terça-feira, 13 de abril de 2010

Alô Rostand Medeiros !!!

Tenho um recado pra você 

Caro Kiko Monteiro:
Com alegria pela história, lí hoje "Bastidores de uma obra: Rostand Medeiros em ação". Beleza pura. Parabéns. 
Como historiador fico encantado com mais essa pesquisa sobre o Rei do Cangaço.
 Atenciosamente,
Chico Cardoso  
Site: Caldeirão Político


Tu visse? pegue o "ataio" confira a referida matéria: Clique Aqui

Caríssimo Chico obrigado pela vossa visita, atenção e incentivo!
Esse (em especial dentre outros trabalhos de Messier Rostand) tem rendido muitos aplausos e orgulho na confraria.

Abraçando!
Kiko Monteiro 

Um comentário:

Mendes e Mendes disse...

Ilustre escritor Rostand Medeiros:
Não sei se me é dado o direito de discordar algo sobre o cangaço, já que eu sou um estudante de pouco mais de dois anos. Mas algumas vezes o estudante sente a falta da realidade.
Alcindo Costa, diz em um dos seus artigos: (OS 70 ANOS DA MORTE DE LAMPIÃO) - publicado em 18/06/2008), que no livro “LAMPIÃO E ZÉ SATURNINO – 16 ANOS DE LUTA”, escrito por José Alves Sobrinho, sobrinho de Zé Saturnino, diz que o rei não morreu em Angico, e sim, aos 83 anos de idade, na fazenda Ouro Preto, em Tocantinópolis, Goiás.
E diz ainda o escritor que Jaques Cerqueira, subeditor do Viver do Jornal Diário de Pernambuco, é o autor de um artigo intitulado “A outra morte de Lampião”, que saiu no jornal Página Certa, de Mossoró, afirmando que Lampião não morreu em Angico, e sim em setembro de 1981, na fazenda Ouro Preto, em Tocantinópolis, Goiás.
Ainda segundo Alcindo, José Alves afirma: “O Capitão Virgulino tinha o olho esquerdo com pálpebra arriada, e não o olho direito fechado como o da cabeça decepada pela polícia e mostrada no “Museu Nina Rodrigues”.
Vendo a foto do rei, comparada com a de Lampião de Buritis,não tem nada a ver, uma vez que o Lampião de Buritis era velho. Eu tenho certeza que o José Alves, quer imitar a escritora que escreveu o livro (Elvis não morreu). É lamentável que uma história tão bem montada pelos senhores da literatura, agora um único escritor quer desmontar as peças do dominó do cangaço.
José Mendes Pereira - Mossoró-Rn.