terça-feira, 5 de julho de 2011

Convite

Lançamento oficial "Lampião e o cangaço na Paraiba"


Evento será no auditório da fundação Casa de José Américo, na Capital paraibana.

Após pesquisar durante uma década, o coronel reformado da Polícia Militar João Bezerra da Nóbrega, em parceria com a Fundação Casa de José Américo, lançará o livro “Lampião e o cangaço na Paraíba”. O evento será nesta quinta-feira 7 de julho, às 18h30, no auditório da fundação. O livro será apresentado pelo historiador Humberto Fonseca de Lucena, vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano.

O professor Josias Cavalcanti Penaforte, que assina as orelhas da obra, enfatiza que no texto o leitor é convidado a “viajar, numa máquina do tempo”, embalado pelos escritos e a memória do autor. Igualmente, o doutor em teologia e administrador de empresas, Ranieri Luz de Araújo, que assina a apresentação do livro, diz que o autor consegue fazer uma análise sociológica do cangaço e da polícia paraibana, enxergando no passado os dilemas, as agruras e os erros que são cometidos no presente de nossa história.

Acrescenta Ranieri que “é uma leitura cativante e qual galope célebre o leitor é levado a adentrar nas brumas de um passado não tão distante do sertão paraibano em busca dos cangaceiros e das volantes que vivenciaram sentimentos antagônicos que lutaram, sofreram, derramaram sangue em solo tabajara e vingança, honra, desonra, coragem, covardia, ódio, amor, crueldade, traição, deserção, religiosidade e muita ação foram compartilhados por homens que viveram em nossa tórrida paisagem nordestina”. Ranieri avaliando que o autor demonstra isenção, ao tratar de um ancestral seu, colocando-o em seu real lugar na história.

Paraibano de Santa Luzia, o autor João Bezerra da Nóbrega distribui o resultado de suas pesquisas em 345 páginas, divididas em 46 capítulos. Bacharel em segurança pública pela Academia de Polícia Militar de Pernambuco, João Nóbrega formou-se ainda em Letras, pela Fundação Francisco Mascarenhas de Patos (PB). Pesquisador do cangaço, ele ressalta que trabalhou na corporação, no campo operacional, “em constante risco de vida, portanto, bom conhecedor de polícia, bandidos, jagunços, pistoleiros, traficantes...e cangaceiros”.

Redação com Secom-PB

Pesquei aqui : Radar Sertanejo

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