sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Lampião e seus perseguidores
Quando você participa de encontros e debates acerca do cangaço ao colher indicações e comentar determinados autores é muito notório e quase "unânime" uma reprovação à obra do cara que intitula o artigo a seguir. 
Talvez pelo poder da sua editora e da excelente distribuição em instituições de todo o pais eu deduzo que ele venha a ser um dos, senão o autor mais lido da bibliografia cangaceira. 
O pecado deste cabra é ter sido um dos mais notórios responsáveis pela "romantização" quase imbatível do mito de Virgulino Ferreira da Silva fazendo deste e de seus garotos "heróis marginalizados e incompreendidos" além de deduzir motivos e criar teorias absurdas para varios de seus crimes.
Mas convenhamos, quem leu qualquer um dos seis volumes da série Lampião Seu tempo e seu reinado, viajou em descrições da paisagem, da alimentação, da geografia de cada pedaço de nordeste, da estética, tudo com uma incomparável riqueza detalhes. 
O pesquisador em questão deve ter seu valor reconhecido. Pisou em quase todos os cenários e esteve frente a frente com personagens e testemunhas oculares que era sonho de muitos de nós. Foi e ainda é fonte de consulta em quase todas as obras posteriores a sua. 

Frederico Bezerra Maciel 
Extraído do GEH - Grupo de Estudos Humanus



Nasceu em Pernambuco em 1912. Grande estudioso, principalmente de temas regionais. Sacerdote, com estudos eclesiásticos em São Paulo, Rio de Janeiro e Olinda, especializados na Europa (Universidade Gregoriana de Roma; França; Suíça; sociologia, parapsicologia, psicoterapia, arte, estudos bíblicos...) e, por último, Técnico Agrícola em Pernambuco.

Além disso, poeta, compositor musical, desenhista mormente arquitetônico e homem de ação e atuação social.

Escritor singular, autor responsável pela impressionante e definitiva biografia - muito embora, ele mesmo, do alto de sua humildade, o negue - , obra épica Lampião, Seu Tempo e Seu Reinado - em seis volumes.





Conterrâneo de Lampião este assunto surgiu espontâneo e forte em Maciel, ainda menino, e fixou-se nele. Não, porém, como obsessão ou mesmo preocupação. - "Quem é este homem para ser tão perseguido?" - Perguntas como essa voejavam de sua mente e se misturavam ao apito nervoso dos trens bufantes, fumaceiros e poeirentos, transportando tropas volantes, ao toque estridente de cornetas, em demanda do sertão - o campo de batalha da Guerra de Lampião.

Esse interesse, sem objetivo predeterminado, mas inconsciente e repticiamente, foi crescendo nele e aguçando aos empuxos da idade e do cultivo do espírito.

E em junho de 1921, em Poço Branco, o primeiro grande combate de Lampião. Que assombrou o comandante das volantes tenente José Lucena e todo o comando da Polícia Militar, preocupou os governos, abalou os sertões, encheu os noticiários.

Precisamente naquele momento, conscientemente despontou nele, explosivo e muito vivo, o interesse por Lampião através de incessantes notícias, estudos indiretos e leituras fortuitas, agregando-se como constelações, formando uma galáxia.

Muito mais tarde (1952), viajando pelo mundo - percorreu quase toda a Europa, Norte da África, Ásia Menor e América do Sul -, sempre o acompanhava o pensamento do sertão. Realmente, trazia no peito o sertão nordestino! Aquele mundo de catingas caracterizadas por violentos contrastes e seu povo marcado pelo signo da incerteza. Em razão de seu ofício de sacerdote, de 1942 a 1950 palmilhou toda a imensa região precisamente a correspondente à geografia de Lampião, e a respeito dele colheu valiosíssimos depoimentos.

Sertanejos de todas as condições o procuravam solicitando orientação para problemas seus íntimos e inquietantes, de consciência. História puxa história... E assim foi indagando, perquirindo, aprofundando os assuntos e deles se assenhorando. Após a saída de cada consulente, imediatamente anotava tudo, exceto o que pudesse identificá-lo, a fim de salvaguardar o dever do sigilo. Depoimentos de supremo valor! "Invejáveis!" - declarou emérito historiador, depois muito interessado neles.

Em 1969, quando de fato decidiu realizar o trabalho imensamente grande de organizar cronologicamente milhares de anotações sobrevinha a Maciel fortes tentações de desânimo. Arrependia-se de ter começado. Mas tornava a fazê-lo. E assim, para sorte da História e a bem da Justiça, prosseguiu, sempre avante, passo a passo, até o fim.

Pôs -se a par de toda a literatura sobre o assunto, compulsou para mais de 30.000 exemplares de jornais da época, publicados desde o Ceará até São Paulo; esquadrinhou 78 cartas geográficas e 44 plantas de localidades, a fim de traçar mapas-roteiros dos assucedidos lampeônicos. Buscou novos depoimentos em entrevistas, agora tecnicamente dirigidas. Volveu, por várias vezes, aos sertões do Reinado de Lampião à racolta de mais informações de seu tempo. Advertiu-se contra determinados entrevistados:

- "super-heróis", diante de quem Lampião, coitado, só fazia correr...
- "inocentes", mui temerosos de comprometimentos e engenhosamente assessorados para salvaguardar a "honrabilidade" de seus patriarcais patenteados...
- "convencidos, embora honestos: só eles se achavam possuidores da verdade, que deve ser toda sua, lembrando aquela verdade de cada um de que fala Pirandelo: -"Cosi è, si vi pare"...
- "Distorcedores" de fatos, em seu favor, por ódio... Chegou mesmo a divergir de alguns familiares de Lampião.

Conforme suas palavras e reconhecido por nosso Conselho Editorial, semelhantemente às operações das farinhadas sertanejas, todo o material das entrevistas foi espremido para tirar a manipueira tóxica, e devidamente peneirada para separar a farinha pura e fina da verdade.

Ao mesmo tempo em que intensificava as pesquisas, ia redigindo o texto. Nesses entrementes, dois escrúpulos mucicaram sua consciência, como ele diz.

O primeiro reforçado por determinados zelosos fariseus: - "Ser-me-ia condigno escrever sobre um "bandido"? Compulsando, porém, os depoimentos chegou à conclusão: "O "bandido" em Virgulino era apenas um 'acidente'. Sua indiscutível genialidade superaria tudo o mais!

Sabia que o que estava faltando era uma reposição biográfica de molde a enfocar a imagem real e verdadeira de Lampião, que substituísse a imprimidurainconfessáveis propósitos. Os depoimentos e as pesquisas, no entanto, revelaram-no autêntico. E se, a respeito dele, Maciel escreveu com entusiasmo, foi por uma razão de imposição de sua genialidade, que é traço dominante da personalidade de Lampião. E não foi com entusiasmo que Thomas Carlyle escreveu a "Revolução Francesa" e "Heróis"?

Não há nenhum propósito contra ninguém na obra, inteiramente baseada, com imparcialidade, em depoimentos. Nada de imaginação, pressa ou caprichos. Escrito com absoluto critério de honestidade perante a verdade e com infinita paciência: pesquisa de 30 anos, 4.000 horas de redação, mais de 3.000 nomes de pessoas, mais de 2.000 nomes de localidades...Trabalho este que nada mais é do que a tradução, em livro, da mensagem histórico-social - protesto e desafio! - do Capitão Virgulino Ferreira da Silva, Lampião!

Em toda a obra, seguiu o linguajar do povo sertanejo com maestria e simplicidade. Sintaxe e termos. Os vocábulos populares correntes, à medida que iam surgindo das entrevistas, eram simplesmente incorporados, sem aspas ou tipos diferentes, em sua grafia e fonética, dialetais, plebeus, rurais, chulos, arcaicos... Afirma Maciel: "À louvável reforma gramatical se impõe outra, muito maior e mais importante - a linguagem brasileira."

Diante da riqueza e da autenticidade dessa linguagem impressa na obra Lampião, Seu Tempo e Seu Reinado, procuramos, em nosso artigo Lampião, o Capitão do Nordeste!, manter, na medida do possível, esta mesma linguagem inclusive baseando o artigo e utilizando-nos de trechos na íntegra da obra de Maciel, intercalados com observações e interpretações nossas. Também, simplesmente incorporando-as no artigo, em geral sem aspas ou tipos diferentes, uma vez que a afinidade com seu trabalho sobre o Rei do Cangaço é total, sincera e livre de competições ou pretensa superação literária, mesmo porque, consideramos a referida obra definitiva, conforme já dissemos. Além disso, o presente artigo também se utiliza de vários trechos na íntegra de sua obra já citada.

Cabe aqui um adendo com as palavras de José Rafael de Menezes, Bacharel de Direito, professor universitário em Pernambuco e Paraíba, sociólogo, poeta, polígrafo, 15 obras publicadas, ao receber os três primeiros volumes do épico lampeônico de Maciel, antes de sua publicação:

"Após a leitura, posso afirmar que toda essa peripécia se compensa. O escritor existe e provoca. Haveria de esperar, de um homem erudito, de um historiador, de um sacerdote à antiga, a verbosidade, o rigor clássico, a abundância retórica. Há surpreendentemente uma linguagem, audaciosa. Uma abertura quase insólita, pelo conviver e pelo misturar - como pelo inovar - termos e períodos, frases e conceitos, estrutura do ensaio gigantesco. Nada pacífico. Nada bem comportado. Um desafio ao leitor. Sem ter tido o propósito de seguir nenhum mestre (da literatura), vindo acidentalmente erguendo sua obra, o Pe. Maciel é pródigo como expositor... E sua documentação resiste, conduz a segurança da responsabilidade do autor e se comprova pelas fontes exaustivamente referidas. Estamos então diante de um livro. De um possível grande livro.

Na missão que me foi confiada, de rever e sugerir uma reestruturação da obra, sinto-me vencido. É impossível alterar um trabalho que foi se erguendo em etapas e circunstâncias e que conduz a marca do seu autor, nada acadêmico. Limito-me a ler com proveito e deleito sertanejo. Possuo motivos de discordâncias em alguns pontos, mas na maioria das teses ou das versões, tenho me modificado. Acredito que o livro poderia ser bem menor, desde que há excessivo zelo por anotações, descrições, comprovações. Mas como já afirmei, é difícil alterar o conjunto. É quase impossível podar.

O trabalho do Pe Maciel: Lampião, Seu Tempo e Seu Reinado é grandioso e desafiante. Polêmico, exaustivo. Mas de uma grandeza que abala o leitor."

A obra é uma festa, assim como a vida de seu protagonista. Viva, bem humorada, envolvente, terna, singela, séria, e, sobretudo, verdadeira. A justiça da História é lenta, mas infalivelmente chega.

Um juízo de valor sobre Lampião, livre de deformações e de preconceitos, através de uma ótica transparente pela imparcialidade e pela veracidade dos fatos e informações bem averiguados, e, além disso, abrangente de acurado e profundo estudo da personalidade inteira de Lampião e do contexto sócio-político de seu tempo, surge na obra de Frederico Bezerra Maciel. Um tema palpitante do desenvolvimento sócio-histórico nordestino, capítulo candente da história do Brasil.

De todos que Maciel ofereceu o material pesquisado ao longo de 30 anos, unânime foi a recusa. Diante disso: "Mobilizei e desdobrei tudo o que possuía de fé e alento, esforço e tenacidade. Trabalho ingente e desafiante: abrir um capítulo novo da história do Brasil através da reposição biográfica real daquele que foi o epicentro do reinado que criou e o manteve até o fim".

Assim, esse imensamente grande material de pesquisas, sobre a impressionante complexa e excitante vida de Lampião, não teria tido nunca força para o empurrar a escrever a seu respeito, não tivesse havido algumas causas determinantes como essa recusa, como resposta de todos aqueles a quem ofereceu o material e o gosto pelos desafios, tônica pessoal de Bezerra Maciel, em tudo, desde a infância.

Não se constrói com lama uma casa, mas com material sólido. Assim também, não se retrata a personalidade de um gênio com seus erros. Mas com seus valores reconhecidos e proclamados. Os erros podem até ser meros acidentes ocasionados por imperativos circunstanciais. Enquanto este relato é a voz da justiça exigida pelo reconhecimento da verdade histórica.

De fato, para um juízo em dimensão adequada de alguém, principalmente de projeção relevante no cenário da história, é necessário antes de tudo conhecer-lhe a vida com objetividade de intenções e sentimentos. A não ser se admita o profetismo - no sentido de especulação e palpite -, como conotação da historicidade.

Sem conhecimento biográfico completo, fica-se perdido no mundo indimensionado das flutuações teóricas, das distinções e subditas especiosas e bizantinas, de manquejantes conclusões enfeitadas de ouropéis vocabulares taxados de científicos. Reprovar ou condenar dá tanta inspiração e eloqüência! Haja vista determinados comícios político-eleitorais, determinadas arengas parlamentares, determinados artiguetes jornalísticos, ou livros de lixeratura...

E afirma Maciel: "Não há nenhuma assemelhação dos meus estudos sobre Lampião com fantasiosas tentativas de reabilitação, sem base documentária, de Calabar, Barrabás, Judas Iscariotes...Histrionice dizer, sem conhecer, que minha obra é um "endeusamento" de Lampião.

Para a maioria dos brasileiros, trata-se, Frederico Bezerra Maciel, de um ilustre desconhecido, esquecimento esse, a nosso ver, proposital, tal qual uma queima de arquivo histórico-cultural. Tal indiferença diante de seu esforçado trabalho é uma prova evidente de mais uma tentativa de impedir, de forma covarde, capciosa e confundidora que as pessoas conheçam a verdadeira história do Brasil, que vem sendo distorcida, mutilada e forjada há muito tempo.

Dedicou a maior parte de sua vida a fim de legar à História um dos trabalhos mais bem feitos realizados até hoje. Torna-se impossível alguém repetir ou superar o trabalho realizado por esse corajoso e competente historiador, uma vez que não seria possível, hoje, ter contato direto com a maioria dos personagens que compõem esta fascinante história, conviver com eles, entrevistá-los, sentir e recolher todas as informações diretamente da fonte de forma tão fiel e poética como ele fez.

Ficou comprovado pelo nosso departamento de memória histórica que nenhum autor, consultado entre mais de 40 obras, teve a responsabilidade biográfica do Padre Maciel. Portanto, alertamos que alguns excertos e citações aproveitadas de outros autores em nosso artigo Lampião, o Capitão do Nordeste!, não significa o nosso reconhecimento de tais obras, de forma global, como correspondentes à verdade, mas sim apenas os trechos selecionados. Ficando reservado à Frederico Bezerra Maciel a principal fonte de onde conseguimos obter a água pura e cristalina da verdade histórica que cumpre o dever de resgatar a imagem do ilustre brasileiro Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como Lampião.

Não é um paradoxo para nós que um historiador da cepa de Maciel tenha sido banido do rol dos principais escritores e historiadores brasileiros num país onde se inventa e promove um medíocre pigmeu como Euclides da Cunha que distorceu a história do sertão nordestino e seu misterioso personagem Antônio Conselheiro, às custas de centenas de reportagens da mídia do sistema principalmente do jornal o Estado de São Paulo para o qual esteve a serviço, desde sua fundação, como jornalista. Trabalhou, propositadamente, no sentido de transformar a Guerra de Canudos num caso de patologia coletiva.

Demonstrando com isso um reflexo condicionado do seu cérebro de barata. A verborragia empolada de Euclides da Cunha não combina nem com a paisagem do sertão e menos ainda com sua gente. Melhor seria se ele tivesse escrito um livro sobre a Antártida cuja temperatura combina perfeitamente com seu temperamento aguado e gelado. De forma descarada adotou um estilo de escriba europeu para falar do sertão, aonde esteve, em "missão", a serviço da República, vestido à rigor com um guarda- roupas de D. Pedro II, ou seja, de polainas e chapéu alto (cartola). Mantendo-se sempre à pelo menos 5km de distância do conflito e mesmo assim se retirando antes da hora incomodado com a canícula, as cobras e com os pernilongos e os mosquitos, que, com certeza, deviam ser monarquistas.

Voltando a Maciel, além da genialidade, espontaneidade e responsabilidade com que realizou o trabalho sobre Lampião - o que nos motivou a reconhecer sua obra como única e insuperável diante da riqueza dos fatos nela narrados -, para nós, da Humanus, o ponto determinante que fez com que publicássemos esta homenagem à este escritor sensível e ainda um amplo artigo sobre Lampião, que se verá a seguir, foi quando deparamo-nos com um fato revelado pelo autor no 5º volume da obra Lampião, Seu Tempo e Seu Reinado:

" - ...E até - parece incrível - alguém cujo nome não é possível revelar para não ofender a família "honrada" e "nobre", do tal, fingindo-se surpreso, dizia, "ainda se fala nesse homem?!" (isto é Lampião), propôs, sob sigilo, ao autor desta obra, a troca de uma boa casa dele, proponente, por todo o volumoso material de pesquisas feitas durante mais de 30 anos sobre Lampião. Para que fim? 'Queimar tudo ali mesmo, na hora!'.

Entretanto, se 'nada daquilo prestava', conforme alegava, por que querer comprar e por preço tão alto?"

E encerra ele este mesmo volume: "Todo o que foi respigado, classificado e exposto - (na obra) - atesta o reconhecimento muito vasto e profundo, em todos os ramos do interesse humano sobre o indubitável valor pessoal e histórico-social de Lampião. Que nem o ódio conservado por tradição dos antigos inimigos e nem a caturrice de determinados "mestres", presunçosos donos da verdade e do saber, podem sequer abafar ou escurecer. Reconhecimento este que se elevou em grandioso monumento indestrutível, marcante de sua vida e de sua história, no seu tempo e no seu reinado de ontem e de hoje, de sempre."

Amém.

Frederico Bezerra Maciel teve a hombridade e a coragem de renunciar a descarado suborno de tentar fazer desaparecer da história do Brasil o único e verdadeiro documento fruto de 30 anos de investigação, séria e corajosa que só um espírito sensível e amante da verdade poderia realizar reproduzimos a tentativa de suborno feita ao mais ilustre historiador nordestino:

E é impressionante observar os métodos dos macacos de 1920 com os gorilas dos terceiro milênio: trata-se indubitavelmente de fazer qualquer beato acreditar piamente na reencarnação, ou seja, os macacos de então reencarnados gorilas estão.

Único material encontrado das centenas de livros escritos sobre Lampião a única obra da qual verdadeiramente pode nos ser de real utilidade foram os seis volumes do historiador pernambucano que nós consideramos o maior historiador nordestino que durante 30 anos dedicou sua vida pesquisando e extraindo a verdade dos fatos sem envolvimento emocional e sem temer a ameaças de caráter político, um verdadeiro humanus digno de constar como destaque neste Anuário Cultural.

Extraído do Anuário Cultural Humanus VII - Edição Lampião Clique aqui

Pesquei na CMI Brasil

2 comentários:

ronaldo prado/vitória da conquista-bahia disse...

Já li e reli esta obra do Pe.Frederico , como também já li outras tantas obras sobre Lampião e o cangaço.Nenhuma tem tanta riqueza de detalhes.Excelente artigo.

Anônimo disse...

Li os volumes, passionais, do Padre Frederico. valem pelos detalhes. O leitor tem que estar atento quanto aos julgamentos (a meu ver errados) de valores: Um exemplo fácil é justificar a morte de uma criança, e em contra-ponto, se escandalizar com a de Cascavel em Mossoró.

Att Marcelo