domingo, 4 de abril de 2010

Lampião Falou

“Frases Célebres” 
 

Por Ivanildo Silveira


Amigos do Lampião Aceso: Após ler algumas obras sobre cangaço, resolvi postar neste espaço, algumas exclamações atribuídas a Lampião - sobretudo para conhecimento daqueles colegas, que ainda não tiveram a oportunidade de ler algo a respeito.
  
Ei-las:
 
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Ao ser ameaçado pelo Ten. Bezerra:

“Diga ao homi, que eu num tenho medo nem de boi velhaco, quanto mais de bezerra"
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Ao então Governador do Estado de Alagoas, Dr. Costa Rego:

“Diga ao Costa Rego, que tô acostumado a salta riacho, rio, que dirá rego..."
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Ao ver o ten. Evaristo da cidade de Queimadas, trêmulo e pálido, diante dele:

"Num sei por que, nunca vi homi corado na minha frente"
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Sobre a polícia:

“Quando cubro um "macaco" na mira do meu rifle, ele morre porque Deus quer, se Deus não quisesse eu erraria o alvo”
 “Quem tem questão comigo, dorme pouco”
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Sobre o Estado de Alagoas:

“O Estado de Alagoas, a Deus querer, eu queimo”
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Falando à Corisco, sobre o ten. Zé Rufino:

“Temo que dar uma lição em Zé Rufino, que ta querendo passar de pato a ganso"
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Ao cangaceiro Ventania, autorizando a Liberação de uns prisioneiros, na cadeia de Queimadas:

“Solta us presos, que o mundo já é uma prisão”
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Disse Lampião ao se deparar do com o árabe Benjamim Abrahão, que o filmou . 

“Como é que você chegou aqui com vida cabra velho? " 
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Frase dita ao Padre Antônio, vigário de Flores/PE.

“Meu destino padre, está traçado: é morrer segurando na mão, em lugar de uma vela acesa, a boca de fogo do meu rifle” 
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Após receber a patente de capitão para lutar contra a coluna "Prestes", e viu que tal patente não era reconhecida pela polícia:

“Eu estava até querendo me encontrar com esse tal de” PrestreS “, para ver ser ele prestava mesmo, mas se é assim que os policiais pensam, minha espingarda vai cantar na toada antiga...... Eu nunca fui bandido, mas de hoje em diante vou ser "
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Frase dita ao Padre Quincas, no casamento de Licor/Nazaré/PE:

 “já vi muitas vezes a morte bem de perto de mim e posso dizer-lhe, senhor padre, não me assustei” -
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I
 

 Meu rifle atire cantando
 Num compasso assustador
 Faz gosto brigar comigo
 Porque sou bom cantador
 Enquanto o rifle trabalha
 Minha voz longe se espalha
 Zombando do próprio horror

 II
 

 A chupeta que carrego
 É o rifle e a cartucheira
 O leite é a bala de chumbo
 Muito veloz e certeira
 Quem se julgar pedra rocha
 Venha ver se aguenta brigar
 Com Virgulino Ferreira

 III
 

 Tive também meus amores
 Cultivei minha paixão
 Amei uma flor mimosa
 Filha do meu sertão
 Sonhei de gozar a vida
 Junto a uma prenda querida
 A quem dei meu coração
 
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 “Eu não nasci para esta vida de cangaceiro. Falo com franqueza; se não houvesse "NÊGO" na polícia prá manobrar com a gente, eu ainda iria ser soldado” 
Livro - Lampeão - autor: Optato Gueiros, fls. 26, Edição - 1953
 
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Frase dita por Lampião ao Coronel Petro de Santo Antonio da Glória/Bahia, quando o mesmo foi para aquele Estado, em 1928:

 “Coronel, três coisas eu trouxe de Pernambuco: FOME, NUDEZ E DINHEIRO”
Livro: Lampeão - autor: Optato Gueiros, fls. 101, Edição -1953.
 

Essa frase, citada do livro de Gueiros, é apresentada de outra maneira, no livro "De Virgulino a Lampião" de Amaury e Vera, que apontam a chegada de Lampião na minha terra dizendo:

"Três coisas eu trago de Pernambuco: dinheiro, coragem e bala."  
(Antonio Amaury/Vera Ferreira - pg. 165)

Contudo, o escritor Oleone, também cita Gueiros, em seu livro "Lampião na Bahia", pag. 19 que diz:”

- Coronel, três coisas eu trago de Pernambuco: fome, nudez e muito dinheiro."
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"A meu ver o cangaceiro mais valente do nordeste foi Sinhô Pereira. Depois dele, Luiz Padre. Penso que Antonio Silvino foi um covarde, porque se entregou às forças do governo em consequência de um pequeno ferimento. Já recebi ferimentos gravíssimos e nem por isso me entreguei à prisão"
(Virgolino - Juazeiro - CE)



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Tem uma sequencia de frases que são relatadas por Vera e Amaury no Livro "De Virgulino a Lampião", no capítulo "Lampião em Sergipe", paginas de 174 a 180. No cinema, para "acalmar" o povo lá dentro, o cangaceiro disse:

" - Daqui não sai ninguém. Quem correr vai ver o gosto de uma bala atrás. É Lampião quem vai entrando, amando, gozando e querendo bem. É bom como arroz doce, estando calmo; zangado, é salamandra."
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Dentre as diversas atrocidades praticadas por Virgolino, quero destacar a invasão à cidade de Queimadas – BA que aconteceu no dia 22/12/1929, após realizar a chacina de 07 soldados devidamente sangrados, só escapou o comandante do destacamento, sargento Evaristo Carlos da Costa, a pedido de D. Santinha se configurando uma excepcionalissima concessão de capitão Lampião. Mas vamos às frases:

Ao dar voz de prisão ao juiz, escrivão, oficial de justiça e tabelião observou que todos eram negros e, portanto falou:

“Que terra desgraçada! Toda a justiça é negra!”.
Dirigindo ao citado juiz Dr. Manoel Hilário, pede para ver a mão do tal juiz e fala:

“Que negro bom para uma enxada”
(FONTES, Oleone Coelho, Lampião na Bahia) 

Nesse mesmo episódio de Queimadas, citado em Oleone, pag. 142, (e também reforçado por Amaury/Vera em "De Virgulino a Lampião", pag. 183) o cangaceiro Labareda, ao narrar a matança dos soldados, aponta uma frase, não proferida por Lampião, mas por um macaco que, num ato de bravura e coragem, teria dito:

" - Seus putos, vocês faz isso porque são froxo. Mi dê uma faca, i venha quem fô home, bando di peste."
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Quando Lampião entrou em Limoeiro do Norte, no Ceará, gerou, inevitavelmente, curiosidade, por parte do povo. Sabendo da notícia, o padre Acelino Viana Arraes deixou a sua propriedade. Foi ter com o chefe dos cangaceiros. Desejou conhecer de perto a figura ilustre. Ao chegar, quis ser simpático. E, foi logo dizendo:


- “Lampião, eu tenho coragem de acompanhar-lhe na vida do cangaço!”
O cangaceiro, de soslaio, analisou o físico avantajado do padre. Mirou a redonda pança. Sem rodeios, disparou:

“Seu vigário, homem barrigudo não pode participar dessa vida, porque, além de dura, a gente se arrasta como cobra, de modo a atirar nos macacos! Homem de barriga grande não dá para isto”
Fonte “Lampião e o Rio Grande do Norte - A história da Grande Jornada”, pg. 395 - Autor: Dr. Sérgio Augusto de Souza Dantas. 
 
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Lampião costumava dizer aos seus comandados:

“O cangaceiro deve ser desconfiado e ardiloso como raposa, ter agilidade do gato, saber rastejar como cobra e desaparecer como o vento” 
(MACIEL, 1987 a: 15)
 
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“Só brigu cum coroné quando eli quer. Pru mim nunca tinha aburricimento cum essa genti”
Fonte: "Lampião Além da Versão - Mentiras e Mistérios de Angicos, pg. 219” - Escritor: ALCINO ALVES COSTA

OBS: A frase acima demonstra como havia uma perfeita simbiose (cooperação/associação), entre Lampião e os Famosos Coronéis.
 
Nessa associação de forças, todos saiam ganhando. Lampião recebia dinheiro, víveres, proteção, armas e munição. Os Coronéis através do comércio com o cangaceiro adquiriam fortunas (com o dinheiro da compra de uma bala, ou arma, dava-se para comprar 03), além de não terem suas propriedades invadidas, ou familiares molestados pelo facínora. O famoso cangaceiro também prestava "favores diversos" aos famosos coronéis do Nordeste.
 

Com a Revolução de 1930 (ascensão de Getúlio Vargas), os coronéis perdem poder político, e, consequentemente, Lampião perde o apoio de muitos colaboradores, surgindo, ai, um dos primeiros motivos do enfraquecimento do cangaceirismo no Nordeste.
 
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“Não sou cangaceiro por maldade minha, mas pela maldade dos outros”
Disse Lampião quando foi entrevistado pelo jornalista José Alves Feitosa do Jornal “A NOITE”, de Recife-PE. Essa entrevista foi publicada pelo Jornal Cearense “O POVO”, no dia 04 de junho de 1928. Lá se vão 80 anos. 

“Era meninote quando os mataram. Bebi o sangue que jorrava do peito de minha mãe e, beijando-lhe a boca fria e morta, jurei vingá-la. É por isso que de rifle às costas, cruzando as estradas do sertão, deixo um rastro sangrento na procura dos assassinos de meus pais”.
Publicação do Jornal "O POVO” / Ceará - 04/ junho/ 1928
 
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Perguntado a Lampião se ele sentia falta da visão de um dos olhos, ele respondeu:

“Não, pois dois ou é luxo, seu moço. Nessa vida de cangaço basta um olho só, apóis agente quando "descansa" no coice de uma carabina na hora do tiro, num tem mesmo que fechar um olho!"
Fonte "Lampião Rei do Cangaço, pg. 78”, autor Eduardo Barbosa 
 
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“É Lampião que vai entrando,
 amando, gozando, querendo bem.
 bom como arroz doce, tando carmo.
 zangado é salamantra (cobra) "
Palavras de Lampião nas ruas de Capela, Sergipe, 1929, Apud, Ranulfo Prata, "Lampião", 1934.
 
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"Eu me chamo Virgolino
 Ferreira, Lampião
 Manso como um cordeiro
 Brabo como um leão
 Trago o mundo em reboliço
 Minha vida é um trovão "

 “enquanto houver rifle e bala,
 Grota, montanha e riacho,
 Morro, capim e ladeira,
 Vou na ginga e não relaxo,
 Brigarei com quem quiser
 Escape, ai, quem puder,
 Só não sirvo de capacho "


(Ver Frederico, pg. 44 e 65 "Quem foi Lampião”)

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Ao pernoitar na Fazenda do Cel. Antonio Caixeiro, deixou no oratório esmolas substanciais para todos os santos, e irrisório 5 mil-réis, para São Benedito, tendo dito para a dona da casa:


"Quem já viu negro ser santo...!” 
(Ver, pg. 93, "Quem foi Lampião", autor: Frederico Pernambucano de Melo).

OBS.
Nem por isso, Lampião deixou de ter auxiliares negros e negróides de toda a confiança, à frente dos quais, o cangaceiro José Bahiano, a quem presenteou com um punhal marchetado de ouro.
 
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Ao passar no município de Capela, Lampião procurou uma prostituta. No quarto trancou por dentro, desfez-se de todos os embornais, cartucheiras, armas e roupas, ficando apenas de alpercata e camisa de meia. Ao despir-se a rapariga, gentil quis ajudá-lo. Ele a deteve, e disse-lhe, não pegue em nada. Pôs o fuzil ao alcance da mão e depois sobre a cama, o punhal. Disse essa frase, digna de um amante:

“Este quarto não cabe a metade dos cabras safado que este aqui (punhal) tem sangrado ! "


Terminado o ato sexual, pagou à prostituta e lamentou o comércio não está aberto, para lhe dar um vestido de seda e um perfume. Ao ser perguntado por ela, se não tinha mulher, respondeu rindo, o rei do cangaço:

“Não. Home que véve nesta vida não pode tê pensão”
Do Saco do Ribeiro/SE, lugarejo da fronteira, telefonou ao delegado de polícia e chefe de Itabaiana/SE, Otthoniel Dórea, chamando-o de “colega”.

- Colega, por quê? Indaga intrigada, a autoridade.

Explica Lampião:

-"Pruque você é cego de um oio cumo eu!”
 OBS: Ver, autor Ranulfo Prata, pg. 84/ 89, título: Lampião.
 
 
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Ao passar pelo estado de Sergipe, mas precisamente na Fazenda Engenho, próxima de Lagoa, Lampião soube que ia haver uma missa, então para lá se dirigiu, tendo o padre aproveitado a ocasião, para aconselhá-lo, a deixar o cangaço, tendo o chefe cangaceiro, dito o seguinte:

"- Quá, seu vigário, o governo não me deixa assocegar, mas tenho certeza de que os macacos (policiais) não me matam porque eu sô um pé de dinheiro... Hoje em dia a vida só é boa pra bandido”

FONTE: “Lampião "- Autor: Ranulfo Prata, pg. 95”

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O Dr. Otacílio de Macedo, médico do Crato/CE, foi até a cidade de Juazeiro/CE, e entrevistou em nome do Jornal “Gazeta do Cariri”, o cangaceiro Lampião, tendo-lhe, feito a seguinte pergunta:

“Capitão, o Senhor que já tem tanto dinheiro, por que não abandona essa vida perigosa, por que não vai pros sertões de Goiás gozar por lá a fortuna que arranjou?”
Lampião respondeu:

“O senhor estando bem numa vida, o senhor larga ela? Assim sou eu ! "
FONTE: "No tempo de Lampião” - Autor: Leonardo Mota, pg. 31”
 

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A 4 de Junho de 1928, numa entrevista ao jornalista José Alves Feitosa, do jornal A Noite, Lampião desabafava:

 "Foram esses retratos, de que o Senhor fala que me inutilizaram. Se não tivesse deixado fotografar-me, seria desconhecido e já poderia ter desaparecido, sumindo-me no mundo, indo-me para longe, ganhar a vida tranquilamente, sem atribulação dessa angústia constante de ser perseguido". 
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Lampião respeitava a bravura dos "Nazarenos", seus maiores perseguidores. A literatura lampiônica, cita a seguinte frase, como sendo do rei do cangaço:

"Se Mané Neto chegou, procurem sarvá a metade da vida que a outra já foi”
Fonte: “LAMPIÃO - A trajetória de um Rei sem castelo”, pg. 63 Autor: Paulo Moura



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"Cada macaco ou inimigo que tombar na boca de meu fuzil é um segundo de vida que eu vou ter”
Fonte: Lampião e sua Gente, pg. 99, Autor: José Vieira


Em 1921 O sargento Optato Gueiros viajava para Vila Bela. Enquanto descansava numa casa isolada, na Caatinga, foi surpreendido a meia noite, com a chegada do grupo de Sebastião Pereira. Um dos cangaceiros vendo Optato fardado perguntou:


"Quanto ganha por mês?" 
"Noventa e cinco mil reis." "Hum!... muito pouco, acudiu Lampião. É melhor ser cangaceiro mesmo..."
Fernandes, Raul. A marcha de Lampião - assalto a Mossoró. 2ª Edição. 1982. Pág. 72 
 
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"Seu bucho ta tinindo cuma corda de viola”
(Referindo-se ao cangaceiro, quando estava bem alimentado) - Ver: Lampião, Cangaço e Nordeste, pg. 144; Aglae.



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“Polícia podre! Enquanto eu existir, dou trabaio a voceis!”
Frase dita e escrita na parede da estação da cidade pernambucana de Jatobá. Ver: Lampião, Cangaço e Nordeste, pg. 211; Aglae.
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“Sempre aviso que brincadeira de homem com homem fede a defunto”
Frase dita por ocasião da morte de Antonio Ferreira, que foi vitima de um tiro de fuzil, disparado acidentalmente, quando por ocasião de uma brincadeira com o cangaceiro Luiz Pedro. Ver: Lampião, Cangaço e Nordeste, pg. 41; Aglae.



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As aludidas frases podem ser interpretadas, de várias formas, dependendo do enfoque que se queira dar a elas, e do ângulo de visão da análise que será feito: Vejamos.

1) Análise, sob a forma morfológica e sintaxe (Vernáculo);
2) Analisar o domínio do vocabulário de quem as proferiu;
3) Através da mesma, se pode analisar a personalidade de quem as proferiu;
4) Analisar, a visão de vida, comportamento e valores sociais de quem as pronunciou;


Enfim...
 
Podem ser analisadas, sob vários aspectos. Esse é o tema central para as discussões, pois cada membro poderá analisá-las, sob o ângulo e a técnica que melhor lhe convir.
 
O restante fica para as REFLEXÕES! Aguardemos os pronunciamentos...!
  


Um abraço e saudações cangaceiras.

Ivanildo Silveira
Colecionador do cangaço e sócio da SBEC

Um comentário:

Dimas Zaponi disse...

Muito interessante esta pesquisa, pois assim temos uma noção do perfil psicológico de Virgulino Ferreira o (Lampião)...