo
  285. José Alves sobrinho Cantadores com quem Cantei  2009 127 pág. 20,00 Ótimo estado
  286. José Alves Sobrinho A Saga do Trio Nordestino 2008 153 pág. 50,00 Novo
  287. José Américo de Almeida A Bagaceira 1993 142 pag. 35,00 Ótimo estado
  288. José Américo de Almeida A Paraíba e Seus Problemas 1980 721 pag. 35,00 Regular  estado/capa refeita/miolo perfeito
  289. José Américo de Almeida O Ciclo Revolucionário do Ministério da Aviação 1982 457 pag. 30,00 Bom estado
  290. José Américo de Almeida A Palavra e o Tempo (1937-1945-1950)  1986 325 pág. 35,00 Bom estado
  291. José Anderson Nascimento Cangaceiros, Coiteiros e Volantes  30,00 Ótimo estado
  292. José Antônio G. de Mello Tempos de Flamengos 1979  30,00 Bom estado
  293. José Aras Sangue de Irmãos- Canudos por Dentro 240 pag.  50,00  Novo
  294. José Augusto Seridó    1980 170 pág. 60,00 Bom estado
  295. José Borges de Sales Notícias Sobre a Trajetória de Cearenses na Paraíba e Paraibanos no Ceará  2005 327 pág. 35,00 Ótimo estado
  296. José Borges de Sales Alagoa Nova, Notícias para a sua História 1990 226 pág. 45,00 Bom estado
  297. José Calasans O Ciclo Folclórico do Bom Jesus Conselheiro 100 pág. 40,00 Bom estado
  298. José Calasans O Estado-Maior de Antônio Conselheiro Formato 11x21cm 102 pág. 80,00 Ótimo estado
  299. José de Figueiredo Filho História do Cariri – 4 volumes - 2010 - Clássico 400 pag. 120,00 Novo
  300. José de Figueiredo Filho Engenho de Rapadura do Cariri - 2010  30,00 Novo
  301. José de Figueiredo Filho  Folguedos Infantis - 2010 141 pág. 25,00 Novo
  302. José de Figueiredo Filho e Irineu Pinheiro Cidade do Crato - 2010 132 pág. 35,00 Novo
  303. José Dionísio Nóbrega Euclides da Cunha e o Sertão de Canudos 219pag.  45,00 Novo     
  304. José Dionísio Nóbrega Euclides da Cunha e o Sertão de Canudos 2010 219 pág. 45,00 Novo
  305. José Gastão Cardoso A Heróica Resistência de Princesa  2ª ed.   25,00 Novo
  306. José Gregório Cangaceiro e Herói: Jesuíno Brilhante 1976 – Livro Raro - Autografado 123 pág. 90,00 Bom estado geral/contra-capa c/ pequeno rasgo.
  307. José Guimarães Duque Perspectivas Nordestinas 2001 336 pág. 30,00 Ótimo estado
  308. José Guimarães Duque Solo e Água no Polígono das Secas 1980 273 pág. 30,00 Ótimo estado
  309. José Hilário Do Cangaço ao Congresso 1994 241 pág. 30,00 Envelhecido pelo tempo
  310. José Iberê  Costa Dantas Revolução de 1930 em Sergipe 1983  30,00 Bom estado
  311. José Jacinto de Araújo No Roteiros das Secas   2002 204 pág. 25,00 Ótimo estado
  312. José Joffily Entre a Monarquia e a República:Idéias e Lutas de Irinêo Joffily 1982 343 pág. 35,00 Bom estado
  313. José Joffily Anayde : Paixão e Morte na Revolução de 1930 141 pág. 25,00 Bom estado
  314. José Marcelo L. Barbosa Luiz Gonzaga, Suas Canções, Seus Seguidores 347 pág. 45,00 Ótimo estado
  315. José Melquíades Padre Francisco de Brito Guerra, um Senador do Império 1967(trata da transferência da região do Seridó para o RN, retirando da PB 1835   221 pág. 40,00 Bom estado
  316. José Nunes  Padre Ibiapina- Apóstolo da Caridade 2010 72 pag. 23,00 Novo
  317. José Octávio de arruda Mello História da Paraíba 2002 278 pag. 25,00 Novo
  318. José Octávio Pereira Lima  Terra Nordestina, Problemas, Homens e Fatos  23,00 Novo                                                        
  319. José Permínio Wanderley Retalhos do Sertão 1994 101 pag. 20,00 Bom estado
  320. José Rivair e Mário Maestri Belo monte, Uma história da Guerra de Canudos 196 pág. 25,00 Ótimo estado
  321. José Romero A. Cardoso e outros Euclides da Cunha e as Secas 2005 83 pág. 20,00 Ótimo estado
  322. José Sabino/César Megale Lampião, Sua Morte Passada a Limpo 2011 192 pag. 45,00 Novo
  323. Josildeth Gomes Consorte e Lísias Nogueira Negrão Messianismo no Brasil Contemporâneo 1984 427 pág. 70,00 Bom estado
  324. Jota Alcides Padre Cícero O Poder da Comunicação 15,00 Bom estado/envelhecido
  325. Juarez Conrado Última Semana de Lampião 1980 (reportagens) 84 pág. 50,00 Bom estado /envelhecido
  326. Juarez Conrado Lampião: assaltos e mortes em Sergipe 2010 302 pág. 60,00 Novo
  327. Juvenal Lamartine Velhos Costumes do Meu Sertão 2006 135 pág. 90,00 Ótimo estado
  328. Kydelmir Dantas e Severino Ferreira - O Assum Preto da Viola 1997 75 pág. 20,00 Bom estado. Peq. mancha na capa
  329. Kydelmir Dantas Luiz Gonzaga e o Rio Grande do Norte 2012 208 pág. 35,00 Novo
  330. Lauro da Escócia  Cronologia Mossoroense 2010 305 pag.  28,00  Ótimo estado
  331. Lauro Gonçalves Bezerra Majó Theodorico, o Imperador do Sertão 1982 329 pág. 70,00 Bom estado
  332. Lauro Pires Xavier (Coordenador) A Visão do Nordeste na Perspectiva de José Augusto Trindade  20,00 Bom estado
  333. Leandro Tocantins Euclides da Cunha e o Paraíso Perdido 1978 280 pag. 20,00  Bom estado
  334. Leonardo Feitosa Tratado Genealógico da Família Feitosa 325 pág. 80,00 Bom estado
  335. Leonardo Ferraz Gominho Rebelião da Serra Negra – A Praieira no Sertão  30,00 Bom estado
  336. Leonardo Mota Cantadores 2002  33,00 Novo
  337. Leonardo Mota No Tempo de Lampião 2002  40,00 Novo
  338. Leonardo Mota Sertão Alegre 2002  33,00 Novo
  339. Leonardo Mota Violeiros do Norte 2002  33,00 Novo
  340. Leonardo Mota Adagiário Brasileiro 1982 40,00 Bom estado
  341. Liduina Farias A. da Costa O Sertão Não Virou Mar  2005 299 pág. 20,00 Ótimo estado
  342. Linda Lewin Política e parentela na Paraíba: Um estudo de caso da Oligarquia de base familiar1987 432 pág. 140,00 Bom estado
  343. Lira Neta Padre Cícero, Poder, Fé e Guerra no Sertão 2009 557 pág. 55,00 Ótimo estado
  344. Loiva Otero Feliz Coronelismo, Borgismo e Cooptação Política 1987 215 pag. 30,00 Bom estado/capa dura
  345. Lúcia Holanda e Gil Holanda Nas Trilhas do Cangaço de Jesuíno Brilhante  55 pág. 25,00 Novo
  346. Luciano N. da Costa e Silva e out. Padre Cícero – O Apóstolo do Juazeiro  15,00 Ótimo estado
  347. Luís Henrique Dias Tavares História da Bahia 164 pág. 40,00 Bom estado
  348. Luitgarde Oliveira C. Barros A Derradeira gesta: Lampião e os Nazarenos Guerreando no Sertão 2007 260 pag. 65,00 Novo
  349. Luiz Alberto Moniz Bandeira O Feudo  2007 (A Casa da Torre) 695 pág. 100,00 Ótimo estado
  350. Luiz Antonio Aguiar Canudos, Santos e Guerreiros em luta no Sertão 79 pag. 12,00 Bom estado
  351. Luiz Bernardo Pericás Os Cangaceiros  55,00 Ótimo estado
  352. Luiz Cristóvão dos Santos Brasil de Chapéu de Couro  1958  50,00 Bom estado
  353. Luiz Cristóvão dos Santos Caminhos do Sertão, crônicas 1970 148 pág. 55,00 Bom estado
  354. Luiz de Aguiar Costa Pinto Lutas de Famílias no Brasil 1980 130 pág. 40,00 Ótimo estado
  355. Luiz Eduardo B. Suassuna/Marlene da S. Mariz História do Rio Grande do Norte 2005 403 pag. 45,00 Novo
  356. Luiz Luna Lampião e Seus Cabras 2ª Ed. 1972 160 pág. 40,00 Bom estado/com algumas manchas
  357. Luiz Mariano de B. Fournier O Problema das Secas do Nordeste 1989 164 pág. 25,00 Bom estado
  358. Luiz Pinto A Influência do Nordeste nas Letras Brasileiras 153 pág. 30,00 Envelhecido miolo bom
  359. Luiz Pinto Homens do Nordeste e outros ensaios(Paraíba) 182 pág. 60,00 Bom estado/envelhecido
  360. Luiz Ruben F. Bonfim Lampião Conquista a Bahia 2011 422 pág. 50,00 Novo
  361. Luiz Ruben F. Bonfim Lampião e os Interventores 2007  236 pag. 40,00 Novo
  362. Luiz Ruben F A Bonfim Notícias Sobre a Morte de Lampião 166 pag.  40,00 Novo
  363. Luiz Ruben F. de A. Bonfim Lampião e os governadores 40,00 Novo
  364. Luiz Tadeu Feitosa Patativa do Assaré: A Trajetória de Um canto 313 pág. 30,00 Ótimo estado
  365. Luiz Wilson O Município de Arcoverde 1982 234 pag. 50,00 Bom estado
  366. Luiz Zanotti Lampião: Texto, Tela e Palco –  Tese de Doutorado - 2012  308 pág. 50,00 Novo
  367. Manoel Benício  O Rei dos Jagunços 1997  30,00 Ótimo estado
  368. Manoel Cavalcanti de Souza ( Ex-volante Neco de Pautília) Lembrar e escrever, não é só querer - “Memórias” do Cangaço e Genealogia. 167 pág. 32,00 Novo
  369. Manoel Correia de Andrade A Terra e o Homem do Nordeste 45,00 Novo
  370. Manoel Ferreira Nobre Breve Notícia Sobre a Província do Rio Grande do Norte  2011 242 pág. 40,00 Novo
  371. Manuel Otaviano Emboscada do Destino  30,00 Ótimo estado
  372. Manuel Otaviano O Chefe Político  35,00 Ótimo estado
  373. Manuel Pedro das D Bombinho Canudos, História em Versos 2002 340 pag. 25,00 Bom estado
  374. Marcelo Camurça Marretas, Molambudos e Rabelistas 1994 314 pág. 40,00 Bom estado
  375. Marcílio Lima Falcão Jararaca: memória e esquecimento nas narrativas sobre um cangaceiro de Lampião em Mossoró 2013 211 pág 40,00 Novo
  376. Marcos Damaceno Guerra do Pau de Colher: Massacre às Sombras da Ditadura Vargas 2014 683 pág. 95,00 Novo
  377. Marcos Medeiros A Caatinga Sustentou Campesino e Cangaceiros Cordel 16pg 8,00 Novo
  378. Marcos Passos Antologia Poética-Retratos do Sertão 2009 352 pag. 45,00 Ótimo estado
  379. Marcos Pinto Datas e Notas Para a História de Apody (livro II) 450 pág. 40,00 Bom estado-envelhecido
  380. Marcos Vinícios Vilaça e outro Coronel, Coronéis 2006 225 pag. 35,00 Ótimo estado
  381. Maria Auxiliadora Lemente Família, Tradição e poder 250 pag.  18,00 Bom estado
  382. Maria das Graças L. Madeira A Pedagogia Feminina das Casas de Caridade do Padre Ibiapina  2008 391 pág. 33,00 Novo
  383. Maria de Lourdes M. Janotti 1985  Coronelismo, Uma Política de Compromisso 1985 88 pag. 18,00 Bom estado-Livro Bolso
  384. Maria do Carmo P. Forti Maria do Juazeiro, a Beata do Milagre 1999 138 Pág. 25,00 Ótimo estado
  385. Maria do Rosário Caetano (Org) Cangaço: O Nordestern no Cinema Brasileiro 2005 120 pág. 60,00 Ótimo estado
  386. Maria do Socorro Cardoso Xavier A Saga da Ipueiras  1978 56 pág. 35,00 Bom estado
  387. Maria Isaura P. de Queiroz História do Cangaço 1982  30,00 Bom estado/envelhecido
  388. Maria Isaura Pereira de Queiroz Os Cangaceiros 1977 226 pág. 50,00 Bom estado/manchas no corte
  389. Mariane L. Wieserbron Historiografia do Cangaço e o Estado Atual da Pesquisa Sobre Banditismo a Nível nacional e Internacional (Apostila) 28 pag. Coleção Mossoroense Série “A” 28,00 Bom estado
  390. Marilourdes Ferraz O Canto do Acauã  4ª edição 2012  680 pág. 150,00 Novo
  391. Marilourdes Ferraz O Canto do Acauã: A Luta das Forças Volantes Contra os Cangaceiros-Das Memórias de Manuel Flor   2ª Edição  1985 506 pág. 120,00 Bom estado
  392. Marilourdes Ferraz O Canto do Acauã: Das Memórias de Manuel Flor – Ex- Comandante de Forças Volantes  - 1978  - 1ª Edição 336 pág. 120,00 Capa dura. Bom estado
  393. Mário Lacerda de Melo Paisagens do Nordeste em Pernambuco e Paraíba   30,00 Envelhecido/ miolo bom
  394. Mario Souto Maior Antonio Silvino – Capitão de Trabuco  45,00 Novo
  395. Maurício Segall O Coronel dos Coronéis (Delmiro Gouveia) Teatro 127 pag. 12,00 Bom estado
  396. Maurício Vinhas de Queiroz  Messianismo e Conflito Social 1966 353 pág. 40,00 Envelhecido/bom estado de leitura
  397. Maximiano Campos Sem Lei, Nem Rei   1990 141 pag. 15,00 Ótimo estado
  398. Melquíades Pinto Paiva A Matriarca do Sertão: Fideralina Augusto Lima 153 pag. 35,00 Novo
  399. Melquíades Pinto Paiva Ecologia do Cangaço  35,00 Novo
  400. Melquíades Pinto Paiva Os Naturalistas do Ceará 2002 354 pág. 60,00 Ótimo estado
  401. Melquíades Pinto Paiva Cangaço, uma ampla bibliografia comentada 2012
  402. “Um  magnífico guia de fontes para quem deseja conhecer a vasta bibliografia do Cangaço”  392 pág. 85,00 Novo / Capa dura
  403. Melquíades Pinto Paiva Nordeste do Brasil: Terra, Mar e Gente 2010 407 pág. 55,00 Ótimo estado
  404. Melquíades Pinto Paiva Memorial do Centenário: José Rodrigues Tavares Paiva(1826-1996) 79 pág. 25,00 Ótimo estado
  405. Messias Ferreira de Lima São José de Piranhas-PB, Um Pouco da Sua História  (Ref. ao cangaceiro 2 de Ouro)  25,00 Novo
  406. Mirelle Araújo da Silva O Lavrador, A função do jornal na formação do professor ruralista de Juazeiro do Norte 175 pág. 35,00 Novo
  407. Miriam V. Garete Civilização e Barbárie no Sertões  25,00 Novo
  408. Moacir Assunção Os Homens Que Mataram o Facínora 2007 278 pág. 55,00 Parte da capa rasgada, miolo ótimo.
  409. Moacyr Cirne A Inveção de Caicó   2004 200 pág. 40,00 Ótimo estado
  410. Moacyr Scliar O Sertão Vai Virar Mar 2003 119 pag. 20,00 Bom estado/corte na capa
  411. Monica Duarte Dantas Fronteiras Movediças: A Comarca de Itapecuru e a Formação de Arraial de Canudos  2007 476 pag. 50,00 Ótimo estado. Estado de novo.
  412. Museu da República Canudos – Imagens da Guerra (fotos de Flávio de Barros)1997 171 pag.  70,00 Bom estado
  413. Napoleão Tavares Neves Cariri, Cangaço, Coiteiros e Adjacências 2009 131 pag. 35,00 Novo
  414. Nelson Lustosa Cabral Paisagem do Nordeste1962  20,00 Envelhecido/bom estado de leitura
  415. Nertan Macedo O Bacamarte dos Mourões 1966 250 pag. 50,00 Ótimo estado
  416. Nertan Macedo O Clã de Santa Quitéria  30,00 Regular estado
  417. Nertan Macedo Memorial de Vilanova 162 pag. 60,00 Ótimo estado
  418. Nertan Macedo Lampião: Capitão Virgulino Ferreira 1975 220 pág. 35,00 Bom estado/envelhecido
  419. Nertan Macedo Sinhô Pereira: O Camandante de Lampião  148 pág. 40,00 Bom estado
  420. Nertan Macedo Abilio Wolney um Coronel da Serra Geral 122 pág. 50,00 Bom estado
  421. Nilo Pereira Notas Avulsas (Seleção) 1982 408 pág. 30,00 Ótimo estado
  422. Nilton Freixinho O Sertão Arcaico do Nordeste do Brasil 2003 263 35,00 Bom estado c/ carimbo
  423. Nordeste Vinteum (Revista) Maria Bonita: Vida, Paixão e Morte no Sertão 2011(Centenário de Maria Bonita)  25,00 Ótimo estado
  424. Odílio Figueiredo Filho Odílio Figueiredo, Um Juazeirense de Expressão 199 pág. 35,00 Novo
  425. Olavo de Medeiros Filho Caicó, Cem Amos Atrás (1988) Reedição 2004 199 pág. 45,00 Novo
  426. Olavo de Medeiros Filho Índios do Açu e Seridó 2011 157 pág. 45,00 Novo
  427. Olavo de Medeiros Filho Aconteceu na Capitania do Rio Grande do Norte 205 pág. 40,00 Bom estado
  428. Oleone Coelho Fontes No Rastro das Alpercatas do Conselheiro 2011 393 pag. 45,00 Lançamento
  429. Oleone Coelho Fontes O Treme-Terra- Moreira César-Canudos . 404pags. 40,00 Novo
  430. Oleone Coelho Fontes Lampião na Bahia  9ª Edição 2014 428 pág. 58,00 Novo
  431. Optato Gueiros Lampião: Memórias de um Oficial ex-comandante de Forças Volantes  1953  (Edição fac-similar)  279 pág. 55,00 Bom estado
  432. Osvaldo Rodrigues Póvoa Quinta-feira Sangrenta- Hist. de Dianópolis-TO (antiga São José do Duro-GO) (Narra o assassinato do Major Zé Inácio do Barro) 186 pág 40,00 Novo
  433. Otacílio Anselmo A Revolução de 30 no Ceará  60,00 Bom estado/envelhecido
  434. Otacílio Anselmo Padre Cicero: Mito e Realidade 584 pág. 60,00 Bom estado/capa dura
  435. Padre Antônio Gomes de Araújo Apostolado do Embuste, Edição fac-símile 2014
  436. Sobre o milagre de Juazeiro em 1889 84 pág. 30,00 Novo
  437. Padre Antônio Vieira Roteiro Lírico e Místico Sobre Juazeiro do Norte 131 pág. 20,00 Bom estado
  438. Padre Antônio Vieira A Igreja, o Estado e a Questão Social 1986 186 pág. 25,00 Bom estado geral, soltando as últimas pág.
  439. Padre Azarias Sobreira O Patriarca de Juazeiro 2011. 472 pág. 45,00 Novo
  440. Padre Frederico Bezerra Maciel Lampião Seu Tempo e Seu Reinado (Editora Vozes  1985). A coleção são 6 volumes.(venda avulsa), complete sua coleção. Alguns volumes 100,00 cada Bom estado, alguns volumes, envelhecidos
  441. Padre João Carlos Perini Padre Cícero e Lampião (plaquete)  12,00 Novo
  442. Padre João Carlos Perini Maria de Araújo, A Beata da Hóstia 2007 50 pág. 20,00 Novo
  443. Padre João Carlos Perini Bento XVI, Padre Cícero e a  Reabilitação Plaquete 12,00 novo
  444. Padre Neri Feitosa O Padre Cícero e a Opção pelos Pobres  35,00 Ótimo estado
  445. Paschoal Villboim Filho Canudos 1984 217 pág. 35,00 Bom estado
  446. Patativa do Assaré Cante Lá Que Eu Canto Cá  2002 355 pág. 40,00 Bom estado
  447. Paulo Bezerra Cartas dos Sertões do Seridó 2013 206 pág. 50,00 Novo
  448. Paulo Dantas Capitão Jagunço  23,00 Bom estado
  449. Paulo Dantas Sertão do Boi Santo1968 143 pág.  20,00 Capa envelhecida
  450. Paulo Dantas Estórias e Lendas do Norte e Nordeste 288 pág. 35,00 Capa dura/envelhecido
  451. Paulo Gastão O Cangaço e a Imprensa 2012 80 pág. 23,00 Novo
  452. Paulo Gastão Lampião de A a Z    2011 75 pág. 15,00 Novo
  453. Paulo Gastão 1938 Angico 2012 144 pág. 30,00 Novo
  454. Paulo Gastão Quem é Quem no Cangaço 2013  140 pág. 33,00 Novo
  455. Paulo Machado Padre Cícero - Entre os Rumores e a Verdade 496 pág. 55,00 Novo
  456. Paulo Medeiros Gastão (org) Lampião – Processo de Dores-SE 2014 37 pág. 23,00 Novo
  457. Paulo Moura Lampião: A Trajetória de Um Rei Sem Castelo 150 pág. 35,00 Novo
  458. Pe. Antônio Gomes de Araújo Apostolado do Embuste (reedição Fac-símile) 84 pág. 35,00 Novo
  459. Pedro Baptista Cangaceiros do Nordeste 2011 279 pág. 37,00 Novo
  460. Pedro Calmon História do  Brasil 7  Volumes.  120,00 Ótimo estado
  461. Pedro Calmon História da Casa da Torre 1940 210 pág. 70,00 Envelhecido/amarelado/bom estado de leitura
  462. Pedro Ferreira de Aquino O Santo do Meu Nordeste Pe. Cícero R. Batista 378 pag. 35,00 Ótimo estado
  463. Pedro Lins de Oliveira Retalhos de Vida, Um Pouco de Cajazeiras-PB 203 pag. 30,00 Bom estado
  464. Pedro Nunes Filho Guerreiro Togado – 2011 -  Edição de Luxo 516 pág. 100,00 Novo
  465. Pedro Nunes Filho Mundo Sertão-Terra Não revelada   2011 233 pág. 45,00 Novo
  466. Péricles Vitório Serafim Remígio: Brejos e Carrascais 339 pág. 40,00 Bom estado
  467. Pery Lamartine Aeroplano - Vaqueiros- Velhas Oiticicas 2004 151 pág. 25,00 Ótimo estado
  468. Pery Lamartine Coronéis do Seridó 2005 177 pág. 30,00 Ótimo estado
  469. Pinto do Aguiar O Drama da Seca1983 180 pág. 30,00 Bom estado
  470. Piragibe de Lucena Lampião, Lendas e Fatos 1995 86 pág. 35,00 Bom estado
  471. Plácido Cidade Nuvens Patativa do Assaré, Um Clássico 2002 156 pag. 25,00 Bom estado
  472. Plácido Cidade Nuvens Patativa e o Universo Fascinante do Sertão 1995 261 pag. 30,00 Bom estado
  473. Pontes da Silva e outros Poder e Política na Paraíba, Uma Análise das Lideranças (1960 - 1990) 308 pág. 25,00 Bom estado/envelhecido
  474. Prof. Almir Nogueira da Costa Homenageando o Sertão 145 pag. 25,00 Ótimo estado
  475. R. Batista Aragão História do Ceará (5 vol). 200,00 Bom estado
  476. Raimundo Araújo Juazeiro Anedótico 2002 149 pág. 25,00 Novo
  477. Raimundo Nonato Calepino Potiguar Gíria Rio-grandense  30,00 Bom estado
  478. Raimundo Nonato História Social da Abolição em Mossoró 1983 303 pag. 20,00 Bom estado
  479. Raimundo Nonato  Jesuíno Brilhante - O Cangaceiro Romântico  40,00 Ótimo estado
  480. Raimundo Nonato Memórias de Um Retirante 172 pag.  20,00 Ótimo estado
  481. Raimundo Nonato Minhas Memórias do Oeste potiguar – As Andanças de Um Cambiteiro de Cana 1991 127 pág. 20,00 Bom estado
  482. Raimundo Nonato Os Revoltosos em São Miguel 136 pág. 32,00 Novo
  483. Raimundo Nonato Lampião em Mossoró 2012 325 pág. 45,00 Novo
  484. Raimundo Nonato Serra do Martins 2009 pág. 30,00 Bom estado/capa dura
  485. Raimundo Soares de Brito Estudos de História do Oeste Potiguar 2001 140 pág. 20,00 Ótimo estado
  486. Rangel Alves Costa Todo o Sertão Num Só Coração: Vida e Obra de Alcino Alves Costa(Mestre Alcino)  288 pág. 45,00 Novo
  487. Ranulfo Prata Lampião  28,00 Ótimo estado
  488. Ranulfo Prata Lampião,  Ed. Fac-similar  2010 239 pág. 35,00 Novo
  489. Raquel de Queiroz Lampeão, a Beata Maria do Egito- Teatro 1995 60 pag. 20,00 Ótimo estado
  490. Raul Fernandes A Marcha de Lampião, Assalto a Mossoró. 55,00 Bom estado
  491. Raul Fernandes Lampião na Fazenda Veneza (Plaquete) 23 pág. 15,00 Novo
  492. Reginaldo Heráclio Chico Heráclio: O Último Coronel 1979 225 pág. 80,00 Bom estado
  493. Regis Lopes Imagem do Padre Cícero – Sagrado e Profano  25,00 Bom estado
  494. Régis Lopes Padre Cícero  18,00 Novo (livro de bolso)
  495. Reinaldo Azevedo Cangaço, Tatuado no Traço  22x31cm  2012 (um trabalho de arte) 131 pág. 68,00 Novo/encadernação de luxo.
  496. Rejane Vasconcelos A Carvalho O Estado, a Terra e o Coronelismo Nordestinos 94 pag. 20,00 Ótimo estado
  497. Rejane Vasconcelos A. Carvalho Seca, Religião e Política no Sertão 130 pag.  20,00 Ótimo estado
  498. Renato Carneiro Ideologia do Poetas Populares 1977 30,00 Bom estado
  499. Renato Luís Bandeira Dicionário Biográfico de Cangaceiros e Jagunços 288 pág. 45,00 Novo
  500. Renato Mocellin Canudos: Fanatismo ou Luta pela Terra?  15,00 Ótimo estado
  501. Renato Phaelante Cangaço, Um Tema na Discografia da MPB 97 pág. 40,00 Novo
  502. Renato Sólon Verve Cearense (De Quintino Cunha e outros)1969 216 pág. 30,00 Bom estado/envelhecido
  503. Ricardo Albuquerque (org.) Iconografia do Cangaço – (Livro Álbum) Inclui Filme com Cenas Inéditas de Lampião e Seu Bando (DVD) 215 pág. 120,00 Novo
  504. Ricardo Anísio Forró de Cabo a Rabo 2012 (Ótimo livro) 133 pág. 55,00 Novo
  505. Robert B. Cunninghame Graham Um Místico Brasileiro: Vida e Milagres de Antônio Conselheiro 2002 213 pág.  25,00 Ótimo estado
  506. Roberto Tapioca Lampião, o Mito  2004 111 pág. 25,00 Ótimo estado
  507. Rodolpho Theóphilo A Fome: Cenas da Seca no Ceará (Romance) 2011 378 pág. 60,00 Novo
  508. Rodolpho Theóphilo A Sedição de Juazeiro 1922 – 1ª Edição- raro  300,00 Bom estado/envelhecido
  509. Rodrigues de Carvalho Serrote Preto 1974  80,00 Bom estado/lombada com falhas
  510. Rodrigues de Carvalho Lampião e a Sociologia do Cangaço 379 pág. 80,00 Bom estado, manchas no corte
  511. Ronald Daus O Ciclo épico dos Cangaceiros na Poesia Popular do Nordeste 162 pág. 30,00 Bom estado
  512. Rubens Rocha Caminhos de Lampião 2009 135 pág. 30,00 Novo
  513. Rubinho Regionalismo Sertanejo 110 pág. 18,00 Novo
  514.  Rubinho Lima Lampião, Cangaço e Cordel 2013 119 pág. 23,00 Novo
  515. Rui Facó Cangaceiros e Fanáticos  2012  40,00 Novo.
  516. Rui Facó (Revista Brasiliense) Juazeiro e o Padre Cícero – Ótima matéria (Capítulo com 17 pág.)  40,00 Bom estado/revista em formado de livro.
  517. Sabiniano Maia Sapé-PB, Sua história, Suas Memórias  25,00 Bom estado
  518. Sebastião Antônio Ferrarini Imprensa e o Arcebispo Vermelho (Dom Helder Câmara)1992 295 pág. 45,00 Bom estado
  519. Sebastião Nunes Batista Antologia da Literatura de Cordel 1977  35,00 Bom estado
  520. Serafim Leite. S.I. Artes e Ofícios dos Jesuítas no Brasil 325 pág. 60,00 Novo
  521. Sérgio Augusto S. Dantas Antônio Silvino: O Cangaceiro, o Homem, o Mito 2ª Edição  2012 314 pág. 50,00 Novo 
  522. Sérgio Augusto S. Dantas Lampião e o Rio Grande do Norte: A história da grande jornada  2014 452 pág. 58,00 Novo
  523. Sérgio L. B. Trindade e Geraldo J. de Albuquerque Subsídios para o Estudo da História do Rio Grande do Norte  2005 176 pag. 35,00 Novo
  524. Severino Barbosa Antônio Silvino: “Rifle de Ouro” 111 pág. 80,00 Bom estado
  525. Severino Coelho Viana A Vida do Cel. Arruda, Cangaceirismo e Coluna Prestes 1989 142 pág. 45,00 Bom estado
  526. Severino Coelho Viana Amor de Cangaceiro (romance) 169 pág. 50,00 Ótimo estado
  527. Severino Vicente Silva A Igreja e a Questão Agrária no Nordeste  25,00 Ótimo estado
  528. Simões da Silva O Padre Cícero e a População do Nordeste 1927 204 pág. 140,00 Capa dura. Bom estado
  529. Simone de Souza e Frederico de C. Nevea (Org.) Seca  25,00 Novo
  530. Sinval Sá O Sanfoneiro do Riacho da Brígida 2012 (Luiz Gonzaga) 273 pág. 40,00 Novo
  531. Sousa Neto José Inácio do Barro e o Cangaço (Major Zé Inácio do Barro) 2011 223 pág. 40,00 Novo
  532. Souza Barros Messianismo e Violência de Massa no Brasil 1986 109 pág. 20,00 Bom estado
  533. Suzana Cavani Rosas e outra (Org.) Os Sertões: Espaços, tempos, movimentos 2010 234 pág. 30,00 Ótimo estado c/ carimbo
  534. Tadeu Rocha Delmiro Gouveia, o Pioneiro de Paulo Afonso  40,00 Bom estado
  535. Telma de Barroso Correia Pedra: Plano e Cotidiana Operário no Sertão 1998 320 pág. 40,00 Ótimo estado
  536. Tem. João Gomes de Lira Lampião: Memórias de um Soldado de Volantes Vol.  I e II  -    1997 - Autografado  150,00 Ótimo estado
  537. Ten. João Gomes de Lira  Lampião: Memórias de um Soldado de Volante  3ª Ed. 2013 – Lançamento em 13.07.2013 2 vol. 700 pág. 115,00 Novo
  538. Tércio Rosado Alguns Problemas Nordestinos 1992 104 pág. 15,00 Ótimo estado
  539. Therezinha S. Guimarães e outro O Padre Cícero por Ele Mesmo  25,00 Bom estado
  540. Thomaz Pompeu Sobrinho História das Secas (Sec.XX) 1982  (Clássico) 539 pág. 38,00 Bom estado
  541. Thomaz Pompeu Sobrinho A Grandeza Índia do Ceará 2010 307 pág. 37,00 Novo
  542. Tião Lucena A Guerra de Princesa(Cel. Zé Pereira) 3013 194 pág. 45,00 Novo
  543. Tristão de Alencar Araripe História da província do Ceará 1958 174 pág. 50,00 Bom estado amarelado pelo tempo, falta a parte inferior da capa
  544. Tristão de Alencar Araripe Expedições Militares Contra Canudos: Seu Aspecto Marcial 1985 230 pág. 35,00 Bom estado
  545. Ulysses Lins Três Ribeiras 1971 35,00 Bom estado
  546. Ulysses Lins Um Sertanejo e o Sertão- Moxotó Brabo - Três Ribeiras (3 em 1) 45,00 Ótimo estado
  547. Ulysses Lins de Albuquerque Um Sertanejo e o Sertão (A Luta dos Pereiras e os Carvalhos) 242 pág. 55,00 Bom estado
  548. Vera Ferreira e Antônio Amaury De Virgolino a Lampião 1999 257 pág. 65,00 Bom estado
  549. Vera Ferreira e Germana Gonçalves Bonita Maria do Capitão –  Capa dura - edição de luxo  150,00 Novo
  550. Vicente Nascimento Sertão Sertanejo 2008 204 pág. 30,00 Bom estado
  551. Vilma Maciel O Pacto dos Coronéis (Cariri 1911)  25,00 Novo
  552. Vilma Maciel Os Fuzilados do Leitão  2ª Edição 2012  88 pág. 23,00 Novo 
  553. Vilma Maciel Lampião: Luta, Sangue e Coragem 2012 (Romance Histórico)  188 pág. 33,00 Novo 
  554. Vingt-um Rosado Delmiro Gouveia e Mossoró 2005 123 pág. 23,00 Ótimo estado
  555. Vingt-un Rosado Dois Temas de História Regional: Sesmaria e Abolição 1981 93 pág. 20,00 Bom estado
  556. Virgílio Maia Rudes Brasões: Ferro e Fogo das Marcas Avoengas (Ferro de ferrar gado das freguesias do Estado do Ceará) 234 pág. 90,00 Capa dura. Semi-novo
  557. Visual Door LTDA Homens de Expressão do Cariri 152 pág. 35,00 Bom estado/1pág. Solta.
  558. Viviane Gomes de Ceballos e outros (Org.) Nordestes e Nordestinidades: Histórias, Representações e Religiosidades (Anais do II Congresso Nacional do Cangaço, em Cajazeiras,  de 2011) 119 pág. 30,00 Novo
  559. Voltaire Wolney Aires (neto do Cel. Abilio Wolney) Abílio Wolney, Suas Glórias, Suas Dores: A Saga de Jagunços e Coronéis do Sertão 243 pág. 40,00 Novo
  560. Walnice Nogueira Galvão  O Império do Belo Monte: Vida e morte de Canudos 2001 128 pág. 35,00 Ótimo estado
  561. Walnice Nogueira Galvão (Org.) Euclidianos e Conselheiristas, Um Quarteto de Notáveis(Antônio Houaiss, Franklin de Oliveira, José Calazans e Oswaldo Galotti) 2009 117 pág. 35,00 Novo
  562. Wellington Aguiar João Pessoa, o Reformador  2005 374 pag. 25,00 Novo
  563. Wilson Seixas O Velho Arraial de Piranhas (coleção com 3 vols.)  50,00 Bom estado, envelhecido.
  564. Wilson Seixas Viagem Através da Paraíba 1985 193 pág. 35,00 Bom estado
  565. Ze Praxedi Meu Seridó1979 120 pág. 25,00 Bom estado
Revista  “A Província”
Editada no Crato-CE (em formato de livro) Preço R$ 30,00 cada

Nº 05 (1993)     *   Padre Ibiapina “O Apóstolo do Nordeste”
                          *  A Patente de Lampião
                          *  As Orelhas de Cinquenta Contos de Réis (Lampião - Moreno e Antônio da Piçarra)

Nº 07 (1994)     *  Padre Cícero 

Nº 08 (1995)     *  A Patente de Lampião (Hilário Lucetti)
                          *  Padre Cícero Mito e Realidade

Nº 09 (1995)     *  O Coronel Belém do Crato
                          *  O Combate do Coité
                          *  Paraiso Ocasional de Lampião

Nº 10  (1996)    * Um Filho do Crato na Luta Contra Lampião (José Sampaio Macedo)

Títulos da “Coleção Mossoroense” Série “B”
São Plaquetas ou Folhetos, semelhante a uma apostila. São publicações de Palestras, Artigos, Pequenas Biografias, Crônicas, pequenos registros de Fatos históricos, entre outros.

-  Depoimento Sobre Lampião em Mossoró – Laire Rosado  - 13 pag. Ótimo estado – 4,00
-  Jesuíno Brilhante  - Câmara Cascudo – 23 pag. – Ótimo estado – 8,00
-  Jararaca – Câmara Cascudo – 20 pag. Ótimo estado – 8,00
-  A Versão Oficial Sobre Lampião – José Romero A. Cardoso – 12 pag. Ótimo estado – 8,00
-  Viajando o Sertão-(RN) Câmara Cascudo – 61 pag. Ótimo estado – 10,00
-  Quando se Falou bem de Pombal-PB – Crônicas- Gerdivan, Verneck Abrantes, José Tavares, José A. Cardoso- 49 pag. 6,00
-  Um Município da Paraíba – AREIA – Francisco Tancredo Torres – 18 pag. Ótimo estado –5,00
-  Cangaço e Coiteiros – Oswaldo Lamartine – 7 pag. Ótimo estado – 4,00. OBS. Pequeno conteúdo para título tão importante.
-  Breve Histórico do Cangaço e das Secas no RN. Gutenberg Costa – 37 pag. Ótimo estado – 12,00
-  Bibliografia Sobre Cangaço Cangaceirismo no Boletim Bibliográfico e na Coleção Mossoroense – Isaura Ester F. R Rolim – 10 pag. 4,00
-  O Frustrado ataque de lampião a Mossoró- Diógenes Magalhães – 8 pag. Ótimo estado – 4,00
-  O Mito de Lampião – Visão Histórica e Literária – Kécia B de Figueiredo e Terezinha H M Costa – 48 pag. Ótimo estado – 10,00
-  Pe. Longino – Um Tema Proibido – Câmara Cascudo – ótimo estado – 3,00
-  Três Crônicas Sobre o Treze de Junho(1927) Vingt-um Rosado - 11 pag.– Bom estado – 5,00
-  Ataque de Lampião a Mossoró Através da Literatura de Cordel – Veríssimo de melo – 4,00
-  O Nordeste Brasileiro- Mitos e Contradições – Maurício de oliveira – ,4,00
-  Visitando o Sertão – Vingt-un Rosado – 7 pág. 4,00 .
                         
 LITERATURA DE CORDEL - EDITORA LUZEIRO
  Todos os Folhetos são NOVOS e 32 páginas. Preço R$ 5,00 cada.

-  Leandro Gomes de Barros -  A Confissão de Antonio Silvino- Como Antônio Silvino Fez o Diabo Chorar
-  Manoel D’Almeida Filho  -  Zé Baiano – Vida e Morte
-  Antonio Teodoro dos Santos -  Lampião, o Rei do Cangaço
-  Manoel D’Almeida Filho -  Padre Cícero – O Santo do Juazeiro
-  Antônio Teodoro dos Santos – O Encontro de Lampião com Dioguinho- A Grandeza de São Paulo
-  Antônio Teodoro dos Santos -  Maria Bonita a Mulher do Cangaço
-  Manoel D’Almeida filho -  A Volta de Lampião ao Inferno
-  Antonio Américo de Medeiros -  A moça Que Sofreu na Paraíba do Norte
-  Enéias Tavares Santos  -  O Cangaceiro Isaias -  Canto da Meia Noite e a Vingaça de Um Irmão
-  Luiz Gonzaga de Lima – A Chegada de Lampião no Purgatório – Lampião em Serrinha – Justiça de Lampião
-  Rodolfo Coelho Cavalcante – A Chegada de Lampião no Céu – O Mundo Vai Acabar- Quem Ama Mulher Casada Não Tem a Vida Segura
-  Vicente Benson -  Frei Damião- Vida e Saudades
-  Nogueira de Acopiara - Lampião e padre Cícero Num Debate Inteligente – Lampião Absolvido
-  Antônio Américo de Medeiros – Lampião- A Sua História Contada Toda em Cordel
- Minelvino Francisco da Silva – O Cangaceirismo do Nordeste
- Manoel D’Almeida Filho -  O Encontro de Lampião Com Adão no Paraíso – Lampião Fez Justiça
- João Firmino Cabral -  História, Vida e morte- Luiz Gonzaga
-  Manoel de D’Almeida Filho -  Vida, Vingança e morte de Corisco
-  Minelvino Francisco da Silva -  Antônio Conselheiro e Guerra de Canudos
-  José Pacheco -  A Chagada de Lampião no Inferno – A Grande Luta de Lampião Com a Moça Que Virou Cachorra
-  Manoel D’Almeida Filho -  Os Cabras de Lampião
-  José Camelo de melo Resende – Uma das maiores Proezas Que Antonio Silvino Fez no Sertão de Pernambuco + A Confissão de Antônio          Silvino + Como Antônio Silvino Fez o diabo chorar
- Jotabarros – Lampião e Maria Bonita no Paraíso – Lampião governo Geral do Inferno
- Leandro Gomes de Barros – Vida e Testamento de Cancão de Fogo
              
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