segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Cinema e Cangaço "2" 
Publicaremos em séries alguns cartazes e releases de filmes já catalogados.

Mais uma vez esclareço que a maioria destes trabalhos não reproduz com fidelidade a realidade do Cangaço. Os diretores e suas produtoras enxergaram sucesso na temática surgia uma nova e promissora categoria de filmes para o cinema nacional. Há versões e citações de fatos da saga de Virgulino, mas o que rendeu mesmo pra quem estuda e gostaria de ver a história interpretada nas telonas e telinhas é 90% de pura ficção. Quando houve uma consultoria esta foi editada a bel prazer. Perai há exceções? sim, para ser mais enfático duas ou três obras ainda seguiram a risca alguns detalhes importantes por terem contado e respeitado o suporte de especialistas. No mais... "estórias" exageradas que inclusive resultaram em processos judiciais contra determinadas produções. E o cangaço continua sem um filme completo. Como pensam muitos "Se Lampião fosse norte americano seria retratado por Hollywood com grandeza de épicos ou clássicos das lendas do faroeste".

Ainda não precisamos de Hollywood! acredito num milagre, mas enquanto um... Fernado Meirelles não abraça esta ideia vamos colecionando as pérolas abaixo:
  
Cangaceiro Sem Deus 
Gênero: Aventura
Duração: 90min.
Lançamento (Brasil): 1969

Após a proclamação da República, em pleno sertão, grupo de fanáticos sonhavam e lutavam pela restauração da Monarquia. Nessa época sangrenta, Fabiano, um pacato rapaz, tornara-se cangaceiro e é atacado por uma volante policial. Embora ferido, conseguiu refugiar-se numa fazenda onde, às escondidas, foi tratado pela filha do fazendeiro, Lúcia. Desse contato nasceu uma violenta paixão. Recuperado, voltou ao seu bando para retomar à condição de chefe, usurpada pelo temível Ariranha. O fazendeiro manda mutilar Zico, julgando-o sedutor da filha. Lúcia, desesperada, vai ao encontro de Fabiano. Mas a luta entre cangaceiros e fanáticos prosseguia. Fabiano jura arrasar os beatos de Zé das Penitências. Trava-se uma batalha entre os beatos e os cangaceiros, sendo estes vencidos, pois subestimaram a força dos fanáticos. Fabiano é torturado por Zé das Penitências. Surgem as tropas do governo, a cidadela é dominada e, entre bombas, tiros, fumaça e fogo, Lúcia consegue chegar até Fabiano.

Curiosidades:
"José Mojica Marins, o Zé do Caixão, faz o papel do alucinado líder religioso Zé das Penitências, espécie de messias do sertão, que lidera um grupo de beatos em luta contra a República e o cangaço" - texto extraído do livro Maldito, de André Barcinski e Ivan Finotti, Editora 34, SP, 1998.

- "Surge o inesperado, no final, um suspense extraordinário manterá o espectador preso e emocionado às mais belas e sensacionais cenas jamais filmadas pelo moderno Cinema Brasileiro" - extraído do cartaz original do filme.

- Este filme foi relançado em 1986.

Ficha Técnica
Título Original: O Cangaceiro Sem Deus
Distribuição: Titanus e Fama Filmes
Direção: Osvaldo de Oliveira
Fotografia: Osvaldo de Oliveira
Argumento: Alfredo Palácios
Roteiro: Osvaldo de Oliveira e Enzo Barone
Produção: Alfredo Palácios e Antônio Polo Galante
Gerente de produção: Sérgio Ricci
Apresentação: Titanus Filmes
Co-produção: Servicine e Cinematográfica Zonari
Música: Damiano Cozella
Som: Juarez Dagoberto da Costa e Júlio Perez Caballar
Fotografia: José Amaral
Cenografia: Maria Ignez Silva
Figurinos: Maria Isabel Amaral
Montagem: Sylvio Renoldi Elenco: Maurício do Valle, Annik Malvill, José Mojica Marins,
Guy Loup, Sérgio Hingst, Júlia Miranda, Zózimo Bulbul, Darcy Silva, Jofre Soares,
Jura Otero, Letácio Camargo, Paulo Tachinardi Domingues, Roberto Ferreira, Sérgio Ricci,
Cláudio Portioli, Francisco di Franco, Isabel Cristina.
  
Cangaceiros do Vale da Morte
Gênero: Aventura
Duração: 82min.
Lançamento (Brasil): 1978

1938. Acampados em Angico, o cangaceiro Lampião e seus homens sofrem um feroz ataque das volantes policiais. Anjo, D'Uman, Terto e o garoto Zé conseguem escapar do massacre e partem para a Serra do Malassombro, decididos a encontrar o tesouro do famoso cangaceiro. Famintos, e depois de desistirem do ataque a um vilarejo cuja população está em procissão, invadem uma fazenda. Alimentam-se e descansam, sem se darem conta de que o fazendeiro, que a princípio mostrou-se cooperativo, escapou para chamar a polícia. Atacados, eles conseguem fugir, com Anjo gravemente ferido. Terto decide deixar o cangaço e retomar sua ocupação anterior de vendedor de passarinhos, enquanto os três restantes continuam em direção à terra. Lá chegando, encontram e desenterram duas botijas que contêm o espólio de Lampião. Pegando algum dinheiro, D'Uman vai à cidade mais próxima a fim de comprar mantimentos e remédios para tratar de Anjo. Durante sua ausência, Anjo, alucinado pela dor, imagina que D'Uman quer matá-lo para ficar com o tesouro e convence Zé a esconder as botijas. Ao chegar com duas mulas carregadas, D'Uman é atacado por Anjo e, da briga, ambos saem mortos. Zé apanha as botijas e parte no entanto, as mulas se desgarram e ele se vê só. Bebe o vinho trazido por D'Uman, sem saber que o vendeiro tinha reconhecido o cangaceiro e lhe dado vinho envenenado. Na caatinga deserta, Zé morre.

 Curiosidades
- Filmado em 1971, este filme teve vários problemas de produção, sendo montado apenas em 1977 e tinha o título inicial de A Botija na Serra do Malassombro.

Ficha Técnica
Título Original: Cangaceiros do Vale da Morte
Distribuição: Exibifilmes
Direção: Apollo Monteiro
Assistente de Direção: Francisco Monteiro
Roteiro: Apollo Monteiro
Co-produção: Difibra
Música: José Lopes
Canções: José Lopes
Sonografia: Orlando Macedo
Fotografia: Guglielmo Lombardi
Câmera: Guglielmo Lombardi
Assistente de Câmera: Touro
Cenografia: Apollo Monteiro
Montagem: Edward Freund
Elenco: Maurício do Valle, Alfredo Scarlatti, Agnaldo Baptista, Carlos Augusto,Cymar Nunes, Bianchina della Costa,Conjunto Coruja e seus Tangarás.

  
O Cangaceiro Sanguinário 
Gênero: Aventura
Duração: 85min.
Lançamento (Brasil): 1969

Em um vilarejo nordestino, na era do cangaço, entra um estranho funeral: três redes coloridas e pequeno acompanhamento. A população simples reverencia os mortos. De repente as redes se abrem, revelando que o funeral apenas disfarçava a entrada do bando de cangaceiros, que mata e saqueia. O prefeito local, recusando-se a pagar a "doação" de cinquenta contos, é arrastado, preso à sela de um cavalo, ante o desespero de sua mulher. O bando depois se retira, levando a mulher do prefeito como garantia de que a "doação" será feita. A polícia persegue o bando, o mesmo fazendo, sozinho, o prefeito, a fim de libertar sua mulher. A marcha é sangrenta, pois os cangaceiros vão matando e saqueando quem encontram pelo caminho. A polícia os localiza descansando na fazenda de um coiteiro. Travam violenta batalha, mas o chefe do bando consegue fugir, arrastando a mulher prisioneira. Mais tarde o chefe do bando encontrará o prefeito, com quem se baterá em violento duelo de punhais, à vista da mulher.

Relançado em 1986.
- Locações em Itu, SP

Ficha Técnica
Título Original: O Cangaceiro Sanguinário
Distribuição: Companhia Cinematográfica Serrador
Direção: Osvaldo Oliveira
Roteiro: Osvaldo Oliveira e Enzo Barone
Produção: Alfredo Palácios
Produtor Associado: Antônio Polo Galante
Gerente de produção: Sérgio Ricci
Co-produção: Servicine
Música: Damiano Cozella
Som: Júlio Perez Caballar
Fotografia: Osvaldo Oliveira
Câmera: Antônio Meliande
Cenografia: Enzo Barone
Figurinos: Maria Ignez Silva
Montagem: Sylvio Renoldi
Elenco: Maurício do Valle, Isabel Cristina, Carlos Miranda, Jofre Soares, Júlia Miranda,
Sérgio Hingst,John Herbert, Guy Loup,Valéria Vidal, Roberto Ferreira, Paula Ramos,
Gervásio Marques, Letácio Camargo, Sérgio Ricci,
Ademar Ferreira, Nouzinho do Xaxado, Antônio Pólo.

O Último Cangaceiro
Gênero: Aventura
Duração: 85min.
Lançamento (Brasil): 1971

Grupos de cangaceiros, chefiados pelo Capitão Silvino, seu lugar-tenente Cabo Temeroso e Corisco, percorrem diversas localidades pernambucanas praticando crimes e atrocidades. Em suas incursões terminam matando o Coronel Firmino (por recusar víveres aos cabras) e o delegado do destacamento de Geremoabo. Diversas volantes perseguem os cangaceiros, mas sem resultado positivo, o que causa séria apreensão junto à polícia estadual, que reúne uma tropa de 70 homens, fortemente armados, sob o comando do Major Bandeira. Após uma longa perseguição, a brigada localiza os cangaceiros, travando-se violenta batalha, com a vitória da polícia e a liquidação dos cabras.

Curiosidades
- O pernambucano Carlos Mergulhão (1936- ) dedicou dez anos de sua vida na produção deste filme, iniciado em 1961. Durante esse tempo, teve os títulos de Bandoleiro da Serra Talhada e A emboscada, mas foi como O último cangaceiro que foi lançado nos cinemas. Esta foi sua única experiência na direção.

Ficha Técnica
Título Original: O Último Cangaceiro
Distribuição: Ocil Filmes
Direção: Carlos Mergulhão
Assistente de direção: Alípio Rezende
Roteiro: Carlos Mergulhão
Produção:
Direção de produção:
Co-produção: Carlos Mergulhão Produções Cinematográficas
Música: Carlos Mergulhão e Gilvan Patrício
Som: Júlio Perez Caballar
Fotografia: João Cerqueira
Câmera: João Oliveira Neto
Desenho de Produção: Romeu Freitas
Edição: Carlos Mergulhão e Sebastião Grandim
Elenco: Cleto Mergulhão, Bartolomeu Bandeira, Erasmo Moura, Karla Kramer, Zaira Pimentel, Eunice Maciel, Lourdes Barros.

Açude: Meu cinema Brasileiro

Pedro Bó, o Caçador de Cangaceiro 
Gênero: Comédia
Ano: 1976
Origem: Brasil
Diretor: Mozael Silveira

Pedro Bó vive pacatamente na cidade de São Félix. De repente, aparece um bando de cangaceiros que começa a infernizar a vida de todo mundo. Ninguém reage, todos temem os cangaceiros. Menos Pedro Bó: ao saber que o chefe dos cangaceiros está se engraçando com sua namorada, procura um amigo e ambos começam a reação. Preparam armadilhas para os bandidos. Contam ainda com a ajuda de um grupo de artistas de um circo que está na cidade. Tomados por grande coragem, enfrentam os cangaceiros conseguindo prender os temíveis bandoleiros. Pedro Bó é transformado em herói da cidade e de sua namorada.
 Elenco: Joe Lester , Iran Lima , Martin Francisco , Lameri Faria , Zezé Macedo
  
O primo do Cangaceiro
Comédia, 85min, Ano: 1955

Ao ver chegar o seu fim, Lampião manda que Corisco procure Tetéu, que será o novo chefe do bando. Despedido da farmácia de "seu" Ferreira em Aroeiras, leva Tetéu um grande amor pela jovem Rosinha que está noiva do Dr. Leonel. Caminhando pela estrada, mete-se numa confusão involuntária com o Sargento Cabrita, quando vem a ser descoberto por Corisco, que o carrega para o acampamento. Lá estão, à sua espera, o despeitado Cascavel, e a gorda Maria Feiosa, que começou a assediar Tetéu, cujo "nome de guerra" passa a ser Gaz Neon! Graças ao seu espírito renovador, Gaz Neon, empreende reformas radicais no acampamento e nos métodos de ação dos bandoleiros, até que um dia é forçado a ir à cidade de Aroeiras, onde vai encontrar em luta eleitoral o farmacêutico Ferreira e o promotor Eleutério, e, por outro lado, em sucessivas cenas de ciúme, Rosinha e o dr. Leonel, por causa da perseguição que lhe move uma moça de nome Uracema, Tetéu decide interferir nas eleições da Liga Progressista a favor do antigo patrão, e assalta a mesa apuradora presidida pelo juiz Gaudêncio."

Prêmio Saci, 1955, SP, de Melhor coadjuvante para Sérgio de.Oliveira,
Produção: Mário Del Rio, Direção: Mário Brasini, elenco: Antonio Carlos (Primo do cangaceiro), Ana Beatriz (Rosinha), Zé Trindade (Juiz Gaudêncio, de Aroeira), Sérgio de Oliveira, (Promotor Eleutério Cintra), Duarte de Moraes (Lugar-tenente do Lampião e Corisco), Wilma Faria (Maria Feiosa), João Fernandes (Cascavel), Castro Gonzaga (Lampião), Wilson Grey (Funga-Funga), Matinhos, Alberto Peres, Nádia Maria, Orlando Macedo, Catulo de Paula, Getúlio Paiva, Estevão Matos, Vera Valéria, Nancy Wanderley, Léa Coutinho, Castro Viana, Ana Maria Dias, Berta Ajs, Maika Cruz, Djalma Miranda, Chico Anysio, Magalhães Graça, Miguel Torres, Valdo César, Plínio Campos,

Observações: 
Diário de Minas de 09.05.1955, informa que o filme conta com a participação de quase todo o "cast" humorístico do rádio-teatro da Mayrink Veiga, cedido pela Organização Vitor Costa.
  
Os Três Cangaceiros
Longa-metragem 102min, 2.800m, 24q, Western Electric, 1:1'37Ano: 1961

A cidade de Desterro sofre o ataque do bando do cangaceiro Tranca-pés. Dois covardes locais, Aristides Pelado, o farmacêutico da Botica dos Aflitos, e Carlos Bronco, dentista e fotógrafo, amam a jovem Rosinha, filha de um abastado fazendeiro. Ela, porém, os despreza, porque gosta de homens valentes, como o misterioso personagem "Onça Vingadora", que combate sozinho os cangaceiros. Bronco e Mundico, um mascate nordestino, são capturados pelos cangaceiros e, no momento em que serão enforcados, são salvos pela Onça Vingadora. Ambos se refugiam numa capela abandonada, onde também está escondido Aristides. Eles entram em acordo sobre a única maneira de enfrentar os cangaceiros.

Elenco:
Ankito (Aristides Pelado), Ronald Golias (Carlos Bronco), Grande Otelo (Mundico), Neide Aparecida (Rosinha), Átila Iório (Tranca-pés), Nelly Martins (Zizi), Paulete Silva (Marisa), Angelito Melo (Delegado), Wilson Grey, Carlos Tovar, Zequinha,Quinzinho,Arnaldo Montel, Paulo Copacabana, Ricardo Luna, Duarte de Moraes, Filho Valença Adélia Iório, Jeferson Dantas, Edson Campos, Tony Guerles, Jorge Maia, José Nascimento,

Açude: Cinemateca

Cangaceiros de Lampião 
Gênero: Aventura
Duração: 105min.
Lançamento (Brasil): 1967

28 de Julho de 1938. Forças policiais destróem Lampião e seu bando. Moita Brava e um grupo de cangaceiros conseguem escapar, espalhando terror e morte pelos povoados. Uma das vítimas é o pacato vaqueiro Pedro e sua mulher Rosinha, com quem acaba de se casar. Sofrem violências, Rosinha sucumbe, mas Pedro sobrevive e jura vingar sua honra. Nessa missão, terá uma companheira, Mariana, também em busca de vingança. Um a um, Pedro vai encontrando e eliminando cada membro do bando em combates violentos. O último é o próprio Moita Brava. Concluída a missão, Pedro e Mariana regressam a sua terra, na esperança de viver em paz.

Ficha Técnica
Título Original: Cangaceiros de Lampião
Distribuição: Cinedistri
Direção: Carlos Coimbra
Assistente de direção: Fauzi Mansur
Argumento: Aurélio Teixeira
Roteiro: Carlos Coimbra
Produção: Osvaldo Massaini
Produção executiva: Antônio Martins Filho
Gerente de produção: Anibal Massaini Neto e Félix Aidar
Assistente de produção: Sérgio Ricci
Co-produção: Cinedistri
Música: Gabriel Migliori
Som: Carlos Foscolo
Assistente de Som: William Bonnas
Fotografia: Tony Rabatoni
Câmera: George Pfister
Assistente de Câmera: Osvaldo Oliveira e Wilson da Silva Louzada
Fotografia de Cena: José Amaral
Cenografia: Mário Assis
Montagem: Carlos Coimbra
Elenco: Milton Rodrigues,Vanja Orico, Maurício do Valle, Milton Ribeiro, Jacqueline Myrna, Antônio Pitanga (Cravo Roxo), David Neto,Walter Seyssel, Roberto Ferreira,Geraldo Gamboa, Sady Cabral, Aloísio de Castro, Celeste Ainda, Dantas Filho, Durvalino de Souza, Edgard Ferreira, Eduardo Abbas, Fauzi Mansur, Gilberto Marques, Osvaldo de Oliveira, Sérgio Warnowski,Tony Rabatoni,Waldomiro Reis,Wilson da Silva Louzada, Gibe, Cristina Aubry, Gabriela Gil,Marta Greiss,Yola Maia, Francisco Nunes, George Pfister.

Curiosidades
- Locações em Bonfim, Cabreúva e Itu, SP.
  
O Cangaceiro do Diabo 
Gênero: Aventura
Duração: 80min.
Lançamento (Brasil): 1980

Izaias e Januário, dois sertanejos, vão ganhando fama e juntando em torno de si muitos aventureiros com as pilhagens que fazem por onde passam. A polícia, utilizando métodos tão violentos quanto os dos cangaceiros, persegue-os, mas não consegue encontrá-los. A integração ao bando de um assassino profissional, Honório, acaba por dividi-los e matá los. Izaias, vendo que o grupo está por se desfazer, desafia o sanguinário Honório para um combate decisivo. Mata Honório, mas a polícia chega e, no tiroteio que se segue, Izaias é morto com todo o bando. Januário, protegido do diabo, pois havia feito tempos atrás um pacto com ele, acaba dando muito trabalho à polícia. Por fim é morto, mas seu corpo é levado pelo capeta, sobrando só as roupas. O diabo cobrara o acordo, o que deixa a polícia e a população, perplexas.

Ficha Técnica
Título Original: O Cangaceiro do Diabo
Distribuição: Program Filmes
Direção: Tião Valadares
Assistente de direção: Hatagiba Carneiro
Roteiro: Tião Valadares
Produção: Nilton Custódio de Souza
Direção de Produção: José Galan
Produção Executiva: Nabor Rodrigues
Co-produção: Asa Filmes e Wilena Produções Cinematográficas
Música: Milton Donara, Tião Valadares
Som: Cláudio Macedo, Júlio Perez Caballar
Fotografia: Ozualdo Candeias
Câmera: Ozualdo Candeias
Assistente de Câmera: Amauri Fonseca
Efeitos Especiais: Miro Reis
Figurinos: Aparecida Braidoti
Maquiagem: Aparecida Braidoti
Continuidade: Aparecida Braidoti
Montagem: Walter Wanny
Elenco: Heitor Gaiotti, Claudette Joubert, Tião Valadares, Maria Viana, Rajá de Aragão, Nabor Rodrigues, Itagiba Carneiro, José Galan, Satã, Nestor Alves de Lima, Geraldo Bueno, Durvalino de Souza, João Costa, Abel Constâncio, Oricema Silveira.

Curiosidades
- Outro título: "O cangaceiro erótico".


O Cangaceiro Trapalhão
Baseado na minissérie Lampião e Maria Bonita produzida pela TV Globo em 1982.
Gênero: Comédia/Infantil
Duração: 90 min.
Lançamento (Brasil): 1983

Severino do Quixadá, pastor de cabras, salva Capitão e seu bando de cangaceiros de uma emboscada do tenente Bezerra. Na confusão, os amigos Mussum e Zacarias fogem da cadeia e todos se encontram no esconderijo dos cangaceiros, onde Gavião é homem de confiança do chefe.
Observando sua semelhança com Severino, Capitão lhe dá uma missão, que acaba revelando-se uma emboscada. Com a ajuda de Aninha, sobrinha do prefeito, conseguem fugir e, no caminho, encontram uma misteriosa bruxa-fada.

Ficha Técnica:
Distribuição: U.C.B. e Haway Filmes
Direção: Daniel Filho
Roteiro: Daniel Filho e João Paulo de Carvalho
Argumento: Doc Comparato, Aguinaldo Silva, Daniel Filho e Renato Aragão
Produção: Renato Aragão Produções Artisticas
Diálogos: Francisco Anysio
Música: Rita lee e Guto Graça Melo
Fotografia: Edgar Moura
Desenho de Produção: Mário Monteiro, Kátia Sabino e Mauro Monteiro
Direção de arte: Mário Monteiro
Figurino: Marília Carneiro
Edição: Jayme Soares Justo Elenco
Renato Aragão (Severino do Quixadá), Mussum, Dedé Santana (Gavião),
Zacarias, Regina Duarte (Aninha),Bruna Lombardi (Bruxa/Fada),Tarcísio Meira, Nelson Xavier (Capitão), Daniele Cristine (Expedita), José Dumont (Tenente Bezerra), Tânia Alves (Maria Bonita,) Atores convidados: Luthero Luiz, Doc Comparato, Danton Jardim, Sônia Dias, Wellington Botelho, Cininha de Paula, Pedro Limaverde, Gabriela Duarte.

Açude: Meu cinema Brasileiro
Todos os cartazes foram pescados no: Cinemateca

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