O mar de Corisco
Filho do casal de cangaceiros Corisco e Dadá, o menino Sílvio assusta-se ao confrontar suas verdadeiras origens; o rapaz Sílvio parte em busca da mãe biológica; e o homem Sílvio inicia uma jornada para dar aos restos do pai um mínimo de dignidade.
Pescado no canal de Pedro da Rocha
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terça-feira, 4 de setembro de 2018
sexta-feira, 16 de março de 2012
Pediu o filho de Corisco:
Sepultem a cabeça do meu pai
*Imagens Acervo de Geziel Moura e
comentários de Ivanildo Silveira
Uma das grandes polêmicas no estudo do cangaço, se tratou da "briga", para que fossem enterradas as cabeças dos cangaceiros, " Corisco ", " Lampião " e outros que se encontravam expostas ao público no museu, em Salvador, tendo como guardião, o professor Estácio de Lima..
O Dr. Silvio Bulhões ( vide foto, logo abaixo), filho de Corisco, foi um dos que lutaram nessa frente, tendo ido a jornais, e a imprensa de um modo geral, além de ter mantido diálogo com o governo e estudiosos, a fim de que a cabeça de seu famoso pai, tivesse um enterro digno.
Abaixo, trecho de uma reportagem da revista " O Cruzeiro " de 2 de janeiro de 1969, que tratava do assunto em tela.. Vejamos.
Economista, Dr. Silvio Bulhões,
filho do casal de cangaceiros Corisco e Dadá.
filho do casal de cangaceiros Corisco e Dadá.
Abaixo, a matéria de Tobias Granja, tendo destaque, também na mesma, a transcrição de dois bilhetes encaminhados pelo cangaceiro "Corisco", ao padre Bulhões ( pai de criação de Silvio), solicitando informações e uma foto do mesmo.
Capa da edição
Abraço a todos
Ivanildo Alves Silveira
Colecionador do cangaço
Membro da SBEC e Cariri-Cangaço
Natal/RN
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