quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Entrevista com o Ex chefe Cangaceiro "Sinhô Pereira"

In Fundação Casa da cultura S. Talhada
Faleceu hoje, 26 de Fevereiro, em Serra Talhada,PE O Sr. Luiz Conrado de Lorena e Sá. Lorena como era conhecido, foi prefeito do município de Serra Talhada durante três mandatos: 1945/47, 1955/59 e 1964/68.

Era parente próximo dos famosos cangaceiros Sinhô Pereira e Luiz Padre, pois o avô de Lorena que também se chamava Sebastião era primo legítimo de Sinhô e Luiz Padre.

O sepultamento ocorreu hoje às 17:00 hs no cemitério municipal da cidade.

Conheçam a entrevista concedida pelo lendário chefe de Lampião ao Sr. Luiz Lorena , em 1971



Seu nome na pia batismal deve-se ao fato de ter nascido no dia de São Sebastião, 20 de Janeiro de 1896.
Sebastião Pereira da Silva "Sinhô Pereira" (Foto) nasceu em Vila Bela, em meio à uma áspera guerra entre as famílias Pereira (a sua) e Carvalho. Foi chefe de cangaceiros e das suas mãos Lampião recebeu o bando.

Sinhô Pereira foi embora para Goiás no ano de 1922 e só voltou beber das águas límpidas e saborosas do Pajeú no ano de 1971 (mês de junho), quando veio visitar a família em Serra Talhada, PE.

Naquela ocasião Luiz Lorena e Sá, da família Pereira , travou o seguinte diálogo com seu brioso parente, que fora no passado o braço armado do clã:

Lorena - Qual o momento que marcou sua vida de maneira indelével?
Sinhô - Foram tantos os momentos dramáticos no meu trajeto que seria impossível escolher um.

Lorena - Qual seu dia de maior alegria?
Sinhô - Chegar a Serra Talhada 50 anos depois e ser recebido por todos os parentes com carinho que me dispensaram, foi na verdade motivo de muita alegria.

Lorena - Qual seu dia de maior tristeza?
 Sinhô - Estando eu em Lagoa Grande, distrito de Presidente Olegário/MG, recebi a noticia do falecimento de Luiz Padre, em Anápolis, Goiás. Nem ao sepultamento compareci.

Lorena - Você tem alguma grata satisfação do seu tempo de guerrilheiro?
Sinhô - Não. Nasci para ser cidadão, casar-se e constituir família. Fui namorado da moça mais bonita do Pajeú.

Lorena - Por que se envolveu nessa tragédia?
Sinhô - A impunidade em Vila Bella teve seu auge em minha juventude; do assassinato de seu Né - meu irmão - nem inquérito policial foi aberto.

Lorena - Você reconhece o que seus contemporâneos dizem sobre o seu espírito guerreiro e de ser você o mais valente entre esses?
Sinhô - havia homens valentes até quase a loucura, entretanto, brigavam para matar. Na hora de morrer, até fugiam do campo de luta. Naquelas circunstâncias matar ou morrer para mim, seria a mesma coisa; daí a diferença.

Lorena - Desses confrontos, qual o que você teve mais proveito?
Sinhô - A família Pereira (minha família) vivia atormentada em face de minhas ações. Era imperativo mudar a face da história.

Lorena - Quais os fatos que mais perturbavam você?
Sinhô - Vários. No começo tudo o que eu fazia errado dava certo. Com o passar do tempo tudo o que eu fazia certo dava errado.

Lorena - Entre estes, você poderia destacar um?
Sinhô - Sim. A morte de João Bezerra, em Bom Nome. Na forma como eu procedi, acelerou minha decisão. O meu estado de espírito estava de tal forma desajustada que já não tinha condição de conduzir as ações do grupo que comandava.

Lorena - Em que circunstância Lampião apareceu em sua vida?
Sinhô - Ele e os irmãos chegaram de Alagoas depois do assassinato do pai, dispostos a confrontar com José Saturnino, seu inimigo comum.Não tinham condições financeiras nem experiências. Procuraram-me e participaram com muita bravura de alguns combates.

Lorena - Por que Virgolino Ferreira da Silva ganhou o apelido de Lampião?
Sinhô - Num combate, a noite, na fazenda Quixaba, o nosso companheiro Dê Araújo comentou que a boca do rifle de Virgolino mais parecia um lampião. Eu reclamei, dizendo que munição era adquirida a duras penas. Desse episódio resultou o Lampião que aterrorizou o Nordeste.

Lorena - Você não quis Lampião em sua viagem para Goiás?
Sinhô - Ao despedir-me dele na Fazenda Preá, no município de Serrita/PE, pedi para não molestar ninguém da família Pereira. Ele prometeu e cumpriu. Não quis, entretanto, seguir viagem comigo.

Lorena - Depois de instalado em Goiás você convidou Lampião para ir morar naquela região?
Sinhô - Sim. Quintas (meu irmão) foi o portador da carta. Ele respondeu verbalmente, dizendo que não aceitava o convite para não me criar embaraços.

Lorena - Você recebeu o convite de alguém para atacar Antônio da Umburana em Queixada (Mirandiba)?
Sinhô - Não. Tudo aconteceu por minha conta e risco.

Lorena - E o seu problema com Isnero Ignácio, como aconteceu?
Sinhô - Naquele tempo chegou para se agrupar comigo o meu parente Luiz Pereira Nunes (Luiz do Triângulo) acompanhado dos primos Chiquito e Teotônio do Silveira, valente ao extremo. Depois de várias refregas, explicou-me que estavam comigo por que foram escorraçados da sua propriedade na região de Santa Rita pelo primo Isnero Ignácio. Estavam se preparando para desforra e esperava o meu apoio.

Lorena - Qual foi sua reação?
Sinhô - Ponderei que já bastavam as inimizades já existentes e que Sinharinha, mãe de Isnero, era filha de tia Donana, figura considerada sagrada pela minha mãe.

Lorena - E Luiz do Triângulo, como reagiu?
Sinhô - Ficou contrariado, sem aceitar minhas ponderações. Entretanto, concordou que eu fosse com Luiz Padre pedir a interferência de Antonio Inácio de Medeiros também primo de Isnero, Sr. Sebastião Inácio de Oliveira, concordou. Isnero e mãe Sinharinha foram radicais, não aceitaram qualquer forma de reconciliação, inclusive proibiram o parente Luiz do Triângulo de voltar a sua propriedade.

Lorena - E daí, o que aconteceu?
Sinhô - Foi uma estupidez o que fizemos. Ateamos fogo na Fazenda Santa Rita, deixando em cinzas o roçado, o canavial, o engenho, os currais e a casa da fazenda.

Lorena - Dos oficiais da policia militar que o combateram, qual o de maior respeito?
Sinhô - O capitão José Caetano era um bravo. Intrépido e leal no mais duro da refrega.

Lorena - Qual o combate mais dramático que você participou?
Sinhô - Foi na Serra da Forquilha, numa semana em que estávamos repousando. Éramos doze homens, cercados num casebre, por cento e vinte policiais. Sem outra alternativa bradamos para que segurassem as armas porque iríamos para a luta de corpo-a-corpo e de corpo a punhal.

Lorena - O que aconteceu?
Sinhô - O que aconteceu? Saltamos e fugimos ilesos.

Lorena - Por que a idéia de avisar aos sitiantes, nessa e em outras oportunidades, que continuariam a luta, mas, na verdade, abandonavam o refúgio?
Sinhô - Enquanto aqueles procuravam entrincheirar-se, nós fugíamos.

Lorena - Você viajou para o Planalto Central desprovido de recursos financeiros?
Sinhô - Não. Isidoro Conrado e Né da Carnaúba financiaram a nossa viagem com dinheiro que compraríamos duzentos bois.

Lorena - Em Dianópolis, onde se instalaram, tudo correu bem?
Sinhô - Vivemos uma epopéia mais dramática do que aqui, expressar numa entrevista nem vale a pena...

Lorena - Por que essa expressão! "minhas navegações" quando sabemos que navegar é próprio do oceano?
Sinhô - Ouvíamos dizer que o mar é uma imensidão de água, e como a extensão de nossa desgraça não tinha limites, usávamos a expressão "nossas navegações".

Lorena - É verdade que você anteviu a genialidade de LAMPIÃO?
Sinhô - Dos homens que deixei em armas no Pajeú, só Virgolino podia chegar à celebridade. Os demais eram formiga sem formigueiro. Minha profecia foi cabalmente comprovada. Lampião nada aprendeu comigo. Já nasceu sabendo".

Sinhô Pereira faleceu numa manhã no final do ano 1979, em Lagoa Grande - Estado de Minas Gerais -, deixando para trás uma vida e uma história marcadas de angústia, dores e vontade de viver feliz com sua família e amigos.

"Sinhô Pereira era uma baraúna"!

Créditos da nota de falecimento: Hildebrando Neto "Netinho".
Transcrição da entrevista Ivanildo Silveira.

27 comentários:

Geisa S. Pereira disse...

Me chamo Geísa Soares Pereira , descendente de Sinhô Pereira. Pesquiso a história de nossas famílias e gostaria de saber quais os filhos e netos ( nomes) de Sinhô Pereira e onde podem estar morando.
Uma parte da família já consegui contato, moram no Ceará.Meu avô chamava-se Francisco Soares Pereira.
Manoel Soares Pereira era filho do Sinho Pereira?

Kiko Monteiro disse...

Geisa
vou correr atrás destas informações para lhe repassar com a melhor precisão possível, nos aguarde!

Obrigado pela atenção abraço

Kiko Monteiro disse...

Caríssima Geisa recebi resposta do nosso principal colaborador o amigo Ivanildo Silveira pesquisador de Natal- RN com seguinte conteúdo

SINHÔ PEREIRA (SEBASTIÃO PEREIRA DA SILVA), nos livros ( SINHÔ PEREIRA de Nertan Macedo e VILA BELA OS PEREIRAS E OUTRAS HISTÓRIAS de Luiz Wilson )
AVÓS: Andrelino Pereira da Silva (Barão do Pajeú) e Maria Pereira
PAIS: Manoel Pereira da Silva e Constância Pereira da Silva
IRMÃOS:Manoel Pereira da Silva Filho (Né Pereira); João Pereira da Silva; José Pereira da Silva; Joaquim Pereira da Silva; Aureliano Pereira da Silva e Antonio Pereira da Silva.
Não consegui na pesquisa encontrar descedentes de SINHÔ PEREIRA.

Amigão, eu sei que tem muita gente da FAMILIA PEREIRA RESIDINDO em SERRA TALHADA, mas não os conheço.

Enviei sua pergunta para outros especialistas vamos ver se acrescentamos algo!

madeiradacruz disse...

Me Chamo Jackson André Pereira Gomes e sou "Tataraneto" do Coronel Manoel Pereira Lins, que foi o primeiro prefeito de Serra Talhada. Sou descendente direto do "Sinhor Pereira. que era Primo Legítimo do meu Bisavô Afonso Deodato Pereira, que era filho de Constância Eponina de Sá. Meu email: jackson.andre@hotmail.com

Gostaria de fazer contatos com os meus familiares de Serra Talhada.

Clayton Valões disse...

Me chamo Clayton Valões, sou neto de João Pereira Valões, que era irmão de Constância e primo de Manoel Pereira (mãe e pai de "sinhô Pereira"). Meu avô foi o último tio de "Sinhô" a falecer (em fevereiro de 1985, com noventa anos). Venho esclarecer uma dúvida da parente Geisa. Sinhô teve um único filho de nome Severino, do primeiro matrimônio com Alina. Seu falecimento não se deu em 1972. Me recordo que até meados de 1977, minha familia manteve contato com ele através de carta. Em entrevista ao escritor Nertan Macedo, em 1980, "Sinhô" gozava de suas faculdades com 84 anos. Com o falecimento do meu avô Jõao, seu tio, não tivemos mais contato com a família, minha mãe resolveu assumir anonimato.
Deixo meu abraço aos parentes.

.,lmj disse...

Geisa

Hoje 17/06/2012, conheci este blog. Meu nome é Moema Araujo, neta de Luiz Padre. Foi meu pai, Hagahús Araujo, quem levou Sinhô Pereira em 1971, para Serra Talhada. Eu e meus irmãos os acompanhamos nesta viagem. Tio Chico, como chamávamos Sinhô Pereira, teve 3 netas: Deny, Antonia e Dulce. Após ficar viúvo era com Dulce que ele morava, em MG.
Para maiores detalhes, meu e-mail é: moema.covello@bol.com.br

Anônimo disse...

Oi, meu nome é CAROLINA PALMA PEREIRA LINS. Meu Tataravó foi Sinhô Pereira como contado por meus pais e avós. Meu Avô ainda reside em Serra Talhada, minha avó que foi e meu avô eram primos e meus bisavós eram irmãos. Não sei dizer o nome de todos eles, porem sei os de meus Avós Luiz Pereira Lins e Maria Pereira Lins. Ouço sempre meu Pai dizendo das histórias de Lampião que meu Avó sempre conta. É muito legal conhecer um pouco da história da minha família.

Kiko Monteiro disse...

Saudações Carolina

Há um pesquisador e amigo que certamente gostaria muito de manter contato com parentes do Sinhô Pereira pois ele vem a ser primo de vossa família. O nome dele é Jorge Remigio, eis o contato jorgeremigio@gmail.com

Obrigado pela visita e atenção e comentário!

Anônimo disse...

Boa tarde, minha mae é filha de José Pereira do Nascimento, nascido em 1898. Sabe-se que era natural de Sao Jose PE, que ainda criança devido brigas de famílias ele foi para Inhumas PI, seu pai se chamava Agostinho pereira do nascimento. Meu avó nunca nos falava nada, mas ele retornou ao PE e só voltou já moço para o PI mas tinha vontade de morar em Anápolis GO. Se alguém pude nos dar luz. agradeço antecipadamente. Luiz BSB DF

Jônatas Araujo disse...

Olá gente eu sou tataraneto de Sebastião Pereira Silva
que foi Pai de Sivirino Araujo e Silva que casou se com maria de Lurdes Silvia e teve 5 filhos os quais foram: Palmari Araujo Borges,meu avô, Dulce,Dalia, Antônia,e Deni Neves em memoria
Palmari casa se com Geni e tem 11 filhos os quais são: Celso, Célio,Silvia,Saulo meu pai,Maria de Lurdes, Ciro,Silas,Adail,William,Wesley,e Queila

Geisa fico feliz em saber que tenho outra família no norte espero ter mais contato para descobrimos novos da família de sangue
Abraços de Jônatas Araujo

Kiko Monteiro disse...

Ola Jonatas
Obrigado por sua atenção e colaboração. Muitos descendentes dos Pereiras nos procuram via email para pedir auxilio com relação a genealogia.

Por gentileza informe seu email para que estes entrem em contato direto com o amigo.

Abraçando
Att Kiko Monteiro

Anônimo disse...

Caro Kiko Monteiro: O meu bom-dia
Não tenho nada a ver com a família de Sinhô Pereira, mas como pesquisador do cangaço, admiro a maneira cortês e cuidadosa que você atende às pessoas que enviam perguntas para seu blog. Parabéns e abraços,
Antonio José de Oliveira - Serrinha - Bahia. E-mail: antonioj.oliveira@yahoo.com.br

Sergio Elias Wanderley disse...

Sou Sergio, minha avó paterna Olindina Pereira Wanderley é sobrinha do Sinhô Pereira, pois ela vem a ser a caçula de Francisco Pereira da Silva Neto (irmão mais velho de Sinhô) e Generosa Pereira da Silva, filha do coronel Andrelino Pereira da Silva, o barão do Pajeú. Minha avó nasceu em 1898 na então Vila Bela e casou com meu avô Manoel Nunes Wanderley em 1917 nascido em 1896 em Vila Bela. Em 1923 foi morar em Cedro-Ce. voltando para Serra Talhada em 1928. Em 1932 sai de Serra Talhada chegando em Alagoas em 1936 por motivos desconhecidos.
Espero contatos desta ilustre família.
Fica aqui meus agradecimentos a este espaço.

Kiko Monteiro disse...

Saudações Sr Sérgio

Informe seu contato por email para que os parentes possam realizar contato.

Att Kiko Monteiro

Sergio Elias Wanderley disse...

Sergio-wanderley@htmail.com.br

Danilo Modesto disse...

Sou Danilo Modesto Pereira. Fico Feliz por saber que tenho familiares em todas as regiões desse nosso imenso Brisil. Sou bisneto de Manoel Pereira Lins(Né da Carnauba). Se alguns de Você não conhecem a fazenda Carnauba deviriam conhecer, pois é onde se iniciou a nossa história de Glorias.

Anônimo disse...

Estava navegando a procura das raízes, e pesquisando sobre Sinhô Pereira, irmão de meu avô Quinca, encontrei o seu blog.
Então, eu sou Daisy filha e Doralice, que por sua fez era filha de Joaquim Aureliano Pereira e Silva, irmão de Sinhô Pereira, que mudou o nome para Francisco Araujo, e ficou conhecido como Chico Maranhão, tio Chico.
Meu avô era casado com Maria José Bizarria de Araujo, ou vó Lica, que teve 6 filhos: Abderramam, Eliza, Adauto, Doralice, Roscilda e Alderí.
Conheço alguns parentes em Serra Talhada, Triunfo, Goiana, Dianopolis, Lagoa Grande, Patos de Minas, e outras cidades.
Fiacrei muito feliz em manter contato e saber mais sobre essa nossa família, tão única!
Abraços

PS. Meu contato dacgp@hotmail.com

marcondes fernando disse...

Gostaria de manter contato Kiko. Sou Marcondes Fernando Pereira Carvalho. Filho da aliança dessas duas famílias. Meu pai, em memória era Francisco de Assis Carvalho, que foi o filho de Afonso Alves de Carvalho, que foi prefeito de São José do Belmonte e tbm avô do atual prefeito Marcelo Lins. Afonso casou-Se com Autelina Pereira valoes. Minha mãe é Francisca Pereira Carvalho, filha de Deozio Pereira Lins, irmão do deputado Argemiro Pereira de Menezes, e Leônidas Menezes. Deozio casou-Se com Antônia Pereira de Araújo Lins. Minha filha é historiadora e pretendemos manter contato. Tenho o livro do deputado Luis Wilson, porém, pretendo adquirir o outro menacionado neste blog. Ao pé da letra, no tempo do Império teria os seguintes sobrenomes: Marcondes Fernando Pereira Araújo Lins valoes Alves de Carvalho. Abração e vamos manter contato. Meu e-mail e face é marcondesfernando@hotmail.com.

Geisa Soares Pereira disse...

Olá a todos os PEREIRAS,
emocionante ver os relatos! Seria interessante continuarmos com nossas pesquisas. Acredito que possamos faze lo através do FACE BOOK!

Adquiri nesta semana o livro de Nertan Macedo, porém o autor não cita as filhos de Sinho Pereira !

Grande abraço

Leinha... disse...

Não sei bem como procurar e o que contar, minha avó Constância Rodrigues da Silva ( nome que sempre nos passou) era casada teve dois filhos gêmeos, fugiu com meu avô José Pereira levando consigo um dos gêmeos. Pesquisando sobre o q ela contava, cheguei a esse blog, ela contava que tinha um tio de nome Antônio do O, as cidades batem com o q ela dizia... Possivelmente seriamos da familia de Luiz Pereira da Silva. Depois que minha vó saiu fugida de Paraíba não teve contato com ninguém, tinha medo... Procuro alguem da família.

Thayro Steliano disse...

Sou neto de Steliano de Araújo Pereira, nascido em 1900, na cidade de Floresta dos Leões, atual Carpina em Pernambuco. Gostaria muito de encontrar e ter notícias de meus irmãos e irmãs de sangue Pereira. Que Deus Abençoe nossa família!

Angela da Silva Carneiro disse...

olá pessoal me chamo Angela da Silva Carneiro...nao conheço nenhum parente por parte de minha avó...e achando esse blog imaginei q talvez vcs pudessem me ajudar a encontrar alguem da familia de minha avó...o nome dela é TEREZA PEREIRA DA SILVA,nasceu em sao paulo ela é filha de SEBASTIÃO PEREIRA DA SILVA E ANA MARIA DE JESUS...se alguem souber de algum parente por favor entrem em contato comigo...meu email é: angelacc38@hotmail.com

Eva Campos disse...

Oi, Meu nome é Eva Maria Campos Pereira. Meu tetravô se chama Joaquim Pereira Nascimento, filho de Sebastião Pereira.
Nossa família reside em Milagres/Mauriti, Ceará.
Gostaria muito de saber de onde descende meu tetravô. Eu achava que ele era filho do Sinhô Pereira, mas não são as mesmas pessoas, pelo que li nos comentários.
Pelas informações que consegui coletar, Joaquim Pereira Nascimento tinha como irmãos João Pereira Nascimento, Maria (Mariinha), José Joaquim e Maria dos Anjos
Estou usando esta informação na minha tese de doutorado. Quem puder me dar uma ajuda eu agradeço demais!
eva.mcampos@gmail.com

Anônimo disse...

Mi chamo Maria Pereira de Lima neta de Emídio Pereira De Oliveira que é filho de. José Pereira.Meu bisavó José Pereira,tinha o título de Coronel.Ele foi proprietário de muitas terras.na cidade Monteiro Lobato e tinha vários escravos.Eu gostaria de saber si tenho parentesco c o Sinhô Pereira .um abração p todos de minha descendência

Unknown disse...

Boa noite. Meu nome é Viviane Pereira da Silva. Há algum tempo encontrei a história de Sinhô Pereira e um tio confirmou de maneira superficial que de fato descendemos de um cangaceiro. O parente mais velho que conheci foi Silvio Pereira da Silva, meu avô, que viveu sua juventude em Goiás, veio para o Rio de Janeiro, onde teve e deixou parte de seus 16 filhos e voltou para o então estado do Tocantins, onde faleceu há alguns anos. Nas minhas pesquisas não encontrei ligação do meu avô com o restante da família. Pouco se fala da ramificação de Goiás. Alguém sebe mais informações que possa compartilhar comigo? grata!
vps.vivianepereira@gmail.com

marcio burgo disse...

OI DAYSE FILHA, CONHECI SUA AVÓ DONA Lica Maranhão, em Patos de Minas,MG, na década de 60, sua avó era funcionária da ESCOLA NORMAL, minha familia é de Custódia PE e sua avó frequentava muito a casa de minha avó Maria Burgos, e tias, lembro~me do episódio envolvendo o Alderico e Adalto na morte do Piauzinho DE PRESIDENTE. OLEGÁRIO MG, Conheci seu avô quando este foi ao mercado municipal de Patos uma certa vez.Tenho uma vizinha e amiga, da família Pereira do Pageú que é filha de Noémia Pereira Burgos viúva de JOSÉ BURGOS Farmaceutíco em Custódia. Abraços. Márcio Burgo Email ~~ claudiareginaburgo30@bol.com.br 04/09/2016

Anônimo disse...

Prezados, meu nome é Daniel Pereira. Filho de José Sebastião Pereira, nascido em 1946 em João Pinheiro e registrado em Presidente Olegário/MG em 1955. Neto de Braz Isaias Pereira (filho de Eloi Isaias Pereira e Efigênia Rosa de Jesus) e Antônia Maria de Jesus (filha de Raimundo Mateus Sampaio e Maria José de Jesus. Os locais e datas levam a crer que Eloi Isaias Pereira era ao menos contemporâneo de Sinhô Pereira em Presidente Olegário. Gostaria de uma luz para continuar pesquisando. haendel2005@gmail.com