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sexta-feira, 1 de abril de 2022

Depoimentos

Projeto de Ensino Memórias do Cangaço divulga resultados do ano 2021

 Felipe Piauilino / ASCOM

 


Ao longo de 2021, o campus Ouricuri, através dos professores Uilma Maíra e Andrey Bernardes,  realizaram o Projeto de Ensino Memórias do Cangaço. Neste projeto, sete turmas do Ensino Médio Integrado estiveram envolvidas na execução, sendo 03 de Agropecuária, 03 de Edificações e 01 de Informática.

O docente Andrey Bernardes detalhou como foi realizado o projeto de ensino. Confira abaixo:

“Todas as turmas estudaram sobre o Cangaço em algum momento ao longo de 2021, como parte integrante do currículo de História da Instituição.Após isso, os estudantes das turmas mencionadas procuraram um familiar, ou conhecido da família, que conhecesse histórias ou guardasse memórias sobre o Cangaço. O objetivo era realizar uma entrevista sobre o cangaço, que seria gravada em áudio.

Para tanto, os estudantes participaram de uma oficina sobre realização de entrevistas. O propósito da oficina era fazer com que os discentes percebessem o papel ativo do entrevistador em estimular e conduzir o discurso dos entrevistados. Além disso, a oficina alertou quanto aos aspectos técnicos da gravação de uma entrevista em áudio e auxiliou cada um dos estudantes a elaborar um roteiro para a entrevista que iria realizar.

Com a oficina concluída e a pessoa a ser entrevistada escolhida, os(as) discentes passaram à gravação das entrevistas. Entre maio e setembro de 2021, foram realizadas 22 entrevistas nos municípios de Ipubi, Ouricuri, Santa Filomena e Trindade (Pernambuco), no Crato (Ceará) e em Governador Valadares (Minas Gerais).

Por fim, foi criado um site, que serve como um repositório das entrevistas gravadas. Para a construção do site, o Projeto contou com a participação da professora Shayane de Oliveira Moura, recentemente redistribuída para o Instituto Federal do Ceará, campus Cedro. 

 No site se encontram os áudios de todas as 22 entrevistas, cujo conteúdo também foi transcrito. Em breve, as transcrições estarão disponíveis para serem baixadas e lidas: 

 Clique aqui para conhecer o site e ouvir os depoimentos

Fonte: Instituto Federal Sertão de Pernambuco

terça-feira, 19 de março de 2019

O cordel de Emilly

Lampião sob o olhar de uma criança

No último dia 13 nós atendemos mais um convite do professor Renato Araújo para resumir a saga de Lampião para todos os alunos do ensino médio do Colégio José Augusto Vieira (rede particular de Lagarto,SE).

O ensaio histórico foi aberto para convidados, dentre estes a pequena Emilly de Souza Monteiro, de 10 anos, que movida pela curiosidade foi acompanhando sua mamãe, a professora M.ª Érica Monteiro.



Ontem a Emilly nos surpreendeu ao revelar que foi proposto aos alunos do 5º ano do Colégio Mundial, onde ela estuda, que produzissem um poema de tema livre para um concurso interno.

Surgiu um breve dilema, a indecisão sobre o que escrever, e ela nos disse que de repente veio uma luz, precisamente a luz de um Lampião que não se apaga. A pequena notável lembrou da nossa palestra e criou um pequeno cordel com as suas impressões e inclusive algumas das passagens que mais lhe impressionaram.


Manuscrito

Vamos conferir a transcrição dessa lindeza...


Lampeão

Cangaceiro arretado do Sertão quente
Tiro certeiro que passa pelo dente
Cangaço perigoso e pavoroso
Faca que dói como uma serpente.

Maria Bonita, sua linda esposa
Ficava a esperar e os tiros a escutar
Orava pra Lampeão pra não morrer nesse sertão
Rezava pra não morar naquele lugar.

Cangaceiro Balão, cangaceiro de Lampião
Chamou alguém que confiava de coração
Rasgou os ombros como promessa
Dentro tinha hóstias que botou Lampião.

Criança na mata não podia
O choro profundo acordava a polícia num segundo
Era mandada para padres confiáveis
E os pais não tinham noção da criança no mundo.

Cangaceiro rico com cinco anéis em cada dedo
Todos os acessórios de ouro brilhante
Na caça, armas de porte grande
Brilhante como lua minguante.

Mulher no cangaço não podia trair
Se traísse algo iria atrair
Poderia morrer sim
Lampião pena não tinha a sentir.

A morte deles foi anunciada
Dois dias depois do acontecido
Triste notícia, mas era pedido
Recompensa grande, prazer enorme
Cangaceiros mortos, esquecidos.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Para os "guris"

Papercraft cangaceiro

Toy-art para você imprimir e montar. Salve a imagem, imprima, dobre, cole e taí mais um cangaceirinho na sua coleção.


Pesquei em www.cubinhokids.com.br

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Cangaço nos quadrinhos da Disney?

Foi em: O Tesouro de Lampião (1961) - Arte de Jorge Kato

14 páginas Com: João Bafo-de-Onça, Zé Carioca, Mickey e Pateta. Publicada originalmente na revista Zé Carioca nº 493, no ano de 1961, republicada em Anos de Ouro do Zé Carioca nº1 (no mesmo ano) e relançada na edição n° 2355 em janeiro de 2011.



Bafo líder de um bando de cangaceiros que enfrenta Zé Carioca, Mickey e Pateta. No passado era comum misturar personagens do universo Disney em histórias assim, e o Zé nessa época não tinha ainda um universo tão bem construido e consolidado como é hoje (graças a Ivan Saidenberg e Renato Canini), por isso, dá para entender porque ela é tão diferente.


É uma história gostosa de ler, ainda que tosca até onde você puder imaginar, com o Zé fora do Rio de Janeiro, levando Mickey e Pateta de carro pelo Norte do Brasil, onde acabam esbarrando na lenda do tesouro do Lampião, um personagem que você precisa consultar um livro de história para saber de que se trata. (Culpa mais uma vez da falta de um editorial dentro das revistas explicando estes detalhes).

Capa jan. de 2011 




















Fontes consultadas:  
Portallos
HQ Disney Blogspot
Ludy
Edição Extra

*O conteúdo completo foi uma colaboração de Raimundo Gomes, pesquisador e colecionador de Fotaleza, CE.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Novo livro na praça

O julgamento de Lampião 

WB e B40 são os anjos mais atrapalhados do mundo Angelical e acabaram de receber seus diplomas de "anjos classe A". Anjos classe A, são aqueles que recebem as melhores missões do mundo angelical e, portanto, ter um diploma desses é símbolo de "status" no céu.

Mas para a surpresa dessa dupla que tira nota "A" quando a questão é fazer trapalhada, eles recebem a missão de levar nada mais nada menos do que a alma do famoso Cangaceiro Lampião para ser julgada no tribunal do mundo celestial.

Livro: O julgamento de Lampião 
Autor: Victor Órion
Ano: 2010
Gênero: Teatro
Páginas: 72
R$ 20.00

Compre pela :Editora Multifoco

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Novo livro na praça

Lampião na Cabeça


Com uma arma apontada para a cabeça, Helena tem que escrever a biografia de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião. Com o rei do cangaço, não tem brincadeira. Promessa é promessa. E deve ser cumprida a qualquer custo. Helena é a narradora de Lampião na cabeça, primeiro livro de Luciana Sandroni pela Editora Rocco.

Por meio da personagem, a premiada escritora de livros infantojuvenis recria a controversa trajetória de Lampião – do menino tranquilo ao temido cangaceiro que entrou para a história como um homem perigoso e violento – em um livro instigante, que conta ainda com belas ilustrações e projeto gráfico assinados por André Neves.

Ganhadora do Prêmio Jabuti de melhor livro infantil em 1998 por sua biografia de Monteiro Lobato, que recebeu ainda o prêmio O Melhor para a Criança da FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil), Luciana Sandroni mergulhou na vida do cangaceiro mais famoso do Brasil para escrever Lampião na cabeça. Bandido ou herói? Vingativo ou generoso? A história de Virgulino Ferreira da Silva – nascido em 7 de julho de 1897, em Vila Bela, Pernambuco, e morto em 28 de julho de 1938, sua cabeça cortada exposta na escadaria da prefeitura de Piranhas, Alagoas, junto com as de outros cangaceiros de seu bando – não pode ser lida sem se levar em conta a realidade do sertão brasileiro, onde a miséria reinava e os coronéis faziam as leis de acordo com os seus interesses.

Em suas pesquisas, Helena descobre que Virgulino foi um menino esperto e inteligente. Terceiro de nove filhos, cresceu ouvindo as histórias dos cangaceiros famosos cantadas pelos artistas populares da época e brincando de “Polícia e cangaceiro”, o equivalente ao “Polícia e ladrão” da cidade. Desde os seis anos, ajudava o pai com os carneiros e as cabras na pequena fazenda da família, e na juventude se tornou muito habilidoso na arte do couro, além de ótimo vaqueiro, excelente dançarino de xaxado e tocador de sanfona de oito baixos. Mas por que então foi se meter no cangaço?

Virgulino virou Lampião para vingar a morte do pai, em 1921. As rixas entras as famílias eram muito comuns na época e a justiça era feira “aqui e agora”. Uma vingança puxa outra e... Virgulino nunca mais deixou de ser Lampião. Atuou no cangaço dos 19 aos 41 anos, tornando-se o bandido mais importante do século XX. Eternizou a imagem do cangaceiro – chapéu de couro com a aba virada para cima enfeitada com moedas de ouro, as cartucheiras se cruzando no peito – e até hoje é amado e odiado.

Se Lampião foi uma espécie de Robin-Hood do sertão ou apenas um cabra da peste egoísta e sanguinário que espalhava o medo e a opressão pelos povoados onde passava, até hoje há controvérsias. Mas que sua história é fascinante, quanto a isso não resta dúvida. É justamente essa história aberta a várias interpretações que Luciana Sandroni conta no arretado Lampião na cabeça. Com uma narrativa criativa, que mistura ficção e dados reais e reflete ainda sobre o papel do escritor, a autora mostra que toda história pode ser contada de várias maneiras.

E é bom não se esquecer disso, senão o couro vai comer!


Serviço 
Livro: Lampião na cabeça 

Autor: Luciana Sandroni
ISBN: 9788579800177
Páginas: 112
Formato : 19x24
Preço : R$ 49,50

Açude Rocco

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Atenção professores, que tal um Jogral?

A última peleja do Diabo Loiro 
Há sessenta anos morria Corisco, o derradeiro chefe do cangaço, mas a batalha dos sertanejos contra a fome e a violência continua

 


Imagine-se no dia 25 de maio de 1940. Corisco havia cortado o longo cabelo loiro e não andava mais em bando desde a morte de Lampião, dois anos antes. Vivia escondido com sua mulher, Dadá, na casa de um sertanejo na cidade baiana de Barra do Mendes. O casal havia acabado de almoçar quando foi surpreendido por uma volante patrulha policial que seguia os cangaceiros. Corisco não quis se entregar e morreu no tiroteio. Dadá, ferida na perna por uma bala, ficou para contar a história.

Cristino Gomes da Silva Cleto, nasceu na cidade de Matinha de Água Branca, Alagoas. Aos 17 anos, matou um protegido do coronel da cidade e fugiu. Sem rumo certo, optou de vez pela criminalidade e entrou para o bando de Lampião, o lendário cangaceiro. Forte, corajoso e ligeiro, logo passou a ser chamado de Corisco. Conquistou poder e, com a divisão do grupo (parte da estratégia para fugir à perseguição policial), ganhou seu próprio bando.

Com a morte de Lampião, Corisco tornou-se o único chefe cangaceiro. Antes de encontrar seu fim, ainda tentou vingar a morte do amigo. Matou a família do fazendeiro acusado de delatar o bando à polícia. Acabou cometendo uma de suas maiores atrocidades: assassinou as pessoas erradas.

Nessa época, Corisco já era conhecido como Diabo Loiro, pela cabeleira e, claro, pelo espírito. Ninguém sabe dizer ao certo quando ele nasceu. Sabe-se que em 1928, já no início da vida adulta, apaixonou-se por Sérgia Ribeiro da Silva, a Dadá, e não teve dúvidas: raptou e estuprou a menina de 13 anos. Corisco ensinou Dadá a ler e escrever e teve paciência para esperar que ela aceitasse o destino imposto por ele. Dadá virou a costureira do grupo e passou a fazer os "modelitos" que aparecem em todas as fotos dos cangaceiros.

Em maio de 1968, a revista Realidade colocou frente a frente Dadá e o coronel José Rufino, responsável pela morte de Corisco. Ele, velho e doente, chorou ao vê-la. Dadá, forte e altiva, o perdoou, mas desmentiu o algoz. Ele não matara seu marido em combate, afirmou. "Foi emboscada." Do cangaço, Dadá levou lembranças, três filhos com Corisco e nenhum dinheiro. Morreu em fevereiro de 1994, aos 78 anos, na periferia de Salvador.

O bando de Lampião aterrorizou o sertão nordestino por quase vinte anos. Especula-se que a origem do cangaço remonte ao século XVIII, quando fazendeiros recrutavam sertanejos para exterminar índios. Mais tarde, os colonos teriam sido obrigados a participar das lutas entre famílias ricas que disputavam terras com políticos. Por fim, esses bandos tornaram-se independentes, criando leis próprias e subornando fazendeiros e comandantes da polícia em troca de proteção. Seus métodos bárbaros incluíam tortura, estupro e morte.

De acordo com essa tese, o surgimento desses andarilhos coincide com o declínio das culturas de cana-de-açúcar e algodão. O café, no Sudeste, passou a ser o motor da economia brasileira gerando fome, desemprego e falta de perspectivas no agreste. Assim, o cangaço era uma opção de vida atraente para sertanejos jovens que não tinham trabalho e rendiam-se à promessa de fama e dinheiro fácil. Qualquer semelhança com a história dos "soldados do tráfico de drogas" nos dias atuais não é mera coincidência.

Essa era a situação social e política da primeira fase da República. Aproveite a oportunidade para fazer seus alunos descobrirem quem eram os donos das grandes fatias de terra e o que mudou na vida da população pobre, principalmente a nordestina.

Língua Portuguesa 7ª e 8ª séries 

Sabor regional 

Os cangaceiros despertavam o medo e a admiração da maioria da população pobre do Nordeste. A professora Maria José Nóbrega sugere que os alunos pesquisem essas duas visões representadas na arte e nos fatos históricos.

1. Em literatura, ela propõe a leitura de três livros: Fogo Morto, de José Lins do Rêgo; Capitães de Areia, de Jorge Amado; e Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna. A seguir, inicie um debate: por que os sertanejos são vilões e heróis ao mesmo tempo? 

2. Utilize a literatura de cordel e textos de Patativa do Assaré para quebrar preconceitos da língua portuguesa. "Mostre a seus alunos que a língua popular muitas vezes é ridicularizada porque o povo é discriminado", afirma a professora. Peça a eles que descubram a regra gramatical desses versos, que fogem do padrão institucionalizado.

3. Músicas de Luiz Gonzaga, fã confesso de Lampião, também podem ser bons materiais para ilustrar a vida do povo nordestino. Coloque as músicas do rei do baião para seus alunos ouvirem e dançarem. "É um exercício de reconhecimento da diversidade cultural e lingüística do país", avalia Maria José.


Os bandos de Lampião e Corisco espalharam pânico por sete Estados brasileiros durante duas décadas. Circulavam pela área rural do sertão nordestino, deixando um rastro de mortes pelo caminho. Veja no mapa as principais cidades por onde Corisco passou.

Geografia 7ª e 8ª séries 

Coronelismo e religião 

1. Proponha que os alunos tracem uma rota do cangaço (use o mapa disponibilizado no link original como inspiração). Eles devem estudar a vegetação, o clima e a hidrografia dos Estados percorridos. Em seguida, o professor de Geografia Marcos de Franco, de Curitiba, sugere que os alunos pesquisem as condições sociais da população na época do cangaço e hoje. "O objetivo é fazê-los perceber que em muitos lugares a situação permanece a mesma", explica.

2. O cinema também pode ajudar nas aulas de Geografia. Filmes como Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Gláuber Rocha (1964), Corisco e Dadá, de Rosemberg Cariry (1996), O Cangaceiro, de Lima Barreto (1965), e Baile Perfumado, de Lírio Ferreira e Paulo Caldas (1997), permitem que os alunos visualizem as condições naturais do Nordeste, as relações sociais da época, o poder dos coronéis, a religiosidade


7ª e 8ª séries 

Heróis ou bandidos? 
E a influência das festas populares. Peça aos alunos que anotem e apresentem essas informações. Mas atenção: as fitas contêm cenas de violência e não são indicadas para menores de 14 anos.


História 7ª e 8ª séries 

Heróis ou bandidos? 

1. O historiador Flávio Trovão sugere a simulação de um tribunal para julgar os cangaceiros. Esse exercício pode ser realizado junto com a disciplina de Língua Portuguesa. Divida a classe em dois grupos. Uma turma fará o papel da promotoria, para acusar os cangaceiros por seus crimes. A outra será a defesa, que deve destacar as muitas vezes em que os cangaceiros distribuíram o produto de seus saques entre a população carente. "Os alunos devem concluir que eles eram invejados porque ofereciam uma forma de resistência à ordem estabelecida", afirma o professor.



*Matéria da Revista NOVA ESCOLA sobre reportagem publicada na revista Realidade em 1968, sobre o reencontro de Dadá com o coronel Zé Rufino: A história passada a limpo

Açude: Revista Escola

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Cangaço pra gente pequena

A História de Lampião Junior e Maria Bonitinha 

Livro de Januária Cristina Alves - Desenhos de Marco Carillo

Segundo uma de suas mais renomadas biógrafas, Aglae Lima de Oliveira, em seu livro "Lampião Cangaço e Nordeste" (Ed. O Cruzeiro, RJ, 1970), Virgulino Ferreira, o Lampião, em sua infância, foi um menino como outro qualquer: brincava, fazia e vendia artefatos de couro na feira de sua cidade, inventava poemas e dançava xaxado.

É este o Lampião que Januária Cristina Alves retrata neste livro. Ela conta, com muito humor e imaginação, a história deste menino e, para isso, utiliza toda a licença poética que um texto infantil possibilita, incluindo elementos do folclore nacional, dança, música, bonecos, dentre outros. Além disto, seu texto inteligente e dinâmico faz referências históricas explícitas ao personagem, porque é fruto de uma pesquisa cuidadosa e de um profundo respeito pelas inúmeras versões que uma mesma história pode ter.

A História de Lampião Júnior e Maria Bonitinha está em sua 2ª edição e já foi adaptada para o teatro tendo ficado em cartaz por 3 anos em São Paulo e durante 1 ano viajando pelo Nordeste. O livro já foi adotado por algumas escolas principalmente pela riqueza de detalhes com que descreve personagens do Folclore nacional, como por exemplo a caipora e a sereia.

A História de Lampião Júnior e Maria Bonitinha faz parte do selo Bonobo Kids, da editora Novo Século.

Sobre a autora:
Januária Cristina Alves é jornalista, mestre em Comunicação Social e escritora, com 22 livros publicados.

Serviço

"A História de Lampião Júnior e Maria Bonitinha"
Januária Cristina Alves 
Editora Novo Século 

Páginas: 48

Preço: R$ 34,90