quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Prazer em conhecer: Lampião Aceso entrevistou Sérgio Dantas

Comemorando "Três anos de Lampejos" apresentamos um dos mais notáveis vaqueiros da História cangaceira.

"SD" é como a "Turma da base" o chama.  

O conheci em 2005. Me impressionei com seus artigos e informações, além das fotografias que eu buscava e estavam alí disponibilizadas na sua comunidade do Orkut "Lampião, Corisco e Cangaço". Um material que eu pensava que nunca teria acesso gratuito. 

O lema era combater a mitificação e os exageros existentes e ainda resistentes. A pesquisa de Sérgio nos inspirou. Me identifiquei com suas intuições. Através de seus tópicos, provocações e consultas via email iniciei uma reciclagem e aprimoramento de minhas opiniões e conhecimento.

Depois da extinção desta primeira comunidade, vieram a "Cangaço, Discussão Tecnica" a alternativa "Confraria Fuleira do Cangaço" (Criada para discutir assuntos como posso dizer... menos relevantes...Risos). De repente ele não quis mais a gerencia do tal do yokurt. Passou a bola, porem não ficou de fora, como moderador dava suas contribuições nas demais. 


Na desconhecida "Discussão" éramos poucos e as vezes desestimulados. Migramos para a pioneira, gigante, porem bagunçada "Lampião, Grande Rei do Cangaço" Só depois que passou a ser doutrinada e administrada pelo rev... quer dizer pelo Dr. Ivanildo Silveira é que coisa mudou de figura, galhofas deram lugar a compromissados e contagiados participantes e de repente estava instituido o melhor fórum de debates do cangaço na net. Clique Aqui

Não se tratam de clubes virtuais pra trocar figurinhas, é uma escola do mais alto nível. Uma irmandade da gôta serena. Através das análises, investigações de: SD, Ivanildo, Rostand Medeiros, Netinho Nogueira e Geziel Moura é que verdadeiramente ingressei na ciência cangaceiróloga. Exalto aí estas cinco gratas e inequecíveis amizades que a Web me proporcionou.


Certo dia ao ligar na TV Aperipê... (canal local), - Apois num é o Dr. ?!- Sim, o dono da comunidade, acompanhado pela anfitriã e amiga Vera Ferreira concedendo entrevista para o Valadão, convidando os sergipanos para o lançamento de seu primeiro livro. Eu que pensava que o cabra só escrevia pra internautas, estreou no papel com uma obra referencial. 

Estive lá na Escariz, pra adquirir o meu exemplar, cumprimenta-lo e acho que assim nossa amizade saiu do campo virtual. Um dia destes ele veio à Aracaju. Depois de um intervalo de cinco anos nos reencontramos pessoalmente e combinamos uma viagem até o baixo e Sertão do São Francisco. 

Pousamos em Canhoba, depois Fazenda Jaramataia de Eronides e por fim retornando à capital pelas vizinhas Capela e Dores. Em meio dia fizemos 4 rotas de Lampião em Sergipe. 

Atribuo a criação do blog Lampião Aceso não só pela necessidade de divulgar os tópicos para quem não fazia ideia do que acontecia no Orkut e mais por uma sugestão e incentivo do homi. Eu estou aqui me considerando como o menos aplicado dos seus "discípulos" procurando barbeirar o mínimo possível no trato com o incrível mundo do Cangaço.

Sérgio Augusto de Souza Dantas é um potiguar de 48 anos, natural da capital (embora com avós sertanejos pelos quatro costados, em uma curiosa fusão de ancestrais de norte-riograndenses, paraibanos e pernambucanos). Assim, considera-se um ‘quase’ sertanejo. É Magistrado concursado, exercendo a função desde dezembro de 1993, ali mesmo no Rio Grande do Norte.
Em meados de 1998 quando, casualmente, acompanhava um colega, também Magistrado, que iria tomar posse na cidade de Tabira, alto Sertão de Pernambuco. Após a solenidade, foram para Serra Talhada, onde pernoitaram. Na manhã seguinte, antes do retorno ao RN, fizeram uma visita importante: naquele dia tiveram o prazer de conhecer o legendário David Jurubeba. Interessante que, naquela época, não lhe passava pela cabeça adentrar no tema cangaço.
Conhecer David aconteceu mais por insistência deste colega, o Roberto, pelo qual tinha grande admiração e alguma amizade com o velho combatente de Nazaré. Confessa que foi até sem grande interesse; na verdade, apenas para fazer companhia. Mas lá esteve. Aquele bate-papo (que foi gravado em fita K7), porém, se impressionou sobremaneira, de modo que, em pouco tempo, adquiriu dois livros: “Lampião, o Rei dos Cangaceiros” (De Billy Chandler) e “Lampião na Bahia” (de Oleone Fontes).

 Reunião de "CSI´S" Sabino Basseti, Antonio Amaury, 
Sérgio Dantas e Leandro Cardoso.

Uma cópia daquela fita K7, com pouco mais de 45 minutos de prosa – e solicitada meses mais tarde ao colega Roberto -, ainda está em seu poder, embora já bastante danificada pelo tempo. Mas, voltando ao tema, a partir de Chandler foi, muito lentamente, adquirindo livros que estavam relacionados na parte final daquela obra e a coisa foi se tornando cada vez mais interessante.


 Com Expedita Ferreira Nunes, filha única de Lampião e Maria.
Set. 2011

Veio a sede da pesquisa e do ‘saber mais’. Porém, naquela época, jamais lhe passou pela cabeça escrever algo. Naquela época, contentava-se em ler a maior quantidade de livros que era possível. Nada, além disso! E o amigo Paulo Gastão, além de me sugerir títulos, me presenteou com alguns, relativos à frustrada tentativa de tomar a cidade de Mossoró. Antônio Amaury foi outro grande incentivador.

Então apresente suas crias! 
- Bom, os meus trabalhos escritos foram fruto de um acaso. 

Na verdade, no início de 2001, eu me inscrevi para fazer uma Especialização em História. Escolhi o tema cangaço porque, além de estar interessadíssimo na história deste movimento armado, trabalhava – e morava – no interior do Estado, o que facilitaria minhas viagens para os pontos de pesquisa. Escolhi, pois, a jornada de Lampião pelo Rio Grande do Norte e fui à luta. Meu objetivo era dar uma maior visibilidade ao cangaço de Lampião em vários municípios de meu Estado. 

Me preocupava, por demais, o foco único no combate de Mossoró e, por outro lado, o gritante esquecimento dos demais episódios ocorridos nas terras potiguares em 1927. Daí nasceu “LAMPIÃO E O RIO GRANDE DO NORTE – A HISTÓRIA DA GRANDE JORNADA”


Lançado em março de 2005. Uma tiragem modesta de 1.200 exemplares que, para minha surpresa, esgotou em um ano.


Daí, tomei gosto e tratei de concluir o meu segundo trabalho “ANTÔNIO SILVINO: O CANGACEIRO, O HOMEM, O MITO”. 


Como eu tinha já um bom material sobre esta personagem histórica, bastou sistematizar tudo e lançá-lo, o que foi efetivamente feito em outubro de 2006.


Por fim, veio o terceiro trabalho. Este, foi fruto de observações e de conclusões que tirei de horas de entrevistas (com ex-cangaceiros, ex-volantes, ex-coiteiros e testemunhas de fatos havidos em diversos períodos do cangaço de Lampião), da leitura sistemática da minha antiga biblioteca sobre o tema, além de vistas em jornais e documentos públicos os mais diversos. Assim, do confronto de tudo isto com a legislação penal da época, saiu o livro. Confesso, porém, que este terceiro trabalho – LAMPIÃO ENTRE A ESPADA E A LEI. 


Poderia ter sido mais maturado. Na verdade eu o publiquei (não o lancei) em fins de 2008, com o objetivo de aproveitar a data de 80 anos da morte de Lampião. Poderia ter deixado a publicação para data posterior (o que me teria poupado alguns aborrecimentos e, também, a sensação de que ‘ainda ficou algo a dizer’...) No futuro, quem sabe, cuidaremos de uma segunda edição. Mas, por enquanto, tal não passa de um projeto distante.

Livro de outro autor? Por que?
- Olha, pela sua profundidade e por abranger o cangaço desde os primórdios, em uma metodologia – e linguagem - rigorosamente acadêmica, creio que o livro “Guerreiros do Sol”, de Frederico Pernambucano de Mello, é o que mais me interessou até o momento. Há outros vários, inclusive de confrades desta nova geração de escritores/pesquisadores. Mas o “Guerreiros” dá uma nova roupagem – e outro modo de ver - ao estudo do cangaço.

Qual é o primeiro título recomendado para um calouro?
Recomendado
- A pergunta é um pouco difícil, pois há muitos títulos bons. Mas indicarei dois: para um estudo formal, cronológico e concatenado da vida de Lampião (já que se trata do principal cangaceiro), indico, sem pestanejar, o livro ‘LAMPIÃO, O REI DOS CANGACEIROS’, do brasilianista Billy Jaynes Chandler. Chandler, a meu ver, foi muito além da fonte oral. Em sucessivas viagens ao Brasil, vasculhou Cartórios, Arquivos Públicos e Institutos Históricos em vários Estados da Federação. O resultado foi um trabalho científico de alto nível, feito dentro de critérios acadêmicos e com texto leve e direto. Apesar de não ser brasileiro, não se pode deixar de reconhecer seu mérito.

Outro livro que indico é ‘DE VIRGOLINO A LAMPIÃO’, de Antônio Amaury e Vera Ferreira, por ser um resumo cronológico da vida atribulada do cangaceiro. Creio ser este trabalho um bom ponto de partida para um estudo mais aprofundado do personagem ‘Lampião’ - o mais notório de todos os cangaceiros. Mas, como disse, existem muitos outros trabalhos interessantes sobre o cangaço de um modo geral.

Com quantos e quais personagens desta história você teve contato?
- Não foram tantos. Eu comecei tarde, pois 1998 foi um dia desses. Mas ainda tive oportunidade de conhecer alguns ex-cangaceiros (Vinte e Cinco, Candeeiro, Sila, Moreno, Durvinha, Aristéia, Adilia, etc.); poucos ex-volantes (Luiz Flor, João Gomes de Lira, David Jurubeba, Pompeu Aristides, Neco de Pautília, Elias Marques, Josias Valão, Antônio Vieira). Além destes, alguns ex-coiteiros e pelo menos umas duas centenas e meia de pessoas que entrevistei nestes poucos anos. Pessoas comuns que testemunharam - de forma direta ou indireta - algum episódio ligado ao cangaço.


 Sentada, Maria Ferreira Queiroz a "Dona Mocinha" 
irmã de Lampião ainda viva.

 Rostand Medeiros, o saudoso tenente João Gomes de Lira e Sergio Dantas.

 Almoçando com os saudosos Moreno e Durvinha 
na residência dos mesmos em BH..

 Igualmente saudoso Antonio Vieira, 
soldado volante do grupo do aspirante Francisco Ferreira. 

Qual destes contatos foi, ou foram, os mais difíceis?
- Diria ‘o menos fácil’. Foi o José Alves de Matos, o ‘Vinte e Cinco’. Não pela abordagem em si, mas porque o amigo José Alves não gosta muito de falar daquele passado nebuloso. Conta alguma coisa. Às vezes, é um pouco reticente..Mas, sei que ali é um arquivo vivo de vários acontecimentos importantes. Ademais, é um homem extremamente correto e verdadeiro.

 "Vinte e Cinco" Ainda firme e forte.

Qual o contato que não foi possível e lhe deixou de certo modo frustrado?
- Nenhum. Quem eu procurei, me recebeu.

Aqui com Dona Antónia, 
uma das companheiras do cangaceiro "Gato".

Saudosa memória: O sargento Elias Marques 
falecido aos nove dias de fevereiro deste ano.

Manoel Dantas Loyola O gentil "Candeeiro". 
Um dos ultimos remanscentes vivos da era Lampiônica. 


Com o ex comandante de Polícia Manoel Cavalcanti de Souza, 
o Nazareno Neco de Pautilia, que ainda vive em Floresta, PE. 

Com qual remanescente gostaria de ter conversado?
- Algum ‘chefe de grupo’. Como quase todos os principais não sobreviveram ao cangaço, seria uma tarefa impossível para mim (risos). Porém, talvez tivesse gostado de conhecer o Labareda ou o Zé Sereno, afinal, chefiaram grupos. Seria interessante ouvir deles algo sobre estratégia de combate, os critérios para arregimentação de novos ‘cabras’, as ligações com o coronelato de barranco, as relações entre os subgrupos.. Coisas assim. Mas quando comecei o estudo, mesmo estes dois que citei já haviam falecido.

Qual é o seu capitulo preferido?
- A saga de Antônio Silvino, apesar deste personagem ter sido totalmente apagado pelo brilho das façanhas de Lampião.

Um cangaceiro (a)?
- Luiz Pedro, pela fidelidade ao amigo e chefe, além do comedimento em seus atos. Poucas vezes chegou, a meu ver, às raias da violência extremada.

No Sítio Retiro, zona rural de Triunfo, PE. 
Com António Pedro, sobrinho legítimo de Luiz Pedro.

Um volante?
- Apesar de ser tido como extremamente cruel, Odilon Flor. E o elejo não por essa ‘qualidade’, mas pela obstinação em perseguir. Não devemos esquecer que, em que pese ser de Nazaré/PE, migrou para outro Estado, a Bahia, e lá continuou sua busca por Lampião.

 Lendário Odilon Flor 
um dos líderes da Saga Nazarena contra Lampião.

Um coadjuvante? 
- Massilon Leite. Poderia ter sido até um grande cangaceiro, mas resolveu dar um passo além das suas possibilidades. De fato, a partir do fracasso assalto a Mossoró (1927), caiu no anonimato e morreu assassinado no ano seguinte. Se não fosse o recente trabalho de Honório Medeiros, o nome deste personagem estaria fadado ao esquecimento; atirado em algum porão da História.

Uma personagem secundária? 
- O obscuro João Maria de Carvalho, da antiga Serra Negra (hoje Pedro Alexandre/BA). Há, ainda hoje, poucas informações sobre este ‘figurante’.

Geralmente todo pesquisador é colecionador qual é o foco de sua coleção?
- Já colecionei alguma coisa, principalmente armas, mas doei quase tudo em 2009 e 2010. Como cheguei muito tarde, não tenho mesmo como colecionar peças da época. Assim, decidi não procurar e nem comprar mais nada. Hoje me contento com o aprendizado da temática. E esse é um campo de estudo inesgotável.

Entre as peças tem alguma relíquia? 

Os óculos e foto da ocasião da doação.
- Hoje, quase mais nada. Um punhal pequeno, de prata trabalhada; um cartaz recompensa de 1929, mas já bem surrado. Também ainda guardo um par de óculos que me foi presenteado por um antigo morador de uma fazenda situada no pé da serra do Martins, aqui no RN. Trata-se do Sr. Zacarias Vaz, da fazenda Ribeiro. Os cangaceiros passaram ali – rumo a Mossoró – ao fim da tarde do dia 11 de junho de 1927. Após a rápida ‘visita’ da cabroeira, o pessoal do sítio se enfurnou em casa, com medo. Só saíram com o dia claro. Aí o pai de seu Zacarias, encontrou, no terreiro do sítio, este par de óculos de vidros esverdeados e com armação banhada a ouro.

 Além dele, uma bala de fuzil. O senhor Zacarias – infelizmente, já falecido – me entregou estas duas peças em 2003. Disse-me que estava perto de morrer e por isso me presenteou: “meus filhos não ligam para isso” – me disse na ocasião. Porém, não tem tenho qualquer elemento para afirmar a qual cangaceiro do bando os óculos pertenceriam. Seria demasiadamente leviano de minha parte.

Nós que gostaríamos de ver um filme que retratasse um cangaço autêntico, fiel aos fatos, sem licença poética, erro primário enfim sem exagero da ficção lamentamos a eterna necessidade de se ter finalmente uma produção digna da saga, de preferência um épico ou uma trilogia, enquanto isto não foi possível qual a película mais lhe agradou? Por que?
- O ‘Baile Perfumado’, por dois motivos: a fotografia excelente e a habilidosa união da realidade e ficção em um único roteiro. É, sem dúvida, uma película interessante.

 Cena de Baile Perfumado, de Paulo Caldas e Lírio Ferreira.


Eleja a pérola mais absurda que já leu sobre Lampião?
- Vou passar esta (risos). Já ouvi muita bobagem, não posso negar. Todavia, em respeito às pessoas que as disseram – as quais foram bastante simpáticas e solícitas para comigo quando as entrevistei-, deixarei de declinar os ‘causos escabrosos’ a mim relatados.

Diante de tantas polêmicas surgidas posteriormente a tragédia em Angico alguma chegou a fazer sentido, levando-o a dar atenção especial ex.: “Ezequiel não morreu e reaparece anos mais tarde”, “João Peitudo, filho de Lampião”, “O Lampião de Buritis” e “a paternidade de Ananias”?
- São temas polêmicos, é fato. No entanto, quem os defende, tem seus argumentos. E eu os respeito. Posso até não aceitar este ou aquele ponto de vista, mas, por outro lado, tento discordar de forma cortês. Afinal, vivemos em um país onde a liberdade de expressão e opinião ‘ainda’ é livre...E, convenhamos, a dialética é saudável ao debate, até para se chegar a uma mínima verossimilhança dos fatos - já que a ‘verdade absoluta’ é impossível em História.

E Lampião: morreu baleado ou envenenado?
- Hemorragia causada por ferimento de arma de fogo.

Não precisa detalhar, mas em que assunto ou personagem está trabalhando ou qual gostaria de estudar para a publicação desta pesquisa. Enfim qual a próxima novidade que teremos em nossas estantes?
- Talvez uma segunda edição do meu primeiro trabalho Lampião e o Rio Grande do Norte – A História da Grande Jornada, devidamente revisada e reescrita em uma linguagem menos acadêmica. Todavia, como é um livro grande, com 452 páginas, isso vai levar algum tempo ainda. E, de toda forma, ainda é um projeto. Não sei se terei condições de levar a cabo essa tarefa em razão de obrigações outras.

Pra concluir, um registro da nosso visita à histórica "Fazenda Jaramataia"  
ou o que restou da mesma em Gararu, Sergipe, (Setembro 2011). 

Contato:
sasdantas@yahoo.com.br

19 comentários:

José Sabino Bassetti disse...

Olá moçada.

É gratificante saber que Sérgio Dantas está de volta as pesquisas e ao meio "cangaceiro". Sou suspeito para falar sobre o Sérgio, pois, sou seu coiteiro aqui em São Paulo. Não é preciso falar sobre sua seriedade nas pesquisas. Além de um estilo singular, o homem é bom de caneta uma barbaridade.

Abraço a todos.

Sabino Bassetti

Anônimo disse...

Parabéns ao Sergio pela entrevista concedida ao kiko, que também merece parabéns pelo trabalho. Fico feliz com o retorno de Sergio as pesquisas, o tema só tem a ganhar com a participação do amigo, muito lucido em suas opiniões.

Angelo Osmiro
Fortaleza-CE

Anônimo disse...

Sou Carlos, de Natal-RN, ainda sou um iniciante ao tema. Gostaria de saber do pesquisador Sérgio Dantas, da possibilidade de aquisição do livro sobre Antônio Silvino? Já possuo o primeira e o terceira obras do Autor.
Um abraço
Carlos

Juliana Ischiara disse...

Caríssimo Kiko,

Parabéns pela entrevista, sem sombra de dúvida Dr. Sérgio Dantas é um dos mais notáveis entre os pesquisadores do cangaço. Seus livros estão entre os melhores e mais qualificados da bibliografia do cangaço. Seu retorno as pesquisas é de grande importância para o tema, que tem muito a ganhar, dada a sua seriedade, lucidez e compromisso para com os fatos históricos.

Abraço fraterno

Juliana Ischiara

IVANILDO SILVEIRA disse...

FICO FELIZ COM O RETORNO DO AMIGO SÉRGIO AO MUNDO DO CANGAÇO ..

ADMIRO-O PELA SERIEDADE DE SUAS PESQUISAS, CLAREZA DE SUAS OPINIÕES E CARÁTER HUMANO, APESAR DE TER O PAVIO CURTO...rsrsrs

NESTA ENTREVISTA, POSTADA , LOGO ACIMA, VISUALIZAMOS MUITAS INFORMAÇÕES / FOTOS DE MOMENTOS / E PESSOAS MARCANTES NA VIDA DESSE VAQUEIRO DO CANGAÇO..

PARABÉNS..!! BOM RETORNO !

IVANILDO SILVEIRA
Colecionador do cangaço
Natal/RN

ADERBAL NOGUEIRA disse...

Sem dúvida vai ser uma volta triunfal. Amigo Sérgio, lembre do ditado: "É impossível agradar a Gregos e Troianos". Mas tenha certeza, o amigo agrada a quem faz um trabalho sério sobre o tema. Quanto ao resto, como você disse, temos que respeitar pois dentro de cada um existem coisas boas e coisas ruins, e porque não tirar somente as coisas boas? Um grande abraço e conte sempre com o seu amigo aqui da terrinha. Parabéns, Kiko. Você é um cabra arretado. Aderbal Nogueira

Anônimo disse...

Sou mais um a declarar minha satisfação de ver o Dr. Sérgio Dantas, novamente participando dos debates e pesquisas do cangaço. Sua contribuição é de grande valor.

C Eduardo Gomes

Honório de Medeiros disse...

Excelente o trabalho do "Lampião Aceso". Parabéns! Sérgio Dantas é, sem qualquer sombra de dúvida, um autor referencial: não há estudo do cangaço sem consulta aos seus livros.

Angelo Dantas disse...

O "cabra" tá de vorta?
Muito bom saber.
E a luta continua.

Ronnyeri Batista disse...

Que bom que o "SD" está de volta.

Espero que mais um grande trabalho fruto de suas pesquisas venha junto.

De todos os livros que possuo, o que mais tenho orgulho de possuir chama-se LAMPIÃO ENTRE A ESPADA E A LEI, conquistado em enquete promovida pelo nosso amigo Ivanildo na comunidade Lampião grande rei do cangaço.

Para mim este é um dos melhores trabalhos sobre o tema.

Em breve espero ter o prazer de ler mais algum trabalho publicado pelo grande pesquisador.

Sergio Dantas.'. disse...

Amigos, muito grato pelas palavras gentis e pela acolhida. No momento, estou relendo livros, revendo documentos e re-ouvindo entrevistas. Ainda há um longo caminho a percorrer e, por enquanto, nada de concreto em termos de publicações. Abs a todos. Sérgio.'.

Narciso disse...

Que bom saber que nosso grande es-critor e pesquisador está de volta,
estávamos por assim dizer "orfãos"
de uma pessoa séria,de senso crítico apurado e que elaborou grandes trabalhos na temática do
cangaço. Que bom Sérgio que está de
volta,sabemos que não podemos des-
pertar grandes expectativas,como você mesmo falou,terá que reler lí-vros,re-ouvir entrevistas é um caminho longo. Porém a certeza de
saber que está de volta é muito
gratificante. Um grande abraço...

Narciso Dias
João Pessoa-PB

Anônimo disse...

HOJE É UM DIA MUITO FELIZ PARA MIN POIS EM SABER E O GRANDE SD ESTA DE VOLTA AO MUNDO DO CANGAÇO POIS TENHO FORTE ADMIRAÇÃO POR VC MEU AMIGO SD SEI QUE O SENHOR É UM HOMEN MUITO RESPEITADO POR ISSO QUERO DESDE-JA PARABENISAR AO SENHOR PELA VOLTA SOU SEU FÃN MUMERO UM.

ASSINA CAPITÃO VANDERLI.

Jal_Gomes disse...

Eitá cabra bom da gota! Com a sua dedicação, com seu grande conhecimento e com seu companheirismo, posso dizer a todos que foi nesse cara que eu me espelhei para estudar e me dedicar ao tema cangaço!
Valeu SD e fico feliz pela sua volta e acredito que não só eu, mais todos das comunidades relacionadas ao tema cangaço!
Aqui em Jaboatão dos Guararapes você tem um amigo e nesse caso se precisar, é só mandar um scraps!

Eitá cabra bom da gota!

Anônimo disse...

Um escritor talentoso
Vamos falar sobre SD ou Sérgio Dantas. Sertanejo do legítimo, mistura de PB, RN e PE, mas oriundo da serra do Teixeira, dos Dantas daquela serra, família que teve um poder de mando fora de qualquer limite, em terras paraibanas. Estou chamando , pedindo e implorando que SD volte ao gramado do cangaço nordestino. É claro que eu sou fã deste escritor que produziu três excelentes livros, eu os li e gostei bastante. A história do cangaço está mais pobre, com esta lacuna de SD, que nos ensina muito com seus livros sensacionais. É c laro que SD é um ícone do cangaço. Impecilhos ou pedras, obstáculos ou o que estiver atrapalhando as pesquisas do nosso confrade Sérgio Dantas, as comunidades do cangaço deverão se reunir e resolver o problema. A História e o universo do cangaço não podem deixar escapar essa formidável inteligência do cangaço. Espero e vou vibrar muito com o retorno do Dérgio Dantas.

João Bezerra Nóbrega JOBENO
JOÃO PESSOA- 30 OUT 2011

CARIRI CANGAÇO disse...

Receber esse verdadeiro presente nos concedido pela sensibilidade deste grande companheiro Kiko Monteiro, nos enche de satisfação. Ter Sérgio Dantas mais uma vez entre esta grande família é motivo de muita alegria e honra.

Abraço amigo Sérgio

Manoel Severo

Anônimo disse...

Amigo Jobeno,

Realmente SD é um arrobado das coisas cangaceirista (risos), seus textos fogem totalmente do amadorismo que permeiam tais literaturas, cabra generoso em atender e ensinar sobre o cangaço, certamente o maior especialista de Virgolino no RN vivo, concordo com vc, quando lamenta sua ausência, tb gostaria de sua presença principalmente na comuna, pelo menos, em corpo presente pois em espirito acho que o cabra anda por lá.

Geziel Moura
Belém,PA

Paulo Britto disse...

Tecer comentários elogiosos a você Dr. Sérgio Dantas é incorrer no lugar comum do alto conceito que todos demonstram por sua pessoa.

Reforço a alegria exteriorizada nos diversos comentários referentes ao seu ressurgimento nas colocações justas e perfeitas que o caracterizam.

A matéria TENENTE JOÃO BEZERRA E LAMPIÃO – POR QUE PROFANAR A MEMÓRIA DOS MORTOS? Colocou-me devedor ao amigo e espero que outras matérias surjam com a marca intelectiva que lhe é inerente.

Saudações

Paulo Britto

Anônimo disse...

Caro Mendes: Muito grato mesmo pelo envio desta matéria postada pelo amigo Kiko Monteiro e escrita pelo ilustre Juiz de Direito Sérgio Augusto Dantas. Só assim eu voltaria a ler os escritos do Doutor Sérgio. Que ele continue elaborando muitos outros artigos com a oportunidade de serem postados no blogmendesemendes.
Obrigado a você, ao Kiko e ao autor da matéria.
Antonio Oliveira - Serrinha-Ba Email: antonioj.oliveira@yahoo.com.br