O maior sebo virtual de historiografia nordestina ao seu alcance
Procurando livros? Consulte o acervo do Professor Pereira.
O nosso confrade acaba de atualizar seu estoque de livros raros e de preciosidades da literatura do cangaço e das coisas do nosso nordeste.
Estão à nossa disposição, desde vários clássicos sobre a temática como os últimos e mais esperados lançamentos.
Clique aqui pra ter acesso ao catálogo em PDF
Escolheu? É só entrar em contato: franpelima@bol.com.br e WhatsApp (83) 99911-8286. Os valores já estão com os fretes embutidos para qualquer canto do país
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terça-feira, 10 de março de 2020
terça-feira, 14 de janeiro de 2020
A primeira novidade do ano vem da Paraíba
Virgulino Cartografado - Relações de poder e territorializações do cangaceiro Lampião (1920-1928)
De autoria do professor Guerhansberger Tayllow, este livro foi resultado de uma dissertação de mestrado e investiga as relações de poder e os processos de territorializações que o cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião (1898-1938), construiu por meio do estabelecimento de uma malha de protetores e coiteiros e em contraponto a uma rede de opositores, entre os anos de 1920 e 1928.
Aqui o espaço do cangaço lampiônico não é entendido como dado e preestabelecido, mas como resultado dos jogos de poder e das múltiplas relações que esse cangaceiro agenciou com sujeitos de destaque da política sertaneja dentro do contexto da chamada Primeira República.
O território é aqui percebido em sua dimensão processual, possibilitando interpretar as ações de Lampião como produtoras de múltiplos territórios, que ganharam configurações espaciais diversas, como: territórios em rede, territórios em zona ou territórios em movimento.
Três tipos de fontes foram explorados nesta pesquisa: os jornais, que divulgaram notícias sobre Lampião, entre os anos de 1920-1928; os relatos policiais; e a bibliografia memorialística. Partindo da problematização dessas produções e do diálogo com a historiografia do tema, busco entender como se deram as múltiplas territorializações do cangaceiro Lampião.
O AUTOR: Mestre em História pelo Programa de Pós-graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Graduado em Licenciatura Plena em História pela Universidade Federal de Campina Grande, Centro de Formação de Professores. Pesquisa sobre as relações entre História e Memória e História e Espaço, com ênfase nas narrativas culturais sobre o Nordeste, sobretudo do Cangaço.
A presente obra tem 280 páginas. Peça o seu agora, através do nosso sebista oficial, o professor Francisco Pereira Lima! Via e-mail franpelima@bol.com.br ou WhatsApp (83) 99911-8286.
Valor? R$ 60.00 (Sessenta reais) com frete incluso para qualquer canto do país.
De autoria do professor Guerhansberger Tayllow, este livro foi resultado de uma dissertação de mestrado e investiga as relações de poder e os processos de territorializações que o cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião (1898-1938), construiu por meio do estabelecimento de uma malha de protetores e coiteiros e em contraponto a uma rede de opositores, entre os anos de 1920 e 1928.
Aqui o espaço do cangaço lampiônico não é entendido como dado e preestabelecido, mas como resultado dos jogos de poder e das múltiplas relações que esse cangaceiro agenciou com sujeitos de destaque da política sertaneja dentro do contexto da chamada Primeira República.
O território é aqui percebido em sua dimensão processual, possibilitando interpretar as ações de Lampião como produtoras de múltiplos territórios, que ganharam configurações espaciais diversas, como: territórios em rede, territórios em zona ou territórios em movimento.
Três tipos de fontes foram explorados nesta pesquisa: os jornais, que divulgaram notícias sobre Lampião, entre os anos de 1920-1928; os relatos policiais; e a bibliografia memorialística. Partindo da problematização dessas produções e do diálogo com a historiografia do tema, busco entender como se deram as múltiplas territorializações do cangaceiro Lampião.
O AUTOR: Mestre em História pelo Programa de Pós-graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Graduado em Licenciatura Plena em História pela Universidade Federal de Campina Grande, Centro de Formação de Professores. Pesquisa sobre as relações entre História e Memória e História e Espaço, com ênfase nas narrativas culturais sobre o Nordeste, sobretudo do Cangaço.
A presente obra tem 280 páginas. Peça o seu agora, através do nosso sebista oficial, o professor Francisco Pereira Lima! Via e-mail franpelima@bol.com.br ou WhatsApp (83) 99911-8286.
Valor? R$ 60.00 (Sessenta reais) com frete incluso para qualquer canto do país.
segunda-feira, 18 de novembro de 2019
Novidades na Praça
"Vida e morte de Isaías Arruda - Sangue dos Paulinos, abrigo de Lampião"
O historiador, pesquisador e professor cearense de Aurora, João Tavares Calixto Júnior, está lançando no próximo dia 29/11 o seu mais novo livro "Vida e morte de Isaías Arruda - Sangue dos Paulinos, abrigo de Lampião".
Trata-se de um trabalho de cinco anos de pesquisa, resultante da compilação de informações extraídas de entrevistas, revisão de bibliografia, textos de jornais, fotografias raras e processos originais.
O livro tem 421 páginas, que traz na capa e no corpo do texto 12 ilustrações do artista goiano Ronald Guimarães, e é composta por duas partes, sendo nove capítulos distribuídos na primeira, que fala da vida de Isaías Arruda e outros três capítulos na segunda parte sobre a morte do chefe da ribeira do Salgado.
Ainda de acordo com João Calixto Jr., será uma boa oportunidade para quem deseja conhecer um pouco mais sobre a história social da região do Cariri cearense, sobretudo do cangaceirismo e coronelismo na década de 1920, época de atuação deste marcante personagem sertanejo, tão comentado, mas até então, não estudado.
Interessado?
Você não precisa esperar pelo lançamento, peça o seu agora, através do professor Pereira! Via e-mail franpelima@bol.com.br ou WhatsApp (83) 99911-8286.
Valor? R$ 60.00 (Sessenta reais) com frete incluso para qualquer canto do país.
O historiador, pesquisador e professor cearense de Aurora, João Tavares Calixto Júnior, está lançando no próximo dia 29/11 o seu mais novo livro "Vida e morte de Isaías Arruda - Sangue dos Paulinos, abrigo de Lampião".
Trata-se de um trabalho de cinco anos de pesquisa, resultante da compilação de informações extraídas de entrevistas, revisão de bibliografia, textos de jornais, fotografias raras e processos originais.
O livro tem 421 páginas, que traz na capa e no corpo do texto 12 ilustrações do artista goiano Ronald Guimarães, e é composta por duas partes, sendo nove capítulos distribuídos na primeira, que fala da vida de Isaías Arruda e outros três capítulos na segunda parte sobre a morte do chefe da ribeira do Salgado.
Ainda de acordo com João Calixto Jr., será uma boa oportunidade para quem deseja conhecer um pouco mais sobre a história social da região do Cariri cearense, sobretudo do cangaceirismo e coronelismo na década de 1920, época de atuação deste marcante personagem sertanejo, tão comentado, mas até então, não estudado.
Interessado?
Você não precisa esperar pelo lançamento, peça o seu agora, através do professor Pereira! Via e-mail franpelima@bol.com.br ou WhatsApp (83) 99911-8286.
Valor? R$ 60.00 (Sessenta reais) com frete incluso para qualquer canto do país.
terça-feira, 26 de junho de 2018
Procurando livros?
Consulte o acervo do Professor Pereira
O nosso amigo e parceiro de Conselho Cariri Cangaço, Professor Pereira, acaba de atualizar seu estoque de livros raros e de preciosidades da literatura do cangaço e das coisas do nosso nordeste.
Estão à nossa disposição, desde os mais belos clássicos sobre a temática como os últimos e esperados lançamentos.
Indicação Bibliográfica da vez: Padre Ibiapina
Na sua atividade missionária, fundou 22 Casas de Caridade, dezenas de cemitérios, açudes e outras benfeitorias úteis aos sertanejos.
Ele foi um ser humano iluminado e serviu de luz a muitos pobres abandonados pelo governo. Temos uma bom acervo disponível sobre este notável religioso. Todos estes livros do mostruário, ou são específicos, ou contém capítulos sobre esse santo missionário.
Para consultar disponibilidade, preços, fretes, solicitar o seu catálogo são mais de 300 títulos; é só entrar em contato: franpelima@bol.com.br e WhatsApp 83 99911-8286.
O nosso amigo e parceiro de Conselho Cariri Cangaço, Professor Pereira, acaba de atualizar seu estoque de livros raros e de preciosidades da literatura do cangaço e das coisas do nosso nordeste.
Estão à nossa disposição, desde os mais belos clássicos sobre a temática como os últimos e esperados lançamentos.
Indicação Bibliográfica da vez: Padre Ibiapina
Na sua atividade missionária, fundou 22 Casas de Caridade, dezenas de cemitérios, açudes e outras benfeitorias úteis aos sertanejos.Ele foi um ser humano iluminado e serviu de luz a muitos pobres abandonados pelo governo. Temos uma bom acervo disponível sobre este notável religioso. Todos estes livros do mostruário, ou são específicos, ou contém capítulos sobre esse santo missionário.
Para consultar disponibilidade, preços, fretes, solicitar o seu catálogo são mais de 300 títulos; é só entrar em contato: franpelima@bol.com.br e WhatsApp 83 99911-8286.
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Novo livro na Praça
Lampião e o Cangaço na Historiografia de Sergipe
Por Archimedes Marques
A história do cangaço sempre foi banhada em mitos, galgada em criações, mergulhada em invencionices, submergida em exageros e até mesmo estrangulada em mentiras propositais ou omissões descabidas, sem contar com as tantas lendas dai surgidas, por isso é tão diversificada, tão bifurcada, possui tantas vertentes, pois além de tudo Lampião, o símbolo maior desse tema virou um Mito, um mito, acredito impossível de desmitificá-lo.
Então, em busca da história mais verossímil possível idealizei há cinco anos atrás o projeto de escrever este livro, um livro histórico, mas também um livro de debates, um livro que procura dissecar determinado assunto tão diverso e diferente de um autor para outros.
Nesse sentido também busquei opiniões de diversos pesquisadores, inclusive membros de grupos de estudo do cangaço, com destaque para o amigo Sálvio Siqueira com seus excelentes textos. Por isso o livro fora crescendo e se transformou em cinco volumes, pois além de Sergipe, por inevitável ingressamos noutras paragens. Assim, das minhas andanças e demais pesquisas também trago fatos novos, nunca divulgados, ou pelo menos pouco conhecidos e pouco divulgados, além de fotografias e documentos comprobatórios inéditos.
Desse modo, espero ser bem compreendido e acolhido no meu propósito e que esta pesquisa só venha a somar na compreensão desse tema tão empolgante quanto intrigante, proveniente de um doloroso drama vivido por milhares dos nossos antepassados sertanejos.
Espero que também gostem dos meus "ANJINHOS" dando as boas vindas ao livro "Lampião e o Cangaço na Historiografia de Sergipe", que terá o lançamento de origem do primeiro volume no Cariri Cangaço Exu.
Quero comprar
Você pode adquirir o seu exemplar via correios a partir do dia 24/07. Basta entrar em contato com o autor pelo email archimedes-marques@bol.com.br ou pelo Telefone (79) 98822-3832 (Oi)
Valor: R$ 50 (Cinquenta reais) com frete incluso
Por Archimedes Marques
A história do cangaço sempre foi banhada em mitos, galgada em criações, mergulhada em invencionices, submergida em exageros e até mesmo estrangulada em mentiras propositais ou omissões descabidas, sem contar com as tantas lendas dai surgidas, por isso é tão diversificada, tão bifurcada, possui tantas vertentes, pois além de tudo Lampião, o símbolo maior desse tema virou um Mito, um mito, acredito impossível de desmitificá-lo.
Então, em busca da história mais verossímil possível idealizei há cinco anos atrás o projeto de escrever este livro, um livro histórico, mas também um livro de debates, um livro que procura dissecar determinado assunto tão diverso e diferente de um autor para outros.
Nesse sentido também busquei opiniões de diversos pesquisadores, inclusive membros de grupos de estudo do cangaço, com destaque para o amigo Sálvio Siqueira com seus excelentes textos. Por isso o livro fora crescendo e se transformou em cinco volumes, pois além de Sergipe, por inevitável ingressamos noutras paragens. Assim, das minhas andanças e demais pesquisas também trago fatos novos, nunca divulgados, ou pelo menos pouco conhecidos e pouco divulgados, além de fotografias e documentos comprobatórios inéditos.
Desse modo, espero ser bem compreendido e acolhido no meu propósito e que esta pesquisa só venha a somar na compreensão desse tema tão empolgante quanto intrigante, proveniente de um doloroso drama vivido por milhares dos nossos antepassados sertanejos.
Espero que também gostem dos meus "ANJINHOS" dando as boas vindas ao livro "Lampião e o Cangaço na Historiografia de Sergipe", que terá o lançamento de origem do primeiro volume no Cariri Cangaço Exu.
Quero comprar
Você pode adquirir o seu exemplar via correios a partir do dia 24/07. Basta entrar em contato com o autor pelo email archimedes-marques@bol.com.br ou pelo Telefone (79) 98822-3832 (Oi)
Valor: R$ 50 (Cinquenta reais) com frete incluso
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Reedição na praça
Cicinato relançou "A Misteriosa Vida de Lampião"
Já está disponível a nova edição revista e ampliada do livro "A Misteriosa Vida de Lampião" de Cicinato Ferreira Neto. agora em capa dura e papel pólen.
Virgulino Ferreira, o Lampião, teve uma vida – e uma morte – cheias de mistérios.
São indagações que tornam cada vez mais apaixonante tudo o que se refere à Lampião e ao mundo dos cangaceiros. No livro “A Misteriosa Vida de Lampião”, a trajetória do rei dos cangaceiros é acompanhada com detalhes, ano a ano, desde a sua entrada no cangaço até o massacre de Angico.
Episódios são apresentados em versões diferentes, informando e estimulando o leitor à análise do que realmente pode ter ocorrido.
352 páginas. Valor R$ 40 (Quarenta reais) com frete incluso Para adquirir, basta entrar em contato com o autor através do e-mail cicinatoneto@zipmail.com.br ou através do Perfil do autor no Facebook
Já está disponível a nova edição revista e ampliada do livro "A Misteriosa Vida de Lampião" de Cicinato Ferreira Neto. agora em capa dura e papel pólen.
Virgulino Ferreira, o Lampião, teve uma vida – e uma morte – cheias de mistérios.
Por que entrou no cangaço ? Como conseguiu resistir a mais de vinte anos de perseguições policiais ? Como estabelecia a sua rede de colaboradores ? Como a polícia conseguiu chegar ao seu esconderijo?
São indagações que tornam cada vez mais apaixonante tudo o que se refere à Lampião e ao mundo dos cangaceiros. No livro “A Misteriosa Vida de Lampião”, a trajetória do rei dos cangaceiros é acompanhada com detalhes, ano a ano, desde a sua entrada no cangaço até o massacre de Angico.
Episódios são apresentados em versões diferentes, informando e estimulando o leitor à análise do que realmente pode ter ocorrido.
352 páginas. Valor R$ 40 (Quarenta reais) com frete incluso Para adquirir, basta entrar em contato com o autor através do e-mail cicinatoneto@zipmail.com.br ou através do Perfil do autor no Facebook
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Novo Livro na Praça
"O Patriarca: Crispim Pereira de Araújo, Ioiô Maroto".
O livro "O Patriarca: Crispim Pereira de Araújo, Ioiô Maroto" de Venício Feitosa Neves será lançado em no próximo dia 4 de setembro as 20h durante o Encontro da Família Pereira em Serra Talhada.
A obra traz um conteúdo bem fundamentado de Genealogia da família Pereira do Pajeú e parte da família Feitosa dos Inhamuns.
Mas vem também, recheado de informações de Cangaço, Coronelismo, História local dos municípios de Serra Talhada, São José do Belmonte, São Francisco, Bom Nome, entre outros) e a tão badalada rixa entre Pereira e Carvalho, no vale do Pajeú.
O livro tem 710 páginas. Você já pode adquiri este lançamento com o Professor Pereira ao preço de R$ 85,00 (com frete incluso) Contato: franpelima@bol.com.br / fplima1956@gmail.com
O livro "O Patriarca: Crispim Pereira de Araújo, Ioiô Maroto" de Venício Feitosa Neves será lançado em no próximo dia 4 de setembro as 20h durante o Encontro da Família Pereira em Serra Talhada.
A obra traz um conteúdo bem fundamentado de Genealogia da família Pereira do Pajeú e parte da família Feitosa dos Inhamuns.
Mas vem também, recheado de informações de Cangaço, Coronelismo, História local dos municípios de Serra Talhada, São José do Belmonte, São Francisco, Bom Nome, entre outros) e a tão badalada rixa entre Pereira e Carvalho, no vale do Pajeú.
O livro tem 710 páginas. Você já pode adquiri este lançamento com o Professor Pereira ao preço de R$ 85,00 (com frete incluso) Contato: franpelima@bol.com.br / fplima1956@gmail.com
domingo, 21 de agosto de 2016
Novidades em HQ
“Lampião na terra dos santos valentes”
Trabalho De autoria de três quadrinistas potiguares, Marcos Guerra, Marcos Garcia e Carlos Alberto é um revista em quadrinhos com nova abordagem para os acontecimentos já conhecidos do Ataque de Lampião e seu bando à cidade de Mossoró.
O traço de linha clara, sem cores, e com um aspecto bem artesanal criou uma boa identidade visual a obra deixando-a com um tom seco que combina com a paisagem de aridez do cenário rural da obra, fazendo bem parecer uma típica ilustração de cordel.
Assim como a ótima representação panorâmica de Mossoró, em cada detalhe reproduzindo bem a época datada em que ocorreu aquele inusitado e indigesto evento, tanto na arquitetura das casas, como nos costumes do povo, nos meio de transportes, nos meios de comunicação e também no modo de vestir que a população costumava trajar na época, assim como as ilustres figuras da época, está bem aqui reproduzida nos desenhos de Marcos Garcia e Carlos Alberto.
Para adquirir entre em contato com os autores pelo email marcos.garcia@outlook.com
Fonte: Jornal Zona Sul
O Lampião Aceso agradece a cortesia do exemplar gentilmente enviado pelo confrade Kydelmir Dantas.
Trabalho De autoria de três quadrinistas potiguares, Marcos Guerra, Marcos Garcia e Carlos Alberto é um revista em quadrinhos com nova abordagem para os acontecimentos já conhecidos do Ataque de Lampião e seu bando à cidade de Mossoró.
O traço de linha clara, sem cores, e com um aspecto bem artesanal criou uma boa identidade visual a obra deixando-a com um tom seco que combina com a paisagem de aridez do cenário rural da obra, fazendo bem parecer uma típica ilustração de cordel.
Assim como a ótima representação panorâmica de Mossoró, em cada detalhe reproduzindo bem a época datada em que ocorreu aquele inusitado e indigesto evento, tanto na arquitetura das casas, como nos costumes do povo, nos meio de transportes, nos meios de comunicação e também no modo de vestir que a população costumava trajar na época, assim como as ilustres figuras da época, está bem aqui reproduzida nos desenhos de Marcos Garcia e Carlos Alberto.
Para adquirir entre em contato com os autores pelo email marcos.garcia@outlook.com
Fonte: Jornal Zona Sul
O Lampião Aceso agradece a cortesia do exemplar gentilmente enviado pelo confrade Kydelmir Dantas.
quarta-feira, 15 de junho de 2016
NOVO LIVRO NA PRAÇA
“As cruzes do cangaço – Os fatos e personagens de Floresta-PE”
Confira o prefácio de Frederico Pernambucano de Mello para o livro.
Por Rostand Medeiros
Confira o prefácio de Frederico Pernambucano de Mello para o livro.
Por Rostand Medeiros
![]() |
| Em um momento pouco produtivo no cenário de lançamentos de obras sobre o Cangaço, eis que surge um trabalho diferenciado e que merece esta chancela. |
Texto inicial de Rostand Medeiros
Recentemente eu tive a oportunidade de retornar aos sertões de Pernambuco e Alagoas, onde segui os antigos rastros dos cangaceiros nos municípios de São José de Belmonte, Serra Talhada, Floresta (PE) e Piranhas (AL). Nesta jornada eu tive a grata companhia do artista plástico Sérgio Azol, potiguar radicado em São Paulo, que realiza um interessante e diferenciado trabalho artístico utilizando o Cangaço como tema.
Na bela cidade de Floresta fomos recebidos pelos escritores e pesquisadores Marcos Antonio de Sá, conhecido como “Marcos De Carmelita”, e Cristiano Luiz Feitosa Ferraz, ambos autores do livro “As cruzes do Cangaço – Os fatos e personagens de Floresta – PE”, recentemente lançado.
Recentemente eu tive a oportunidade de retornar aos sertões de Pernambuco e Alagoas, onde segui os antigos rastros dos cangaceiros nos municípios de São José de Belmonte, Serra Talhada, Floresta (PE) e Piranhas (AL). Nesta jornada eu tive a grata companhia do artista plástico Sérgio Azol, potiguar radicado em São Paulo, que realiza um interessante e diferenciado trabalho artístico utilizando o Cangaço como tema.
Na bela cidade de Floresta fomos recebidos pelos escritores e pesquisadores Marcos Antonio de Sá, conhecido como “Marcos De Carmelita”, e Cristiano Luiz Feitosa Ferraz, ambos autores do livro “As cruzes do Cangaço – Os fatos e personagens de Floresta – PE”, recentemente lançado.
Os autores Cristiano Luiz Feitosa Ferraz (E) e Marcos Antonio de Sá (D), conhecido como “Marcos De Carmelita”.
Em um clima de extrema fidalguia, cordialidade e parceria, estes dois pesquisadores procuraram mostrar vários aspectos da bela cidade de Floresta e dos fatos relativos ao Cangaço na região. Além deste maravilhoso exemplo de cordialidade sertaneja, através do contato com Marcos e Cristiano eu pude adquirir o resultado de um interessante e valoroso trabalho de pesquisa sobre o Cangaço.
O livro eu recomendo sem nenhuma ressalva aos amigos e amigas que gostam deste tema, pois antes de tudo é resultado de muita pesquisa de campo e de muitas horas de diálogos com os guardiões da memória na região. Tudo conduzido de maneira séria e objetiva.
Em minha opinião as páginas de “As cruzes do Cangaço” possuem várias virtudes. Mas a que mais me chamou atenção foi a deste livro não se perder em uma abrangência geográfica e histórica desnecessária, de focar a história do Cangaço em uma área específica – Floresta. Os autores competentemente dissecaram interessantes pormenores ali ocorridos, que por sua vez se ligam a inúmeros outros episódios da história do Cangaço em outras partes do Nordeste.
O livro eu recomendo sem nenhuma ressalva aos amigos e amigas que gostam deste tema, pois antes de tudo é resultado de muita pesquisa de campo e de muitas horas de diálogos com os guardiões da memória na região. Tudo conduzido de maneira séria e objetiva.
Em minha opinião as páginas de “As cruzes do Cangaço” possuem várias virtudes. Mas a que mais me chamou atenção foi a deste livro não se perder em uma abrangência geográfica e histórica desnecessária, de focar a história do Cangaço em uma área específica – Floresta. Os autores competentemente dissecaram interessantes pormenores ali ocorridos, que por sua vez se ligam a inúmeros outros episódios da história do Cangaço em outras partes do Nordeste.
A obra é tão dinâmica e envolvente que me fez refletir que talvez tivéssemos conhecido a história do Cangaço de uma forma muito diferente se existissem mais pesquisadores como Marcos e Cristiano. Fiquei imaginando o que ganharíamos em termos de conhecimentos se, em um passado nem tão distante assim, quando inúmeras testemunhas daqueles dias difíceis ainda estavam neste plano, existissem mais pessoas focadas e dispostas a correr atrás da história como estes dois florestanos.
Não é a toa que “As cruzes do Cangaço – Os fatos e personagens de Floresta – PE” recebeu uma deferência rara nos dias atuais – O prefácio de Frederico Pernambucano de Mello.
Acredito que o respeito por quem palmilha o solo duro e poeirento do sertão atrás da história, além do resultado de uma pesquisa séria e objetiva, foram alguns dos fatores que fizeram um intelectual do porte de Frederico Pernambucano de Mello realizar o prefácio deste livro.
A meu ver Frederico é um homem muito consciente da sua história acadêmica, da sua obra e do peso do seu nome. Ele não chancela qualquer trabalho sobre este tema, usa de muitos critérios e neste aspecto ele está certo.
Não é a toa que “As cruzes do Cangaço – Os fatos e personagens de Floresta – PE” recebeu uma deferência rara nos dias atuais – O prefácio de Frederico Pernambucano de Mello.
Acredito que o respeito por quem palmilha o solo duro e poeirento do sertão atrás da história, além do resultado de uma pesquisa séria e objetiva, foram alguns dos fatores que fizeram um intelectual do porte de Frederico Pernambucano de Mello realizar o prefácio deste livro.
A meu ver Frederico é um homem muito consciente da sua história acadêmica, da sua obra e do peso do seu nome. Ele não chancela qualquer trabalho sobre este tema, usa de muitos critérios e neste aspecto ele está certo.
Os autores entregando um exemplar do seu
trabalho aos descendentes da família Gilo, na fazenda Tapera dos Gilo,
local do maior massacre da história do cangaço, fato extensamente
narrado no livro.
Até mesmo porque atualmente sobram muitas obras sobre o Cangaço são realizadas sem nenhuma pesquisa ao sertão. Muitos destes trabalhos são produzidos no conforto de cadeiras reclináveis, em ambientes extremamente assépticos, refrigerados por potentes aparelhos de ar condicionado e com objetivos muitas vezes distintos do resultado de uma pesquisa histórica e focados em alvos bem escusos.
Mesmo assim, não posso negar que algumas destas obras me despertam certo interesse. Mas eu conto nos dedos os exemplos positivos!
Talvez eu não seja a pessoa mais correta para comentar sobre estes “doutos” autores que realizam o que denomino “Livros de Cangaço de Gabinete”. Mesmo sendo autor de quatro livros, nenhum deles foi sobre o tema. Mas eu não vou me escusar de comentar, pois já produzi e democraticamente já divulguei muita coisa sobre o Cangaço aqui no TOK DE HISTÓRIA.
Seria interessante que estes autores de gabinete copiassem o belo exemplo de Marcos Antonio de Sá e Cristiano Luiz Feitosa Ferraz em relação à obra “As cruzes do Cangaço – Os fatos e personagens de Floresta – PE” – Deveriam tentar realizar mais seus trabalhos sentindo o que é realmente o sertão!
Talvez isso não ocorra atualmente com tanta frequência porque, mesmo com todas as facilidades logísticas, aparentemente são poucos os que desejam realizar seus trabalhos escritos após encararem as estradas pedregosas do sertão, a poeira, os quase sempre normais 40 graus positivos na canícula e outras situações desconfortáveis.
Mas ao passar por estes possíveis desconfortos, estes autores teriam então a oportunidade de conhecer em profundidade uma região ímpar no território brasileiro. Uma área cheia de contrastes interessantes, comida saborosa, natureza diferenciada e, principalmente, pessoas incríveis e maravilhosas.
Além disso, poderiam receber algo muito interessante e diferenciado dos que realmente gostam e estudam este tema da história nordestina – Respeito.
Mesmo assim, não posso negar que algumas destas obras me despertam certo interesse. Mas eu conto nos dedos os exemplos positivos!
Talvez eu não seja a pessoa mais correta para comentar sobre estes “doutos” autores que realizam o que denomino “Livros de Cangaço de Gabinete”. Mesmo sendo autor de quatro livros, nenhum deles foi sobre o tema. Mas eu não vou me escusar de comentar, pois já produzi e democraticamente já divulguei muita coisa sobre o Cangaço aqui no TOK DE HISTÓRIA.
Seria interessante que estes autores de gabinete copiassem o belo exemplo de Marcos Antonio de Sá e Cristiano Luiz Feitosa Ferraz em relação à obra “As cruzes do Cangaço – Os fatos e personagens de Floresta – PE” – Deveriam tentar realizar mais seus trabalhos sentindo o que é realmente o sertão!
Talvez isso não ocorra atualmente com tanta frequência porque, mesmo com todas as facilidades logísticas, aparentemente são poucos os que desejam realizar seus trabalhos escritos após encararem as estradas pedregosas do sertão, a poeira, os quase sempre normais 40 graus positivos na canícula e outras situações desconfortáveis.
Mas ao passar por estes possíveis desconfortos, estes autores teriam então a oportunidade de conhecer em profundidade uma região ímpar no território brasileiro. Uma área cheia de contrastes interessantes, comida saborosa, natureza diferenciada e, principalmente, pessoas incríveis e maravilhosas.
Além disso, poderiam receber algo muito interessante e diferenciado dos que realmente gostam e estudam este tema da história nordestina – Respeito.
Ao centro vemos Frederico Pernambucano de
Mello, tendo a sua direita Cristiano Luiz Feitosa Ferraz e a sua
esquerda Marcos Antonio de Sá, conhecido como “Marcos De Carmelita”.
Marcos e Cristiano são os autores do livro “As cruzes do Cangaço – Os
fatos e personagens de Floresta – PE”, cujo prefácio é de autoria de
Frederico.
AS CRUZES DO CANGAÇO – Os fatos e personagens de Floresta-PE, por Frederico Pernambucano de Mello. Uma verdadeira aula de História, por quem entende de História e sociologia:
Floresta: bravura e talento
Floresta, velho município pernambucano de território outrora imenso, encravado no vale do Pajeú, a 433 km do Recife, tem o privilégio de aliar dois primores bem acima da média: o das armas e o da pena. Seus homens de guerra, de um lado e do outro da lei, notabilizaram-se pela valentia desde o período colonial, cultivada ao longo de toda a madrugada de sangue da conquista da terra ao tapuia guerreiro, no afã de assentar os currais de gado civilizadores, vindo a dar vida a uma crônica de passagens épicas não raro inacreditáveis, não contassem os fatos por si com o abono de documentação copiosa.
É nesse ponto que se encarta o segundo dos primores a que aludimos, que tem por fonte a produção intelectual dos filhos da terra, entregues ao empenho de colocar a pena a serviço da per-petuação dos acontecimentos mais quentes da ribeira do riacho do Navio. E nos dando, do mesmo modo, as ocorrências amenas daquele cotidiano que sedimenta a história, a partir dos assentos sociais, econômicos, políticos, religiosos ou apenas ligados à natureza do lugar, de chãs imensas, ipueiras generosas e serras férteis.
Sem se deter por aí, a pena florestana vai além das coisas pas-sadas no universo da caatinga, ofertando estudos de interesse nacional relevante. Quantas vezes não ouvimos de Gilberto Freyre, nosso mestre por quinze anos, elogios ao trabalho de investigação antropológica conduzido por Álvaro Ferraz, médico da então Brigada Militar de Pernambuco, e por seu assistente, Andrade Lima Júnior, intitulado A Morfologia do Homem do Nordeste. Estudo que Gilberto tratou de editar em livro de 1939, convertendo-o em marco da disputada Coleção Documentos Brasileiros, da Livraria José Olympio, de que era diretor com carta branca. Vitória florestana por excelência. Como vitória igualmente notável nos vem da contribuição do militar e professor Carlos Antônio de Souza Ferraz, com o seu Floresta do Navio: Capítulo da História Sertaneja, de 1992, timbrando na mesma tecla a que já se dedicara, em outro livro, o admirável Doutor Álvaro.
Como esquecer nesse arrolamento o estudo de história política denominado Liberais & liberais, da professora Maria do Socorro Ferraz Barbosa, da Universidade Federal de Pernambuco, vindo à luz em 1996, ponto alto de bibliografia concebida, toda ela, com rigor digno de nota. Ou a contribuição de Leonardo Ferraz Gominho, com o seu Floresta: uma Terra, um Povo, também de 1996. Ou ainda os estudos da professora Bartira Barbosa acerca do rio São Francisco, desde quando possuía apenas o nome indígena de Opara.
No plano do memorialismo, oriundo de vivência direta ou de recolha da história oral que se refugia em nichos de família, seria imperdoável deixar de mencionar os livros de Marilourdes Ferraz, O Canto do Acauã, de 1978, com várias reedições, hino de amor de uma filha ao pai guerreiro, que foi o coronel Manuel de Souza Ferraz, o Manuel Flor, da nossa Polícia Militar, a se bater contra o chamado banditismo rural por muitos anos, em todo o Nordeste. Mesmo tema no qual despontou, já com os primeiros cabelos brancos a circundar a calva, o tenente João Gomes de Lira, filho do lendário Antônio Gomes Jurubeba, um dos braços fortes da resistência heroica de Nazaré – vilazinha perdida em meio ao oceano de caatingas que se estendia até o beiço do rio São Francisco – contra o império de terror implantado pelo maior de todos os cangaceiros, o lendário Capitão Lampião. E ele próprio, o então juveníssimo soldado Joãozinho, a passar a cartucheira na cintura, cingir o punhal, embarbelar o chapelão e acompanhar a força volante do parente Manuel de Souza Neto pelos carrascais de Pernambuco e da Bahia.
Foi por lá, às voltas com águas de presença incerta nos anos de seca, que todos esses memorialistas se fizeram testemunhas dos fatos do lugar, tomando contato com a crônica dos homens de sangue no olho que se entregavam à “vida da espingarda”, sem deixar de ter as vistas abertas para a ação duramente civilizadora dos coronéis chefes políticos sertanejos, comandantes de terras e de homens por todo o Brasil Colônia. Com trânsito pelo Império, chegando à República e ultrapassando até mesmo o regime temperado ao calor das brasas da Revolução de 1930. Coronéis que lançavam luz, a seu modo, sobre o universo rural brasileiro, para o que não se eximiam do emprego do baraço e do cutelo, assim lhes ditasse a circunstância. Protagonistas no processo social desdobrado em nossa terra, em qualquer caso. Afinal, Gilberto Freyre já proclamou que o Brasil não foi colonizado pela Coroa ou pelo Altar, mas pela família patriarcal.
A base humana do coronel foi essencialmente o patriarca, às voltas com a agricultura e a pecuária em suas terras sem-fim, raramente se abrindo o espaço social para a figura da matriarca, a exemplo de Fideralina Augusto Lima, das Lavras da Manga-beira, Ceará; ou para um religioso, caso do Padre Cícero, do Juazeiro, no mesmo estado; ou para um autocrata modernizador, como se viu com o industrial Delmiro Gouveia, na Vila da Pedra, Alagoas, ou com Veremundo Soares, em Salgueiro, Pernambuco.
Já tivemos ocasião de dizer que a civilização dos campos do Nordeste recaiu sobre os chamados homens bons da linguagem de época, os principais da terra, capitães e sargentos-mores de Ordenanças, corporação de origem portuguesa datada de 1569 e introduzida no Brasil em 1575, que se converterá em Guarda Nacional a partir de 1831. A existência legal da nova corporação se estendendo até 1918, quando vem a ser extinta por decreto presidencial.
Os integrantes das corporações de Ordenanças ou da Guar-da Nacional, metidos nas fardas vistosas que saíam do guarda-roupa nas eleições e nas solenidades, nada mais eram que os indivíduos mais bem sucedidos no empreendimento colonial por sua face privada, cedo cooptados em instâncias de poder público local – a um tempo, militar e político – pela habilidade de uma Coroa que se reconhecia pobre de capitais e de agentes, mas certamente não de astúcia. Não daquele pragmatismo eficiente que tantos proclamam ter permeado os dois primeiros séculos da colonização.
Vitoriosamente hábil, essa Coroa com os pés no chão, sobretudo no modo de desbravar um território gigantesco como o nosso e de se fazer presente em todos os rincões que o integram. Eis aí conquistas difíceis de explicar pelo intérprete da história ainda hoje.
O passar dos anos, aprimorando a administração pública, vai permitir ao estado ir mostrando o rosto nos mais diferentes lugares, da pancada do mar ao grotão mais arredado. A morte do coronel da Guarda Nacional estaria fadada a ocorrer, pela perda natural da utilidade, ainda no final do Império. Morte por inanição. Lenta. Inexorável.
Não foi que aconteceu. A partir de 1898, o que se vê é o presidente da República, à época Campos Sales, delegar poder político quase absoluto aos governantes estaduais, estes, aos chefetes municipais, quase todos graduados da Guarda Nacional, nas patentes de alferes a coronel. Compromisso sagrado, dessa que ficou conhecida como Política dos Governadores: votar com o presidente. Sem perguntas. E a República Velha vira pasto dos chefes políticos militarizados pela Guarda Nacional, a se espalharem, livres de canga e corda, até 1930, quando sentem o primeiro golpe com o movimento revolucionário que toma conta do país naquele ano. Aguentam. Adaptam-se. Fingem-se de mortos, em alguns casos. Trocam o couro, imitando as cobras. E lá estão de volta com a Constituição de 1934, que põe fim ao Governo Provisório de Getúlio Vargas com uma das mãos, e o devolve ao poder, com a outra, ungindo-o presidente constitucional por mais quatro anos.
Mandato que o gaúcho de São Borja findaria por espichar em quinze anos de reinado absoluto, graças às mil astúcias de que era capaz, conhecedor profundo da alma humana como sempre se mostrou ser, especialmente das fraquezas que a sombreiam.
O paraíso do coronel do interior era aquele Brasil anterior a 1930: um país de 35 milhões de habitantes, 70% morando no campo, 60% de analfabetos, em que o presidente da República era eleito por menos de 3% dos eleitores. Em que o voto não era secreto nem feminino. E as eleições, uma farsa.
Eis aí o caldo de cultura que permitiu a disseminação do fenômeno do cangaço por todos os rincões do Nordeste rural, bafejado pela indevassabilidade da fronteira entre os estados e pela inviolabilidade da fazenda-feudo do coronel que estivesse de cima na política.
Fenômeno que não se detinha diante da fronteira estadual, reprimido ironicamente por polícias que não possuíam ação regional. É claro que, com o tempo, foram surgindo encontros entre governadores ou seus chefes de polícia, no intuito de subtrair o trunfo aos bandidos. Mas o prejuízo já estava feito. O cangaço se espalhava por todas as ribeiras da região, subindo de endêmico a epidêmico nos períodos de seca. Na de 1879, porventura a maior de que se tem notícia, um dos mais antigos cantadores-repentistas do Nordeste, Joaquim Jaqueira, talento que alguns dão como cearense, outros, como alagoano, nobilitado, em qualquer caso, por cantar na Pitombeira, para o barão do Pajeú, traçava o quadro da geografia do punhal em início de expansão:
Aí foi que os cangaceiros
Caíram no gado sem dó:
Calango, no Cariri,
Sereno, no Piancó,
Barbosa, lá no Navio,
Antõi Grande, em Moxotó.
Nos sertões do Nordeste, palco do livro que se vai ler, intitulado As Cruzes do Cangaço, escrito, em coautoria harmoniosa, por Marcos Antonio de Sá e por Cristiano Luiz Feitosa Ferraz, jovens florestanos que não mediram esforços no afã de levantar e detalhar ao máximo os acontecimentos verificados no território atual da província de berço, o poder do cangaço atingiu níveis alarmantes, desapropriando, de facto, áreas inteiras do município de Floresta. Tempo de inversão de papéis, em que o soldado se escondia do cangaceiro, como disse o sargento volante Optato Gueiros, em rasgo de sinceridade acerca do ano de 1919.
A partir dos Anos 1910, foi comum que bons jornais recifenses, como o Jornal Pequeno e o Jornal do Recife, para não falar de A Província, de O Pernambuco e do Diário de Pernambuco, trouxessem seções fixas sob as manchetes “Questão da Vila Bela” e “Questão de Floresta”, tratando dos lances quase diários da disputa sangrenta entre as famílias Pereira e Carvalho, e do ajuste de contas entre os cangaceiros Cassimiro Honório e Zé de Souza, respectivamente. Toda uma geração abriu os olhos nas ribeiras do Pajeú e do Navio vendo a terra de seus pais pegar fogo, em meio às correrias do cangaço. E precisou adestrar-se no uso das armas brancas e de fogo, como requisito de sobrevivência.
Floresta: bravura e talento
Floresta, velho município pernambucano de território outrora imenso, encravado no vale do Pajeú, a 433 km do Recife, tem o privilégio de aliar dois primores bem acima da média: o das armas e o da pena. Seus homens de guerra, de um lado e do outro da lei, notabilizaram-se pela valentia desde o período colonial, cultivada ao longo de toda a madrugada de sangue da conquista da terra ao tapuia guerreiro, no afã de assentar os currais de gado civilizadores, vindo a dar vida a uma crônica de passagens épicas não raro inacreditáveis, não contassem os fatos por si com o abono de documentação copiosa.
É nesse ponto que se encarta o segundo dos primores a que aludimos, que tem por fonte a produção intelectual dos filhos da terra, entregues ao empenho de colocar a pena a serviço da per-petuação dos acontecimentos mais quentes da ribeira do riacho do Navio. E nos dando, do mesmo modo, as ocorrências amenas daquele cotidiano que sedimenta a história, a partir dos assentos sociais, econômicos, políticos, religiosos ou apenas ligados à natureza do lugar, de chãs imensas, ipueiras generosas e serras férteis.
Sem se deter por aí, a pena florestana vai além das coisas pas-sadas no universo da caatinga, ofertando estudos de interesse nacional relevante. Quantas vezes não ouvimos de Gilberto Freyre, nosso mestre por quinze anos, elogios ao trabalho de investigação antropológica conduzido por Álvaro Ferraz, médico da então Brigada Militar de Pernambuco, e por seu assistente, Andrade Lima Júnior, intitulado A Morfologia do Homem do Nordeste. Estudo que Gilberto tratou de editar em livro de 1939, convertendo-o em marco da disputada Coleção Documentos Brasileiros, da Livraria José Olympio, de que era diretor com carta branca. Vitória florestana por excelência. Como vitória igualmente notável nos vem da contribuição do militar e professor Carlos Antônio de Souza Ferraz, com o seu Floresta do Navio: Capítulo da História Sertaneja, de 1992, timbrando na mesma tecla a que já se dedicara, em outro livro, o admirável Doutor Álvaro.
Como esquecer nesse arrolamento o estudo de história política denominado Liberais & liberais, da professora Maria do Socorro Ferraz Barbosa, da Universidade Federal de Pernambuco, vindo à luz em 1996, ponto alto de bibliografia concebida, toda ela, com rigor digno de nota. Ou a contribuição de Leonardo Ferraz Gominho, com o seu Floresta: uma Terra, um Povo, também de 1996. Ou ainda os estudos da professora Bartira Barbosa acerca do rio São Francisco, desde quando possuía apenas o nome indígena de Opara.
No plano do memorialismo, oriundo de vivência direta ou de recolha da história oral que se refugia em nichos de família, seria imperdoável deixar de mencionar os livros de Marilourdes Ferraz, O Canto do Acauã, de 1978, com várias reedições, hino de amor de uma filha ao pai guerreiro, que foi o coronel Manuel de Souza Ferraz, o Manuel Flor, da nossa Polícia Militar, a se bater contra o chamado banditismo rural por muitos anos, em todo o Nordeste. Mesmo tema no qual despontou, já com os primeiros cabelos brancos a circundar a calva, o tenente João Gomes de Lira, filho do lendário Antônio Gomes Jurubeba, um dos braços fortes da resistência heroica de Nazaré – vilazinha perdida em meio ao oceano de caatingas que se estendia até o beiço do rio São Francisco – contra o império de terror implantado pelo maior de todos os cangaceiros, o lendário Capitão Lampião. E ele próprio, o então juveníssimo soldado Joãozinho, a passar a cartucheira na cintura, cingir o punhal, embarbelar o chapelão e acompanhar a força volante do parente Manuel de Souza Neto pelos carrascais de Pernambuco e da Bahia.
Foi por lá, às voltas com águas de presença incerta nos anos de seca, que todos esses memorialistas se fizeram testemunhas dos fatos do lugar, tomando contato com a crônica dos homens de sangue no olho que se entregavam à “vida da espingarda”, sem deixar de ter as vistas abertas para a ação duramente civilizadora dos coronéis chefes políticos sertanejos, comandantes de terras e de homens por todo o Brasil Colônia. Com trânsito pelo Império, chegando à República e ultrapassando até mesmo o regime temperado ao calor das brasas da Revolução de 1930. Coronéis que lançavam luz, a seu modo, sobre o universo rural brasileiro, para o que não se eximiam do emprego do baraço e do cutelo, assim lhes ditasse a circunstância. Protagonistas no processo social desdobrado em nossa terra, em qualquer caso. Afinal, Gilberto Freyre já proclamou que o Brasil não foi colonizado pela Coroa ou pelo Altar, mas pela família patriarcal.
A base humana do coronel foi essencialmente o patriarca, às voltas com a agricultura e a pecuária em suas terras sem-fim, raramente se abrindo o espaço social para a figura da matriarca, a exemplo de Fideralina Augusto Lima, das Lavras da Manga-beira, Ceará; ou para um religioso, caso do Padre Cícero, do Juazeiro, no mesmo estado; ou para um autocrata modernizador, como se viu com o industrial Delmiro Gouveia, na Vila da Pedra, Alagoas, ou com Veremundo Soares, em Salgueiro, Pernambuco.
Já tivemos ocasião de dizer que a civilização dos campos do Nordeste recaiu sobre os chamados homens bons da linguagem de época, os principais da terra, capitães e sargentos-mores de Ordenanças, corporação de origem portuguesa datada de 1569 e introduzida no Brasil em 1575, que se converterá em Guarda Nacional a partir de 1831. A existência legal da nova corporação se estendendo até 1918, quando vem a ser extinta por decreto presidencial.
Os integrantes das corporações de Ordenanças ou da Guar-da Nacional, metidos nas fardas vistosas que saíam do guarda-roupa nas eleições e nas solenidades, nada mais eram que os indivíduos mais bem sucedidos no empreendimento colonial por sua face privada, cedo cooptados em instâncias de poder público local – a um tempo, militar e político – pela habilidade de uma Coroa que se reconhecia pobre de capitais e de agentes, mas certamente não de astúcia. Não daquele pragmatismo eficiente que tantos proclamam ter permeado os dois primeiros séculos da colonização.
Vitoriosamente hábil, essa Coroa com os pés no chão, sobretudo no modo de desbravar um território gigantesco como o nosso e de se fazer presente em todos os rincões que o integram. Eis aí conquistas difíceis de explicar pelo intérprete da história ainda hoje.
O passar dos anos, aprimorando a administração pública, vai permitir ao estado ir mostrando o rosto nos mais diferentes lugares, da pancada do mar ao grotão mais arredado. A morte do coronel da Guarda Nacional estaria fadada a ocorrer, pela perda natural da utilidade, ainda no final do Império. Morte por inanição. Lenta. Inexorável.
Não foi que aconteceu. A partir de 1898, o que se vê é o presidente da República, à época Campos Sales, delegar poder político quase absoluto aos governantes estaduais, estes, aos chefetes municipais, quase todos graduados da Guarda Nacional, nas patentes de alferes a coronel. Compromisso sagrado, dessa que ficou conhecida como Política dos Governadores: votar com o presidente. Sem perguntas. E a República Velha vira pasto dos chefes políticos militarizados pela Guarda Nacional, a se espalharem, livres de canga e corda, até 1930, quando sentem o primeiro golpe com o movimento revolucionário que toma conta do país naquele ano. Aguentam. Adaptam-se. Fingem-se de mortos, em alguns casos. Trocam o couro, imitando as cobras. E lá estão de volta com a Constituição de 1934, que põe fim ao Governo Provisório de Getúlio Vargas com uma das mãos, e o devolve ao poder, com a outra, ungindo-o presidente constitucional por mais quatro anos.
Mandato que o gaúcho de São Borja findaria por espichar em quinze anos de reinado absoluto, graças às mil astúcias de que era capaz, conhecedor profundo da alma humana como sempre se mostrou ser, especialmente das fraquezas que a sombreiam.
O paraíso do coronel do interior era aquele Brasil anterior a 1930: um país de 35 milhões de habitantes, 70% morando no campo, 60% de analfabetos, em que o presidente da República era eleito por menos de 3% dos eleitores. Em que o voto não era secreto nem feminino. E as eleições, uma farsa.
Eis aí o caldo de cultura que permitiu a disseminação do fenômeno do cangaço por todos os rincões do Nordeste rural, bafejado pela indevassabilidade da fronteira entre os estados e pela inviolabilidade da fazenda-feudo do coronel que estivesse de cima na política.
Fenômeno que não se detinha diante da fronteira estadual, reprimido ironicamente por polícias que não possuíam ação regional. É claro que, com o tempo, foram surgindo encontros entre governadores ou seus chefes de polícia, no intuito de subtrair o trunfo aos bandidos. Mas o prejuízo já estava feito. O cangaço se espalhava por todas as ribeiras da região, subindo de endêmico a epidêmico nos períodos de seca. Na de 1879, porventura a maior de que se tem notícia, um dos mais antigos cantadores-repentistas do Nordeste, Joaquim Jaqueira, talento que alguns dão como cearense, outros, como alagoano, nobilitado, em qualquer caso, por cantar na Pitombeira, para o barão do Pajeú, traçava o quadro da geografia do punhal em início de expansão:
Aí foi que os cangaceiros
Caíram no gado sem dó:
Calango, no Cariri,
Sereno, no Piancó,
Barbosa, lá no Navio,
Antõi Grande, em Moxotó.
Nos sertões do Nordeste, palco do livro que se vai ler, intitulado As Cruzes do Cangaço, escrito, em coautoria harmoniosa, por Marcos Antonio de Sá e por Cristiano Luiz Feitosa Ferraz, jovens florestanos que não mediram esforços no afã de levantar e detalhar ao máximo os acontecimentos verificados no território atual da província de berço, o poder do cangaço atingiu níveis alarmantes, desapropriando, de facto, áreas inteiras do município de Floresta. Tempo de inversão de papéis, em que o soldado se escondia do cangaceiro, como disse o sargento volante Optato Gueiros, em rasgo de sinceridade acerca do ano de 1919.
A partir dos Anos 1910, foi comum que bons jornais recifenses, como o Jornal Pequeno e o Jornal do Recife, para não falar de A Província, de O Pernambuco e do Diário de Pernambuco, trouxessem seções fixas sob as manchetes “Questão da Vila Bela” e “Questão de Floresta”, tratando dos lances quase diários da disputa sangrenta entre as famílias Pereira e Carvalho, e do ajuste de contas entre os cangaceiros Cassimiro Honório e Zé de Souza, respectivamente. Toda uma geração abriu os olhos nas ribeiras do Pajeú e do Navio vendo a terra de seus pais pegar fogo, em meio às correrias do cangaço. E precisou adestrar-se no uso das armas brancas e de fogo, como requisito de sobrevivência.
Marcos e Cristiano não inauguram a crônica da guerra social florestana, é certo, que já dispunham das contribuições re-levantes de Marilourdes e de João Gomes, entre outros, mas vão além no detalhamento, por vezes correção, de episódios emblemáticos ocorridos em seu chão de berço, a exemplo da formação do povoado de Nazaré, das primeiras lutas do futuro Lampião e de sua família, da tragédia incrível da fazenda Tapera, da questão entre Horácio Novaes e Tibúrcio Gomes, do fogo do Tigre, do grande combate da Favela, do choque de parentes no riacho do Mundé, da Revolução de 1930 na cidade, do desforço cruel da fazenda Gravatá, do ataque à fazenda Barra da Forquilha pelo bando de Moreno, em meio à crônica de sangue da passagem desse carrasco de Lampião pelo município, todo o sumário servido com o molho dos diálogos refertos de regionalismos, das pabulagens, dos chamados ditos de mofa, dos pregões de valentia.
Como resultado do esforço que sabemos ter sido grande, os jovens autores nos permitem saborear o êthos e o páthos de uma ribeira pernambucana de imensa riqueza cultural, dando-nos, do mesmo passo, a satisfação de uma leitura aliciante, com o risco do leitor somente se deter para as refeições, como foi o caso deste prefaciador.
A Marcos Antonio de Sá e a Cristiano Luiz Feitosa Ferraz, sem esquecer o revisor Leonardo Gominho e o consultor em genealogia Nivaldo Carvalho, os cumprimentos de quem, padrinho da obra, já se investe do privilégio de cobrar novos estudos à dupla de primos, ampliados a fim de abranger todas as ocorrências da Grande Floresta de outrora.
Frederico Pernambucano de Mello
Historiador da Academia Pernambucana de Letras
Como resultado do esforço que sabemos ter sido grande, os jovens autores nos permitem saborear o êthos e o páthos de uma ribeira pernambucana de imensa riqueza cultural, dando-nos, do mesmo passo, a satisfação de uma leitura aliciante, com o risco do leitor somente se deter para as refeições, como foi o caso deste prefaciador.
A Marcos Antonio de Sá e a Cristiano Luiz Feitosa Ferraz, sem esquecer o revisor Leonardo Gominho e o consultor em genealogia Nivaldo Carvalho, os cumprimentos de quem, padrinho da obra, já se investe do privilégio de cobrar novos estudos à dupla de primos, ampliados a fim de abranger todas as ocorrências da Grande Floresta de outrora.
Frederico Pernambucano de Mello
Historiador da Academia Pernambucana de Letras
Como adquirir
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Contato Cristiano Ferraz – (87) 99918 - 1728 (WhatsApp)
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Pescado no essencial Tok de História
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Novo livro na praça
Lampião e Conselheiro se reencontram em livro.
Por Kiko Monteiro
Baiana de Adustina, Gelza Reis Cristo, é formada em Letras pela Universidade Católica de Santos. No momento pós-graduanda em Língua Portuguesa pela UNICAMP (Universidade de Campinas). Há 37 anos ela reside em São Vicente SP onde leciona na rede estadual de ensino.
Além de professora é culinarista, poeta e declamadora, e escritora.
Depois de três livros, além da participação em onze antologias, ela lançou no último final de semana em Lagarto o seu primeiro estudo sobre o cangaço intitulado "Lampião é filho do Santo Conselheiro - Cangaceirismo e misticismo", pela editora All Print.
A pesquisa
Estudando "Cangaceiros", obra de José Lins do Rego, ela descobriu na personagem Aparício a identidade e a geografia de Lampião. Posteriormente lendo "Os Sertões" de Euclides da Cunha, descobre a geografia de Antônio Conselheiro.
"Uma mesma região, uma mesma gente inculta, necessitada de um líder, pois o governo estava distante de todos eles. Assim como o Conselheiro convenceu a sua comunidade de que eles poderiam viver sem a ajuda do governo, Lampião seguiu esse mesmo preceito", introduz a autora.
Relação histórica
"O padre Frederico Bezerra Maciel, em sua obra ´Lampião seu tempo e seu reinado´ já havia sugerido uma hiperligação entre as duas personagens do meu livro. Segundo a pesquisa, Antonio Conselheiro disse para um dos seus seguidores ´Dentro de 50 anos haverá de surgir no Sertão um homem que apesar de religioso será cangaceiro e dará muito trabalho aos governos´ ele estaria profetizando o surgimento de Lampião. Conjectura ou não é um dado interessante para a reunião destes dois mitos nordestinos", afirma Gelza.
É evidente que ambos pisaram o mesmo chão, palmilharam os cantos mais ermos do sertão seco e até mesmo florido, eram declarados inimigos públicos e enfrentaram as forças do governo cada um na sua proporção.
Corredor de cangaceiros
A intenção de Gelza não é só de reunir os dois ícones históricos, mas de resgatar sua Adustina como um corredor de cangaceiros e trazê-la de volta para as biografias do tema.
Povoado Quixabeira de Adustina ou como era denominada na época do cangaço, "Patrocínio do Coité", em 2 de Julho de 1927. (Acervo Kiko Monteiro).
"Como naquela época Adustina, ou melhor "Patrocínio do Coité" era um povoado de Paripiranga, até hoje muitos autores se esquecem de atualizar a geografia de seus capítulos. Conheci e conversei com algumas pessoas da minha terra sobre as andanças de cangaceiros pelas matas de Adustina. Em 2013 visitei a Serra do Capitão, ouvi estórias sobre coitos e até Botijas, inclusive um dos moradores exibiu no pescoço uma corrente que teria pertencido a um cangaceiro e foi descoberta em uma destas botijas. Enfim, a única coisa que se pode comprovar é o coito como um dos esconderijos destes homens e mulheres no passado", disse Gelza.
O avô da autora, Augustinho Gregório dos Reis, morava no pé da na serra do capitão. Certa vez um subgrupo chegou até a casa dele e pacificamente pediu que fizessem comida para a cabroeira porque eles pretendiam arranchar por umas horas naquela localidade. Após a passagem dos cabras Augustinho resolveu que ali não era mais seguro, pois ele tinha várias filhas moças e temia que algum cangaceiro botasse o olho e raptasse uma delas.
De acordo com as memórias dos antepassados da autora o líder cangaceiro que mais andou na região era Corisco.
"Encontramos a "Ponta da Serra" antiga denominação da Serra do Capitão em um dos capítulos do livro de Estácio de Lima, "O mundo estranho dos Cangaceiros". Na ocasião houve uma baixa no grupo e eles estavam esperando o líder do grupo que havia ido a Paripiranga pegar provimentos, para então poder enterrar o companheiro".
Serra do capitão é tema de um dos versos de cordel que Gelza canta em suas apresentações que promovem o livro.
"Em um jornal da Bahia
O povo lia com atenção,
Lampião ta escondido
No serrado do Sertão.
E a policia não sabia
Da Serra do Capitão.
A milícia passou perto
E fugiu na contramão.
O medo da Jaguaruna
Fez o macaco correr.
Cangaceiro aqui não ta
pois tem medo de morrer.
Olê muié rendeira,
Olê muié rendá...
O livro de Gelza contém um breve depoimento de Raimundo Matos, um morador de Adustina que afirma ter feito parte da volante do nazareno Odilon Flor, quando este perseguiu os cangaceiros pelo sertão baiano. Raimundo contava na época com apenas 16 anos.
Serviço
"Lampião é filho do Santo Conselheiro - Cangaceirismo e misticismo", All Print São Paulo 2016.
Nº de páginas: 206
Valor: R$ 45 com frete incluso,
Os pedidos devem ser feitos pelo email cristogelza@gmail.com ou pelo aplicativo WhatsApp cotato: (13) 99751- 7293
Conheça outros trabalhos da autora acessando seu blog pessoal Clique aqui
Por Kiko Monteiro
Baiana de Adustina, Gelza Reis Cristo, é formada em Letras pela Universidade Católica de Santos. No momento pós-graduanda em Língua Portuguesa pela UNICAMP (Universidade de Campinas). Há 37 anos ela reside em São Vicente SP onde leciona na rede estadual de ensino.
Além de professora é culinarista, poeta e declamadora, e escritora.
Depois de três livros, além da participação em onze antologias, ela lançou no último final de semana em Lagarto o seu primeiro estudo sobre o cangaço intitulado "Lampião é filho do Santo Conselheiro - Cangaceirismo e misticismo", pela editora All Print.
A pesquisa
Estudando "Cangaceiros", obra de José Lins do Rego, ela descobriu na personagem Aparício a identidade e a geografia de Lampião. Posteriormente lendo "Os Sertões" de Euclides da Cunha, descobre a geografia de Antônio Conselheiro.
"Uma mesma região, uma mesma gente inculta, necessitada de um líder, pois o governo estava distante de todos eles. Assim como o Conselheiro convenceu a sua comunidade de que eles poderiam viver sem a ajuda do governo, Lampião seguiu esse mesmo preceito", introduz a autora.
Relação histórica
"O padre Frederico Bezerra Maciel, em sua obra ´Lampião seu tempo e seu reinado´ já havia sugerido uma hiperligação entre as duas personagens do meu livro. Segundo a pesquisa, Antonio Conselheiro disse para um dos seus seguidores ´Dentro de 50 anos haverá de surgir no Sertão um homem que apesar de religioso será cangaceiro e dará muito trabalho aos governos´ ele estaria profetizando o surgimento de Lampião. Conjectura ou não é um dado interessante para a reunião destes dois mitos nordestinos", afirma Gelza.
É evidente que ambos pisaram o mesmo chão, palmilharam os cantos mais ermos do sertão seco e até mesmo florido, eram declarados inimigos públicos e enfrentaram as forças do governo cada um na sua proporção.
Corredor de cangaceiros
A intenção de Gelza não é só de reunir os dois ícones históricos, mas de resgatar sua Adustina como um corredor de cangaceiros e trazê-la de volta para as biografias do tema.
Povoado Quixabeira de Adustina ou como era denominada na época do cangaço, "Patrocínio do Coité", em 2 de Julho de 1927. (Acervo Kiko Monteiro).
"Como naquela época Adustina, ou melhor "Patrocínio do Coité" era um povoado de Paripiranga, até hoje muitos autores se esquecem de atualizar a geografia de seus capítulos. Conheci e conversei com algumas pessoas da minha terra sobre as andanças de cangaceiros pelas matas de Adustina. Em 2013 visitei a Serra do Capitão, ouvi estórias sobre coitos e até Botijas, inclusive um dos moradores exibiu no pescoço uma corrente que teria pertencido a um cangaceiro e foi descoberta em uma destas botijas. Enfim, a única coisa que se pode comprovar é o coito como um dos esconderijos destes homens e mulheres no passado", disse Gelza.
O avô da autora, Augustinho Gregório dos Reis, morava no pé da na serra do capitão. Certa vez um subgrupo chegou até a casa dele e pacificamente pediu que fizessem comida para a cabroeira porque eles pretendiam arranchar por umas horas naquela localidade. Após a passagem dos cabras Augustinho resolveu que ali não era mais seguro, pois ele tinha várias filhas moças e temia que algum cangaceiro botasse o olho e raptasse uma delas.
De acordo com as memórias dos antepassados da autora o líder cangaceiro que mais andou na região era Corisco.
Adustina vista do alto da Serra do Capitão (Fonte: Adustina 24hs)
"Encontramos a "Ponta da Serra" antiga denominação da Serra do Capitão em um dos capítulos do livro de Estácio de Lima, "O mundo estranho dos Cangaceiros". Na ocasião houve uma baixa no grupo e eles estavam esperando o líder do grupo que havia ido a Paripiranga pegar provimentos, para então poder enterrar o companheiro".
Serra do capitão é tema de um dos versos de cordel que Gelza canta em suas apresentações que promovem o livro.
"Em um jornal da Bahia
O povo lia com atenção,
Lampião ta escondido
No serrado do Sertão.
E a policia não sabia
Da Serra do Capitão.
A milícia passou perto
E fugiu na contramão.
O medo da Jaguaruna
Fez o macaco correr.
Cangaceiro aqui não ta
pois tem medo de morrer.
Olê muié rendeira,
Olê muié rendá...
O livro de Gelza contém um breve depoimento de Raimundo Matos, um morador de Adustina que afirma ter feito parte da volante do nazareno Odilon Flor, quando este perseguiu os cangaceiros pelo sertão baiano. Raimundo contava na época com apenas 16 anos.
Serviço
"Lampião é filho do Santo Conselheiro - Cangaceirismo e misticismo", All Print São Paulo 2016.
Nº de páginas: 206
Valor: R$ 45 com frete incluso,
Os pedidos devem ser feitos pelo email cristogelza@gmail.com ou pelo aplicativo WhatsApp cotato: (13) 99751- 7293
Conheça outros trabalhos da autora acessando seu blog pessoal Clique aqui
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Novidades na latada do Cariri Cangaço Piranhas (2015)
Cangaço - Ecos na literatura e cinema Nordestino, de Vera Figueiredo
A literatura presta uma imensurável contribuição ao estudo, pesquisa e divulgação da história e cultura nordestina, especialmente ao Cangaço, Coronelismo, Misticismo e temas afins.
No presente trabalho, a professora Vera Figueiredo Rocha faz uma análise séria, competente e esclarecedora das obras literárias: “Coiteiros”, de José Américo de Almeida; ”Cangaceiros” e “Pedra Bonita”, de José Lins do Rego; “O Cabeleira”, de Franklin Távora e “Sem Lei, nem Rei”, de Maximiano Campos; além dos roteiros dos Filmes: “O Cangaceiro”, de Lima Barreto; “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha; “Corisco e Dadá”, de Rosemberg Cariry e “Baile Perfumado” de Hilton Lacerda, Paulo Caldas e Lírio Ferreira.
A autora utiliza uma responsável e lúcida para extrair, dessas obras, os fatores condicionantes e características marcantes do fenômeno do Cangaço, como a seca, injustiças, ausência do Estado nos setores vitais da sociedade, a violência, vingança, crueldade, código de honra, sofrimento e traições.
É importante destacar que, a autora procurou ser fiel, nas suas análises na medida do possível, às construções e desenvolvimento dos textos e Roteiros das obras em epígrafe, mesmo que venha contrariar, em alguns momentos, seus próprios conceitos e de outros estudiosos do assunto. Como por exemplo, a afirmativa, nas obras analisadas, que Lampião praticou um cangaço de vingança, conceituação que não se coaduna com a convicção da grande maioria dos estudiosos deste fenômeno.
Numa leitura sistemática e criteriosa, podemos constatar que a autora procurou, com responsabilidade e competência, agregar ao seu trabalho, uma sólida fundamentação teórica, recorrendo a renomados escritores, como Gilberto Freyre, Roberto Damatta, S. Freud, Frederico Pernambucano, Gustavo Barroso, Antônio Amaury, E. J. Hobsbawan e Djacir Menezes, entre outros.
O Título da segunda parte “O Imaginário do Cangaço na Literatura do Nordeste”, sintetiza , com maestria, o núcleo desse extraordinário trabalho. Sua leitura contribui com o esclarecimento de muitos pontos complexos do fenômeno do cangaço.
Para finalizar as minhas observações e reflexões, chego à conclusão de que a literatura de cordel, a poesia dos poetas repentistas, os roteiros dos filmes e os romances, contribuíram para a formação do imaginário popular sobre a figura e as ações dos cangaceiros e a consequente construção do Herói e do mito, tratados na segunda e terceira parte desse trabalho, com muita lucidez.
Uma proveitosa leitura, a todos!
Francisco Pereira Lima (Prof. Pereira)
Valor: R$ 40 (com frete incluso) Para adquirir este livro envie email para franpelima@bol.com.br, ou o via telefone (83) 9911 - 8286.
Luiz Ruben lança Fim do Cangaço: As entregas
Este livro vem de uma longa pesquisa realizada nos jornais baianos, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, em Salvador, capital da Bahia, distante 470 km da minha atual residência, em Paulo Afonso, no nordeste baiano. Buscava saber tudo que foi publicado sobre o cangaço, especialmente sobre Lampião nos jornais daquela época. Daquele trabalho mais abrangente, fiz um recorte que apresento agora, tratando especificamente do fim do cangaço, através das entregas dos grupos cangaceiros, mostrando tudo que o jornal A Tarde, Diário de Notícias,Diário da Bahia, Estado da Bahia, O Imparcial, A Noite, Correio da Manhã, Diário da Noite, Jornal de Alagoas, Gazeta de Alagoas e O Globo, publicaram sobre o assunto.
Com o fim do rei do cangaço na grota de Angico em Sergipe, em 28 de julho de 1938, os cangaceiros remanescentes passaram por certo isolamento, pela falta de um líder como Lampião. Seria uma decorrência natural Corisco assumir a chefia dos bandos, mas, dois meses após a morte de Lampião, em outubro de 1938, iniciou-se o processo das rendições por parte do grupo de Zé Sereno. O fim do cangaço se aproximava.
Esse trabalho é dividido em quatro partes. A primeira mostra as entregas dos cangaceiros liderados por Zé Sereno, Ângelo Roque e o grupo do cangaceiro Pancada. Os primeiros se entregaram na Bahia, e o último em Poço Redondo estado de Sergipe, para as polícias alagoanas e sergipanas.
A outra parte deste trabalho foi realizada no Quartel dos Aflitos, atual QG da Polícia Militar, também em Salvador. São os documentos oficiais dos Boletins da Polícia Militar da Bahia sobre o combate ao banditismo, obtidos graças à gentileza do amigo, na época tenente Marins, que me deu total acesso aos arquivos da Polícia Militar da Bahia do período de 1928 a 1940.
Na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, localizada no bairro dos Barris em Salvador, fiz o levantamento dos jornais locais a partir da morte de Lampião em julho de 1938, mostrando o que a imprensa baiana publicou sobre as entregas dos cangaceiros à Polícia Militar da Bahia, com menor destaque ao grupo de Zé Sereno, ao contrário do grande destaque dado a rendição do grupo de Ângelo Roque, com fotografias e páginas inteiras sobre o fato.
As entregas à Polícia alagoana obtive o material da imprensa Caetés, como troca de documentos com o pesquisador David Bandeira e Marcos Edilson. Também de pesquisa feita por Ana Paula Arruda, por mim contratada para essa missão em Aracaju, onde foram pesquisados os jornais tanto sergipanos quanto alagoanos.
A morte de Corisco e a sua perseguição estão descritas de duas formas, a primeira pela imprensa baiana, através de enviados ao local da morte de Corisco e ferimento de Dadá. Outra parte é descrita nos boletins oficiais da Polícia Militar da Bahia, narrada pelos próprios protagonistas dos acontecimentos e de oficiais ligados ao comando da perseguição aos fugitivos, Dadá, Corisco, a menina Zefinha, e o cangaceiro Rio Branco com sua companheira.
Nas matérias publicadas pela imprensa, quando foi presa e depois operada para amputação da perna, Dadá revela uma versão para sua entrada no cangaço, conforme vemos nos jornais da época, que é diferente da versão dada tempos depois, de que foi raptada e seduzida à força por Corisco, publicada em livros, revistas e jornais.
Um fato curioso que apresento são os relatos das negociações de prazo com a Polícia Militar para sua entrega e agiotagem por parte de Corisco que vemos nos boletins oficiais da polícia. Outra curiosidade é quando ele joga dinheiro, quando da tentativa de fuga dele em 25 de maio de 1940 na fazenda Pacheco, publicado nos jornais.
Procurados pelos pesquisadores e repórteres na vida após o cangaço, os ex cangaceiros foram tirados do anonimato. Alguns ficaram à vontade com a exposição, a exemplo do cangaceiro Volta Seca, que não perdia oportunidade tanto na época em que ficou preso, como após sua libertação pelo indulto de Getúlio Vargas. Outros, contudo, se reservaram e só foram descobertos quase no fim de suas vidas.
Já Dadá era uma figura bastante procurada pela imprensa, não só por ter sido esposa de Corisco, mas também por ter sido uma hábil cangaceira, e uma excelente costureira, introduzindo uma nova estética na vestimenta dos cangaceiros pela sua arte nos bordados.
Apresento neste trabalho uma série de fotografias, entre outras, mostrando aspectos urbanísticos de algumas das cidades que tiveram alguns fatos ligados às visitas dos cangaceiros, na área de atuação dos grupos que andavam com Lampião no cangaço.
Quero deixar registradas minhas homenagens à imprensa alagoana e baiana pelos seus profissionais anônimos e os que estão identificados neste trabalho.
Confira na imagem as informções para aquisição.
Piranhas no tempo do Cangaço, novo livro de Gilmar Teixeira
Gilmar Teixeira leva para a latada seu segundo livro. Depois do instigante "Quem matou Delmiro Gouveia", ele passeia pelos fatos que envolveram Piranhas nas tramas do Cangaço. Aguardem maiores informações sobre aquisição deste trabalho.
Lampião - O cangaço e seus segredos é a novidade de Sabino Bassetti
Através do e-mail sabinobassetti@hotmail.com vocês poderão estar adquirindo o mais recente trabalho de José Sabino Bassetti intitulado "Lampião - O Cangaço e seus Segredos".
O Livro, como o próprio título já diz, trará em suas páginas alguns segredos e informações, sobre o cangaço e seu representante maior, até então desconhecidas da grande maioria dos simpatizantes e estudiosos do assunto.
Um trabalho que foi desenvolvido através de pesquisas sérias e comprometidas com a verdadeira história, baseado em depoimentos e declarações de testemunhas oculares dos acontecimentos.
O Livro custa apenas R$ 40,00 (Quarenta reais) com frente já incluído, e será enviado devidamente autografado pelo autor, para qualquer lugar do país.
Não perca tempo e adquira já o seu.
Texto: Geraldo Junior
Corisco – A sombra de Lampião, 4º livro de Sérgio Dantas
Estamos falando da obra “Corisco – A sombra de Lampião”, um trabalho que trás o resultado de onze anos de pesquisa pelos sertões da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba.
A ideia deste livro, segundo o autor, surgiu quando ele realizava entrevistas sobre as ações de Lampião e seu bando junto a antigos cangaceiros, policiais, ex-coiteiros e vítimas. Sérgio percebeu que a figura de Cristino Gomes da Silva Cleto, o verdadeiro nome de Corisco, era recorrente e muito presente. Logo veio a ideia de escrever sobre a vida do cangaceiro que, na opinião do autor, foi o mais destacado cangaceiro que andou com Lampião. Corisco também era conhecido como “Diabo Louro” e desde 1930 comandava um dos subgrupos de cangaceiros que atuavam junto ao “Rei do Cangaço”.
Para a conclusão de “Corisco – A sombra de Lampião”, Sérgio Dantas realizou cerca de 120 entrevistas, onde figuram oito ex-cangaceiros e cangaceiras. Mas igualmente o autor pesquisou em jornais antigos existentes em vários arquivos nordestinos, além de utilizar muito material proveniente de boletins e relatórios policiais. Em relação a estes últimos, o autor destaca o relatório do capitão Felipe de Castro, que organizou em maio de 1940 a perseguição que culminou na morte de Corisco.
Ainda sobre a morte deste famoso cangaceiro, Sérgio Dantas comenta que, entre vários relatos, o livro trás interessantes depoimentos de membros da família Pacheco, onde em sua propriedade ocorreu o combate final entre Corisco e a volante comandada pelo tenente Zé Rufino.
Não falta em “Corisco – A sombra de Lampião” o rigor de uma pesquisa histórica realizada com esmero e qualidade, onde os leitores vão desfrutar de muitas informações interessantes, em meio a uma narrativa dinâmica nas suas quase 350 páginas e uma iconografia composta por cerca de 70 fotografias.
A venda está sendo realizada com exclusividade pelo professor Pereira, pelo valor de R$ 50,00 (com frete incluso). Os pedidos poderão ser feitos através do email franpelima@bol.com.br, ou o telefone (83) 99911 8286.
A literatura presta uma imensurável contribuição ao estudo, pesquisa e divulgação da história e cultura nordestina, especialmente ao Cangaço, Coronelismo, Misticismo e temas afins.
No presente trabalho, a professora Vera Figueiredo Rocha faz uma análise séria, competente e esclarecedora das obras literárias: “Coiteiros”, de José Américo de Almeida; ”Cangaceiros” e “Pedra Bonita”, de José Lins do Rego; “O Cabeleira”, de Franklin Távora e “Sem Lei, nem Rei”, de Maximiano Campos; além dos roteiros dos Filmes: “O Cangaceiro”, de Lima Barreto; “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha; “Corisco e Dadá”, de Rosemberg Cariry e “Baile Perfumado” de Hilton Lacerda, Paulo Caldas e Lírio Ferreira.
A autora utiliza uma responsável e lúcida para extrair, dessas obras, os fatores condicionantes e características marcantes do fenômeno do Cangaço, como a seca, injustiças, ausência do Estado nos setores vitais da sociedade, a violência, vingança, crueldade, código de honra, sofrimento e traições.
É importante destacar que, a autora procurou ser fiel, nas suas análises na medida do possível, às construções e desenvolvimento dos textos e Roteiros das obras em epígrafe, mesmo que venha contrariar, em alguns momentos, seus próprios conceitos e de outros estudiosos do assunto. Como por exemplo, a afirmativa, nas obras analisadas, que Lampião praticou um cangaço de vingança, conceituação que não se coaduna com a convicção da grande maioria dos estudiosos deste fenômeno.
Numa leitura sistemática e criteriosa, podemos constatar que a autora procurou, com responsabilidade e competência, agregar ao seu trabalho, uma sólida fundamentação teórica, recorrendo a renomados escritores, como Gilberto Freyre, Roberto Damatta, S. Freud, Frederico Pernambucano, Gustavo Barroso, Antônio Amaury, E. J. Hobsbawan e Djacir Menezes, entre outros.
O Título da segunda parte “O Imaginário do Cangaço na Literatura do Nordeste”, sintetiza , com maestria, o núcleo desse extraordinário trabalho. Sua leitura contribui com o esclarecimento de muitos pontos complexos do fenômeno do cangaço.
Para finalizar as minhas observações e reflexões, chego à conclusão de que a literatura de cordel, a poesia dos poetas repentistas, os roteiros dos filmes e os romances, contribuíram para a formação do imaginário popular sobre a figura e as ações dos cangaceiros e a consequente construção do Herói e do mito, tratados na segunda e terceira parte desse trabalho, com muita lucidez.
Uma proveitosa leitura, a todos!
Francisco Pereira Lima (Prof. Pereira)
Valor: R$ 40 (com frete incluso) Para adquirir este livro envie email para franpelima@bol.com.br, ou o via telefone (83) 9911 - 8286.
Luiz Ruben lança Fim do Cangaço: As entregas
Este livro vem de uma longa pesquisa realizada nos jornais baianos, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, em Salvador, capital da Bahia, distante 470 km da minha atual residência, em Paulo Afonso, no nordeste baiano. Buscava saber tudo que foi publicado sobre o cangaço, especialmente sobre Lampião nos jornais daquela época. Daquele trabalho mais abrangente, fiz um recorte que apresento agora, tratando especificamente do fim do cangaço, através das entregas dos grupos cangaceiros, mostrando tudo que o jornal A Tarde, Diário de Notícias,Diário da Bahia, Estado da Bahia, O Imparcial, A Noite, Correio da Manhã, Diário da Noite, Jornal de Alagoas, Gazeta de Alagoas e O Globo, publicaram sobre o assunto.
Com o fim do rei do cangaço na grota de Angico em Sergipe, em 28 de julho de 1938, os cangaceiros remanescentes passaram por certo isolamento, pela falta de um líder como Lampião. Seria uma decorrência natural Corisco assumir a chefia dos bandos, mas, dois meses após a morte de Lampião, em outubro de 1938, iniciou-se o processo das rendições por parte do grupo de Zé Sereno. O fim do cangaço se aproximava.
Esse trabalho é dividido em quatro partes. A primeira mostra as entregas dos cangaceiros liderados por Zé Sereno, Ângelo Roque e o grupo do cangaceiro Pancada. Os primeiros se entregaram na Bahia, e o último em Poço Redondo estado de Sergipe, para as polícias alagoanas e sergipanas.
A outra parte deste trabalho foi realizada no Quartel dos Aflitos, atual QG da Polícia Militar, também em Salvador. São os documentos oficiais dos Boletins da Polícia Militar da Bahia sobre o combate ao banditismo, obtidos graças à gentileza do amigo, na época tenente Marins, que me deu total acesso aos arquivos da Polícia Militar da Bahia do período de 1928 a 1940.
Na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, localizada no bairro dos Barris em Salvador, fiz o levantamento dos jornais locais a partir da morte de Lampião em julho de 1938, mostrando o que a imprensa baiana publicou sobre as entregas dos cangaceiros à Polícia Militar da Bahia, com menor destaque ao grupo de Zé Sereno, ao contrário do grande destaque dado a rendição do grupo de Ângelo Roque, com fotografias e páginas inteiras sobre o fato.
As entregas à Polícia alagoana obtive o material da imprensa Caetés, como troca de documentos com o pesquisador David Bandeira e Marcos Edilson. Também de pesquisa feita por Ana Paula Arruda, por mim contratada para essa missão em Aracaju, onde foram pesquisados os jornais tanto sergipanos quanto alagoanos.
A morte de Corisco e a sua perseguição estão descritas de duas formas, a primeira pela imprensa baiana, através de enviados ao local da morte de Corisco e ferimento de Dadá. Outra parte é descrita nos boletins oficiais da Polícia Militar da Bahia, narrada pelos próprios protagonistas dos acontecimentos e de oficiais ligados ao comando da perseguição aos fugitivos, Dadá, Corisco, a menina Zefinha, e o cangaceiro Rio Branco com sua companheira.
Nas matérias publicadas pela imprensa, quando foi presa e depois operada para amputação da perna, Dadá revela uma versão para sua entrada no cangaço, conforme vemos nos jornais da época, que é diferente da versão dada tempos depois, de que foi raptada e seduzida à força por Corisco, publicada em livros, revistas e jornais.
Um fato curioso que apresento são os relatos das negociações de prazo com a Polícia Militar para sua entrega e agiotagem por parte de Corisco que vemos nos boletins oficiais da polícia. Outra curiosidade é quando ele joga dinheiro, quando da tentativa de fuga dele em 25 de maio de 1940 na fazenda Pacheco, publicado nos jornais.
Procurados pelos pesquisadores e repórteres na vida após o cangaço, os ex cangaceiros foram tirados do anonimato. Alguns ficaram à vontade com a exposição, a exemplo do cangaceiro Volta Seca, que não perdia oportunidade tanto na época em que ficou preso, como após sua libertação pelo indulto de Getúlio Vargas. Outros, contudo, se reservaram e só foram descobertos quase no fim de suas vidas.
Já Dadá era uma figura bastante procurada pela imprensa, não só por ter sido esposa de Corisco, mas também por ter sido uma hábil cangaceira, e uma excelente costureira, introduzindo uma nova estética na vestimenta dos cangaceiros pela sua arte nos bordados.
Apresento neste trabalho uma série de fotografias, entre outras, mostrando aspectos urbanísticos de algumas das cidades que tiveram alguns fatos ligados às visitas dos cangaceiros, na área de atuação dos grupos que andavam com Lampião no cangaço.
Quero deixar registradas minhas homenagens à imprensa alagoana e baiana pelos seus profissionais anônimos e os que estão identificados neste trabalho.
Confira na imagem as informções para aquisição.
Piranhas no tempo do Cangaço, novo livro de Gilmar Teixeira
Gilmar Teixeira leva para a latada seu segundo livro. Depois do instigante "Quem matou Delmiro Gouveia", ele passeia pelos fatos que envolveram Piranhas nas tramas do Cangaço. Aguardem maiores informações sobre aquisição deste trabalho.

Através do e-mail sabinobassetti@hotmail.com vocês poderão estar adquirindo o mais recente trabalho de José Sabino Bassetti intitulado "Lampião - O Cangaço e seus Segredos".
O Livro, como o próprio título já diz, trará em suas páginas alguns segredos e informações, sobre o cangaço e seu representante maior, até então desconhecidas da grande maioria dos simpatizantes e estudiosos do assunto.
Um trabalho que foi desenvolvido através de pesquisas sérias e comprometidas com a verdadeira história, baseado em depoimentos e declarações de testemunhas oculares dos acontecimentos.
O Livro custa apenas R$ 40,00 (Quarenta reais) com frente já incluído, e será enviado devidamente autografado pelo autor, para qualquer lugar do país.
Não perca tempo e adquira já o seu.
Texto: Geraldo Junior
Corisco – A sombra de Lampião, 4º livro de Sérgio Dantas

Estamos falando da obra “Corisco – A sombra de Lampião”, um trabalho que trás o resultado de onze anos de pesquisa pelos sertões da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba.
A ideia deste livro, segundo o autor, surgiu quando ele realizava entrevistas sobre as ações de Lampião e seu bando junto a antigos cangaceiros, policiais, ex-coiteiros e vítimas. Sérgio percebeu que a figura de Cristino Gomes da Silva Cleto, o verdadeiro nome de Corisco, era recorrente e muito presente. Logo veio a ideia de escrever sobre a vida do cangaceiro que, na opinião do autor, foi o mais destacado cangaceiro que andou com Lampião. Corisco também era conhecido como “Diabo Louro” e desde 1930 comandava um dos subgrupos de cangaceiros que atuavam junto ao “Rei do Cangaço”.
Para a conclusão de “Corisco – A sombra de Lampião”, Sérgio Dantas realizou cerca de 120 entrevistas, onde figuram oito ex-cangaceiros e cangaceiras. Mas igualmente o autor pesquisou em jornais antigos existentes em vários arquivos nordestinos, além de utilizar muito material proveniente de boletins e relatórios policiais. Em relação a estes últimos, o autor destaca o relatório do capitão Felipe de Castro, que organizou em maio de 1940 a perseguição que culminou na morte de Corisco.
Ainda sobre a morte deste famoso cangaceiro, Sérgio Dantas comenta que, entre vários relatos, o livro trás interessantes depoimentos de membros da família Pacheco, onde em sua propriedade ocorreu o combate final entre Corisco e a volante comandada pelo tenente Zé Rufino.
Não falta em “Corisco – A sombra de Lampião” o rigor de uma pesquisa histórica realizada com esmero e qualidade, onde os leitores vão desfrutar de muitas informações interessantes, em meio a uma narrativa dinâmica nas suas quase 350 páginas e uma iconografia composta por cerca de 70 fotografias.
A venda está sendo realizada com exclusividade pelo professor Pereira, pelo valor de R$ 50,00 (com frete incluso). Os pedidos poderão ser feitos através do email franpelima@bol.com.br, ou o telefone (83) 99911 8286.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
O nordeste brasileiro em livros?
Professor Pereira tem!!!
Consulte nosso sebo virtual atualizado para Setembro e Outubro.
Nº 05 (1993) * Padre Ibiapina “O Apóstolo do Nordeste”
Nº 07 (1994) * Padre Cícero
Nº 08 (1995) * A Patente de Lampião (Hilário Lucetti)
Nº 09 (1995) * O Coronel Belém do Crato
Nº 10 (1996) * Um Filho do Crato na Luta Contra Lampião (José Sampaio Macedo)
Títulos da “Coleção Mossoroense” Série “B”
São Plaquetas ou Folhetos, semelhante a uma apostila. São publicações de Palestras, Artigos, Pequenas Biografias, Crônicas, pequenos registros de Fatos históricos, entre outros.
- Depoimento Sobre Lampião em Mossoró – Laire Rosado - 13 pag. Ótimo estado – 4,00
- Leandro Gomes de Barros - A Confissão de Antonio Silvino- Como Antônio Silvino Fez o Diabo Chorar
Obs.
O pedido pode ser feito por E-mail: franpelima@bol.com.br ou fplima1956@gmail.com ou pelos Tel. (83) 9911 - 8286 (TIM) 8706 -2819 (OI)
Consulte nosso sebo virtual atualizado para Setembro e Outubro.
Foto de Joel Robson
Autor - Título - valor - OBS.- A. Otaviano Vieira Jr. Entre Paredes e Bacamartes, história da família do sertão (1780-1850) 2004 316 pág. 40,00 Ótimo estado
- Abdon Monteiro de Lima Memórias de Um Vaqueiro Cearense 1982 153 pág. 28,00 Bom estado/envelhecido
- Abelardo F. Montenegro Fanáticos e Cangaceiros 2011 – Clássico 2ª Ed. 420 pág. 70,00 Novo /
- Abelardo F. Montenegro Os Partidos Políticos do Ceará 1980 257 pág. 20,00 Bom estado
- Abelardo F. Montenegro Ceará e o Profeta da Chuva 2008 356 pág. 40,00 Novo
- Abelardo F. Montenegro Fanáticos e Cangaceiros 1ª Edição 1973 100,00 Bom estado/envelhecido
- Abilio Wolney Aires Neto O Diário de Abilio Wolney 2009 370 pág. 60,00 Novo
- Adalberto Barreto A Morte de Lampião 95 pág. 25,00 Bom estado/livro de bolso
- Adelaide Gonçalves Ceará socialista Anno 1919 (Ed. Fac-Similar) 120 pág. 30,00 Ótimo estado
- Afonso D’Escragnolle Taunay A Guerra dos Bárbaros 3ª Ed. 2010 452 pag. 60,00 Novo
- Agamenon Magalhães O Nordeste Brasileiro (1970) 1992 100 pag. 18,00 Bom estado manchas
- Aglae Lima de Oliveira Lampião, Cangaço e Nordeste 1970 436 pág. 110,00 Livro sem capa, miolo perfeito p/ encadernar
- Agostinho Balmes Odísio Memórias sobre Juazeiro do Padre Cícero (1935) Memórias escrita a caneta e editada, livro raro. Edição fac-similar de 2006 40,00 Ótimo estado
- Aguinaldo Silva Padre Cícero: O Grande Sucesso da TV 1984 263 pág. 35,00 Bom estado
- Airton de Farias Delmiro Gouveia 101 pág. 15,00 Bom estado/livro de bolso.
- Alberto Farias O Padre Cícero e a Invenção do Juazeiro 432 pág. 65,00 Ótimo estado
- Alberto Porfírio Poetas Populares e Cantadores do Ceará 1978 35,00 Bom estado
- Alcino Alves Costa Lampião Além da Versão, Mentiras e Mistérios de Angicos – 2011 (3ª Ed.) 410 pág. 55,00 Novo
- Alcino Alves Costa Lampião Em Sergipe 2011 298 pág. 65,00 Novo
- Alcino Alves Costa Poço Redondo - A Saga de Um Povo 349 pág. 55,00 Novo
- Alcino Alves Costa Maria do Sertão. Romance que referencia a beleza, o sentimento e a coragem da mulher sertaneja 326 pág. 40,00 Novo
- Alcino Costa O Sertão de Lampião 55,00 Novo
- Aloysio Pereira Lima Cel. José Pereira Lima (Zé Pereira de Princesa) (Paraibanos do Século) 52 pág. 18,00 Bom estado
- Alvim Martins Horcades Descrição de Uma Viagem a Canudos 201 186 pág. 50,00 Novo
- Amália X. de Oliveira O Padre Cícero Que Eu Conheci 45,00 Novo
- Ana Cláudia Marques Intrigas e Questões: Vingança de família e tramas sociais no sertão de Pernambuco 2002 352 pág. 45,00 Ótimo estado
- Ana Cláudia Marques e outros Andarilhos e Cangaceiros 1999 233 pag. 45,00 Novo
- Ana Lúcia Granja e Paulo Gastão Sítio dos Nunes de Flores, vive a Saga Cangaceira: Processo crime contra Lampião, Sabino Gomes e outros. (transcrição) 46 pág. 18,00 Novo
- Ana Paula da Cruz Pereira de Moraes Em Busca da Liberdade, Os Escravos no Sertão do Rio Piranhas – PB (1700-1750) 2011 158 pág. 30,00 Novo
- André Heráclio do Rego Família e Coronelismo no Brasil- Uma História de Poder 378 pag. 40,00 Ótimo estado
- Angela Barros Leal A História do Ceará passa por essa Rua 1993 143 pag. 25,00 Bom estado
- Angelo Osmiro Assim Era Lampião e Outras Histórias 236 pág. 40,00 Novo
- Anildomá Willans de Souza Lampião, O comandante das Caatingas 157 pág. 50,00 Ótimo estado
- Annette Dumoulin, Ana T. Guimarães e MCP Forti (Editores) Anais do III Simpósio Internacional Sobre Padre Cícero do Juazeiro: e...quem é ele? 2004 (ótimo livro) 285 pág. 50,00 Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo Gente de Lampião – Sila e Zé Sereno 25,00 Ótimo estado
- Antônio Amaury C. de Araújo Lampião e as Cabeças Cortadas 60,00 Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo Lampião, Segredos e Confidências do Tempo do Cangaço 3ª Ed. 2011 229 pág. 60,00 Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo Maria Bonita, A Mulher de Lampião 2011 279 pág. 55,00 Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo Lampião - As Mulheres e o Cangaço 2012 399 pág. 55,00 Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo Gente de Lampião: Dadá e Corisco 2011 329 pág. 60,00 Novo
- Antônio Amaury C. de Araújo Assim Morreu Lampião 1982 140 pág. 35,00 Bom estado
- Antônio Amaury C. de Araújo Assim Morreu Lampião – Nova Edição 2013 317 pág. 55,00 Novo
- Antônio Amaury e outro Lampião, Herói ou Bandido? 25,00 Novo
- Antônio Assis Costa - Tota Assis A(s) Cajazeiras Que Eu Vi e Onde Vivi - 2013 3ª edição(Faz referência ao ataque de Sabino Gomes a Cajazeiras em 1926) 263 pág. 35,00 Novo
- Antonio Barroso pontes Reminiscências de Uma Caboclo Sertanejo 204 pag. 23,00 Bom estado
- Antônio Barroso Pontes O Mundo dos Coronéis 25,00 Bom estado/envelhecido
- Antônio Barroso Pontes Sertão Brabo – usos e costumas 1979 164 pág. 35,00 Bom estado
- Antônio Barroso Pontes Cangaceirirsmo do Nordeste 1973 187 pág. 40,00 Bom estado
- Antônio Bezerra Algumas Origens do Ceará 2009 265 pág. 40,00 Ótimo estado
- Antônio Corrêa Sobrinho O Fim de Lampião, O que Disseram os Jornais Sergipanos 2011 166 pág. 33,00 Novo
- Antônio da Silva Neves A Seca de 1919 88 pág. 18,00 Bom estado
- Antônio Eusébio Teixeira Rocha A Saga de Antônio de Piçarra: De Padre Cícero a Lampião 2001 202 pág. 100,00 Ótimo estado
- Antonio Nunes Malveira Notas Sobre as Secas 2001 84 pág. 30,00 Bom estado
- Antônio Nunes Malveira O Velho Sertão da Bica 1986 213 pág. 35,00 Bom estado c/carimbo
- Antônio Vilela de Souza O Incrível Mundo do Cangaço Vols. I e II 40,00cada Novo
- Antônio Vilela de Souza A outra Face do Cangaço 2012 – Soldado Adrião 102 pág. 28,00 Novo
- Archimedes Marques Lampião Contra o Mata Sete 2012 552 pág. 50,00 Novo
- Ariano Suassuna Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-volta 2012 754 pág. 55,00 Ótimo estado
- Ariosvaldo Figueiredo História Política de Sergipe 1989 35,00 Bom estado
- Armando Souto maior Quebra-Quilos, Lutas Sociais no Outono do Império 213 pag. 20,00 Ótimo estado
- Aroldo Ferreira Leão Lampião: Um estudo de buscas e essências 2012 700 pág. 70,00 Novo
- Arquivo Público do Estado do Ceará. Coleção Manuscritos A Confederação do Equador no Ceará. São manuscritos. Cartas, Ofícios, portarias da época do movimento 306 pág. 45,00 Ótimo estado
- Arthur Shaker Pelo Espaço do Cangaceiro, Jurubeba1979 173 pág. 35,00 Bom estado
- Assis Ângelo Dicionário Gonzagueano de A a Z 28,00 Novo
- Balarmino de Souza Neto Dunga da Barra – Um Poeta do Pajeú 1994 45,00 Bom estado
- Banco Safra O Museu do Homem do Nordeste 351 pág. 60,00 Ótimo estado
- Benedito Silva Padre Ibiapina 101 pág. 20,00 Novo (Bolso)
- Benedito Vasconcelos Mendes Reflexões Sobre o Nordeste 95 pag. 15,00 Novo
- Bismarck Martins de Oliveira Histórias do Cangaço - O Saque de Souza – PB em 1924 30,00 Novo
- Bismarck Martins de Oliveira O Cangaceirismo no Nordeste 2002 329 pág. 40,00 Novo
- Bismarck Martins de Oliveira Cangaceiros de Lampião de A a Z 2012 35,00 Novo
- Bráulio Tavares Contando Histórias em Versos 2005 25,00 Ótimo estado
- Caio Porfírio Carneiro Uma Luz no Sertão 2007 125 pág. 28,00 Ótimo estado
- Caio Porfírio Carneiro Padre Cícero: O santo do agreste 77 pág. 20,00 Ótimo estado
- Camara cascudo Livro das Velhas Figuras vol. VII 2002 260 pag. 35,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Contos Tradicionais do Brasil 2001 349 pag. 30,00 Bom estado
- Câmara Cascudo Livro das Velhas Figuras vol. X 195 pag. 35,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Prelúdio da Cachaça 1986 82 pag. 20,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Rede de Dormir 2003 231 pag. 35,00 Novo
- Câmara Cascudo Superstição no Brasil 2002 443 pag. 35,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Vaqueiro e Cantadores 2005 327 pag. 35,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Viajando o Sertão 1984 61 pág. 12,00 Bom estado
- Câmara Cascudo Jangada, Uma Pesquisa Etnográfica 2002 170 pág. 30,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Notas e Documentos Para a História de Mossoró 299 pág. 45,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Tradições Populares da Pecuária Nordestina 90 pág. 40,00 Bom estado
- Câmara Cascudo História dos Nossos Gestos 2003 277 pág. 35,00 Ótimo estado
- Câmara cascudo Folclore do Brasil 2012 230 pág. 35,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Literatura Oral no Brasil 1984 35,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Locuções Tradicionais no Brasil + Coisas Que o Povo Diz 1986 315 pág. 40,00 Bom estado
- Câmara Cascudo Antologia do Folclore Brasileiro 2001 323 pág. 40,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Lendas Brasileiras 2001 168 pág. 30,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo O Livro das Velhas Figuras Vol. VIII 2002 133 pág. 35,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Histórias de Vaqueiros e Cantadores – para jovens 128 pág. 30,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Flor de Romances Trágicos 189 pág. 40,00 Bom estado
- Câmara Cascudo Dicionário do Folclore Brasileiro 2000 40,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Made In África 2001 25,00 Bom estado
- Câmara Cascudo Mouros, Franceses e Judeus – Três presenças no Brasil 2001 30,00 Ótimo estado
- Câmara Cascudo Geografia dos Mitos Brasileiros 1976 344 pág. 40,00 Bom estado/envelhecido
- Câmara Cascudo Antologia da Alimentação no Brasil 1977 254 pág. 60,00 Bom estado
- Cap. João Bezerra Como Dei Cabo de Lampião 4ª Ed. 2013 258 pág. 60,00 Novo
- Carlos Lyra Uma Câmara Vê Cascudo 2002 65 pág. 40,00 Novo
- Carlos Newton Júnior O Cangaço na Poesia Brasileira 2009 254 pág. 40,00 Ótimo estado
- Carlos Xavier Paes Barreto Primitivos Colonizadores Nordestinos 2010 396 pag. 65,00 Novo
- Catulo da Paixão Cearense Meu Sertão 205 pág. 30,00 Bom estado/envelhecido
- Catulo da Paixão Cearense Luar do Sertão e Outros Poemas escolhidos 1985 40,00 Ótimo estado
- Catulo da Paixão Cearense Sertão em Flor 1951 254 pág. 30,00 Envelhecido
- Celeste Cordeiro Antigo e Moderno no Ceará Provincial 1997 299 pag. 25,00 Ótimo estado
- Célia Magalhães Fatos e Curiosidades- Missão Velha 25,00 Novo
- Celso Mariz Apanhados Históricos da Paraíba 1980 201 pág. 40,00 Envelhecido
- César Barreira Trilhas e Atalhos do Poder, Conflitos Sociais no Sertão 1992 191 pág. 30,00 Bom estado
- Chagas Cristóvão Antônio Martins, Cidade da Boa Esperança 2003 228 pág. 35,00 Novo
- Cicinato Ferreira Neto A Misteriosa Vida de Lampião 35,00 Novo
- Cicinato Ferreira Neto A Tragédia dos Mil Dias - A Seca de 1877-79 no Ceará 2006 284 pág. 35,00 Novo
- Cláudio Aguiar Caldeirão 40,00 Ótimo estado
- Clerisvaldo B. Chagas e Marcello Fausto Lampião em Alagoas 2012 467 pág. 60,00 Novo
- Clodomiro Pereira da Silva O Problema das Secas no Nordeste Brasileiro 281 pág. 28,00 Bom estado
- Coleção Mossoroense Livro das Secas: nºs. 03 – 05 – 11 – 14 – 16 – 17 – 18 – 20 – 19 – 21 (excelentes livros sobre a seca no Nordeste) 25,00 cada Bom estado
- Consuelo Novais Sampaio Canudos: Cartas para o Barão 1999 262 pág. 45,00 Ótimo estado
- Costa Porto O Pastoreio na Formação do Nordeste 66 pág. 30,00 Bom estado
- Daniel H. de Medeiros Padre Cícero- O Santo do Povo? 1989 48 pag. 15,00 Bom estado
- Daniel Lins Lampião – O Homem que Amava as Mulheres 30,00 Novo
- Daniel Piza Euclides da Cunha, Trechos de “Os Sertões) 200 pág. 25,00 Ótimo estado
- Daniel Walker (cood.) O Pensamento vivo de Padre Cícero 15,00 Bom estado
- Dari Medeiros Histórias do Sertão(PB e RN) 2007 189 pág. 40,00 Ótimo estado
- Davino Francisco dos Santos A Coluna Miguel Costa e Não Coluna Prestes 25,00 Bom estado
- Diana Rodrigues Lopes Padre-Mestre Ibiapina e a Casa de Caridade de Triumpho 2004 26262 pág. 40,00 Novo
- Dilson Pontes Chagas Raízes do Sertão 2010 173 pág. 25,00 Novo
- Dom José Adelino Dantas Homens e Fatos do Seridó Antigo 2008 165 pag. 65,00 Novo
- Dom José Adelino Dantas O coronel de Milícias Caetano Dantas Correia 78 pág. 30,00 Novo
- Domingos Sávio Cordeiro Um Beato Líder: Narrativas Memoráveis do Caldeirão – 2ª Edição – 2013 – ótimo livro 247 pág. 45,00 Novo
- Dominique Dreyfus Vida de Viajante: A Saga de Luiz Gonzaga 3ª Edição 2012 (segundo especialistas, uma das melhores biografias do Rei do Baião) 351 pág. 50,00 Novo
- Edmundo Moniz Canudos a Luta Pela Terra 15,00 Ótimo estado
- Edmundo Moniz A Guerra Social de Canudos 1978 282 pág. 40,00 Bom estado/envelhecido
- Eduardo Barbosa Lampião Rei do Cangaço 117 pág. 35,00 Bom estado
- Eduardo Campos Gustavo Barroso- Sol, Mar e Sertão 30,00 Bom estado
- Eduardo Campos Revelações da Condição de vida dos Cativos do Ceará 1984 147 pag. 25,00 Bom estado
- Eduardo Hoornaert Os Anjos de Canudos 1998 148 pag. 23,00 Bom estado
- Eduardo Hoornaert Crônicas das Casas de Caridades, Fundadas pelo Pe. Ibiapina 1981 – Com Mapas - raro 127 pág. 90,00 Bom estado
- Elane Marques e Paulo Gastão Acary e o Processo de Chico Pereira 2014 62 pág. 23,00 Novo
- Elder Canário Canudos: Sob as águas da ilusão (Açude Cocorobó) 99 pág. 40,00 Ótimo estado
- Élise Jasmin Cangaceiros 2006 149 pág. 150,00 Ótimo Estado. Autog. por Expedita e Vera Ferreira
- Eloy de Souza O Calvário das Secas 2009 210 pág. 25,00 Novo
- Emanuel de Morais Brasil Sertão 2008 341 pag. 35,00 Ótimo estado
- Epaminondas Câmara Municípios e Freguesias da Paraíba 1997 123 pág. 30,00 Bom estado
- Epitácio de Andrade Filho A Saga dos Limões, Negritude no Enfrentamento ao Cangaço de Jesuíno Brilhante 2011 92 pág. 35,00 Novo
- Epitácio Pessoa As Obras do Nordeste 1990 97 pág. 15,00 Bom estado
- Eric Hobsbawm Bandidos 2010 254 pág. 55,00 Ótimo estado
- Erickson de Almeida Maió Canudos: A trama político-religiosa e os Militares 2009 100 pág. 30,00 Ótimo estado
- Érico de Almeida Lampião, Sua História 2013 Ed. Fac-similar 136 pág. 30,00 Novo
- Érico de Almeida Lampião, Sua História Ed. 1998 60,00 Bom estado
- Ernando Alves de Carvalho Pedra do Reino – A Tragédia que Virou Festa 35,00 Ótimo estado
- Ernando Alves de Carvalho Cavalgada a pedra Bonita 2005 30,00 Ótimo estado
- Ernando Alves de Carvalho História do Reino Encantado da Pedra Bonita Plaquete 15,00 Ótimo estado
- Euclides da Cunha Os sertões – Campanha de Canudos 30,00 Ótimo estado
- Euclides da Cunha Canudos e Outros Temas 2003 258 pág. 45,00 Ótimo estado
- Eugênio Leandro Cego Oliveira 2002 94 pág. 18,00 Novo/livro de Bolso
- Eul-Soo Pang Coronelismo e Oligarquias 1889-1943 Bahia 269 pág. 60,00 Bom estado
- F. Andrade Barroso Os Andrades: De Goiana a Maranguape, 8 gerações 1990 351 pág. 80,00 Bom estado
- F. Coutinho Filho Violas e Repentes 50,00 Bom estado
- F. Magalhães Martins Delmiro Gouveia – Pioneiro e Nacionalista 1963 25,00 Bom estado
- F. Saturnino R. de Brito As Secas do Norte 161 pág. 18,00 Ótimo estado
- F. Silva Nobre 1001 Cearenses Notáveis 1996 398 pág. 35,00 Bom estado
- F. Silva Nobre Um Cearense Chamado Gonçalo 2002 30,00 Ótimo estado
- Felipe Guerra Ainda o Nordeste 1987 184 pág. 25,00 Bom estado
- Felipe Guerra/Theofilo Guerra Secas Contra a Seca 3ª Ed. 313 pag. 20,00 Bom estado
- Félix Lima Júnior Delmiro Gouveia: O Mauá do Sertão Alagoano 1983 321 pág. 60,00 Bom estado
- Fenelon Almeida As Vozes da Seca 1978 151 pág. 25,00 Bom estado/envelhecido
- Fernando Melo João Pessoa, Uma Biografia 2003 326 pág. 30,00 Novo
- Fernando Melo João Dantas, Uma biografia 2002 198 pág. 30,00 Bom estado
- Fernando Melo Epitácio Pessoa, Uma biografia 208 pág. 30,00 Ótimo estado
- Fernando Moura Jackson do Pandeiro – Série Paraibanos do Século 64 pág. 20,00 Bom estado
- Fernando Mouro e Antônio Vicente Jackson do Pandeiro, O Rei do Rítmo 2001
- (um trabalho extraordinário) 412 pág. 58,00 Novo
- Flávio Paiva Mobilização Social no Ceará 2002 172 pág. 18,00 Novo
- Florival Seraine Folclore Brasileiro – Ceará 1978 64 pag. 23,00 Bom estado
- Florival Seraine Antologia do Folclore Cearense 1983 356 pág. 35,00 Bom estado/falha na capa
- Floro Bartholomeu Juazeiro e o Pe. Cícero, Depoimento para a História 183 pag. 35,00 Novo
- Francisco Fernandes do Nascimento Milagre na Terra Violenta: Padre Cícero, O Santo Rebelde. 237 pág. 35,00 Bom estado
- Francisco Galvão Do Coronelismo ao Caldeirão 2006 192 pág. 35,00 Novo
- Francisco Ivan Currais Novos: Imagem/ Tempo / Espaço 2005 110 pág. 35,00 Ótimo estado
- Francisco José de Souza Quintino Cunha 18,00 Novo(livro de bolso)
- Francisco Nóbrega Teixeira Nos Tempos do Padre Cícero 1994 127 pág. 30,00 Bom estado
- Francisco Nóbrega Teixeira Psicografia do Padre Cícero: Do amor a si mesmo ao amor pelo próximo 2004 176 pág. 50,00 Ótimo estado
- Francisco Nóbrega Teixeira Padre Cícero: Biografia Psicanalítica 2013 191 pág. 35,00 Ótimo estado
- Francisco Sales Cartaxo Rolim Política dos Currais 1979 229 pág. 30,00 Bom estado
- Francisco Venâncio Filho Euclides da Cunha e Seus amigos1938 (Correspondência entre amigos) 245 pág. 40,00 Capa dura/envelhecido
- Frederico de Castro Neves A Multidão e História: Saques e outras ações de massas no Ceará 2000 265 pág. 35,00 Ótimo estado
- Frederico Pernambucano de Mello Benjamin Abrahão, Entre Anjos e Cangaceiros 351 pág. 45,00 Novo.
- Frederico Pernambucano de Mello Guerreiros do Sol 5ª Ed. 2011 519 pág. 70,00 Novo
- Frederico Pernambucano de Mello Guerreiros do Sol 1985 1ª Edição 310 pág. 70,00 Bom estado
- Gastão Neves Romanceiro de Canudos 1991 171 pág. 30,00 Bom estado
- Geraldo A. Waring Suprimento D'Água no Nordeste do Brasil 142 pag. 20,00 Ótimo estado
- Geraldo Amâncio e Vanderley Pereira De Repente Cantoria, Uma coletânea de Versos e repentes dos maiores Cantadores do Brasil 2013 488 pág. 60,00 Novo
- Geraldo Amâncio(poeta) Assim Viveu e Morreu Lampião Rei do Cangaço 70 pág. 25,00 Novo.(181 Estrofes cordel)
- Geraldo Ananias Pinheiro Réstia do Tempo, Contos e Crônicas 2008 245 pág. 30,00 Ótimo estado
- Geraldo Ferraz Pernambuco no Tempo do Cangaço 2vol. 1.024 pag. 125,00 Novo
- Geraldo Ferraz Theophanes F. Torres, Um Herói Militar 2004 250 pag. 45,00 Novo
- Gil Soares A Oligarquia Maranhão 1999 56 pág. 15,00 Ótimo estado
- Gilbamar de Oliveira Bezerra A Derrota de Lampião(Mossoró) 2010 104 pag. 28,00 Novo
- Gilberto Freyre O Velho Felix e Suas “Memórias de Um Cavalcanti” 1989 141 pág. 45,00 Bom estado
- Gilberto Martins Cidadela de Deus a Saga de Canudos 1977 174 pag. 20,00 Bom estado
- Gilberto Vilar Frei Caneca: Gesta da Liberdade(1779-1825) 223 pág. 33,00 Novo
- Gildson Oliveira Luiz Gonzaga o Matuto que Conquistou o Mundo 40,00 Ótimo estado
- Gilmar Chaves (Org.) Ceará de Corpo e Alma: Olhar Contemporâneo de 53 Autores Sobre a Terra da Luz (ótimo livro) 381 pág. 30,00 Ótimo estado
- Gilmar de Carvalho Patativa Poeta Pássaro do Assaré 2002 187 pag. 30,00 Bom estado
- Gilmar de Carvalho Patativa do Assaré 2001 84 pág. 18,00 Novo
- Gilmar de Carvalho Patativa em Sol Maior 192 pág. 30,00 Novo
- Gilmar Teixeira Quem Matou Delmiro Gouveia? 2011 152 pág. 45,00 Novo
- Gonçalo Ferreira da Silva Lampião: A Força de um Líder 2005 268 pág. 45,00 Ótimo estado
- Gonzaga Rodrigues Notas do Meu Lugar 1978 259 pág. 18,00 Bom estado
- Gouveia de Helias Dias Sem Compaixão 2010 178 pag. 25,00 Novo
- Gregg Narber Entre a Cruz e Espada: Violência e Misticismo no Brasil Rural 206 pag. 30,00 Ótimo estado
- Guilherme Gomes da S. D’Avila Lins Rodolpho Garcia - O Gigante do Ceará-mirim – Uma Contribuição Bibliográfica 2ª Ed. 2001 60 pag. 12,00 Novo
- Gustavo Barroso À Margem da História do Ceará ( 2 volumes ) 70,00 Novo/
- Gustavo Barroso Colônia de Banqueiro 30,00 Bom estado
- Gustavo Barroso Consulado da China 30,00 Bom estado
- Gustavo Barroso Mississipi 50,00 Ótimo estado
- Gustavo Barroso Praias e Várzeas, Alma Sertaneja 35,00 Bom estado/envelhecido
- Gustavo Barroso Tamandaré 30,00 Capa dura
- Gustavo Barroso Terra de Sol 40,00 Novo
- Gustavo Barroso Heróis e bandidos, Os cangaceiros do Nordeste 2012 197 pág. 50,00 Novo
- Gustavo Barroso Almas de lama e de aço, Lampião e outros cangaceiros 2ª Ed. 2012 117 pág. 45,00 Novo
- Gustavo Barroso História Secreta do Brasil 1990(ótima coleção) 6 volumes 300,00 Novo
- Gustavo Barroso Heróis e Bandidos - Edição1931 70,00 Capa dura com forte manchas - bom estado de leitura
- Gutemberg Costa Breviário Profano do Povo 2003 132 pág. 25,00 Bom estado
- Gutemberg Costa Profetas do Nordeste 1994 127 pág. 35,00 Bom estado/com alguns riscos de caneta
- Gutemberg Costa A Influência do Cangaço na Música popular Brasileira 84 pág. 35,00 Bom estado
- Haroldo Felinto Contos Matutos 2009 170 pag. 20,00 Novo
- Haroldo Felinto Retrato do Sertão- Histórias—Contos – Escritos 2006 129 pag. 18,00 Novo
- Haroldo Felinto Curiosidades e Fatos Sobre Lampião 2012 207 pág. 30,00 Novo
- Henry Coster Viagem Ao Nordeste do Brasil 2 volumes. 70,00 Novo /
- Hesdras Souto e Paulo Medeiros Gastão Excerto de Areias do Pelo Sinal e Alagoa Nova (Manaíra) Processo contra Lampião 2014 44 pág. 23,00 Novo
- Hitoshi Nomura Vultos do Folclore brasileiro 2001 182 pág. 20,00 Ótimo estado
- Honório de Medeiros Massilon 55,00 Novo
- Horácio de Almeida Pedro Américo – Notícias Biográficas 93 pág. 23,00 Ótimo estado
- Iaperi Araújo No Rastro dos Cangaceiros 2009 152 pag. 40,00 Novo
- Iaperi Araújo Angico: 1938 1ª Ed. 2013 116 pág. 35,00 Novo
- Ilsa Fernandes Queiróz Mulheres no Cangaço, Amantes e Guerreiras 144 pág. 35,00 Novo/
- Inês Caminha L. Rodrigues A Revolta de princesa 1981 81 pag. 15,00 Bom estado-Livro Bolso
- Inst.Hist. e Geog. Do RN Câmara Cascudo (Sua Vida Sua Obra) 23,00 Bom estado
- Instituto Histórico e Geog. do Rio G. do Norte Fanáticos da Serra do João do Vale (Câmara Cascudo) livro raro (vol. XXXV a XXXVII)1940 50,00 Novo
- Instituto Nacional do Livro Na História da Paraíba 2ª fase (1912-1935) 40,00 Envelhecido.
- Irani Medeiros Leandro Gomes de Barros(Antologia) Poesia 30,00 Ótimo estado
- Irani Medeiros Pinto de Monteiro, o Bardo do Cariri 2007 179 pág. 25,00 Novo
- Irineu Pinheiro O Cariri- Seu Descobrimento, Povoamento, Costumes – 2011. Ed. 1950 70,00 50,00 Ótimo estado
- Irineu Pinheiro Efemérides do Cariri – 2010 - Clássico 555 pág. 55,00 Novo
- Isabel Lustosa De Olho em Lampião 2011 109 pág. 25,00 Novo
- Isaura Amélia de S. R. Maia e outro Bom Dia Sertão (o sertão de Juvenal e Oswaldo Lamartine) 318 pag. 35,00 Ótimo estado
- Isaura de A. R. Maia e outro Bom Dia Pe. João Maria 196 pag. 35,00 Ótimo estado
- Ivan Cavalcanti Proença Ideologia do Cordel 1977 25,00 Bom estado
- Ivânia Campigotto Aquino Literatura e História em diálogo: um olhar sobre Canudos 2000 96 pág. 28,00 Ótimo estado
- Ivo Mascena Veras Lourival Batista Patriota 2004 439 pág. 60,00 Ótimo estado
- J. C. Alencar Araripe A Glória de um Pioneiro – A Vida de Delmiro Gouveia 1965 50,00 Bom estado/envelhecido
- J. C. de Alencar Araripe Bárbara e a Saga da Heroína 2006 199 pág. 30,00 Novo
- J. Capistrano de Abreu Caminhos Antigos e Povoamento do Brasil 30,00 Novo
- J. Rabelo Almas Torturadas – Romance - Sertão de Itabaiana-Se (Lampião) 1967 288 pág. 60,00 Capa envelhecida, miolo bom
- Jáder de Carvalho Terra Bárbara 1998 116 pág. 25,00 Ótimo estado
- Jáder de Carvalho Antologia de João Brígido 1969 595 pág. 60,00 Bom estado/envelhecido
- Janduhi Dantas Viagem aos 80 anos da Revolta de Princesa (112 Estrofes de Cordel sobre a Guerra de Princesa.) 41 pág. 18,00 Ótimo estado
- Januário Feitosa Eméritos Cearenses Que Honraram a Nossa História 186 pág. 20,00 Bom estado Com manchas
- Januário Feitosa Do Sertão ao Parlamento 1978 194 pág. 50,00 Capa dura nova/ miolo bom/ c/ carimbo
- Januário Feitosa Sertão do Meu tempo 1988 170 pág. 50,00 Bom estado
- Jayme Griz Gente, Coisas e Contos do Nordeste 1954 44 pag. 15,00 Envelhecido
- Jeanne Barrance de Castro A Milícia Cidadã: A Guarda Nacional 1831-1850 260 pág. 30,00 Ótimo estado
- Jerdivan Nóbrega de Araújo A Saga da Cabocla Maringá 2011 194 pág. 30,00 Novo
- João Alfredo de S. Montenegro Ideologia e Conflito no Nordeste Rural 30,00 Bom estado
- João Batista Galvão Subsídios para a História da Abolição do Cativeiro no Rio Grande do Norte 1982 96 pág. 20,00 Bom estado
- João Bezerra da Nóbrega Lampião e o Cangaço na Paraíba 2011 345 pág. 55,00 Novo
- João de Lyra Tavares Apontamentos Para a História Territorial da Paraíba. Vol II (o vol. I não tenho) 35,00 Bom estado
- João de Sousa Lima A Trajetória Guerreira de Maria Bonita 1ªedição 30,00 Novo
- João de Sousa Lima Moreno e Durvinha 35,00 Novo
- João de Sousa Lima Lampião em Paulo Afonso 2ª Ed. 2013 182 pág. 40,00 Novo
- João de Sousa Lima e Juracy marques (Org.) Maria Bonita- Diferentes Contextos Que Envolveram a Vida da Rainha do Cangaço 172 pag. 35,00 Novo
- João Tavares Calixto Júnior Venda Grande d’Aurora (Dados Históricos Sobre Aurora-CE) 2012 299 pág. 50,00 Novo
- Joaquim Alves História das Secas (se. XVII ao XIX) 242 pág. 28,00 Novo
- Joaquim Osterne Carneiro Uma Visão Histórica das Secas do Nordeste 2001 76 pag. 12,00 Novo-Livro de Bolso
- Joaryvar Macedo Ensaios e Perfis 2001 275 pag. 30,00 Ótimo estado
- Joaryvar Macedo e Rejane M. Augusto Gonçalves Os Augustos 2ª Ed. 2009 627 pág. 65,00 Novo
- Jorge Mattar Villela Política e Eleições no Sertão Pernambucano 2008 249 pag. 20,00 Novo
- Jorge Mattar Villela O Povo em Armas: Violência e Política no Sertão de Pernambuco 2004 292 pág. 35,00 Ótimo estado
- José Condé Terra de Caruarú 1987 232 pag. 20,00 Bom estado-envelhecido
- José Alípio Goulart O Ciclo do Couro no Nordeste 1966 73 pág. 35,00 Envelhecido/miolo bom
- José Alves Sobrinho Lampião, Antônio Ferreira e Levino – A Parceria e o Cangaço 2012 235 pág. 55,00 Novo
- José Alves Sobrinho Lampião e Zé Saturnino, 16 anos de lutas 40,00 Novo
- José Alves sobrinho Cantadores com quem Cantei 2009 127 pág. 20,00 Ótimo estado
- José Alves Sobrinho A Saga do Trio Nordestino 2008 153 pág. 50,00 Novo
- José Américo de Almeida A Bagaceira 1993 142 pag. 35,00 Ótimo estado
- José Américo de Almeida A Paraíba e Seus Problemas 1980 721 pag. 35,00 Regular estado/capa refeita/miolo perfeito
- José Américo de Almeida O Ciclo Revolucionário do Ministério da Aviação 1982 457 pag. 30,00 Bom estado
- José Américo de Almeida A Palavra e o Tempo (1937-1945-1950) 1986 325 pág. 35,00 Bom estado
- José Anderson Nascimento Cangaceiros, Coiteiros e Volantes 30,00 Ótimo estado
- José Antônio G. de Mello Tempos de Flamengos 1979 30,00 Bom estado
- José Aras Sangue de Irmãos- Canudos por Dentro 240 pag. 50,00 Novo
- José Augusto Seridó 1980 170 pág. 60,00 Bom estado
- José Borges de Sales Notícias Sobre a Trajetória de Cearenses na Paraíba e Paraibanos no Ceará 2005 327 pág. 35,00 Ótimo estado
- José Borges de Sales Alagoa Nova, Notícias para a sua História 1990 226 pág. 45,00 Bom estado
- José Calasans O Ciclo Folclórico do Bom Jesus Conselheiro 100 pág. 40,00 Bom estado
- José Calasans O Estado-Maior de Antônio Conselheiro Formato 11x21cm 102 pág. 80,00 Ótimo estado
- José de Figueiredo Filho História do Cariri – 4 volumes - 2010 - Clássico 400 pag. 120,00 Novo
- José de Figueiredo Filho Engenho de Rapadura do Cariri - 2010 30,00 Novo
- José de Figueiredo Filho Folguedos Infantis - 2010 141 pág. 25,00 Novo
- José de Figueiredo Filho e Irineu Pinheiro Cidade do Crato - 2010 132 pág. 35,00 Novo
- José Dionísio Nóbrega Euclides da Cunha e o Sertão de Canudos 219pag. 45,00 Novo
- José Dionísio Nóbrega Euclides da Cunha e o Sertão de Canudos 2010 219 pág. 45,00 Novo
- José Gastão Cardoso A Heróica Resistência de Princesa 2ª ed. 25,00 Novo
- José Gregório Cangaceiro e Herói: Jesuíno Brilhante 1976 – Livro Raro - Autografado 123 pág. 90,00 Bom estado geral/contra-capa c/ pequeno rasgo.
- José Guimarães Duque Perspectivas Nordestinas 2001 336 pág. 30,00 Ótimo estado
- José Guimarães Duque Solo e Água no Polígono das Secas 1980 273 pág. 30,00 Ótimo estado
- José Hilário Do Cangaço ao Congresso 1994 241 pág. 30,00 Envelhecido pelo tempo
- José Iberê Costa Dantas Revolução de 1930 em Sergipe 1983 30,00 Bom estado
- José Jacinto de Araújo No Roteiros das Secas 2002 204 pág. 25,00 Ótimo estado
- José Joffily Entre a Monarquia e a República:Idéias e Lutas de Irinêo Joffily 1982 343 pág. 35,00 Bom estado
- José Joffily Anayde : Paixão e Morte na Revolução de 1930 141 pág. 25,00 Bom estado
- José Marcelo L. Barbosa Luiz Gonzaga, Suas Canções, Seus Seguidores 347 pág. 45,00 Ótimo estado
- José Melquíades Padre Francisco de Brito Guerra, um Senador do Império 1967(trata da transferência da região do Seridó para o RN, retirando da PB 1835 221 pág. 40,00 Bom estado
- José Nunes Padre Ibiapina- Apóstolo da Caridade 2010 72 pag. 23,00 Novo
- José Octávio de arruda Mello História da Paraíba 2002 278 pag. 25,00 Novo
- José Octávio Pereira Lima Terra Nordestina, Problemas, Homens e Fatos 23,00 Novo
- José Permínio Wanderley Retalhos do Sertão 1994 101 pag. 20,00 Bom estado
- José Rivair e Mário Maestri Belo monte, Uma história da Guerra de Canudos 196 pág. 25,00 Ótimo estado
- José Romero A. Cardoso e outros Euclides da Cunha e as Secas 2005 83 pág. 20,00 Ótimo estado
- José Sabino/César Megale Lampião, Sua Morte Passada a Limpo 2011 192 pag. 45,00 Novo
- Josildeth Gomes Consorte e Lísias Nogueira Negrão Messianismo no Brasil Contemporâneo 1984 427 pág. 70,00 Bom estado
- Jota Alcides Padre Cícero O Poder da Comunicação 15,00 Bom estado/envelhecido
- Juarez Conrado Última Semana de Lampião 1980 (reportagens) 84 pág. 50,00 Bom estado /envelhecido
- Juarez Conrado Lampião: assaltos e mortes em Sergipe 2010 302 pág. 60,00 Novo
- Juvenal Lamartine Velhos Costumes do Meu Sertão 2006 135 pág. 90,00 Ótimo estado
- Kydelmir Dantas e Severino Ferreira - O Assum Preto da Viola 1997 75 pág. 20,00 Bom estado. Peq. mancha na capa
- Kydelmir Dantas Luiz Gonzaga e o Rio Grande do Norte 2012 208 pág. 35,00 Novo
- Lauro da Escócia Cronologia Mossoroense 2010 305 pag. 28,00 Ótimo estado
- Lauro Gonçalves Bezerra Majó Theodorico, o Imperador do Sertão 1982 329 pág. 70,00 Bom estado
- Lauro Pires Xavier (Coordenador) A Visão do Nordeste na Perspectiva de José Augusto Trindade 20,00 Bom estado
- Leandro Tocantins Euclides da Cunha e o Paraíso Perdido 1978 280 pag. 20,00 Bom estado
- Leonardo Feitosa Tratado Genealógico da Família Feitosa 325 pág. 80,00 Bom estado
- Leonardo Ferraz Gominho Rebelião da Serra Negra – A Praieira no Sertão 30,00 Bom estado
- Leonardo Mota Cantadores 2002 33,00 Novo
- Leonardo Mota No Tempo de Lampião 2002 40,00 Novo
- Leonardo Mota Sertão Alegre 2002 33,00 Novo
- Leonardo Mota Violeiros do Norte 2002 33,00 Novo
- Leonardo Mota Adagiário Brasileiro 1982 40,00 Bom estado
- Liduina Farias A. da Costa O Sertão Não Virou Mar 2005 299 pág. 20,00 Ótimo estado
- Linda Lewin Política e parentela na Paraíba: Um estudo de caso da Oligarquia de base familiar1987 432 pág. 140,00 Bom estado
- Lira Neta Padre Cícero, Poder, Fé e Guerra no Sertão 2009 557 pág. 55,00 Ótimo estado
- Loiva Otero Feliz Coronelismo, Borgismo e Cooptação Política 1987 215 pag. 30,00 Bom estado/capa dura
- Lúcia Holanda e Gil Holanda Nas Trilhas do Cangaço de Jesuíno Brilhante 55 pág. 25,00 Novo
- Luciano N. da Costa e Silva e out. Padre Cícero – O Apóstolo do Juazeiro 15,00 Ótimo estado
- Luís Henrique Dias Tavares História da Bahia 164 pág. 40,00 Bom estado
- Luitgarde Oliveira C. Barros A Derradeira gesta: Lampião e os Nazarenos Guerreando no Sertão 2007 260 pag. 65,00 Novo
- Luiz Alberto Moniz Bandeira O Feudo 2007 (A Casa da Torre) 695 pág. 100,00 Ótimo estado
- Luiz Antonio Aguiar Canudos, Santos e Guerreiros em luta no Sertão 79 pag. 12,00 Bom estado
- Luiz Bernardo Pericás Os Cangaceiros 55,00 Ótimo estado
- Luiz Cristóvão dos Santos Brasil de Chapéu de Couro 1958 50,00 Bom estado
- Luiz Cristóvão dos Santos Caminhos do Sertão, crônicas 1970 148 pág. 55,00 Bom estado
- Luiz de Aguiar Costa Pinto Lutas de Famílias no Brasil 1980 130 pág. 40,00 Ótimo estado
- Luiz Eduardo B. Suassuna/Marlene da S. Mariz História do Rio Grande do Norte 2005 403 pag. 45,00 Novo
- Luiz Luna Lampião e Seus Cabras 2ª Ed. 1972 160 pág. 40,00 Bom estado/com algumas manchas
- Luiz Mariano de B. Fournier O Problema das Secas do Nordeste 1989 164 pág. 25,00 Bom estado
- Luiz Pinto A Influência do Nordeste nas Letras Brasileiras 153 pág. 30,00 Envelhecido miolo bom
- Luiz Pinto Homens do Nordeste e outros ensaios(Paraíba) 182 pág. 60,00 Bom estado/envelhecido
- Luiz Ruben F. Bonfim Lampião Conquista a Bahia 2011 422 pág. 50,00 Novo
- Luiz Ruben F. Bonfim Lampião e os Interventores 2007 236 pag. 40,00 Novo
- Luiz Ruben F A Bonfim Notícias Sobre a Morte de Lampião 166 pag. 40,00 Novo
- Luiz Ruben F. de A. Bonfim Lampião e os governadores 40,00 Novo
- Luiz Tadeu Feitosa Patativa do Assaré: A Trajetória de Um canto 313 pág. 30,00 Ótimo estado
- Luiz Wilson O Município de Arcoverde 1982 234 pag. 50,00 Bom estado
- Luiz Zanotti Lampião: Texto, Tela e Palco – Tese de Doutorado - 2012 308 pág. 50,00 Novo
- Manoel Benício O Rei dos Jagunços 1997 30,00 Ótimo estado
- Manoel Cavalcanti de Souza ( Ex-volante Neco de Pautília) Lembrar e escrever, não é só querer - “Memórias” do Cangaço e Genealogia. 167 pág. 32,00 Novo
- Manoel Correia de Andrade A Terra e o Homem do Nordeste 45,00 Novo
- Manoel Ferreira Nobre Breve Notícia Sobre a Província do Rio Grande do Norte 2011 242 pág. 40,00 Novo
- Manuel Otaviano Emboscada do Destino 30,00 Ótimo estado
- Manuel Otaviano O Chefe Político 35,00 Ótimo estado
- Manuel Pedro das D Bombinho Canudos, História em Versos 2002 340 pag. 25,00 Bom estado
- Marcelo Camurça Marretas, Molambudos e Rabelistas 1994 314 pág. 40,00 Bom estado
- Marcílio Lima Falcão Jararaca: memória e esquecimento nas narrativas sobre um cangaceiro de Lampião em Mossoró 2013 211 pág 40,00 Novo
- Marcos Damaceno Guerra do Pau de Colher: Massacre às Sombras da Ditadura Vargas 2014 683 pág. 95,00 Novo
- Marcos Medeiros A Caatinga Sustentou Campesino e Cangaceiros Cordel 16pg 8,00 Novo
- Marcos Passos Antologia Poética-Retratos do Sertão 2009 352 pag. 45,00 Ótimo estado
- Marcos Pinto Datas e Notas Para a História de Apody (livro II) 450 pág. 40,00 Bom estado-envelhecido
- Marcos Vinícios Vilaça e outro Coronel, Coronéis 2006 225 pag. 35,00 Ótimo estado
- Maria Auxiliadora Lemente Família, Tradição e poder 250 pag. 18,00 Bom estado
- Maria das Graças L. Madeira A Pedagogia Feminina das Casas de Caridade do Padre Ibiapina 2008 391 pág. 33,00 Novo
- Maria de Lourdes M. Janotti 1985 Coronelismo, Uma Política de Compromisso 1985 88 pag. 18,00 Bom estado-Livro Bolso
- Maria do Carmo P. Forti Maria do Juazeiro, a Beata do Milagre 1999 138 Pág. 25,00 Ótimo estado
- Maria do Rosário Caetano (Org) Cangaço: O Nordestern no Cinema Brasileiro 2005 120 pág. 60,00 Ótimo estado
- Maria do Socorro Cardoso Xavier A Saga da Ipueiras 1978 56 pág. 35,00 Bom estado
- Maria Isaura P. de Queiroz História do Cangaço 1982 30,00 Bom estado/envelhecido
- Maria Isaura Pereira de Queiroz Os Cangaceiros 1977 226 pág. 50,00 Bom estado/manchas no corte
- Mariane L. Wieserbron Historiografia do Cangaço e o Estado Atual da Pesquisa Sobre Banditismo a Nível nacional e Internacional (Apostila) 28 pag. Coleção Mossoroense Série “A” 28,00 Bom estado
- Marilourdes Ferraz O Canto do Acauã 4ª edição 2012 680 pág. 150,00 Novo
- Marilourdes Ferraz O Canto do Acauã: A Luta das Forças Volantes Contra os Cangaceiros-Das Memórias de Manuel Flor 2ª Edição 1985 506 pág. 120,00 Bom estado
- Marilourdes Ferraz O Canto do Acauã: Das Memórias de Manuel Flor – Ex- Comandante de Forças Volantes - 1978 - 1ª Edição 336 pág. 120,00 Capa dura. Bom estado
- Mário Lacerda de Melo Paisagens do Nordeste em Pernambuco e Paraíba 30,00 Envelhecido/ miolo bom
- Mario Souto Maior Antonio Silvino – Capitão de Trabuco 45,00 Novo
- Maurício Segall O Coronel dos Coronéis (Delmiro Gouveia) Teatro 127 pag. 12,00 Bom estado
- Maurício Vinhas de Queiroz Messianismo e Conflito Social 1966 353 pág. 40,00 Envelhecido/bom estado de leitura
- Maximiano Campos Sem Lei, Nem Rei 1990 141 pag. 15,00 Ótimo estado
- Melquíades Pinto Paiva A Matriarca do Sertão: Fideralina Augusto Lima 153 pag. 35,00 Novo
- Melquíades Pinto Paiva Ecologia do Cangaço 35,00 Novo
- Melquíades Pinto Paiva Os Naturalistas do Ceará 2002 354 pág. 60,00 Ótimo estado
- Melquíades Pinto Paiva Cangaço, uma ampla bibliografia comentada 2012
- “Um magnífico guia de fontes para quem deseja conhecer a vasta bibliografia do Cangaço” 392 pág. 85,00 Novo / Capa dura
- Melquíades Pinto Paiva Nordeste do Brasil: Terra, Mar e Gente 2010 407 pág. 55,00 Ótimo estado
- Melquíades Pinto Paiva Memorial do Centenário: José Rodrigues Tavares Paiva(1826-1996) 79 pág. 25,00 Ótimo estado
- Messias Ferreira de Lima São José de Piranhas-PB, Um Pouco da Sua História (Ref. ao cangaceiro 2 de Ouro) 25,00 Novo
- Mirelle Araújo da Silva O Lavrador, A função do jornal na formação do professor ruralista de Juazeiro do Norte 175 pág. 35,00 Novo
- Miriam V. Garete Civilização e Barbárie no Sertões 25,00 Novo
- Moacir Assunção Os Homens Que Mataram o Facínora 2007 278 pág. 55,00 Parte da capa rasgada, miolo ótimo.
- Moacyr Cirne A Inveção de Caicó 2004 200 pág. 40,00 Ótimo estado
- Moacyr Scliar O Sertão Vai Virar Mar 2003 119 pag. 20,00 Bom estado/corte na capa
- Monica Duarte Dantas Fronteiras Movediças: A Comarca de Itapecuru e a Formação de Arraial de Canudos 2007 476 pag. 50,00 Ótimo estado. Estado de novo.
- Museu da República Canudos – Imagens da Guerra (fotos de Flávio de Barros)1997 171 pag. 70,00 Bom estado
- Napoleão Tavares Neves Cariri, Cangaço, Coiteiros e Adjacências 2009 131 pag. 35,00 Novo
- Nelson Lustosa Cabral Paisagem do Nordeste1962 20,00 Envelhecido/bom estado de leitura
- Nertan Macedo O Bacamarte dos Mourões 1966 250 pag. 50,00 Ótimo estado
- Nertan Macedo O Clã de Santa Quitéria 30,00 Regular estado
- Nertan Macedo Memorial de Vilanova 162 pag. 60,00 Ótimo estado
- Nertan Macedo Lampião: Capitão Virgulino Ferreira 1975 220 pág. 35,00 Bom estado/envelhecido
- Nertan Macedo Sinhô Pereira: O Camandante de Lampião 148 pág. 40,00 Bom estado
- Nertan Macedo Abilio Wolney um Coronel da Serra Geral 122 pág. 50,00 Bom estado
- Nilo Pereira Notas Avulsas (Seleção) 1982 408 pág. 30,00 Ótimo estado
- Nilton Freixinho O Sertão Arcaico do Nordeste do Brasil 2003 263 35,00 Bom estado c/ carimbo
- Nordeste Vinteum (Revista) Maria Bonita: Vida, Paixão e Morte no Sertão 2011(Centenário de Maria Bonita) 25,00 Ótimo estado
- Odílio Figueiredo Filho Odílio Figueiredo, Um Juazeirense de Expressão 199 pág. 35,00 Novo
- Olavo de Medeiros Filho Caicó, Cem Amos Atrás (1988) Reedição 2004 199 pág. 45,00 Novo
- Olavo de Medeiros Filho Índios do Açu e Seridó 2011 157 pág. 45,00 Novo
- Olavo de Medeiros Filho Aconteceu na Capitania do Rio Grande do Norte 205 pág. 40,00 Bom estado
- Oleone Coelho Fontes No Rastro das Alpercatas do Conselheiro 2011 393 pag. 45,00 Lançamento
- Oleone Coelho Fontes O Treme-Terra- Moreira César-Canudos . 404pags. 40,00 Novo
- Oleone Coelho Fontes Lampião na Bahia 9ª Edição 2014 428 pág. 58,00 Novo
- Optato Gueiros Lampião: Memórias de um Oficial ex-comandante de Forças Volantes 1953 (Edição fac-similar) 279 pág. 55,00 Bom estado
- Osvaldo Rodrigues Póvoa Quinta-feira Sangrenta- Hist. de Dianópolis-TO (antiga São José do Duro-GO) (Narra o assassinato do Major Zé Inácio do Barro) 186 pág 40,00 Novo
- Otacílio Anselmo A Revolução de 30 no Ceará 60,00 Bom estado/envelhecido
- Otacílio Anselmo Padre Cicero: Mito e Realidade 584 pág. 60,00 Bom estado/capa dura
- Padre Antônio Gomes de Araújo Apostolado do Embuste, Edição fac-símile 2014
- Sobre o milagre de Juazeiro em 1889 84 pág. 30,00 Novo
- Padre Antônio Vieira Roteiro Lírico e Místico Sobre Juazeiro do Norte 131 pág. 20,00 Bom estado
- Padre Antônio Vieira A Igreja, o Estado e a Questão Social 1986 186 pág. 25,00 Bom estado geral, soltando as últimas pág.
- Padre Azarias Sobreira O Patriarca de Juazeiro 2011. 472 pág. 45,00 Novo
- Padre Frederico Bezerra Maciel Lampião Seu Tempo e Seu Reinado (Editora Vozes 1985). A coleção são 6 volumes.(venda avulsa), complete sua coleção. Alguns volumes 100,00 cada Bom estado, alguns volumes, envelhecidos
- Padre João Carlos Perini Padre Cícero e Lampião (plaquete) 12,00 Novo
- Padre João Carlos Perini Maria de Araújo, A Beata da Hóstia 2007 50 pág. 20,00 Novo
- Padre João Carlos Perini Bento XVI, Padre Cícero e a Reabilitação Plaquete 12,00 novo
- Padre Neri Feitosa O Padre Cícero e a Opção pelos Pobres 35,00 Ótimo estado
- Paschoal Villboim Filho Canudos 1984 217 pág. 35,00 Bom estado
- Patativa do Assaré Cante Lá Que Eu Canto Cá 2002 355 pág. 40,00 Bom estado
- Paulo Bezerra Cartas dos Sertões do Seridó 2013 206 pág. 50,00 Novo
- Paulo Dantas Capitão Jagunço 23,00 Bom estado
- Paulo Dantas Sertão do Boi Santo1968 143 pág. 20,00 Capa envelhecida
- Paulo Dantas Estórias e Lendas do Norte e Nordeste 288 pág. 35,00 Capa dura/envelhecido
- Paulo Gastão O Cangaço e a Imprensa 2012 80 pág. 23,00 Novo
- Paulo Gastão Lampião de A a Z 2011 75 pág. 15,00 Novo
- Paulo Gastão 1938 Angico 2012 144 pág. 30,00 Novo
- Paulo Gastão Quem é Quem no Cangaço 2013 140 pág. 33,00 Novo
- Paulo Machado Padre Cícero - Entre os Rumores e a Verdade 496 pág. 55,00 Novo
- Paulo Medeiros Gastão (org) Lampião – Processo de Dores-SE 2014 37 pág. 23,00 Novo
- Paulo Moura Lampião: A Trajetória de Um Rei Sem Castelo 150 pág. 35,00 Novo
- Pe. Antônio Gomes de Araújo Apostolado do Embuste (reedição Fac-símile) 84 pág. 35,00 Novo
- Pedro Baptista Cangaceiros do Nordeste 2011 279 pág. 37,00 Novo
- Pedro Calmon História do Brasil 7 Volumes. 120,00 Ótimo estado
- Pedro Calmon História da Casa da Torre 1940 210 pág. 70,00 Envelhecido/amarelado/bom estado de leitura
- Pedro Ferreira de Aquino O Santo do Meu Nordeste Pe. Cícero R. Batista 378 pag. 35,00 Ótimo estado
- Pedro Lins de Oliveira Retalhos de Vida, Um Pouco de Cajazeiras-PB 203 pag. 30,00 Bom estado
- Pedro Nunes Filho Guerreiro Togado – 2011 - Edição de Luxo 516 pág. 100,00 Novo
- Pedro Nunes Filho Mundo Sertão-Terra Não revelada 2011 233 pág. 45,00 Novo
- Péricles Vitório Serafim Remígio: Brejos e Carrascais 339 pág. 40,00 Bom estado
- Pery Lamartine Aeroplano - Vaqueiros- Velhas Oiticicas 2004 151 pág. 25,00 Ótimo estado
- Pery Lamartine Coronéis do Seridó 2005 177 pág. 30,00 Ótimo estado
- Pinto do Aguiar O Drama da Seca1983 180 pág. 30,00 Bom estado
- Piragibe de Lucena Lampião, Lendas e Fatos 1995 86 pág. 35,00 Bom estado
- Plácido Cidade Nuvens Patativa do Assaré, Um Clássico 2002 156 pag. 25,00 Bom estado
- Plácido Cidade Nuvens Patativa e o Universo Fascinante do Sertão 1995 261 pag. 30,00 Bom estado
- Pontes da Silva e outros Poder e Política na Paraíba, Uma Análise das Lideranças (1960 - 1990) 308 pág. 25,00 Bom estado/envelhecido
- Prof. Almir Nogueira da Costa Homenageando o Sertão 145 pag. 25,00 Ótimo estado
- R. Batista Aragão História do Ceará (5 vol). 200,00 Bom estado
- Raimundo Araújo Juazeiro Anedótico 2002 149 pág. 25,00 Novo
- Raimundo Nonato Calepino Potiguar Gíria Rio-grandense 30,00 Bom estado
- Raimundo Nonato História Social da Abolição em Mossoró 1983 303 pag. 20,00 Bom estado
- Raimundo Nonato Jesuíno Brilhante - O Cangaceiro Romântico 40,00 Ótimo estado
- Raimundo Nonato Memórias de Um Retirante 172 pag. 20,00 Ótimo estado
- Raimundo Nonato Minhas Memórias do Oeste potiguar – As Andanças de Um Cambiteiro de Cana 1991 127 pág. 20,00 Bom estado
- Raimundo Nonato Os Revoltosos em São Miguel 136 pág. 32,00 Novo
- Raimundo Nonato Lampião em Mossoró 2012 325 pág. 45,00 Novo
- Raimundo Nonato Serra do Martins 2009 pág. 30,00 Bom estado/capa dura
- Raimundo Soares de Brito Estudos de História do Oeste Potiguar 2001 140 pág. 20,00 Ótimo estado
- Rangel Alves Costa Todo o Sertão Num Só Coração: Vida e Obra de Alcino Alves Costa(Mestre Alcino) 288 pág. 45,00 Novo
- Ranulfo Prata Lampião 28,00 Ótimo estado
- Ranulfo Prata Lampião, Ed. Fac-similar 2010 239 pág. 35,00 Novo
- Raquel de Queiroz Lampeão, a Beata Maria do Egito- Teatro 1995 60 pag. 20,00 Ótimo estado
- Raul Fernandes A Marcha de Lampião, Assalto a Mossoró. 55,00 Bom estado
- Raul Fernandes Lampião na Fazenda Veneza (Plaquete) 23 pág. 15,00 Novo
- Reginaldo Heráclio Chico Heráclio: O Último Coronel 1979 225 pág. 80,00 Bom estado
- Regis Lopes Imagem do Padre Cícero – Sagrado e Profano 25,00 Bom estado
- Régis Lopes Padre Cícero 18,00 Novo (livro de bolso)
- Reinaldo Azevedo Cangaço, Tatuado no Traço 22x31cm 2012 (um trabalho de arte) 131 pág. 68,00 Novo/encadernação de luxo.
- Rejane Vasconcelos A Carvalho O Estado, a Terra e o Coronelismo Nordestinos 94 pag. 20,00 Ótimo estado
- Rejane Vasconcelos A. Carvalho Seca, Religião e Política no Sertão 130 pag. 20,00 Ótimo estado
- Renato Carneiro Ideologia do Poetas Populares 1977 30,00 Bom estado
- Renato Luís Bandeira Dicionário Biográfico de Cangaceiros e Jagunços 288 pág. 45,00 Novo
- Renato Mocellin Canudos: Fanatismo ou Luta pela Terra? 15,00 Ótimo estado
- Renato Phaelante Cangaço, Um Tema na Discografia da MPB 97 pág. 40,00 Novo
- Renato Sólon Verve Cearense (De Quintino Cunha e outros)1969 216 pág. 30,00 Bom estado/envelhecido
- Ricardo Albuquerque (org.) Iconografia do Cangaço – (Livro Álbum) Inclui Filme com Cenas Inéditas de Lampião e Seu Bando (DVD) 215 pág. 120,00 Novo
- Ricardo Anísio Forró de Cabo a Rabo 2012 (Ótimo livro) 133 pág. 55,00 Novo
- Robert B. Cunninghame Graham Um Místico Brasileiro: Vida e Milagres de Antônio Conselheiro 2002 213 pág. 25,00 Ótimo estado
- Roberto Tapioca Lampião, o Mito 2004 111 pág. 25,00 Ótimo estado
- Rodolpho Theóphilo A Fome: Cenas da Seca no Ceará (Romance) 2011 378 pág. 60,00 Novo
- Rodolpho Theóphilo A Sedição de Juazeiro 1922 – 1ª Edição- raro 300,00 Bom estado/envelhecido
- Rodrigues de Carvalho Serrote Preto 1974 80,00 Bom estado/lombada com falhas
- Rodrigues de Carvalho Lampião e a Sociologia do Cangaço 379 pág. 80,00 Bom estado, manchas no corte
- Ronald Daus O Ciclo épico dos Cangaceiros na Poesia Popular do Nordeste 162 pág. 30,00 Bom estado
- Rubens Rocha Caminhos de Lampião 2009 135 pág. 30,00 Novo
- Rubinho Regionalismo Sertanejo 110 pág. 18,00 Novo
- Rubinho Lima Lampião, Cangaço e Cordel 2013 119 pág. 23,00 Novo
- Rui Facó Cangaceiros e Fanáticos 2012 40,00 Novo.
- Rui Facó (Revista Brasiliense) Juazeiro e o Padre Cícero – Ótima matéria (Capítulo com 17 pág.) 40,00 Bom estado/revista em formado de livro.
- Sabiniano Maia Sapé-PB, Sua história, Suas Memórias 25,00 Bom estado
- Sebastião Antônio Ferrarini Imprensa e o Arcebispo Vermelho (Dom Helder Câmara)1992 295 pág. 45,00 Bom estado
- Sebastião Nunes Batista Antologia da Literatura de Cordel 1977 35,00 Bom estado
- Serafim Leite. S.I. Artes e Ofícios dos Jesuítas no Brasil 325 pág. 60,00 Novo
- Sérgio Augusto S. Dantas Antônio Silvino: O Cangaceiro, o Homem, o Mito 2ª Edição 2012 314 pág. 50,00 Novo
- Sérgio Augusto S. Dantas Lampião e o Rio Grande do Norte: A história da grande jornada 2014 452 pág. 58,00 Novo
- Sérgio L. B. Trindade e Geraldo J. de Albuquerque Subsídios para o Estudo da História do Rio Grande do Norte 2005 176 pag. 35,00 Novo
- Severino Barbosa Antônio Silvino: “Rifle de Ouro” 111 pág. 80,00 Bom estado
- Severino Coelho Viana A Vida do Cel. Arruda, Cangaceirismo e Coluna Prestes 1989 142 pág. 45,00 Bom estado
- Severino Coelho Viana Amor de Cangaceiro (romance) 169 pág. 50,00 Ótimo estado
- Severino Vicente Silva A Igreja e a Questão Agrária no Nordeste 25,00 Ótimo estado
- Simões da Silva O Padre Cícero e a População do Nordeste 1927 204 pág. 140,00 Capa dura. Bom estado
- Simone de Souza e Frederico de C. Nevea (Org.) Seca 25,00 Novo
- Sinval Sá O Sanfoneiro do Riacho da Brígida 2012 (Luiz Gonzaga) 273 pág. 40,00 Novo
- Sousa Neto José Inácio do Barro e o Cangaço (Major Zé Inácio do Barro) 2011 223 pág. 40,00 Novo
- Souza Barros Messianismo e Violência de Massa no Brasil 1986 109 pág. 20,00 Bom estado
- Suzana Cavani Rosas e outra (Org.) Os Sertões: Espaços, tempos, movimentos 2010 234 pág. 30,00 Ótimo estado c/ carimbo
- Tadeu Rocha Delmiro Gouveia, o Pioneiro de Paulo Afonso 40,00 Bom estado
- Telma de Barroso Correia Pedra: Plano e Cotidiana Operário no Sertão 1998 320 pág. 40,00 Ótimo estado
- Tem. João Gomes de Lira Lampião: Memórias de um Soldado de Volantes Vol. I e II - 1997 - Autografado 150,00 Ótimo estado
- Ten. João Gomes de Lira Lampião: Memórias de um Soldado de Volante 3ª Ed. 2013 – Lançamento em 13.07.2013 2 vol. 700 pág. 115,00 Novo
- Tércio Rosado Alguns Problemas Nordestinos 1992 104 pág. 15,00 Ótimo estado
- Therezinha S. Guimarães e outro O Padre Cícero por Ele Mesmo 25,00 Bom estado
- Thomaz Pompeu Sobrinho História das Secas (Sec.XX) 1982 (Clássico) 539 pág. 38,00 Bom estado
- Thomaz Pompeu Sobrinho A Grandeza Índia do Ceará 2010 307 pág. 37,00 Novo
- Tião Lucena A Guerra de Princesa(Cel. Zé Pereira) 3013 194 pág. 45,00 Novo
- Tristão de Alencar Araripe História da província do Ceará 1958 174 pág. 50,00 Bom estado amarelado pelo tempo, falta a parte inferior da capa
- Tristão de Alencar Araripe Expedições Militares Contra Canudos: Seu Aspecto Marcial 1985 230 pág. 35,00 Bom estado
- Ulysses Lins Três Ribeiras 1971 35,00 Bom estado
- Ulysses Lins Um Sertanejo e o Sertão- Moxotó Brabo - Três Ribeiras (3 em 1) 45,00 Ótimo estado
- Ulysses Lins de Albuquerque Um Sertanejo e o Sertão (A Luta dos Pereiras e os Carvalhos) 242 pág. 55,00 Bom estado
- Vera Ferreira e Antônio Amaury De Virgolino a Lampião 1999 257 pág. 65,00 Bom estado
- Vera Ferreira e Germana Gonçalves Bonita Maria do Capitão – Capa dura - edição de luxo 150,00 Novo
- Vicente Nascimento Sertão Sertanejo 2008 204 pág. 30,00 Bom estado
- Vilma Maciel O Pacto dos Coronéis (Cariri 1911) 25,00 Novo
- Vilma Maciel Os Fuzilados do Leitão 2ª Edição 2012 88 pág. 23,00 Novo
- Vilma Maciel Lampião: Luta, Sangue e Coragem 2012 (Romance Histórico) 188 pág. 33,00 Novo
- Vingt-um Rosado Delmiro Gouveia e Mossoró 2005 123 pág. 23,00 Ótimo estado
- Vingt-un Rosado Dois Temas de História Regional: Sesmaria e Abolição 1981 93 pág. 20,00 Bom estado
- Virgílio Maia Rudes Brasões: Ferro e Fogo das Marcas Avoengas (Ferro de ferrar gado das freguesias do Estado do Ceará) 234 pág. 90,00 Capa dura. Semi-novo
- Visual Door LTDA Homens de Expressão do Cariri 152 pág. 35,00 Bom estado/1pág. Solta.
- Viviane Gomes de Ceballos e outros (Org.) Nordestes e Nordestinidades: Histórias, Representações e Religiosidades (Anais do II Congresso Nacional do Cangaço, em Cajazeiras, de 2011) 119 pág. 30,00 Novo
- Voltaire Wolney Aires (neto do Cel. Abilio Wolney) Abílio Wolney, Suas Glórias, Suas Dores: A Saga de Jagunços e Coronéis do Sertão 243 pág. 40,00 Novo
- Walnice Nogueira Galvão O Império do Belo Monte: Vida e morte de Canudos 2001 128 pág. 35,00 Ótimo estado
- Walnice Nogueira Galvão (Org.) Euclidianos e Conselheiristas, Um Quarteto de Notáveis(Antônio Houaiss, Franklin de Oliveira, José Calazans e Oswaldo Galotti) 2009 117 pág. 35,00 Novo
- Wellington Aguiar João Pessoa, o Reformador 2005 374 pag. 25,00 Novo
- Wilson Seixas O Velho Arraial de Piranhas (coleção com 3 vols.) 50,00 Bom estado, envelhecido.
- Wilson Seixas Viagem Através da Paraíba 1985 193 pág. 35,00 Bom estado
- Ze Praxedi Meu Seridó1979 120 pág. 25,00 Bom estado
Revista “A Província”
Editada no Crato-CE (em formato de livro) Preço R$ 30,00 cada
Editada no Crato-CE (em formato de livro) Preço R$ 30,00 cada
Nº 05 (1993) * Padre Ibiapina “O Apóstolo do Nordeste”
* A Patente de Lampião
* As Orelhas de Cinquenta Contos de Réis (Lampião - Moreno e Antônio da Piçarra)
Nº 07 (1994) * Padre Cícero
Nº 08 (1995) * A Patente de Lampião (Hilário Lucetti)
* Padre Cícero Mito e Realidade
Nº 09 (1995) * O Coronel Belém do Crato
* O Combate do Coité
* Paraiso Ocasional de Lampião
Nº 10 (1996) * Um Filho do Crato na Luta Contra Lampião (José Sampaio Macedo)
Títulos da “Coleção Mossoroense” Série “B”
São Plaquetas ou Folhetos, semelhante a uma apostila. São publicações de Palestras, Artigos, Pequenas Biografias, Crônicas, pequenos registros de Fatos históricos, entre outros.
- Depoimento Sobre Lampião em Mossoró – Laire Rosado - 13 pag. Ótimo estado – 4,00
- Jesuíno Brilhante - Câmara Cascudo – 23 pag. – Ótimo estado – 8,00
- Jararaca – Câmara Cascudo – 20 pag. Ótimo estado – 8,00
- A Versão Oficial Sobre Lampião – José Romero A. Cardoso – 12 pag. Ótimo estado – 8,00
- Viajando o Sertão-(RN) Câmara Cascudo – 61 pag. Ótimo estado – 10,00
- Quando se Falou bem de Pombal-PB – Crônicas- Gerdivan, Verneck Abrantes, José Tavares, José A. Cardoso- 49 pag. 6,00
- Um Município da Paraíba – AREIA – Francisco Tancredo Torres – 18 pag. Ótimo estado –5,00
- Cangaço e Coiteiros – Oswaldo Lamartine – 7 pag. Ótimo estado – 4,00. OBS. Pequeno conteúdo para título tão importante.
- Breve Histórico do Cangaço e das Secas no RN. Gutenberg Costa – 37 pag. Ótimo estado – 12,00
- Bibliografia Sobre Cangaço Cangaceirismo no Boletim Bibliográfico e na Coleção Mossoroense – Isaura Ester F. R Rolim – 10 pag. 4,00
- O Frustrado ataque de lampião a Mossoró- Diógenes Magalhães – 8 pag. Ótimo estado – 4,00
- O Mito de Lampião – Visão Histórica e Literária – Kécia B de Figueiredo e Terezinha H M Costa – 48 pag. Ótimo estado – 10,00
- Pe. Longino – Um Tema Proibido – Câmara Cascudo – ótimo estado – 3,00
- Três Crônicas Sobre o Treze de Junho(1927) Vingt-um Rosado - 11 pag.– Bom estado – 5,00
- Ataque de Lampião a Mossoró Através da Literatura de Cordel – Veríssimo de melo – 4,00
- O Nordeste Brasileiro- Mitos e Contradições – Maurício de oliveira – ,4,00
- Visitando o Sertão – Vingt-un Rosado – 7 pág. 4,00 .
LITERATURA DE CORDEL - EDITORA LUZEIRO
Todos os Folhetos são NOVOS e 32 páginas. Preço R$ 5,00 cada.- Leandro Gomes de Barros - A Confissão de Antonio Silvino- Como Antônio Silvino Fez o Diabo Chorar
- Manoel D’Almeida Filho - Zé Baiano – Vida e Morte
- Antonio Teodoro dos Santos - Lampião, o Rei do Cangaço
- Manoel D’Almeida Filho - Padre Cícero – O Santo do Juazeiro
- Antônio Teodoro dos Santos – O Encontro de Lampião com Dioguinho- A Grandeza de São Paulo
- Antônio Teodoro dos Santos - Maria Bonita a Mulher do Cangaço
- Manoel D’Almeida filho - A Volta de Lampião ao Inferno
- Antonio Américo de Medeiros - A moça Que Sofreu na Paraíba do Norte
- Enéias Tavares Santos - O Cangaceiro Isaias - Canto da Meia Noite e a Vingaça de Um Irmão
- Luiz Gonzaga de Lima – A Chegada de Lampião no Purgatório – Lampião em Serrinha – Justiça de Lampião
- Rodolfo Coelho Cavalcante – A Chegada de Lampião no Céu – O Mundo Vai Acabar- Quem Ama Mulher Casada Não Tem a Vida Segura
- Vicente Benson - Frei Damião- Vida e Saudades
- Nogueira de Acopiara - Lampião e padre Cícero Num Debate Inteligente – Lampião Absolvido
- Antônio Américo de Medeiros – Lampião- A Sua História Contada Toda em Cordel
- Minelvino Francisco da Silva – O Cangaceirismo do Nordeste
- Manoel D’Almeida Filho - O Encontro de Lampião Com Adão no Paraíso – Lampião Fez Justiça
- João Firmino Cabral - História, Vida e morte- Luiz Gonzaga
- Manoel de D’Almeida Filho - Vida, Vingança e morte de Corisco
- Minelvino Francisco da Silva - Antônio Conselheiro e Guerra de Canudos
- José Pacheco - A Chagada de Lampião no Inferno – A Grande Luta de Lampião Com a Moça Que Virou Cachorra
- Manoel D’Almeida Filho - Os Cabras de Lampião
- José Camelo de melo Resende – Uma das maiores Proezas Que Antonio Silvino Fez no Sertão de Pernambuco + A Confissão de Antônio Silvino + Como Antônio Silvino Fez o diabo chorar
- Jotabarros – Lampião e Maria Bonita no Paraíso – Lampião governo Geral do Inferno
- Leandro Gomes de Barros – Vida e Testamento de Cancão de Fogo
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