Por Bia Magalhães
Wilson Seraine é sempre solícito com o Entre Cultura. Esse moço que já viveu anos luz de experiências ‘massa’, contou um pouco sobre sua pretensão enquanto ao livro. A pergunta central, claro, foi o porque de usar o cordel pra ensinar ciências.
Mas ciências? Esse negócio de ciências e cordel deve ser esquisito, né não?
Ele respondeu com sua história. Desde de quando era jovem (não estou dizendo que ele ainda não seja), ele tinha vontade de se tornar um pesquisador, mas teve isso frustrado por circunstâncias da vida. Mas ai surgiu uma oportunidade através do Instituto Federal do Piauí, onde leciona, de fazer um mestrado institucional entre o IFPI e a Universidade Luterana do Brasil no Rio Grande do Sul. E ele foi. Se ele tinha tempo? Ele achou. Professor de Física, conselheiro do Estado, palestrante sobre Luiz Gonzaga e empresário, se lançou para fazer o diferencial em sala de aula.
Mas como é que funcionou o cordel em sala de aula?

"Então você pode fazer muita coisa para melhorar o seu desempenho profissional em sala de aula. Eu sempre digo: O que foi que evoluiu desde a época de Sócrates? O que evolui só foi a tomada, mas a maneira de ensinar continua a mesma, o professor na frente e os alunos atrás. Ainda continuam a utilizar o método de ensino ‘Skinneriano’, o que Paulo Freire chamava de educação bancária. O que estamos querendo com o livro não é simplesmente ensinar o caminho, queremos mostrar um jeito diferente de caminhar.”, finaliza o autor.
O livro custa R$ 30 + despesas de envio. Clique aqui e faça o seu pedido diretamente na Editora
Pescado no Entrecultura
Nenhum comentário:
Postar um comentário